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Treasure: jogos de ação intensa e sem freios

Postado por Kazin Mage em sábado 18 fevereiro 2006 as 21:57
Arquivos sobre: Artigos Especiais e Editorial


Data de Fundação: 19 de junho de 1992
Localização: Japão
Presidente: Masato Maegawa
Produtos: videogames
Website: www.treasure-inc.co.jp

Verdade seja dita: hoje se sabe que a indústria do entretenimento é uma das que mais cresce e se desenvolve no percurso dos anos, estendendo-se e ganhando mais e mais prolongamentos em ritmo acelerado – e nem é preciso ser tão prático ou conhecedor do universo dos videogames para reconhecer isto. Não é raro ouvir que o orçamento de produção de alguns jogos transpõe até mesmo o da indústria cinematográfica, provando a ascensão e importância gradual adquiridos pela indústria do entretenimento eletrônico.

Na verdade, é muito difícil representar num plano todos os lados do crescimento do “universo gamístico”, em função da velocidade a que esse desenvolvimento se processa. Existe hoje em atuação um número imenso de companhias de criação de games; desde as menores e mais tímidas produtoras de joguinhos para celulares até as mais imponentes e renomadas companhias — tais como Sega, Square-Enix, Electronic Arts ou Konami, só para citar alguns exemplos.

Em função da grande concorrência e dos elevados custos de produção dos jogos, algumas empresas pequenas não chegam a se destacar dentre as demais, e algumas podem demorar a ser notadas ou realmente reconhecidas pelo público. Mas existem, no entanto, umas e outras que conseguem se destacar, assinalando grandes jogos logo no início de sua carreira… Como é o exemplo de um certo grupo de ex-integrantes da Konami, em 19 de Junho de 1992. Na verdade, quase todos os jogos que foram dirigidos e empreendidos pela Treasure obtiveram notável êxito (alguns, até, mais do que o comum de modo geral). Tem início agora a nossa viagem pela história da Treasure, uma das mais bem conceituadas desenvolvedoras de jogos para videogames e arcades… Conheça agora a trajetória da empresa, dos seus primeiros passos no pantanoso e espinhento mercado de produção de jogos… até hoje.

Nos Tempos de Konami…

Impossível redigir um texto sobre esta época da Tresure sem tocar no nome de uma grande obra do mundo dos quadrinhos: “Bucky O’Hare”. Não sabe do que estamos falando? Pois bem, mais ou menos pelos fins da década de 1970 e meados de 1980, havia uma série de histórias em quadrinhos americana bastante famosa, chamada “Bucky O’Hare”. Esta série, criada por Larry Hama, um famoso quadrinhista da Marvel Comics, narrava as aventuras de Bucky O’Hare, uma lebre verde que era o capitão de uma fragata chamada “The Righteous Indignation” (algo como “a revolta justiceira” ^^). A série alcançou algum sucesso nos Estados Unidos e contava também com muitos personagens coadjuvantes – algum tempo depois, o sucesso virou desenho animado.

Até aí, tudo bem. Mas agora, com certeza, você deve estar se perguntando que diabos esta série tem a ver com a história da Treasure… Pois bem, e não é que os quadrinhos de Bucky O’Hare bem que mereciam ganhar uma versão em game? Como toda série de sucesso, as aventuras de Bucky receberam como recompensa um jogo desenvolvido pela Konami – empresa que já havia criado uma reputação muito boa na época, graças a jogos clássicos e de grande sucesso, como o Nemesis (ou Gradius). O jogo de Bucky foi lançado no bom e velho NES (ou Nintendinho, como preferirem) e também em Arcades da época.

Agora algo que muitos não sabem: a maioria dos principais designers da produção do game do coelho Bucky seriam futuramente os fundadores da empresa supracitada neste artigo: Treasure Co. Ltd. Importante lembrar que também trabalhou neste jogo o cultuado Hiroshi Iuchi, nada menos que o diretor dos insuperáveis shooters “Radiant Silvergun”? (Arcades e Sega Sarurn) e “Ikaruga”? (Arcades, Dreamcast e Game Cube) – quem conhece esses jogos, sabe o respeito que deve ser prestado a eles.

Diga-se de passagem, os funcionários da Treasure de maior evidência que trabalharam para a Konami nesta época foram: Hiroshi Iuchi (Radiant Silvergun e Ikaruga), Norio Hanzawa (principal compositor das músicas dos jogos da Treasure), Tetsuhiko Kikuchi (hoje o mais importante character designer da empresa), Kaname Shindoh (designer gráfico), Hideyuki Suganami (programador), Kouichi Kimura (designer gráfico) e, claro, Masato Maegawa, fundador da Treasure, presidente e diretor-geral da empresa.

Vamos agora dar um breve passeio pelas produções de fundadores da Treasure, enquanto eles ainda faziam parte dos grupos de desenvolvimento da Konami Tokyo. Vamos proceder a uma narração sistemática do passado da empresa enquanto parte da Konami. Pelo menos dois ou três dos atuais membros da Treasure fizeram parte do staff de cada um dos seguintes jogos:

The Castlevania Adventure (1989, Game Boy)
 

  Também conhecido como “Dracula Densetsu” no Japão, este foi o primeiro jogo da franquia Castlevania no Game Boy. Infelizmente este jogo não segue os excelentes padrões de qualidade da série (e é um dos capítulos mais odiados pelos fãs). Tinha gráficos muito ruins e um ritmo de jogo tedioso e vagaroso.
 
Aliens (1990, Arcade)
 

  Um shoot-’em-up lateral (side-scroller), baseado no famoso filme. Era um jogo bem simples, mas fez bastante sucesso na época. Nota-se desde esse game que a especialidade o pessoal da Treasure sempre foi um bom shooter.
 
Castlevania II: Belmont’s Revenge (1991 , Game Boy)
 

  Segundo game da série Castlevania no Game Boy. Neste jogo você estava novamente no papel de Christopher Belmont. A missão do jogo é salvar o filho de Belmont, Solieyu Belmont, das garras de Count Dracula. O estilo de gameplay era similar aos dos demais games da série. Mas você só podia carregar dois tipos de “subweapons”: um machado de arremesso e a holy water (na versão japonesa, havia uma cruz no lugar dos machados).
 
The Simpsons (1991, Arcade)
 

  Um beat ‘em up baseado na série de desenhos de mesmo nome. Os personagens do game tinham as vozes de seus dubladores originais do desenho. No enredo do game, Waylon Smithers roubava uma jóia valiosa de uma joalheria de Springfield. Porém, enquanto ele fugia, esbarrou com Hommer Simpson. A jóia foi parar na boca da pequena Maggie, no lugar de sua chupeta. Smithers agarra a menina (junto com a jóia, claro) e foge. Agora você deve persegui-lo com os Simpsons, mas terá que enfrentar os empregados da Estação de Força Nuclear de Springfield.
 
Tiny Toon Adventures: Babs’ Big Break (1992, Game Boy)
 

  Primeiro e único jogo de plataforma da série de desenhos Tiny Toon para o Game Boy.
 
Axelay (1992, SNES)
 

  Axeley foi um famoso jogo de naves do início da era 16-bits, no Super Nintendo. Para apresentar o enredo do jogo, tudo começava com umas cenas exibindo naves de Aliens invadindo a Terra e dominando-a inteiramente. Agora, existe apenas uma única nave que pode deter os Aliens e recuperar nosso bom e velho planeta azul: Axelay. História bem manjada, mas o game até que era legal para os padrões da época. Axelay tornou-se muito famoso porque foi um dos primeiros jogos da época a utilizar algumas capacidades do Super Nintendo, como o uso de técnicas de programação chamadas “Mode 7″ e “Parallax” – que geravam efeitos de rotação em mapas e fundos de paisagens.
 
Contra III: The Alien Wars (1992, SNES)
 

  Talvez um dos maiores trabalhos dos designers da Treasure na época em que trabalhavam para a Konami. Este é o quarto capítulo da série de videogames Contra. Bill Rizer e Lance Bean deviam lutar para acabar com uma revolta de aliens. Trazia o estilo de gameplay consagrado da série. Um grande clássico do gênero.
 
Rocket Knight Adventures (1993, SNES e Mega Drive)
 

  Game de plataforma que trazia uma espécie de marsupial como protagonista, chamado Sparkster. Os inimigos eram vários robôs e porcos, alguns fazendo uso de certos veículos. A principal arma de Sparkster era uma espada que disparava energia por uma curta distância. Além disso, ele tinha uma mochila-foguete que lhe conferia a habilidade de voar. Ganhou uma seqüência posteriormente, também para SNES e Mega Drive.
 
Contra: The Alien Wars (1994, Game Boy)
 

  Grande game da franquia Contra no Game Boy, conhecido no Japão como Contra Spirits.
 
 

Quem é Hiroshi Iuchi?

Inuchi trabalha para a Treasure desde o momento em que a empresa teve origem, desempenhando um trabalho constitutivo e fundamental para o futuro da empresa. A principio, ele estava subordinado apenas ao desenvolvimento de áreas onde executa-se tarefas secundárias, como artista responsável pelo desenho de figuras ou paisagens de fundo nas fases (não que esse papel não tenha importância, de forma alguma).

Ele chegou a sair da Treasure por algum tempo, e começou a trabalhar para a Time Warner Interactive, uma nova divisão japonesa de games da Time Warner (que acabou saindo-se malsucedida posteriormente). Inuchi trabalhou no game Psychic Killers Taromaru (o único game que chegou a ser lançado pela Time Warner Interactive).

Depois da queda da divisão de games Time Warner, ele voltou à Treasure onde finalmente começou a trabalhar na sua mais famosa e célebre obra-prima: Radiant Silvergun, jogo que ele próprio escreveu, criou, dirigiu, e ilustrou. Até hoje, continua desenvolvendo importante trabalho como “background artist” na Treasure.

Características da Empresa

Os jogos desenvolvidos pela Treasure apresentam sempre um notável grau de atividade e animosidade — ação intensa e sem freios, para falar de forma mais prática. Outra característica que se tornaria fundamental (e que definiu bem seu perfil) era a interessante mania de criar chefes de fase de tamanho gigante (coisa que se percebe especialmente entre os primeiros games da empresa). Na época de 16-bits, a técnica usada para programar chefes de tamanho descomunal era feita de forma em que cada braço, membro ou anexo externo do personagem era desenhado separadamente, e animado para agir em conjunto com o resto, dando o aspecto de um só personagem.

A Treasure também é conhecida por adicionar elementos diferentes ou pouco convencionais aos controles e mecanismos de jogo, como as combinações de tiros de Gunstar Heroes. O design das fases também costuma ser feito de forma bem diferente, revelando um notável esforço criativo da empresa no processo de desenvolvimento de seus jogos. Um exemplo legal nesse aspecto são algumas fases do Gunstar Super Heroes no Game Boy Advance, em que o personagem gira na tela ao mover-se para qualquer lado, como se estivesse dentro de um “globo da morte”.


Gunstar Super Heroes: o personagem gira na tela quando você o move para qualquer lado.

Interessante notar que depois de deixar a Konami e virar uma empresa independente, a Treasure passou a desenvolver um notável relacionamento com a Sega – muitos games foram lançados exclusivamente para consoles desta empresa, como o Mega Drive.

Games de Maior Evidência

A Treasure tem suas próprias obras-primas, e a maioria de seus jogos é cultuada em todo o Mundo – sucesso mais do que merecido! Importante observar que, com 13 anos de existência, a empresa lançou um número muito pequeno de jogos, se em comparação com outras
softhouses. No entanto, a maioria absoluta de suas criações é muito bem apreciada no Mundo todo. Você terá acesso agora a uma lista dos principais e mais recomendados jogos da empresa (feita especialmente para vocês, fiéis leitores da GameHall). Jogos que marcaram época e que renderam à Treasure todo o bom crédito e reputação que ela possui hoje. Esperamos que o destino e porvir da Treasure nos tragam mais clássicos insuperáveis como os que já vieram. Nessa conjuntura, nós gamers só temos a ganhar…

Gunstar Heroes (1993, publicado pela Sega)
 

  Clássico absoluto! Primeiro jogo da empresa, que veio sacramentar o futuro brilhante da Treasure no mercado de videogames. Considerado inovador em muitos aspectos, este é um shooter (game de tiro) lateral. Foi o primeiro a usar técnicas de zoom e rotação, que NÃO eram nativas do Mega Drive. Envolvia muitas coisas interessantes, como combinações de tiros, um joguinho de dados… Não é sem motivo que este é um dos jogos mais populares da era 16-bits.
 
Alien Soldier (1995, publicado pela Sega)
 

Outro shooter lateral do Mega Drive. É considerado um dos jogos mais difíceis já desenvolvidos pela Treasure (realmente penoso de fechar!). Se você é bom nesse game, merece respeito com certeza. Foi lançado somente no Japão e na Europa, e o cartucho é extremamente raro e difícil de achar!
 
Yu Yu Hakusho Makyo Toitsusen (1994, publicado pela Sega)
 

  Segundo jogo da série de animes Yu Yu Hakusho no Mega Drive. Um fighting game que reunia 11 personagens tirados do desenho: Yusuke Urameshi, Kazuma Kuwabara, Kurama, Hiei, Genkai, Chu, Jin, irmãos Toguro, Itsuki e Sensui. Tinha vários modos de jogo e permitia até quatro jogadores, se usado junto com o “Team Player” — um acessório que permitia a conexão de quatro joysticks no console.
 
Light Crusader (1995, publicado pela Sega)
 

  Um RPG onde sua missão era solucionar uma dungeon de 6 níveis, cheia de monstros, armadilhas, quebra-cabeças, puzzles etc.
 
Guardian Heroes (1996, publicado pela Sega)
 

  Um jogo impressionante! Extremamente divertido — com certeza um dos dez melhores jogos do Sega Saturn! Me surpreendo com ele toda vez que jogo. Um dos poucos jogos do Saturn a usar o acessório “6-player multiplayer adapter”. Neste Beat-’em-up, os jogadores assumem o papel de um grupo de jovens heróis que encontraram uma espada mágica, e devem derrotar um império de vilões com a ajuda de um esqueleto morto-vivo. Esse game envolve lutas de espadas, artes marciais, magia e é um dos games que melhor caracterizam o perfil da Treasure. Totalmente recomendado.
 
Silhouette Mirage (1997, ESP no Saturn e Working Designs no Playstation)
 

  Um joguinho de plataforma 2D bem legal! O que realmente caracteriza o jogo é que o personagem (um garoto chamado Clod) carrega dois atributos, que ficarão ativos dependendo do lado para onde você anda (esquerda ou direita, ativando os dois modos Silhouette e Mirage). Você absorve os ataques de mesma cor e sofre dano com os de outra. É meio difícil de explicar esse mecanismo de jogo, só jogando mesmo pra conferir. É um jogo bem difícil de fechar, recomendado pra quem procura um desafio legal.
 
Radiant Silvergun (1998, Sega)
 

  O maior shooter vertical de todos os tempos. Lançado para arcades, posteriormente recebeu um “port” para o Sega Saturn. Não chegou a ser lançado fora do Japão e hoje é raridade. Considerado por muitos como o cume supremo dos shooters verticais… Difícil dizer o contrário.
 
Bangai-O (1999, ESP)
 

  Famoso shooter do Nintendo 64 que recebeu um “port”? para o Sega Dreamcast. Conhecido como “Bakuretsu Muteki Bangaioh” no Japão, este é um dos shoot ‘em up’s que deram à Treasure a merecida reputação de uma das melhores companhias de desenvolvimento de jogos da atualidade.
 
Wario World (2003, Nintendo)
 

  Game 3D estrelado pelo afamado Wario. Sua missão é recuperar o tesouro de Wario, derrotando várias criaturas estranhas em outra dimensão. Muito divertido e totalmente recomendado!
 
Silpheed: The Lost Planet
 

  Remake do eterno Silpheed do Sega CD. Desenvolvido junto com o pessoal da Game Arts. O game é um shooter vertical onde você controla 019, a última nave Silpheed. Sua missão: derrotar um número incontável de inimigos.
 
Gradius V (2004, Konami)
 

  Remake do clássico shooter lateral da Konami. Excelente jogo, realmente digno do clássico Gradius/Nemesis de 1985.
 
Gunstar Super Heroes (2005, Sega)
 

  Sucessor espiritual de Gunstar Heroes do Mega Drive. Usa efeitos de Rotação e zoom em grande quantidade. Excelende shooter, mantendo a tradição da empresa. Infelizmente, não possui um modo para dois jogadores.
 
Ikaruga (2001)
 

  Um dos maiores shooters dos Arcades (no sistema Sega NAOMI). A introdução diz que este é o “Project RS2″ (usualmente interpretado como “Projeto Radiant Sulvergun 2″). Sucessor do eterno Radiant Silvergun, recebeu um “port” no Sega Dreamcast (lançado somente no Japão) e no Nintendo GameCube (finalmente lançado em versões para diferentes regiões).
 
Astro Boy: Omega Factor
(2004, colaboração com Hitmaker da Sega)
 

  Shooter baseado na famosa série de desenhos animados. Como se deveria esperar, o game tem um estilo similar ao Mega Man, mas com seus próprios atrativos e mecanismos de gameplay. O jogo é extremamente divertido em muitos aspectos. Totalmente recomendado!
 
 

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5 Comentários para 'Treasure: jogos de ação intensa e sem freios'

  1.  
    19 fevereiro, 2006 | 20:55
     

    Maravilha matéria Kazin, parabéns!!

    A Treasure é uma de minhas softhouses favoritas, ela demora pra fazer um novo título, mas quando faz, traz todo o seu talento e capricha em todos os detalhes. É uma das únicas também que têm praticamente todos os seus títulos como excelentes games / clássicos.

    Vida longa à Treasure, também rainha dos shooters!! \o///

    Abraço!

  2.  
    19 fevereiro, 2006 | 23:15
     

    :) Maravilhosa essa matéria.
    O Bucky O’Hare já joguei, pra época era bom.
    Simpsons, fenomenal.
    GunStar Heroes, extramamente supremo (extrema ação).
    YuYu Hakusho, o melhor de toda a série e altamente recomendado (ainda vou jogar com 4 players).
    Todos os shooters são 10. Vou ver se jogo o Gradius V, e o Ikaruga do DC é muito bom tb.
    Adoro shooters!!!
    Valçeu Kazin, valeu Treasure!!
    FUI!!

  3.  
    20 fevereiro, 2006 | 0:07
     

    Ótima matéria!
    Grande Treasure, quando o Mega Drive já tava em decadência, a Treasure começou lançar jogos incriveis para ele, mostrando que o MD ainda podia oferecer muita coisa com um pouco de criatividade!
    Saudades desses jogos, deu até vontade de jogar de novo, ehehe

  4.  
    Kazin Mage Kazin Mage
    20 fevereiro, 2006 | 21:48
     

    Valeu, gente boa. =) Treasure é show de bola mesmo.

    Abraços,

  5.  
    _Heihachi_ _Heihachi_
    6 março, 2006 | 18:41
     

    Muito boa essa materia!
    Grande Treasure…ainda lembro quando jogava muitos desses jogos….muito bom….

    flows…site tah bom….

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