The Legend Of Leethus
Fanfiction baseada no jogo de Video Game e PC Engine, Valis – The Legend Of A Fantasm Soldier.
Valis – The Legend of A Fantasm Soldier não me pertence.
1° capítulo: O Escolhido!
Era manha em uma cidade do Japão! O sol nascia, as aves piavam, enquanto que num enorme casarão, ouvia-se uma gritaria:
“Acorde!!! Acorde!!! Acorde logo seu moleque preguiçoso!!!” gritava uma voz meio afinada e gasta diante de uma porta. Era um velho senhor, que media por volta de 1,70e tinha poucos cabelos grisalhos em sua cabeça. O velho continuava a gritar, quando se ouve uma voz de um jovem, que estava saindo do quarto resmungando:
“Já ouvi, velho!!!! Poxa vida, toda vez o senhor faz esse escândalo?” – disse o jovem garoto, que media por volta de 1,84. O jovem, que possui um porte atlético, cabelos castanhos, mas quembram um pouco ao personagem Aioria, de Saint Seiya.
“Faço sim, Daisuke! Se ninguém te chama, você jamais acorda! Queria saber como consegue dormir tanto?” – resmungou novamente o velhote, enquanto caminhava perlo quarto do jovem.
“Vejamos… EU TRABALHO E ESTUDO DIRETAMENTE, FORA AS AULAS DE KENDÔ QUE O SENHOR ME DÁ!!!” – responde Daisuke, com um tom de voz alta., que de repente sente algo em sua cabeça: “Aiiii!”.
(O velho bate com uma espada de madeira) “É um moleque banana mesmo! Não sabe que hoje em dia tem que ser ter responsabilidade?” – diz o velho.
“Eu sei sim! Mas me fala uma coisa… para que o kendô?? Nunca fui muito fã de lutas!” – pergunta o jovem, enquanto vestia uma camiseta branca.
“Er.. bem… isso não vem ao caso! E ande logo, Daisuke! Tem que tomar café e ir para o vestibular!” – disse o velho, dando mais uma chamada no grande rapaz.
“Positivo e operante, senhor!” – respondeu ironicamente, batendo continência.
Sempre começara assim o dia desse jovem. Ele que aparentava ter seus 18 anos e tinha pinta de ser um rapaz até que jeitoso, mas tinha seu defeito, usava óculos! Tinha pinta de bom aluno também. O jovem acabara de vestir, com uma calça preta, uma camiseta branca e uma jaqueta jeans e seguia rumo à cozinha da casa, que mais lembrava um dojo de kendô, pois o velhote era mestre espadachim. Chegando na cozinha, o jovem se senta-se à mesa e pega o jornal, e uma fatia de pão e começa a ler o jornal, quando este é interrompido pelo velho:
“Daisuke, vai fazer algo a noite?” – pergunta o velhote.
“Não, que eu saiba, não há nenhum compromisso, por que motivo?” – pergunta Daisuke, enquanto folheia as páginas do jornal.
“Bem, ultimamente o velho aqui não está se sentindo bem e…” – diz o velho sendo interrompido por Daisuke.
“Ah nem vem! Não serei cão de guarda!” Retruca Daisuke, que leva mais uma pancada na cabeça.
“Não é isso, seu cabeça de pudim! Eu to dizendo que há algo estranho no ar, só isso! Por isso, recomendo que volte cedo para o lar depois da aula!” – continuou o velho.
“Ah! Só isso? Ah velho, você ta ficando maluco isso sim!” – zomba Daisuke.
“Daisuke, é sério! Sinto como se forças negativas estivessem vindo a esse mundo para nos atormentar e…” – diz mais uma vez o velho, sendo interrompido por Daisuke.
“Velho, você tá com essa mesma conversinha barata há 4 anos! Vira o disco pelo menos uma vez! Essa história de força negativa não cola! E eu já vou indo, não quero me atrasar! – diz Daisuke muito bravo, saindo da casa.
“Ta bem! Mas na volta, passe no mercadinho e compre algumas coisas para o jantar!” – disse o velhote, que estava na porta.
Daisuke somente acenou com um sinal de positivo, sem olhar para o velho. “Velho doido! Forças do mal! Depois falam que o maluco sou eu!” pensa Daisuke consigo mesmo. Mas assim começara mais um dia para esse jovem garoto, chamado Daisuke Kamiya. Daisuke estava cursando o vestibular para a faculdade de direito. Pelo que se sabe, ele sempre foi um garoto muito inteligente, mas alvo de zombarias por parte dos outros. Nunca teve uma namorada firme. Daisuke anda calmamente pela calçada, quando tira de seu bolso uma fotografia, que mostrava ele pequeno, com mais 5 pessoas. “Bom dia, pai, mãe, Genzo, Tsurugi e Hikari”, disse o garoto, ao ver a foto. Uma pequena lágrima correu pelo seu rosto, mas logo a limpou. Seguindo em frente, passou por uma casa que estava bem conservada. Lá, avistou uma mulher de cabelos castanhos cuidando de algumas flores…
“Bom dia, Ahso-san!” – cumprimentou Daisuke, formalmente.
“Bom dia, Kamiya-kun! Indo para o vestibular?” – perguntou a senhora Ahso, que via Daisuke olhar para uma janela.”
“Ah sim, estou indo para lá!” – disse Daisuke, tomando um pequeno sustinho.
A Sra. Ahso nota em Daisuke, quando este volta a olhar para a janela, que há uma certa tristeza em seu olhar:
“Sei como você se sente, Kamiya-kun, mas infelizmente ela não voltará mais!” – diz a Sra. Ahso, fechando os olhos.
“Entendo… Bem! Vou indo! Até mais, Ahso-san!” – diz Daisuke, se afastando da casa.
A senhora acena para ele. O garoto segue ainda andando e começa a pensar consigo mesmo “Yuko… Para onde você foi? Por que sumiu? Queria tanto reencontra-la!”. O garoto começa a ter lembranças de quando era jovem. Lembrava dia do velório de seus familiares, que haviam morrido. Nesse dia ele havia conhecido um velho, amigo da família de seus pais. O velho resolve adotá-lo para que não fique sozinho no mundo. "Grande velho… ainda bem que você me aceitou!" disse para si próprio, rindo um pouco. Lembrava também, que dias depois, entrara numa nova escola e lá, era rejeitado pelos colegas de classe, até que conheceu uma menina…
Escola primária Ichigo, há 10 anos atrás…
“Oi! Por que está chorando menino?” – perguntou uma linda garotinha de cabelos e olhos azuis, que aparentava ter uns 10 anos.
“Ninguém gosta de mim! Me chingam e me batem e ainda por cima, me chamam de molóide”. – responde o jovem Daisuke que também tinha seus 10 anos.
“Eles são uns bobões! Não liga para eles! Vem comigo e seja meu amigo!” – disse a pequena menina, estendendo a mão para Daisuke.
“Sério? Posso mesmo Você não me acha molóide?” – pergunta o garoto, enxugando as lágrimas.
“Claro que não! Pelo contrário, você é uma ótima pessoa e muito bonitinho!” – diz a pequena, que pega na mão de Daisuke e sai correndo com ele pelo pátio do colégio.
“Yuko…” Suspirou o jovem, enquanto estava parado no meio da rua, quando ouve uma buzina e um cara gritando com ele. Daisuke chacoalha a cabeça e logo segue em frente rumo ao vestibular. Chegando lá, ele sente um imenso vento em sua direção, que juntamente vem com uma estranha sensação, que o faz ficar em alerta. “Droga, que calafrio é esse?” se perguntou. Mas logo, voltou ao normal e entrou no cursinho. Começaria ali, mais um dia normal na vida do jovem Daisuke Kamiya. Só que este não percebeu que haviam algumas coisas no ar, que o observavam.
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O dia de aula no cursinho (vestibular) acabara. Daisuke sai de lá com uma cara exausta. “Credo, tô só o caramelo! Preciso de descanso!” resmungou o jovem, que parecia estar se arrastando pela rua. Logo que saiu andando, lembrou-se de que tinha que passar no mercado para comprar algumas coisas. Então, ele seguiu rumo as compras. Seguiu andando até o mercadinho e entrando lá, fez as compras e saiu tranqüilamente. Começou a andar e viu que o céu estava começando a mudar. “Ora, será que vai chover?” se perguntou, mas nem deu muita importância e logo seguiu rumo. Caminhando, já próximo a sua casa, Daisuke sentiu novamente aquela sensação da manhã, e logo, um vento mais forte passou por ele. Daisuke pensou no que o velho havia dito e começou a correr para chegar em casa. Chegando lá, para seu espanto, o velho estava caído na parte do dojo e estava todo ensangüentado:
“Velho!! Velho!!! Quem fez isso com o senhor??” – gritou Daisuke, indo para cima do velho.
“Daí…su…ke! Eu há… via dito..” – disse o velho, sem muita força.
“Não fala nada velho, vou ligar para o resgate!” – disse Daisuke, desesperado.
“Hehehe! É um moleque mesmo! Não precisa não Daisuke… minha hora já está chegando…” – disse o velho.
“Para de ser idiota velho! Você não pode morrer!!” – disse Daisuke, com lágrimas nos olhos.
“Daisuke… seres de outro mundo novamente invadiram o nosso mundo! Eles vieram atrás de você! Mas eu tentei proteger aqui e acabei assim… por favor Daisuke, proteja este lugar e…” – disse o velho, em suas últimas palavras, qundo este se apagou.
“Velho? Velho, abre os olhos!!! Nããããããããããããoooooooooooo!” – gritou Daisuke, lamentando a morte do velho. “Droga! Quem fez isso com você??? Quem?” se perguntou ainda, quando sentiu a estranha sensação.
De repente, vários seres sinistros, aparentando ter a imensa escuridão na cor de sua pele e seus olhos surgiram. “Matar! Guerreiro!” era o que diziam os seres, que exalavam um chiero de enxofre. Daisuke tampara o nariz, quando viu aqueles seres, que pareciam tenebrosos. Logo sentiu medo, pois não saberia o que fazer diante deles. Então, começou a correr. Corria muito!! Saiu pela cidade e viu nas ruas, mais monstros que começavam a sair e ir a sua perseguição. Muitos cidadãos se assustaram ao ver o grande rapaz fugindo dos monstros, e a maioria saia correndo também, pois estavam sendo atacados pelos monstros. Quanto mais corria, os seres iam a sua caça. Se tornara a presa deles. “Droga, eles estão me alcançando!!! Preciso me esconder… naquele beco ali!” disse Daisuke quando avistou o beco e lá, ele entrou. Ficou lá, vendo a noite cair. O beco ficou escuro e Daisuke ficou pensativo. “Será que esses bichos têm ligação com o que aconteceu ao velho?” Mas seu pensamento foi interrompido por monstros que apareceram no local. Daisuke tomou aquele susto e se viu encurralado. “Droga, vou terminar assim! Preciso de ajuda urgente!!!” exclamou, quando este ouve uma voz distorcida:
“Guerreiro… precisa de sua arma para vencer o mal! Pegue isso!” – diz a voz, enquanto uma luz aparecia na mão do jovem, se materializando em forma de espada.
“Ahn??? Quem disse isso e o “que” é isso?” – se perguntou Daisuke, todo confuso.
De repente a luz se transforma por completo numa espada que possuía uma jóia vermelha em seu corpo. Daisuke viu a espada em sua mão e disse “Puxa! Que espada enorme!!! Bem, seja de onde for e de onde veio essa espada, ela me será útil agora!”. Assim, um brilho enorme saiu da espada e eliminou instantaneamente os monstros que o cercavam no beco. “Ai caramba! Que força!!! Vou seguir em frente, pois se ela eliminou esses bichos, eliminará os restantes” disse Daisuke, saindo do beco, na caça aos monstros pela cidade. Daisuke parecia estar habituado com a espada que ele acabara de “receber”. Entendera que sua aulas de kendô fariam resultados naquela hora e usou toda sua técnica para ir aniquilando, monstro por monstro.
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Em um outro lugar, mais precisamente em uma outra dimensão, num mundo aparentemente sombrio, chamado de Neo-Darkworld, com céu um tanto avermelhado, semelhante ao sangue, se encontra um castelo. Lá, um pequeno monstrinho, medindo menos que 1,40 de altura aparece gritando para uma silhueta que estava atrás de uma cortina de cor acizentada…
“Meu senhor! Trago notícias! Nossas tropas estão sendo destruídas no mundo humano! Parece que há alguém bem forte lá!!!” – disse o pequeno
“Ora, ora, ora… quer dizer que tem alguém combatendo nossos honrosos soldados?” – disse a pessoa atrás da cortina, que possui uma voz grossa e de chamada. "Veremos quem é o "herói!", completou
A pessoa sai de trás da cortina e se revela um ser alto, de uns dois metros de altura, trajando uma espécie de armadura azul royal. Seu rosto, era monstruoso, meio acizentado, com olhos vermelhos e cehio de marcas, como se parecessem veias humanas, só que avermelhadas. Mostrava-se com uma postura de superioridade. Ele se encaminhou até um pequeno lago e de lá, invocou uma magia. “Imaginus Reflexius!!” – disse o monstro, que acabara de invocar uma magia, que faria com que o pequeno lago se transformasse numa espécie de tela que lhe daria visão do mundo humano. Lá, ele avista os seus soldados mortos, e de longe, o jovem rapaz, que parecia estar combatendo os monstros com uma espada. “Pft! Um mísero humano nos vencendo? Que ironia! E eu pensando que fosse a tal da guerreira Valis! Aquela maldita que derrotou o grande Glames há um ano!” zombou o monstro. Ainda no castelo, o monstrinho pergunta se o grande monstro não iria fazer nada. Então, ele responde:
“Hehehe! Para que eu devo me preocupar? O grande Jaga não teme esse pedaço de carne barata!” – disse o monstro, que se apresentava como Jaga. "Meus soldados darão conta do recado!", complementou.
“Tem razão senhor! O senhor, forte, belo e poderoso não deve dar a mínima para ele!” – disse o monstrinho puxando saco.
O monstrão ri da cena, mas quando ele avista novamente o lago, vê a imagem de Daisuke e a espada que está em suas mãos e logo pensa, com uma certa preocupação: “Grunf… aquele moleque parece com alguém que eu já vi!" jaga dá mais uma olhada para o garoto e nota uma coisa que o deixa extremanete irritado: "É aquela espada… não pode ser! Não é a espada que eu estou pensando que é?”. Jaga muda instantaneamente, de uma postura mais calma, para um ar de irritação, com uma fúira imensa. “Maldição!!! Como essa espada voltou!?? Como!? E ainda está combatendo o mal! A espada que há um ano atrás estava do nosso lado, resolveu se aliar a justiça?” gritou Jaga, enquanto socara a parede, fazendo a ruir. O pequeno monstrinho se assusta com a cena. Jaga olha atentamente para o lago e diz: “Se é para ser assim, que seja! Já conquistei o Neo-Darkworld com facilidade, agora, eu conquistarei o mundo humano e o Dreamland de toda forma e eliminarei esse moleque e essa espada!”. O pequeno monstro que estava puxando saco viu a fúria de seu senhor e logo recomendou:
“Senhor, devo chamar os quatro generais guerreiros? Eles com certeza dariam conta do humano em um piscar de olhos!” – sugeriu o pequeno lacaio.
“Chame-os! Quero conversar com eles a respeito!” – disse Jaga, se acalmando e voltando ao seu trono.
“Como quiser, milord!” – disse o pequenino, saindo da sala de Jaga.
“Maldição! Aquela espada possui um poder incrível. Nas mãos ” – disse Jaga, com seus olhos brilhando.
Enquanto isso, no mundo humano, Daisuke vai eliminando os monstros. A cada corte da espada, notava-se um poderoso raio saindo da espada. “É perfeita!” pensava Daisuke consigo mesmo.
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Voltando ao Darkworld:
“Enfim, meus estimado guerreiros chegaram!” disse Jaga, ao ver quatro seres encapuzados e cobertos por um grande manto negro, aparecerem diante de seus olhos. Variavam de tamanho, mas pareciam emanar energias sombrias, muito fortes:
“O que deseja, milord?”– disse um dos encapuzados, que possuía uma voz grossa.
“Convoquei-os para uma lhes alertar que nossas tropas estão sendo dizimadas por um humano!” – diz Jaga, bastante irritado.
“Um humano vencendo os seres de Darkworld? Só pode ser baboseira!” – diz outro encapuzado, que parenta ter aproiximmadamentete 1,85 de altura e voz meio rouca.
“Seria baboseira se… O HUMANO NÃO ESTIVESSE CARREGANDO “AQUELA” ESPADA!” –grita Jaga para todos.
Os encapuzados ficaram espantados, e cochichando “Aquela espada, hmmm…” “Como ela voltou?”. Até que um dos encapuzados, que aparenta ter 1,70, levanta a voz:
“Senhor, como “aquela espada” pode estar nas mãos de um humano? Pelo que constava, ela estaria com a guardiã de Valis, em um outro mundo!” – disse o encapuzado n°3
“Nem mesmo eu, o grande Jaga, sabe o porque dela ter retornado! Mas quero que a recuperem! Ela será útil para conquista dos outros dois mundos restantes!” – disse Jaga, em tom esbravejador.
“Sim senhor!” – disseram os encapuzados. Três deles saíram, menos o mais alto, que se ajoelhou perante seu senhor. Sua aparência é de um ser bem mais alto que Jaga.
“Senhor, peço para que me envie ao mundo humano para acabar com esse garoto!” – disse o gigante encapuzado, que possui uma voz monstruosa.
“Se é o que deseja, tudo bem! Vá lá, e traga a espada e a cabeça desse nanico!” – diz Jaga.
“Sim milord! Eu, um dos quatros generais guerreiros, Tyrog, o réptil assassino trarei a cabeça daquele menino e aquela espada!” – diz o monstrão, se revelando como Tyrog.
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No mundo humano, já era quase noite, quando Daisuke ainda eliminava alguns monstros, e fugia de outros, para ajudar os cidadãos. Ele parecia cansado, nunca havia lutado assim em toda vida. Sentia que aquele momento era único e especial. Daisuke chega então em uma praça pública e lá, elimina mais monstros. Pareciam ser os últimos, quando mais o cercaram. “Droga! Não tem fim isso!?” resmunga Daisuke. Ele parte para cima dos bichos quando sente uma estranha presença e uma voz pairando no arque disse “Já basta moleque”. “Quem está aí?” pergunta Daisuke. A voz começa a gargalhar e quando Daisuke olha para trás, vê os monstros restantes fazendo uma espécie de reverência. Logo, uma grande silhueta negra suge no ar e se materializa como um imenso réptil, com cabeça de tiranossauro, trajando uma espécie de proteção peitoral, com imensos braços e pernas. O monstro exalava o mesmo cheiro dos outros e era imenso e muito forte.
“Que… quem.. é você?” – disse Daisuke, espantado.
“Eu sou Tyrog, o réptil assassino! Dê-me essa espada agora e eu até pouparei a sua vida!” – diz Tyrog, com toda a fúria que possui.
“Nem vem, coisa feia! Se quiser a espada terá que me derrotar e… pêra aí, por que eu to falando isso??? O cara é imenso!!!” – diz Daisuke.
“Hahahahahahah! Será muito fácil te aniquilar, moleque!!! Lá vou eeeeeeeeeuuu!” – diz Tyrog partindo para cima de Daisuke.
O que será que irá acontecer agora? Daisuke está tendo um dia terrível! Perdeu seu velho mentor e agora se vê encrencado numa luta contra um monstrengo gigante! Será que Daisuke saíra bem dessa.. somente o 2° capítulo de The Legend Of Leethus irá nos dizer! FICHA TÉCNICA
Daisuke Kamiya
Idade: 18 anos
Altura: 1,84cm
Peso: 85Kg
Olhos: Azuis
Cabelos: Castanhos, penteado a la Aioria de Leão.
Família: Pais e irmãos (falecidos) e o velho que o criou.
Gosta: De ler, praticar esportes, Yuko Ahso.
Odeia: Receber ordens e acordar cedo.
Daisuke era um menino comum. Foi adotado aos 10 anos de idade pelo velho do kendô, como ele o chama, depois de perder sua família, que morreu misteriosamente. Daisuke nunca teve muitos amigos, por ser muito CDF, mas conheceu a então pequena Yuko ainda no primário. Daisuke guarda um grande carinho por ela. Daisuke é um menino muito forte, alto e meio trapalhão, mas que não se nega a ajudar alguém. Seu ponto forte é essa virtude para com o próximo, mas seu defeito é as trapalhadas que faz. Daisuke no momento receber uma espada misteriosa, que está lhe ajudando a combater o mal que assolou na Terra. Será que ele agüenta a bronca?





