| Capa do jogo | Ficha técnica | Notas diversas |
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Prós do game: Sistema de bom/mau é interessante, possibilitando finais diferentes. Contras do game: Jogabilidade fraca, gráficos horrendos, armas e veículos, péssima dublagem, falta de mais opções de jogo. |
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| Análise por : GoDLiKe em 29/11/2005 |
Shadow fez sua primeira aparição em Sonic Adventure 2 (Dreamcast, Gamecube), e lá, atuou mais ao lado do mal, agindo sob ordens de Eggman. Porém, no final, se arrependeu e acabou dando sua própria vida para salvar o mundo.
Porém, muitas dúvidas ficaram � respeito do personagem. Qual era seu passado? Quem o criou? Quem era Maria? E a Sega prometeu responder todas essas dúvidas em Shadow the Hedgehog, seu primeiro jogo solo. Aqui, o personagem luta para descobrir suas origens, após a invasão de aliens no planeta. O líder deles, chamado Black Doom, pede para que Shadow cumpra sua promessa, que era de pegar todas as 7 esmeraldas. Mas por quê? Shadow não têm escolha, e esse parece ser o único jeito de desvendar algo sobre seu passado.
Aliás, para quem não sabe, o personagem fez tanto sucesso que, quando a Sega ainda estava com planos de fazer um novo título, a mesma fez uma enquete, perguntando quem deveria receber um game, e Shadow venceu, com larga vantagem. Veja, no veredicto abaixo, se toda a polêmica em torno do título se transformou em qualidade.
“Who am my… and why I can´t remember?”
Shadow the Hedgehog traz um interessante sistema de escolha de caminhos, para diferentes finais. Pode-se caminhar no lado mal, bom ou neutro. Isso tudo depende de suas ações. Por exemplo, se durante as fases, você eliminar os soldados do exército G.U.N. (que combate os aliens), seu lado mau irá crescer. Isso também influencia em seu parceiro. Se eliminar os aliens, Sonic e seus amigos aparecerão para ajudá-lo. Mas caso você fique do lado do “Black Arm”, um bicho, cujo nome é Doom´s Eye, aparecerá para eliminar os humanos.
Mas não pense que Eggman ficou de fora. Ele será procurado por Shadow, afim de descobrir mais detalhes de sua existência, já que ele têm forte ligação com isso. Você também poderá agir contra ou � favor do cientista maluco .
Armas? Veículos?
Todo o jogo empolgava e aparentava ser promissor, se não fossem por dois detalhes, no mínimo estranhos para a série Sonic: a inclusão de armas e veículos. Sim, após derrotar os inimigos (sejam eles do G.U.N. ou do Black Arm), você pode pegar a arma dos mesmos, além de poder sair por aí dirigindo um carro ou uma moto. Infelizmente, como já era de se esperar, esses elementos não combinaram com o jogo e só serviram para estragar ainda mais. O controle dos veículos é falho, e a mira das armas é pouco eficiente, não tendo uma opção para travar em um inimigo específico, por exemplo.
Aliás, falando em controle, este permanece como nos outros Sonic´s em 3D, porém, sendo um pouco mais preciso. Shadow passa uma sensação de peso, o que é meio estranho, ao menos no começo. A câmera ainda continua com suas falhas, muitas vezes travando em locais ruins mas, na maioria das vezes, é possível mudá-la usando o analógico direito.
Outra coisa bem diferente em Shadow the Hedgehog é que, agora, você terá que cumprir missões, selecionando-as durante as fases (diferente dos anteriores, onde, após concluída a fase, voltava-se na mesma e outro desafio era imposto). O maior problema dessas missões é que a maioria exige que o cenário seja explorado, fazendo com que a ação acabe ficando lenta, e aquela velocidade vista nos jogos do Sonic vai, literalmente, “pro saco”, o que pode ser extremamente frustrante para quem espera algo rápido, ou mesmo insano.
Ainda sobre as missões, são nelas que o destino de Shadow se decide. Toda fase possui três, sendo o da esquerda destinado ao lado maligno, a da direita, bom, e do meio, neutro, onde Shadow faz tudo por si mesmo, sem beneficiar nenhum dos lados.
Show de horrores
Se a idéia do jogo já era um presságio de “bomba”, ao menos na parte técnica o Sonic Team poderia ter se empenhado mais. Mas, infelizmente, não é isso que vemos. Ao menos na versão Xbox, Shadow the Hedgehog têm gráficos tão ruins quanto Sonic Heroes do PS2, o que chega a ser estranho, já que a versão X do Sonic anterior era bem melhor. As texturas são simples e horríveis, e o número de serrilhados é absurdo, o que se torna ainda mais evidente nas cutscenes. É tudo muito mal-feito, cenários, personagens… apenas os poderes de Shadow se salvam, sendo bem legais.
As fases sofrem de uma falta de inspiração absurda, e são bem curtas. Algumas são tão ridículas, que você vê claramente que todo o ambiente 3D foi feito dentro de um retângulo, com texturas simulando paredes que lembram cenários (mal-feitos) de peças de teatro. Os inimigos são bem repetitivos, e os chefes são bem simples e nenhum impressiona, sendo todos fáceis demais.
Ao menos a trilha sonora continua com qualidade, sendo a maioria das músicas no estilo rock (a da apresentação também é cantada). Já a parte de dublagens não seguiu o mesmo padrão de qualidade, sendo bem ruim, o que já é de praxe em jogos da Sega. Experimente jogar as fases ao lado de Omega para saber do que estou falando… aliás, parece que mudaram as vozes de alguns personagens, como em Knuckles e, infelizmente, em Eggman (já que seu dublador faleceu).
Mas mesmo a parte sonora não ficou sem seus bugs, estes sendo simplesmente ridículos, dignos de iniciantes na programação de jogos. Um é sobre os avisos que os personagens lhe dão sobre algumas coisas do cenário. Por exemplo, em uma fase, temos que ajudar Eggman a eliminar os aliens que estão invadindo seus domínios. Em certas partes, ele começa a entrar em pânico e pede para que você elimine-os. Até aí, ok, mas experimente dar uma volta no cenário depois de destruí-los e voltar neste mesmo local. Sim, ele repetirá a mesma frase, mesmo você tendo cumprido seu objetivo…
Algo ainda mais bizarro acontece nos veículos. Experimente começar a dirigir um carro, e deixá-lo totalmente parado. Ele continuará a fazer barulho, como se estivesse correndo � 100 km/h… ou seja, independente de sua velocidade, ele fará sempre o mesmo som.
Para piorar as coisas, além do modo principal, só existe um multiplayer para 2 jogadores, extremamente limitado. Faltaram mais opções, que poderiam ao menos dar uma vida extra � esse fraco game. Infelizmente, nem nessa parte Shadow the Hedgehog foi feliz.
Finalizando
Shadow the Hedgehog fracassa em tudo, transformando-o, seguramente, em um dos piores jogos já feitos pela Sega. A idéia de colocar armas e veículos foi totalmente infeliz, na intenção de transformar o personagem em um “bad boy”. Shadow, que com certeza era um dos personagens mais interessantes da série, agora têm seu futuro arruinado, e sabe-se lá o que irá acontecer, pois dificilmente este título terá boas vendas. Fique longe, muito longe, dessa bomba.




(4 votos, média: 3.5 sobre 5)


É mesmo uma pena que este game seja uma bomba tão grande, afinal, honestamente, Shadow é muito mais legal do que Sonic, e mesmo sabendo que a Sega tinha tudo pra cagar neste game, eu tinha uma remota esperança de que este game ia ser legal.
Poxa Sega, na boa, Shadow nao merecia isso, depois deste game não se sabe se outros virão, o que é uma pena, pois o personagem tem muito para oferecer.
Bola muuuuuuuuuuuito fora da Sega.
o shadow e muito mais legal que o sonic mas do mesmo jeito ele é o clone do sonic o shadow foi criado por o avo do egman o robo tinic e foi mantido preso na ilha prisão por muito tempo eté sonic e o dr. egman o encontralo