Section 8
caia de cabeça nesse FPS scifi
Análise por: Alucard

Section 8 é o novo lançamento da TimeGate (a mesma do bacaninha F.E.A.R) que nos traz novamente mais um game de tiro em primeira pessoa (é, mais um!) , com um pouco de mistura de jogo de terceira pessoa e para ser jogado APENAS de maneira online. Possui gráficos bem feitos e prometia ser um dos jogos mais legais e violentos do momento, mas infelizmente não é tudo isso. Foi lançado para XBox 360 e PC, uma versão para PS3 também estava nos planos, mas foi misteriosamente cancelada.
A ação do game se desenrola numa ambientação futurista, há duas facções, o governo intergalático, que é líder absoluto do planeta Terra, que passou a governar com mãos de ferro não apenas o nosso mundo, mas outras partes da galáxia. E como todo mundo sabe, quando há um governo hegemônico, há também os rebeldes, que aqui são conhecidos como "Arm of Orion", que lutam pela liberdade desse domínio.
O governo logo passa a ter conhecimento do Arm of Orion e se preparou mandando o seu esquadrão mais perigoso para aniquilar com os rebeldes, a tropa de elite "8th Armored Infantry", também conhecida como Section 8 (é aqui que você entra – achou que ia lutar do lado dos rebeldes né?). O nome Section 8 deriva de um antigo jargão militar que designava militares afastados por problemas mentais e psicológicos. Resumindo, um bando de louco suicida que irão pular em cima dos inimigos para acabar com eles, tática conhecida como "burn in" (explico melhor mais adiante).
Não possui um enredo que vá prender sua atenção, nada que um Halo ou Gears of Wars já não tenha mostrado, segundo a TimeGate, Section 8 tem influências de filmes como Aliens e Tropas Estelares. Possui um visual bacana, mas nada revolucionário que já não tenha sido visto em outros games. O mesmo se aplica à trilha sonora e efeitos especiais, que seguem a cartilha dos jogos de primeira pessoa. Há o tradicional modo de Campanha para um jogador, em que você encarna o soldado Alex Corde da Section 8. Como em todo FPS, você irá escolher suas armas principais e secundárias e equipamentos médicos. Você terá a sua disposição brinquedinhos como rifles, pistolas, escopetas, metralhadoras, lança-foguetes, granadas, explosivos, além da mais poderosa e mortal de todas as armas de um FPS: a faca!
Os soldados da Section 8 usam uma armadura extremamente resistente, principalmente para sobreviverem ao "burn in", tática em que os soldados saltam da nave ainda em órbita, sem pára-quedas, caindo no meio do campo de batalha como um meteoro em chamas causando um imenso estrago (você também pode acionar o air brake para uma aterrisagem mais furtiva). Algo bem interessante, já que você escolhe em que lugar quer cair e não começando sempre do mesmo ponto. Isso não vale apenas para você, mas também para toda a sua tropa, indicando aos seus soldados aonde devem pousar. Você ainda pode usar alguns brinquedinhos como tanques, trajes especiais, radares, consertar armaduras e torres antiaéreas. Você também pode criar seu próprio soldado e personalizar de acordo com suas vontades, como velocidade, resistência, estabilidade de mira, etc.
Mas a diversão do jogo só dura cinco segundos, que é o tempo que você leva para cair de cabeça do espaço e cair arrebentando tudo. É um efeito legal e você pode mirar aonde quer cair, podendo causar estragos às tropas inimigas, dando um toque de estratégia a mais para o game. Porém, ao tocar o solo, Section 8 se transforma em mais um genérico FPS. Jogadores hardcore de FPS poderão se divertir por algumas horas, mas certamente o título não irá substituir os FPS já consagrados, ainda mais com Halo 3 vindo aí. Jogo desenvolvido para se jogar online multiplayer, com dois times com 16 jogadores cada, mas que não traz grandes inovações no vasto mercado de FPS já existente. Melhor poupar seu dinheiro para o Halo 3.
A ação do game se desenrola numa ambientação futurista, há duas facções, o governo intergalático, que é líder absoluto do planeta Terra, que passou a governar com mãos de ferro não apenas o nosso mundo, mas outras partes da galáxia. E como todo mundo sabe, quando há um governo hegemônico, há também os rebeldes, que aqui são conhecidos como "Arm of Orion", que lutam pela liberdade desse domínio.
O governo logo passa a ter conhecimento do Arm of Orion e se preparou mandando o seu esquadrão mais perigoso para aniquilar com os rebeldes, a tropa de elite "8th Armored Infantry", também conhecida como Section 8 (é aqui que você entra – achou que ia lutar do lado dos rebeldes né?). O nome Section 8 deriva de um antigo jargão militar que designava militares afastados por problemas mentais e psicológicos. Resumindo, um bando de louco suicida que irão pular em cima dos inimigos para acabar com eles, tática conhecida como "burn in" (explico melhor mais adiante).
Não possui um enredo que vá prender sua atenção, nada que um Halo ou Gears of Wars já não tenha mostrado, segundo a TimeGate, Section 8 tem influências de filmes como Aliens e Tropas Estelares. Possui um visual bacana, mas nada revolucionário que já não tenha sido visto em outros games. O mesmo se aplica à trilha sonora e efeitos especiais, que seguem a cartilha dos jogos de primeira pessoa. Há o tradicional modo de Campanha para um jogador, em que você encarna o soldado Alex Corde da Section 8. Como em todo FPS, você irá escolher suas armas principais e secundárias e equipamentos médicos. Você terá a sua disposição brinquedinhos como rifles, pistolas, escopetas, metralhadoras, lança-foguetes, granadas, explosivos, além da mais poderosa e mortal de todas as armas de um FPS: a faca!
Os soldados da Section 8 usam uma armadura extremamente resistente, principalmente para sobreviverem ao "burn in", tática em que os soldados saltam da nave ainda em órbita, sem pára-quedas, caindo no meio do campo de batalha como um meteoro em chamas causando um imenso estrago (você também pode acionar o air brake para uma aterrisagem mais furtiva). Algo bem interessante, já que você escolhe em que lugar quer cair e não começando sempre do mesmo ponto. Isso não vale apenas para você, mas também para toda a sua tropa, indicando aos seus soldados aonde devem pousar. Você ainda pode usar alguns brinquedinhos como tanques, trajes especiais, radares, consertar armaduras e torres antiaéreas. Você também pode criar seu próprio soldado e personalizar de acordo com suas vontades, como velocidade, resistência, estabilidade de mira, etc.
Mas a diversão do jogo só dura cinco segundos, que é o tempo que você leva para cair de cabeça do espaço e cair arrebentando tudo. É um efeito legal e você pode mirar aonde quer cair, podendo causar estragos às tropas inimigas, dando um toque de estratégia a mais para o game. Porém, ao tocar o solo, Section 8 se transforma em mais um genérico FPS. Jogadores hardcore de FPS poderão se divertir por algumas horas, mas certamente o título não irá substituir os FPS já consagrados, ainda mais com Halo 3 vindo aí. Jogo desenvolvido para se jogar online multiplayer, com dois times com 16 jogadores cada, mas que não traz grandes inovações no vasto mercado de FPS já existente. Melhor poupar seu dinheiro para o Halo 3.





Burning In like hell in the enemies

(5 votos, média: 4.4 sobre 5)




Fala aà galera!
Parabéns pelo review! Realmente, parece que as opiniões sobre este game são unânimes quanto a ele ser bem genérico.
Baixei o Demo para XBox 360 e simplesmente o achei muito confuso, acho que seria legal se tivesse um tutorial passo a passo como em Shadowrun (que não é lá muito bom também), que pelo menos prende um pouco mais para aprendermos os comandos e menus.
Só uma dúvida: Ele é só Multiplayer mesmo? Existe um modo campanha single player, ou será apenas um Multiplayer com bots?
Valeu, um abraço!
Ele tem um modo campanha sim, mas é bem genéricão mesmo.
Entendi, valeu pela dica! Sempre via as análises e video análises do UOL.
Descobri o Game Hall através da indicação de um amigo, parabéns pelo site. Ainda não estou visitando e comentando muito devido a falta de tempo, meu blog e muitos sites que já acompanho. Mas o Game Hall já está no meu feed, sempre que possÃvel estarei dando uma conferida nas novidades.
Um abraço!