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Rhapsody: A Musical Adventure

Postado por GameHall em sábado 25 novembro 2006 as 17:36
Arquivos sobre: Análises ePlaystation


Capa do jogo Ficha técnica Notas diversas
Rhapsody: A Musical Adventure
UOL Jogos: n/d
Plataforma: Playstation
Finalboss: n/d
Gênero: RPG

Gamepro: n/d
Distribuidora: Atlus Co.
Gamespot: 5.9 (máx. 10)
Desenvolvedora: Nippon Ichi Software
IGN: 7.3 (máx. 10)
Língua: Japonês, Inglês
Famitsu: n/d
Data de Lançamento: 30/03/2000
Eurogamer: n/d
Notas GameHall
Gráficos
8.9
Gráficos bem desenhados, sendo puro 2D com nível artístico elaborado
Som
9.4
Ponto forte do jogo, com várias músicas cantadas pelos próprios personagens, e a dublagem é competente
Jogabilidade
9.0
Batalhas por turnos, ao melhor estilo Final Fantasy Tactics
Diversão
7.2
Diverte bastante, devido ao nível hilário das conversas, porém o jogo é bem curto e os ambientes de batalhas se repetem um pouco
Originalidade
8.4
O jogo é bem autêntico, usando do tema musical pra envolver o jogador no universo do jogo
Geral
8.5
Uma boa pedida para colecionadores de RPG
Prós e Contras
+ Boa direção de arte
+ Ótimas músicas
+ Humor escrachado
+ Personagens interessantes
- Muito curto em comparação com outros RPGs
- Falta de um item para reviver os puppets
- Alguns labirintos repetitivos podem fazer o jogador perder a vontade de terminar o jogo
Veredito

Rhapsody é um RPG um tanto fácil, não é difícil descobrir o que tem que ser feito, mas não deixa a dever a nenhum grande nome do RPG, possuindo suas próprias qualidades, defeitos. Superando os defeitos (nenhum game é perfeito) o jogo é de primeira e merece a devida atenção.

Imagens

Rhapsody
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Rhapdsody
Rhapsody
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Análise por : Angelous em 25/11/2006


da "RPG-A"

RPG e música, tudo a ver

Trazer belas canções já virou rotina na maioria dos games, algo que antigamente não era muito comum, no máximo uns toques repetitivos que deixavam qualquer um louco… Mas como tudo tende a melhorar, hoje podemos escutar belíssimas canções na maioria dos games atuais, para não dizer todos. Hoje irei relembrar um em especial chamado Rhapsody – An Musical Adventure trazido até nós mortais pela Atlus.

Trazendo uma história simples, sem essa de salvar o planeta e ter que impedir uma catástrofe mundial, Rhapsody tem como protagonista uma jovem garota chamada Cornet e sua inseparável amiga, a fada Kururu. Juntas irão viver uma aventura inesquecível e encontrar vários amigos pelo caminho.

A história tem início no quarto de Cornet, esta tem um sonho com o príncipe do reino, que se repete várias vezes. Logo em seguida Cornet, a pedido de seu avô, vai pegar alguns ingredientes na floresta perto de sua casa e durante sua ida à floresta Cornet é atacada por uma bruxa e seus ajudantes (alguns gatos), a mesma conjura um monstro para atacar Cornet por ela ter invadido seus domínios e diz que ela pagará caro por essa insolência. Quando tudo estava praticamente perdido, Cornet é salva por Ferdinand (o príncipe, aqui entre nós, mas que nome mais esquisito), enfim Cornet logo se depara com o príncipe pessoalmente, que a salva do monstro. O príncipe vai embora logo em seguida. O enredo dá história tem inicio mesmo quando Ferdinand é transformado em pedra por Marjoly e suas irmãs, então Cornet decide partir em busca do Castelo de Marjoly para salvar seu grande amor (??? Mas já se apaixonou ….).

Um RPG com uma história simples que toma um rumo interessante, revelando segredos do passado. Com belas paisagens e cenários deslumbrantes, Rhapsody deixa quaisquer um impressionado com suas belas imagens. Os gráficos são muito bem elaborados, o cenário é desenhado, dando maior interatividade entre os personagens. Digamos que os personagens mesclam-se mesmo ao cenário dando maior realidade à cena.

A grande inovação neste game são as canções presentes nos principais momentos do enredo, que são cantadas pelos personagens, que possuíram grandes dubladores para fazerem suas vozes, o que mais impressiona em Rhapsody é que há uma opção em que você escolhe ouvir as músicas durante o enredo em inglês ou em japonês. Mas as inovações não param por aí, com o progresso do game as melhores canções do jogo são acessíveis pelo seu save, pena que podendo ser ouvidas apenas em inglês… Ah, já ia esquecendo: escolhendo a opção de ouvir as músicas em japonês, isso não irá interferir nos diálogos do game, que continuarão em inglês. Os intérpretes que fazem as vozes de Cornet e Kururu na versão inglês são Sara Thomas e Jody Fleischer, ambos cantam muito bem. Junto da opção de ouvir as músicas tem uma outra opção que permite ver alguns artworks do próprio jogo, são belas imagens de todos os personagens principais! E os menus? Bem os menus são de fácil acesso, e será fácil encontrar um item, trocar de personagem, ou mesmo ver o status de qualquer personagem esteja ele no grupo ou mesmo fora dele, ou seja, os que ficam de fora da batalha como em Final Fantasy Tactics, game que apenas uma determinada quantidade vai à luta, eles cuidaram bem desse ponto, sem muitas complicações como em certos jogos que para salvar você pode até mesmo se perder nos menus.

O jogo é recheado de personagens, existem dois tipos deles, os principais e os secundários, sendo que os personagens principais durante o desenrolar da história irão pedir para entrar para o grupo em troca de um favor e você terá a opção de permitir ou não. Os secundários são os inimigos, após uma batalha dependendo de algum fator, algum dos oponentes da batalha pedem a Cornet para entrar no grupo, mas se algum deles morrer em batalha irá desaparecer da tela de status, enquanto que os principais continuam, mas só voltam a reviver se o avô de Cornet curar eles.

Os personagens principais são chamados de puppets (com exceção de Cornet e Kururu, esta é uma espécie de ajudante, pois não luta durante as batalhas, digamos que seja que nem os dragões de Lunar com a única diferença que Kururu não ataca) e existem puppets de todos os elementos. Há também os personagens secretos que são abertos com algumas side-quests. Entre os personagens principais temos: Sharte (Light) e sua irmã Terra (Dark), os irmãos ovos, Três samurais (secretos) e assim por diante. A maioria dos personagens principais entram no grupo normalmente com o desenrolar da história, mas boa parte deles está à procura de amigos que acabaram se perdendo um dos outros, ou seja, para ter os outros personagens é necessário ter primeiro o personagem exigido para que os outros apareçam. Como exemplo tem a Sharte, que é a primeira a entrar para o grupo em troca de que Cornet ajude-a a encontrar a sua irmã Terra. Quanto mais personagens você tiver, mas será fácil chegar até o final.

Outra peculiaridade dos personagens principais é que a maioria tem uma história a ser feita (opcional, não interfere nem influi na história principal), claro que se você estiver disposto a conseguir mais personagens para a sua jornada recomendo a realizar todos as side-quests. Outro fator marcante em Rhapsody é a comédia, há várias cenas hilárias durante o game, e alguns personagens são bem cômicos como a líder das irmãs do mal que balança os seios toda vez que movimenta-se ou rir histericamente (alguma semelhança com Mai Shiranui Fatal Fury/The King of Fighters é mera coincidência).

As batalhas em Rhapsody também são um pouco diferente de um RPG normal. Sim é por turno, mas ao estilo Final Fantasy Tactics, cada um com seu turno, e andam conforme o mesmo, ou seja, cada um anda uma quantidade exata de quadrados, que varia durante o desenvolver da história e de personagem para personagem.

Enfim, Rhapsody é um RPG um tanto fácil, não é difícil descobrir o que tem que ser feito, mas não deixa a dever a nenhum grande nome do RPG, possuindo suas próprias qualidades, defeitos… Um defeito seria de ser um tanto pequeno, e outro, alguns labirintos do jogo são meios repetitivos e enrolados demais (uma dica: se for jogar use uma folha de papel para marcar o caminho a não ser que não queira voltar). Um outro defeito é não ter um item que reviva os puppets, sempre que um morre você terá que voltar até a sua cidade natal para revivê-lo. Segundo a própria capa do CD é possível no próprio site da Atlus, baixar no formato MP3 as músicas que ouvimos ao jogarmos Rhapsody. Superando esses defeitos (nenhum game é perfeito) o jogo é de primeira e merece a devida atenção. Outra: o CD tem uma faixa de música para ser ouvida no CD Player, se prestarem atenção notarão que é a música cantada durante a abertura do game, para visualizar a abertura é só esperar alguns instantes na tela – título. Vale a pena curtir.


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5 Comentários for 'Rhapsody: A Musical Adventure'

  1.  
    Pablo Pablo
    26 novembro, 2006 | 0:56
     

    Adoro esse jogo. Foi um game que descobri tardiamente. Quando ninguém mais jogava psx e eu não tinha grana para a nova geração. =)
    Muito bom a idéia do game!
    Só encontrei um errinho: Plataforma: Nintendo Entertainment System

    =)

  2.  
    26 novembro, 2006 | 10:53
     

    Valeu ! Arrumei o erro ! Sabe como é, a gente usa a mesma template e as vezes eu esqueço de mudar alguma coisa !

    Obrigado…

  3.  
    Psycho_Lord Psycho_Lord
    20 maio, 2007 | 13:40
     

    Adoro esse jogo. Gosto muito desses RPG’s com gráficos 2D.
    Realmente uma boa pedida.

  4.  
    felipe felipe
    5 junho, 2007 | 21:08
     

    será q augém ai tem um detonado dele se tiver sera q dar para me passar? blz e obrigado

  5.  
    SlowP SlowP
    9 outubro, 2009 | 11:57
     

    pow tbm to araz do detonado si alguem souber por favor coloque aki

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