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Overlord

Postado por GameHall em sábado 28 julho 2007 as 19:42
Arquivos sobre: Análises ePc


Capa do jogo Ficha técnica Notas diversas
Overlord
UOL Jogos: B (máx. A)
Plataforma: PC
Finalboss: n/d
Gênero: Ação / Adventure

Gamepro: n/d
Distribuidora: Codemasters
Gamespot: 7.5 (máx. 10)
Desenvolvedora: Triumph Studios
IGN: 8 (máx. 10)
Língua: Inglês
Famitsu: n/d
Data de Lançamento: 26/06/2007
Eurogamer: 8 (máx. 10)
Notas GameHall
Gráficos
8.5
Os gráficos são muito bem feitos, com cenários detalhados e bem acabados.
Som
6.0
O som não tem nada de especial, tirando as vozes engraçadas dos monstrinhos.
Jogabilidade
7.0
A jogabilidade é boa, tirando o fato do personagem ser um pouco lento, fora isso, não é necessário fazer nada quase, seus súditos fazem por você.
Diversão
6.0
Você é um senhor do mal, legal! Você controla demônios, legal! Você se perde nos mapas, horrível!
Originalidade
9.0
Ponto forte no jogo. Controlar demônios, ser um senhor do mal e o humor refinado.
Geral
7.3
Overlord é um jogo divertido e interessante á primeira vista. É possível aproveitar isso bastante, porém, depois de algum tempo jogando, fica um pouco chato e repetitivo.
Prós e Contras
+ Ser um senhor do mal e controlar demônios
+ O humor negro
+ Os gráficos são muito bons
- Depois de um tempo cai na mesmice
- Sistema de cenários ruins, parecem labirintos e não possui um mapa
Veredito

Controlar um senhor malvadão, saquear fazendas, detonar com tudo é muito divertido, porém, fazer isso sempre da mesma forma e seguindo nessa linha, torna-se repetitivo. No início é bem interessante, o humor é legal, gráficos bons e jogabilidade boa. Porém, não dura muito tempo.

Imagens
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Clique na imagem para iniciar a galeria

Configuração minima: Pentium IV 2.4 GHz ou equivalente, 512MB de RAM, Placa de vídeo GeForce FX 5900 / Radeon 9500 ou superior, 9 GB no Disco Rígido, Directx 9.0c, Windows XP, DVDROM

Configuração recomendada: Pentium IV 3.0 GHz, 1 GB de RAM, 6Gb livres no Disco Rígido, GeForce 7600 GT 256MB, Directx 9.0c, Windows XP, DVDROM

Configuração usada: Pentium Dual Core 2.66 GHz, 2 GB de RAM, Placa de vídeo com GeForce 7600GS, Directx 9.0c, Windows XP, DVDROM

Análise por : Flávio Croffi em 26/06/2007


Senhor do mal

Quem nunca pensou em encarar um personagem malvado em algum jogo atire a primeira pedra. Em Overlord, jogo produzido pela Triumph Studios e distribuído pela Codemasters, você pode justamente jogar com nada mais, nada menos do que um senhor do mal. Este senhor é ressuscitado das trevas logo no início do jogo por seus súditos, pequenas criaturas-demônio que o seguem e o veneram ao longo do game.

Sua missão é reerguer sua torre do mal. Para isso, você deve coletar artefatos espalhados pelo mapa, cada um com uma propriedade diferente sobre sua torre, tais como alambique, ou coisas do tipo.

Semeando a discórdia

Overlord se passa em um mundo medieval totalmente fantasioso, lindo, lotado e flores e animaizinhos pelo campo. Existem neste mundo humanos, elfos, “hobbits” e criaturas fantásticas. Sua missão é saquear e destruir o máximo que puder, para acumular riqueza e fazer com que seu império do mal cresça.

Logo no início, é possível conferir do que o jogo se trata. Uma sátira cômica com demônios no estilo de humor britânico. Existe um tutorial o qual você pode aprender como dominar seus demônios súditos, além de ensiná-lo como atacar com o próprio personagem. Para acumular exércitos, é necessário, por exemplo, matar ovelhas, as quais oferecem almas para transformar-se em exércitos maléficos.

Na verdade, os bichinhos não são maléficos, mas sim seu senhor. Você controla o que eles devem fazer ou não, se devem atacar, matar, roubar ou saquear.

Um ponto interessante, é que suas hordas vestem e se equipam de acordo com os equipamentos que encontram em seus assaltos ou furtos, tornando o bando cada vez mais forte. Porém, existe um número limitado de demônios os quais você pode comandar, o qual vai aumentando ao longo do jogo, com acúmulo de itens que tem a propriedade para isso.

É possível recrutar demônios em pontos específicos do mapa, assim como sacrificar algum deles para recuperar vida e poder mágico. Também existem diversos tipos de súditos. Os primeiros disponíveis são os marrons, que atacam corpo a corpo, bons para saquear.

Depois aparecem os vermelhos, que atacam de longe e são resistentes á fogo, logo em seguida o verde que pode pegar o inimigo de surpresa e tratar com plantas venenosas, e por último, o azul que caminha pela água e revive criaturas mortas. Diga-se de passagem, que antes de descobrir o azul, é natural perder uma horda inteira de marrons, por exemplo, ao tentar buscar itens no lago, já que o jogo não instrui nada sobre eles não poderem caminhar pela água.

A destruição traz o tédio…

Apesar dos belos gráficos dos cenários e dos personagens em si, o jogo acaba ficando maçante depois de algum tempo, já que consiste em apenas saquear, matar e explorar um mapa que fica chato depois de algum tempo, já que dá impressão que o jogador está num labirinto.

Seguindo a mesma linha nas missões, que são procurar itens ou eventualmente passar por algum chefão, os pontos legais são as possibilidades de opinar entre realizar coisas más ou boas, como por exemplo, invadir a toca dos “hobbits” para resgatar a comida que os mesmos roubaram dos humanos. Porém, no final das contas, você tem a opção tentadora e maléfica de alimentar seu exército com os suprimentos, ou gentilmente devolver aos humanos.

Tirando isso, o jogo acaba ficando enjoativo depois de algum tempo. A mágica de controlar seu exército, destruir, montar seu império vai se perdendo, devido á fatores pouco chamativos ou tediosos, como seguir a mesma linha de combate, apenas com ataques e magias simples e explorar um mapa o qual você pode se perder facilmente, resultando em uma perda de tempo imensa dentro do jogo.

Apesar também dos controles dos personagens e dos monstrinhos serem fáceis e práticos de lidar, o personagem tem um problema sério, correr pouco. Ás vezes, você acaba desejando que ao invés de um senhor do mal, fosse um atleta no lugar do mesmo, devido á intensas e muitas vezes necessárias explorações dos mapas no jogo.

O sistema de save também é pouco agradável. É necessário encontrar um portal para sua torre para isso. Além do que só ficam gravadas duas localidades passadas. O mundo em que se encontra e o último lugar que você passou.

Concluindo

Overlord trata-se de um jogo bonito e divertido de jogar, pelo menos em seu início, devido a fórmula inovadora que o jogo oferece de comandar exércitos maléficos para que você, como senhor do mal, possa erguer seu império.

Porém, alguns pontos o deixam chato e enjoativo com o tempo. Desta forma, trata-se de um jogo que você aproveitará por pouco tempo. Apesar de o humor ser refinado e bastante interessante, os pontos negativos fazem com que o jogo não seja “completo”. Faltou alguma coisa para que fosse um grande sucesso.


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4 Comentários for 'Overlord'

  1.  
    peter peter
    29 julho, 2007 | 18:43
     

    doido mas divia lançar pra play 3 ,xbox 360 , wii e quem sabe play 2

  2.  
    29 julho, 2007 | 20:27
     

    Pra Xbox 360 já tem. As outras plataformas não. :D

  3.  
    Eduardo Eduardo
    2 agosto, 2007 | 20:54
     

    legal vo baixar

  4.  
    peter peter
    6 agosto, 2007 | 21:41
     

    sei naum mas esse jogo naum faz meu tipo

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