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Senhor do mal
Quem nunca pensou em encarar um personagem malvado em algum jogo atire a primeira pedra. Em Overlord, jogo produzido pela Triumph Studios e distribuído pela Codemasters, você pode justamente jogar com nada mais, nada menos do que um senhor do mal. Este senhor é ressuscitado das trevas logo no início do jogo por seus súditos, pequenas criaturas-demônio que o seguem e o veneram ao longo do game.
Sua missão é reerguer sua torre do mal. Para isso, você deve coletar artefatos espalhados pelo mapa, cada um com uma propriedade diferente sobre sua torre, tais como alambique, ou coisas do tipo.

Semeando a discórdia
Overlord se passa em um mundo medieval totalmente fantasioso, lindo, lotado e flores e animaizinhos pelo campo. Existem neste mundo humanos, elfos, “hobbits” e criaturas fantásticas. Sua missão é saquear e destruir o máximo que puder, para acumular riqueza e fazer com que seu império do mal cresça.
Logo no início, é possível conferir do que o jogo se trata. Uma sátira cômica com demônios no estilo de humor britânico. Existe um tutorial o qual você pode aprender como dominar seus demônios súditos, além de ensiná-lo como atacar com o próprio personagem. Para acumular exércitos, é necessário, por exemplo, matar ovelhas, as quais oferecem almas para transformar-se em exércitos maléficos.

Na verdade, os bichinhos não são maléficos, mas sim seu senhor. Você controla o que eles devem fazer ou não, se devem atacar, matar, roubar ou saquear.
Um ponto interessante, é que suas hordas vestem e se equipam de acordo com os equipamentos que encontram em seus assaltos ou furtos, tornando o bando cada vez mais forte. Porém, existe um número limitado de demônios os quais você pode comandar, o qual vai aumentando ao longo do jogo, com acúmulo de itens que tem a propriedade para isso.
É possível recrutar demônios em pontos específicos do mapa, assim como sacrificar algum deles para recuperar vida e poder mágico. Também existem diversos tipos de súditos. Os primeiros disponíveis são os marrons, que atacam corpo a corpo, bons para saquear.

Depois aparecem os vermelhos, que atacam de longe e são resistentes á fogo, logo em seguida o verde que pode pegar o inimigo de surpresa e tratar com plantas venenosas, e por último, o azul que caminha pela água e revive criaturas mortas. Diga-se de passagem, que antes de descobrir o azul, é natural perder uma horda inteira de marrons, por exemplo, ao tentar buscar itens no lago, já que o jogo não instrui nada sobre eles não poderem caminhar pela água.
A destruição traz o tédio…
Apesar dos belos gráficos dos cenários e dos personagens em si, o jogo acaba ficando maçante depois de algum tempo, já que consiste em apenas saquear, matar e explorar um mapa que fica chato depois de algum tempo, já que dá impressão que o jogador está num labirinto.
Seguindo a mesma linha nas missões, que são procurar itens ou eventualmente passar por algum chefão, os pontos legais são as possibilidades de opinar entre realizar coisas más ou boas, como por exemplo, invadir a toca dos “hobbits” para resgatar a comida que os mesmos roubaram dos humanos. Porém, no final das contas, você tem a opção tentadora e maléfica de alimentar seu exército com os suprimentos, ou gentilmente devolver aos humanos.

Tirando isso, o jogo acaba ficando enjoativo depois de algum tempo. A mágica de controlar seu exército, destruir, montar seu império vai se perdendo, devido á fatores pouco chamativos ou tediosos, como seguir a mesma linha de combate, apenas com ataques e magias simples e explorar um mapa o qual você pode se perder facilmente, resultando em uma perda de tempo imensa dentro do jogo.
Apesar também dos controles dos personagens e dos monstrinhos serem fáceis e práticos de lidar, o personagem tem um problema sério, correr pouco. Ás vezes, você acaba desejando que ao invés de um senhor do mal, fosse um atleta no lugar do mesmo, devido á intensas e muitas vezes necessárias explorações dos mapas no jogo.
O sistema de save também é pouco agradável. É necessário encontrar um portal para sua torre para isso. Além do que só ficam gravadas duas localidades passadas. O mundo em que se encontra e o último lugar que você passou.

Concluindo
Overlord trata-se de um jogo bonito e divertido de jogar, pelo menos em seu início, devido a fórmula inovadora que o jogo oferece de comandar exércitos maléficos para que você, como senhor do mal, possa erguer seu império.
Porém, alguns pontos o deixam chato e enjoativo com o tempo. Desta forma, trata-se de um jogo que você aproveitará por pouco tempo. Apesar de o humor ser refinado e bastante interessante, os pontos negativos fazem com que o jogo não seja “completo”. Faltou alguma coisa para que fosse um grande sucesso.








doido mas divia lançar pra play 3 ,xbox 360 , wii e quem sabe play 2
Pra Xbox 360 já tem. As outras plataformas não.
legal vo baixar
sei naum mas esse jogo naum faz meu tipo