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Mais um jogo criado para retratar o mundo do crime organizado, desta vez, da produtora Acclaim. Entre vários jogos excelentes como Máfia e The Godfather, Made Man acaba saindo atrás. O motivo você verá nesta análise do jogo.
A História
Um dos pontos positivos, se não o único do jogo, é a narrativa. A história do game é contada de modo inovador. O protagonista, Joey Verola, dirige um carro e vai contando sua história para um companheiro, sendo assim, tendo vários flashbacks, os quais o jogador pode desfrutar. A narração conta como Joey entrou para o crime organizado e foi se promovendo durante vários anos em sua vida, até se tornar um “Homem Feito” (Made Man). O roteiro é baseado na realidade e foi escrito por David Fisher, um grande conhecedor do crime organizado.
É possível jogar em cada passo de sua história, isso significa que o jogador passa desde a guerra do Vietnã, onde Joey foi um soldado, até as ruas de Nova York. Durante sua vida, ocorreram vários fatos “da pesada”, não por menos, ele se tornou um membro da máfia. No jogo, você presencia assassinatos, morte e crimes aos montes, com violência á vontade.
Entrando para a ação
Em Made Man, você precisa nada mais do que olhar para a tela e utilizar o mouse e o teclado para se mover e atirar. Isso significa que o jogo é só tiroteio e matança. Realmente, o mesmo não tem nenhuma ação mais complexa, como entregar algum item, buscar algum documento, ou analisar algum assassinato. Neste, você apenas mata e ponto final.
Os gráficos são medianos, mas para os patamares de hoje, estão ruins. Há quebras de frames e falhas nos gráficos de vez em quando. Os personagens são um pouco quadrados e seus movimentos são bem limitados. Já a inteligência artificial dos inimigos é praticamente nula. Eles demoram pra atirar em você e ficam parados como alvos fáceis esperando levar uma bala na cabeça. De vez em quando apenas eles usam algum objeto como proteção, no caso, alguma parede, caçamba, pilares, etc…
Um ponto interessante do jogo é o modo de câmera que foi implementado. Trata-se da câmera dupla, ou seja, a tela pode ser dividida, ou um novo quadro ser aberto para mostrar o outro ponto do ângulo da câmera. Tal recurso é utilizado, por exemplo, enquanto o personagem está sob a mira de um atirador de elite. Nisso, é possível ver a mira do atirador, além de sua visão normal do jogo.
O som do jogo em si também não ajuda. Estouros, explosões e tiros sem profundidade devida são usados dentro do jogo, porém a narração salva um pouco, tornando a história um tanto interessante.
Já os controles do jogo não fogem aos padrões de jogos de tiro. O personagem é movimentado pelo teclado de forma fácil e simples, e o mouse é utilizado como mira. Há diversos tipos de armas como pistolas, shotguns, metralhadoras e rifles, além de granadas e bombas, disponíveis no jogo.
No final, tudo acaba em pizza
Com os gráficos medianos á ruins, som sem profundidade e objetivos extremamente banais de realizar, o jogo acaba se tornando repetitivo e cansativo com pouco tempo de jogatina. Do começo ao final é a mesma ladainha, matar e matar. É possível terminar uma fase sem ao menos gastar quatro pentes de munição, uma vez que acertar tiros na cabeça dos inimigos, os quais matam com uma bala apenas, é um ato extremamente fácil nesse jogo.
Se desejar um jogo de máfia de verdade, procure outros títulos como The Godfather e Máfia. De fato, Made Man deveria estar nadando com os peixes.


(2 votos, média: 4 sobre 5)




nossa soh lançam porcaria esses dias, cruzes o_O
Vamos dar uns sapatos de cimento pra esse game ou um paletó de madeira pra combinar com a cara dos produtores.
sinceramente eu gostei. É um pouco repetitivo mas é divertido, a versão pc tá melhor tanto nos controles, iluminação, qto nas texturas. Eu zerei e achei legal. Claro q máfia é melhor.
Fortal. Até achei legalzinho também, tanto que jogo ás vezes. Ainda não zerei, justamente por achar muito repetitivo.