| Capa do jogo | Ficha técnica | Notas diversas |
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Prós do game: Bons gráficos; muitos personagens; novas missões; sabaki. Contras do game: Falta de mais novidades significantes. |
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| Análise por : GoDLiKe em 25/05/2006 |
A primeira tentativa da Playmore em levar a série King of Fighters para um mundo 3D foi bem sucedida. O primeiro game tinha boa jogabilidade e era competente em todos os outros quesitos. Agora, a empresa nos brinda com uma sequência, trazendo de volta todos os personagens do jogo anterior e ainda boas novidades. Confira tudo no review abaixo.

Investimento alto
Parece que a Playmore está, de fato, confiante no sucesso da série MI. Antes desta segunda versão, um curto anime, com episódios de pequena duração, exibiam um preview do que esperar do enredo. Anime este, aliás, muito bem produzido.
Voltando ao jogo, logo de começo somos brindados com uma bela CG, onde todos os personagens principais são apresentados. Alguns ficaram um bocado estranhos, como Kyo e Ryo, mas a qualidade da animação e efeitos são excelentes, sendo ainda melhores que a abertura da versão anterior.
E é já na apresentação que conhecemos os novos personagens. Além de todos da versão anterior – sem nenhuma exceção -, os estreantes são: Luise Meyrink, que mais parece uma fada; Nagase, uma ninja (que nem de longe lembra uma…); Kula, direto de KoF 2000; o clássico Billy Kane; e o novo chefe, Jivatma (que diabos de nome é esse?). Todos eles juntam-se a Kyo, Iori, Terry, Seth, Mai, Lien, Alba, Soriee, Mignon, Ralf, Clark, Leona, K’, Maxima, Rock e Duke, agora como personagem comum, e não mais um chefe, como era no primeiro MI. E claro, isso fora os secretos, como Hanzo (Samurai Spirits) e Mr. Karate (Art of Fighting), dando um incrível total de 34 lutadores.Sem dúvida alguma é um dos melhores elencos da série, você vai se surpreender com alguns personagens presentes.

Luise e Nagase, duas dos novos personagens de Maximum Impact 2
Os modos de jogo são exatamente os mesmos, com uma ou outra diferença. No Story, como antes, segue-se a aventura de cada um, tendo um texto prólogo falando sobre a presença do personagem no torneio. A cada final feito – independente do personagem -, um novo lutador é habilitado, assim como novas roupas.
Para quem gosta de desafios variados, o modo Challenge permanece, agora mais interessante e com mais missões, separadas por tipo e por nível de dificuldade. Uma das opções, aliás, é igualzinha ao clássico bônus de destruir o carro de Street Fighter 2, tendo variações como destruir uma caminhonete com minas explosivas em volta. Aqui você também pode habilitar personagens bônus e novas roupas, como no Story, e isso a cada missão feita. Existe ainda uma opção secreta, aberta quando as outras forem cumpridas.

Também de volta está a opção Profile, onde você lê as histórias dos personagens, dados como idade e peso e todas as roupas, podendo ainda fechar todos os menus para ficar apenas o modelo 3D na tela. E, apenas para o Japão (infelizmente), o modo Network Match permite batalhas online.
Lutas equilibradas
Para melhorar ainda mais o sistema de jogo, a Playmore adicionou o sabaki (ou parry), possibilitando um contra-ataque devastador. Usando o botão L2 no momento em que o ataque do oponente estiver o mais próximo possível de você, seu personagem irá desviar do ataque, possibilitando um belo contra-ataque. Mas é claro que o oponente também poderá fazer isso, então pode ser que vire uma bela disputa de sabaki até alguém conseguir atacar, algo semelhante – mas não tão completo – ao guard impact de Soul Calibur.

As esquivas (usando R1 ou cima + R1) permanecem as mesmas, sem qualquer mudança. A configuração de botões também, com 2 socos e 2 chutes (fraco e forte). O excelente e sólido sistema de combos também continua nesta versão, com vários novos para cada personagem. A barra de especial segue no mesmo esquema, com até 5 níveis.
Tecnicamente, excelente
A exemplo do trabalho feito em MI 1, a Playmore mandou bem na sequência na parte técnica. Os gráficos foram melhorados, com personagens sendo mais detalhados, principalmente as roupas com texturas em alta resolução. Os cenários é que não sofreram a melhora esperada, mas são aceitáveis. No controle, também nenhuma mudança, respostas rápidas e precisas, apesar de ser um bocado incômodo ficar fazendo os movimentos especiais no péssimo direcional digital do PS2.
Na parte sonora, o jogo mantém quase o mesmo nível, mas nessa sequência as músicas não ficaram tão boas, apesar de ainda sim serem excelentes e darem um bom clima nas batalhas.

Finalizando
KoF: Maximum Impact 2 é uma boa – porém não tão grande – evolução do que foi visto no game anterior. Tem mais personagens, cenários e opções, além de uma novidade no sistema de jogo. Traz ainda personagens clássicos que nunca apareceram na série, que são sem dúvida alguma uma boa surpresa. Mas, se você não curtiu o game anterior, então não passará a curtir esse. Ponto para a Playmore!
Obs.: a versão americana será lançada com o nome de "The King of Fighter´s 2006".



(5 votos, média: 4.6 sobre 5)




Ainda nao experimentei essa segunda investida da SNK com seu KOF em 3D, mas caso a jogabilidade desta versao não esteja mais aquela coisa “mole” do primeiro MI, tem tudo para ser um jogão. Caso contrario, é mais um game de luta em 3D dispensável…
oh! terminei o KOF maximum impact 1… daquele eu curti pra caramba!
vou investir neste… pode ter certeza!
Já disse q adoro seus reviews GoDLiKe? São resumidamente ótimos! Preciso terminar logo o meu! /^^
Beijus amigo!
Adorei o primeiro MI, e o segunda já tá a caminha pra mais jogatina.
KOF MI 2 supera o primeiro em tudo…a começar pela abertura, com um cg que é dificil acreditar ser produzido pela SNK…os graficos dos personagens e dos cenarios melhoraram significativamente e a quantidade de extras é muito boa….a unica coisa que me deixou triste é que os combos ainda acertam c vc estiver caido no chão…de resto é um otimo jogo de luta
Analise meio demorada mas ta valendo 8D
ah e a analise peca no final, questionando se eh o sepultamento da serie 2d.
Em entrevista, Falcoon falou que mesmo que o estilo seja banido (luta 2d), eles queriam ser a última empresa a fazer jogos no estilo.
E ele não gostou tbm do nome americano, que nada mais foi uma questãode marketing para chamar a atenção, ja que a série principal agora se chama “XI” e posteriormente “XII” etc etc
Ah lucas, esse texto no final foi a bixola do Sammy que colocou, vou arrumar isso XD
Essa segunda versão de Mi deve ser tão boa quanto a1ª.
tem algum codigo para liberar os lutadores secretos?
se tiver gosta ria q alguem me arrumasse… valeu gostei do site…
Eu concordo ouve uma evolção boa em relação ao antrior mas é claro que pode melhor muito, principalmente ser ouver mais interação com cenario sair de arena fechada para aberta equilibrar um pouco mais a jogabilidade daà sim pode ter certeza até doa vai começar a se preocupar com a série que tem potencial muito forte para subir e virar um dos melhores fighter 3D .