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Karateka

Postado por Alucard em quarta-feira 5 setembro 2007 as 18:34
Arquivos sobre: Análises eApple II


Capa do jogo Ficha técnica Notas diversas
Karateka
UOL Jogos: n/d
Plataforma: Apple II
Finalboss: n/d
Gênero: Luta
Gamepro: n/d
Distribuidora: Broderbund
Gamespot: n/d
Desenvolvedor: Jordan Mechner
IGN: n/d
Língua: Inglês
Famitsu: n/d
Data de Lançamento: 1984
Eurogamer: n/d
Notas GameHall
Gráficos
9.3
Gráficos simples, mas animação revolucionária
Som
7.8
Nada memorável, mas cria atmosfera e clima ao jogo
Jogabilidade
7.0
Meio lenta e dura, socos e chutes…. o que já era de se esperar
Diversão
9.0
Se você curte um desafio, com certeza irá se divertir
Originalidade
9.5
Não foi o primeiro jogo de luta a sair, mas foi bastante original ao tentar retratar movimentos reais com toques cinemáticos
Geral
8.5
Um clássico que todo gamer devia experimentar
Prós e Contras
+ Animação realística
+ Feeling de cinema
+ Cutscenes
+ Mariko está uma gata
- Repetitivo
- Meio lento
- Dificuldade pode espantar alguns gamers
Veredito

O jogo tem os seus defeitos, mas certamente merece ser jogado pelo seu valor histórico e também porque você vai se divertir (e talvez se irritar um pouco – você vai precisar de paciência oriental para lutar tanto por ela) ao tentar salvar a princesa Mariko. Desarmado e apenas com os seus punhos, concentre-se no seu objetivo, reúna sua força interior, encontre o seu valor e mostre que todo guerreiro que possui honra conquista seus nobres interesses e prova todo o seu amor para a afortunada donzela. Afinal, tudo termina bem para um verdadeiro Karateka.

Imagens

Karateka
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Karateka

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Análise por : Alucard em 05/09/2007

"Deixe o medo e o ego para trás. Focalize o seu ser em seus objetivos, aceitando a morte como uma possibilidade. Este é o caminho do Karateka"

 

Com estas honrosas palavras começa um clássico dos anos 80. Vamos agora lembrar de um game que certamente irá trazer boas lembranças aos gamers "veteranos" de plantão, um clássico old school: KARATEKA.

 

Você que curtia um computador em meados dos anos 80 ou que já estava ligado no mundo eletrônico, certamente deve se lembrar de Karateka, um game que marcou época e fez bastante "rebuliço" na imprensa especializada e nas comunidades de gamers.

Se você é muito novinho para se lembrar deste game, não se preocupe, ajeite-se aí na sua cadeirinha e prepare-se para uma aula de história gamística: Karateka foi lançado em 1984, ano em que a indústria eletrônica sofria o "crash dos videogames", fenômeno causado por causa do monopólio da Atari no final dos anos 70 e inicío dos 80. Como os jogos da Atari tinham sempre o mesmo padrão de tela fixa, os consumidores logo enjoaram do aparelho, levando várias empresas da área a quebrar, inclusive a Atari. Época boa para os computadores, especialmente para a Apple, que ainda tinha sonhos de dominação do mercado. E foi justamente para o Apple II que Karateka foi lançado originalmente, tendo outras versões para consoles como o Nes, Atari, Dos, Commodore 64, entre outros.


"venha para os meus braços, meu karateka"


Karateka saiu da cabeça do então jovem rapaz de 20 anos, Jordan Mechner. Para aqueles mais ligados, já devem saber que o nosso amigo aí foi o criador de outro grande clássico (esse maior ainda que Karateka): Prince of Persia (lançado em 1989).

Eu acho que não preciso dizer aqui como foi o impacto que Prince of Persia teve no mundo dos games (meu amigo, se você não sabe do que estou falando, não se considere um gamer, vai ler um pouco de história dos videogames antes de continuar aqui). Mas o que Prince of Persia tem a ver com Karateka, vocês me perguntam? Ah, muita coisa, eu respondo. Nós podemos ver em Karateka muitos dos conceitos usados (e melhorados) em Prince of Persia, como a movimentação dos personagens, as cutscenes, o feeling cinematográfico. Mechner ainda estava na universidade (a famosa Universidade de Yale, reconhecida principalmente pelos seus cursos de direito e artes cênicas) e além de game designer ele também é diretor de filmes independentes, o que explica toda a ambientação cinematográfica de Karateka e Prince of Persia que nunca tinha sido vista. Leia  abaixo nossa análise detalhada de Karateka.


iááááááá…. dê um chutão na cabeça do mané e mostre quem manda…. ao fundo o Monte Fuji…..


A História

Bom, estamos em 1984, então não esperem uma história mirabolante, mas sim algo simples e cativante (pra não dizer clichê de cinema).

Tudo começa quando o terrível mestre das artes marciais Akuma (não, não é o mesmo de Street Fighter – o nome significa em japonês "demônio") que rapta a bela princesa Mariko, que por ironia do destino é namorada do nosso herói (que é você). Assim, você que também é um seguidor das artes marciais, precisa chegar ao topo da escabrosa montanha onde está o castelo de Akuma, detonar seus capangas chifrudos, passar por algumas armadilhas, descer o braço no próprio Akuma e salvar o amor da sua vida, a bela princesa para serem felizes para sempre. Assim diz o próprio jogo: "Você foi treinado no caminho do karatê: um Karateka. Sozinho e desarmado você deve derrotar Akuma e resgatar a bela Mariko".

Ok, nada de inovador, o cara deve ter aprendido esse tipo de roteiro no primeiro ano das aulas de cinema. Mas o importante aqui não é a história em si, mas sim como ela é contada no game. Além da pequena introdução, o game não possui textos. Karateka foi um dos primeiros games (se não for o primeiro) a utilizar cutscenes (as famosas cenas intermediárias) para ajudar a contar a história. Percebe-se logo de cara o apelo cinematográfico nestas cutscenes, que não possuem diálogos, textos e nem nada…. e também nem precisam.

Certamente um dos aspectos mais refinados do game é justamente de como Jordan Mechner teve essa "visão" (para a época e no mundo dos games foi uma inovação e tanto) de contar uma história apenas com retoques visuais e musicais. Os personagens apenas fazem alguns gestos e movimentação delicados, com uma música para dar atmosfera, feito de uma maneira tão perfeita que qualquer um sabe o que eles estão falando ou passando sem precisar ouvir ou ler uma simples palavra. É a arte do cinema dentro dos games. Podemos ver cenas do Akuma mandando seus capangas irem lutar, da princesa Mariko triste e solitária dentro da sua prisão ou ainda cenas de você e seu inimigo correndo de encontro para a luta.


no interior do castelo…. aqui dentro vai rolar muita pancadaria até você encontrar sua dama


Gráficos e Sons

Lembrando que o game é de 1984, Karateka possui gráficos muito bons, com um bom aspecto visual que não ferem os olhos, sendo o mais natural na medida do possível. Gráficos simples e cristalinos, poucas cores é verdade, mas bem definidos, você facilmente pode reconhecer ou identificar o que é cada elemento que aparece na tela.

Os capangas são quase todos idênticos, o que faz a diferença é que alguns usam diferentes tipos de máscaras, que lembram máscaras/capacetes usados por samurais (um deles até parece um soldado do filme Guerra nas Estrelas). O Akuma está muito bem caracterizado, com a sua armadura de samurai (um karateka com desejos samurais frustrados) super detalhada e imponente, com a sua águia no braço. Outra que merece destaque é a princesa Mariko, realmente uma gatinha com atributos bem definidos. Não é a toa que estão todos brigando por ela.


sozinha e desolada…. ela espera por seu herói…. por seu karateka….


Mas o que chama a atenção mesmo são as animações de combate muito bem fluídas, tentando ser o mais realístico quanto possível. Tudo isso misturado com as cutscenes fazem de Karateka um game visualmente muito bonito e bem feito. Os movimentos das lutas de karatê foram representadas com grande detalhamento e uma animação inovadora para a época.
Um elemento que podemos perceber que Mechner pegou emprestado de Karateka para anos mais tarde refinar em Prince of Persia.

O game não possui músicas, apenas alguns sons para te deixar no clima, especialmente nas cutscenes. Claro, não são nenhuma melodia memorável, mas não são desagradáveis e cumprem o seu papel.


Akuma ordenando seu capanga trooper de Star Wars para acabar com o Karateka


Jogabilidade

Os controles são simples, apenas dois botões e o direcional para movimentar o seu herói. Após escalar a montanha você irá encontrar seu primeiro inimigo. E assim será daqui por diante, você terá sempre que andar para a direita derrotando um inimigo após o outro, até chegar à sua luta final com Akuma.

Sua lista de golpes é bastante limitada: Soco alto, médio e baixo; Chute Alto, média e baixo. Seu karateka pode dar quantos socos quiser (e não precisa se preocupar com comandos mirabolantes, como por exemplo "meia lua e soco" – provavelmente o comando mais famoso da história), mas por outro lado só pode dar três chutes seguidos.

Você pode andar ou correr ou ainda recuar. O game possui uma dificuldade alta, você tem apenas uma vida e nenhum continue, ou seja, apenas uma chance para salvar a sua amada. O primeiro adversário possui uma barra de energia igual a sua, mas a medida que for avançando eles terão bem mais energia que você. E se você demorar muito para bater neles, a energia que eventualmente você tirou com suor e lágrimas pode voltar para a barra adversário. Então seja rápido e preciso. Uma boa dica é você variar chutes médios e altos com socos médios, tentar fazer alguns "combos" para matar rapidamente os adversários. Prensar na parede também é uma boa pedida. Antes de enfrentar Akuma você irá passar por umas 10 salas dentro da sua fortaleza e fique esperto com algumas surpresinhas traiçoeiras que podem te matar na hora, como os ataques da águia ou um portão que não se pode confiar, sem dizer que dependendo de como você entrar num combate, pode morrer na hora com um simples soco.

O jogo pode afugentar alguns gamers por ser meio repetitivo, tendo que enfrentar vários inimigos iguais e sempre com a mesma tática e também pode ser um teste para os seus nervos, com apenas uma vida e a dificuldade alta. Uma brechinha para o jogador respirar um pouco teria sido muito bem vinda. Outro elemento importante que pode irritar alguns jogadores é a lentidão dos combates, não espere aqui nenhum Street Fighter da vida.

Conclusão

Eu não cheguei a jogar Karateka quando foi lançado, mas apesar de ser apenas um pirralhinho, eu lembro bem que foi uma sensação, causando bastante furor entre os micreiros de plantão.

Karateka certamente é um clássico na história dos games, trazendo inovações como uma movimentação mais fluida e realística, um pioneiro da evolução técnica dos games e fazendo de Jordan Mechner um homem famoso (e claro, muuuuuiiito rico).

O jogo tem os seus defeitos, mas certamente merece ser jogado pelo seu valor histórico e também porque você vai se divertir (e talvez se irritar um pouco – você vai precisar de paciência oriental para lutar tanto por ela) ao tentar salvar a princesa Mariko. Desarmado e apenas com os seus punhos, concentre-se no seu objetivo, reúna sua força interior, encontre o seu valor e mostre que todo guerreiro que possui honra conquista seus nobres interesses e prova todo o seu amor para a afortunada donzela. Afinal, tudo termina bem para um verdadeiro Karateka.


"Put fear and self-concern behind you. This is the way of Karateka"


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41 Comentários for 'Karateka'

  1.  
    Nelson Alves Nelson Alves
    5 setembro, 2007 | 19:04
     

    Fico feliz de ver um site que respeita os clássicos dos videogames. Essa matéria me lembrou o bom tempo do meu Apple II que já foi pro saco a muito tempo.

    Parabéns

  2.  
    Francisco Mota Francisco Mota
    5 setembro, 2007 | 19:04
     

    GOstei muito dessa matéria, parabéns mesmo.

    Karateka era tudo de bom, quem não jogou tem que morrer.

  3.  
    5 setembro, 2007 | 19:11
     

    Realmente um clássico quem não jogou jogue por que esse vale.Excelente análise.

  4.  
    Urbano Urbano
    5 setembro, 2007 | 19:13
     

    CARALHO PERFEITO !

  5.  
    Chung Chong Chung Chong
    5 setembro, 2007 | 19:15
     

    Meu, até quando vocês vão fazer só matéria de jogos antigos ?

  6.  
    5 setembro, 2007 | 20:03
     

    Po, legal pra caramba! O cara sabe o que faz. Vide Prince of Persia.

    Parabéns pela matéria. ^^

  7.  
    Dengeki Dengeki
    5 setembro, 2007 | 23:59
     

    Nunca consegui terminar esse jogo.

    Parava numa parte que tinha um portão de ferro e não conseguia passar nele. VTNC !

  8.  
    Dark Schneider Dark Schneider
    6 setembro, 2007 | 0:07
     

    Aew Chung Chong,
    você entra num site com o nome “old school gamers” e “aonde os clássicos não são esquecidos” e espera encontrar o que?????
    Na boa né, tá na hora de se ligar….
    E olha só, recentemente teve análise do Mario Strikes Charged e Resident Evil, ambos do Wii, Atelier Iris 2 do PS2 e Bioshock do 360…….
    tem gente que reclama de barriga cheia mesmo….

    Ah sim, excelente análise do Karateka, parabéns!

  9.  
    6 setembro, 2007 | 0:13
     

    Esse até meu pai jogava! Muito boa matéria meu chapa, ótimo jogo também! *-* MAGNÍFICO!

  10.  
    6 setembro, 2007 | 0:14
     

    Bem completo o texto, tremenda pesquisa aliás. Esse jogo acabou meio esquecido por causa do clássico Prince of Persia (também do Jordan Mechner), porém sempre terá seu valor histórico.

  11.  
    6 setembro, 2007 | 0:16
     

    Nossa, eu também morri nesse portão maldito….. deu uma raiva!
    jogar tudo de novo!
    então, pra passar essa porra de portão é só parar na frente, dar um CHUTE, deixar a bagaça cair, levantar e dae passar, eheheh
    Pronto, depois de 23 anos você pode passar agora, eheheh

  12.  
    Rodrigo Bomba Rodrigo Bomba
    6 setembro, 2007 | 0:45
     

    Sou mais outro jogo:

    “Attack me if you dare, I will crush you.”

  13.  
    Ernesto o honesto Ernesto o honesto
    6 setembro, 2007 | 9:41
     

    Alucard sou seu fã, parabéns pelo artigo.

  14.  
    Chung Chong Chung Chong
    6 setembro, 2007 | 11:04
     

    “Mariko está uma gata”

    AHEAHEAEHEAUAHEHEUAHUEHAAE

  15.  
    6 setembro, 2007 | 11:22
     

    Em 1984 eu tinha 2 anos. Bela análise… eu não conhecia o jogo. :)

  16.  
    otacon otacon
    6 setembro, 2007 | 11:42
     

    Eu também tive problemas no portão até aprender que tinha que dar uma pesada nele. Tem umas armadilhas também.

    O foda não é o portão nem as armadilhas, e sim a maldita águia.

  17.  
    6 setembro, 2007 | 11:45
     

    Uow, o game nasceu comigo. Começou bem então.
    Não tive a oportunidade de jogar, mas certamente iria adorar porque na época nao havia nada melhor, hehehe

    Ótima matéria, muito bem escrita. Parabéns Alucard.

  18.  
    6 setembro, 2007 | 14:14
     

    Definitivamente o portão era mto foda, parabéns pelo artigo caras. Vida longa aos classicos!!!

  19.  
    Lost Lost
    6 setembro, 2007 | 14:16
     

    Esse jogo rulava tudo nos anos 80, me lembro como o pessoal comentava do jogo nas revistas especializadas.

  20.  
    Reinaldo Schileto Reinaldo Schileto
    6 setembro, 2007 | 14:31
     

    Chung Chong, vá jogar seu PlayStation com Uingéleven

  21.  
    Ipsilon R Ipsilon R
    6 setembro, 2007 | 14:33
     

    A grande prova de que jogos envelhecem como vinho (os bons claro), é Karateka. Esses dias ainda estava jogando no emulador.

    Ah, e a versão pra PC é horrível.

  22.  
    Roger561 Roger561
    6 setembro, 2007 | 14:38
     

    P Q P , eu joguei muito Karateka!!! muito mesmo, sabados desafiando o bendito chifrudo!! esse game era muito doido, eu jogava num 486 Dx2 66 , boas épocas, muito bom o game para aquela época.. fui um game que eu não tirava do PC.. esse eu recomendo pros nostalgistas… hehehe ……..

    Puxou não de dentro do baú e sim debaixo dele.

  23.  
    6 setembro, 2007 | 14:38
     

    Caramba, ainda me lembro de quantas tardes não passei na frente da TV jogando Karateka!

    Nossa, pra época foi muito bem feito e garantia diversão total! XD

    Bateu uma saudade….!

    Valeu GAME HALL!

  24.  
    Rod Rod
    6 setembro, 2007 | 14:41
     

    Nossa, rox OLD SCHOOL na veia…

    Ae, sou OLD SCHOOL Sammy sabe disso, mas esse ai foi forte até pra mim… nussa… me senti um bosta agora hahaha…

  25.  
    atillah atillah
    6 setembro, 2007 | 14:41
     

    Cara, posso até achar que os jogos antigos já deram o que tinham que dar. Mas Karateka é o tipo de clássico que é formador de todo gamer que se leva à sério.

    Parabéns pela pesquisa Alucard; continue desenterrando esses jogos excepcionais que fazem parte do nosso currículo. Eles sempre ajudam a gente a visualizar a linha de evolução dos jogos e pra onde eles ainda podem ir.

  26.  
    diretorio zumbi diretorio zumbi
    6 setembro, 2007 | 17:54
     

    Goste da arte da caixa do game, ficou legal, lembra um pôster de filme dos anos 70 e 80.

  27.  
    França França
    6 setembro, 2007 | 23:40
     

    Fala sério, vcs são fracos, termino KARATEKA com um pé nas costas !

  28.  
    Ipsilon R Ipsilon R
    7 setembro, 2007 | 13:32
     

    França, você é um imbecil.

  29.  
    gamer_boy gamer_boy
    8 setembro, 2007 | 17:30
     

    Eu adorava este jogo, o máximo q consegui foi dentro do castelo, na outra fase, e aí vinha a lâmina e pof, acabava aí :P

  30.  
    Neo Darkman Neo Darkman
    9 setembro, 2007 | 19:47
     

    Grande jogo, para sua época. Passei imemoráveis momentos jogando esse game. Em meio a muitos Bad disc:ERROR eh eh eh (disquetão 5 1/4)
    Há pouco tempo joguei de novo via emulador, mas não é a mesma coisa… que saudade do meu velho apple ][ (TK2000, TK3000, Unitron, CCE Exato Pro…)
    Uma ótima lembrança para aqueles, assim como eu, começaram a desbravar o “computês” nos clones da Apple, ZX Spectrum (TK90X) etc.
    8)

  31.  
    10 setembro, 2007 | 13:40
     

    JOGAÇO, joguei demais nos emu´s da vida, mas infelizmente nunca tive contato com um Apple II. Curto muito a dificuldade, é daqueles jogos de tacar o controle longe, mas quando passa é uma verdade conquista. Acho que seria muito legal revê-lo na XBLA.

    Belíssima análise!

  32.  
    11 setembro, 2007 | 12:05
     

    Pessoal falou que a versão pra PC era horrível, tá louco!!! O jogo foi feito pra PC,e sinceramente nem sabia que tinha saído pra vídeo-games… MUITO bom o jogo… joguei demais…. Karateka, Prince of Persia e Civilization!!!! Bela matéria… parabéns!!!! Bons temos do meu XT(nesse era só gorilaz-tipo worms- e snake-o mesmo da cobrinha que vem no celular-), depois 386 e até que enfim 486….

  33.  
    Flavio Flavio
    11 setembro, 2007 | 14:58
     

    Eu jogava ele no meu TK-2000, tinha a fita (fita k-7) rodava num gravador. Puxa to velho

  34.  
    peter peter
    14 setembro, 2007 | 15:53
     

    huahuahauhauhauah!esse jogo eh muito engraçado nao o estou julgando mas o grafico eh engraçado!(ah quanto tempo em gamehall)

  35.  
    peter peter
    14 setembro, 2007 | 15:55
     

    ateh o meu avatar vcs mudaram !

  36.  
    Ophelia Ophelia
    14 setembro, 2007 | 17:16
     

    Credo né gente, quem em sua sanidade ou loucura não jogou Karateca? Jogaço mesmo, os gráfico são meios quadrados mas dá pro gasto, hehehehe.

  37.  
    7 outubro, 2007 | 18:30
     

    os graficos sao perfeitos o jogo mais legal do mundo…

    zuera…

    esse jogo se resume em uma palavra=lixão

  38.  
    7 outubro, 2007 | 18:33
     

    Mas ate q gostei da analise ficou bem feita!!!

  39.  
    8 outubro, 2007 | 18:57
     

    Quem Fez esse jogo eh tosco ! analise os grafico

    Prefiro Pinball

  40.  
    sjorgesalomao sjorgesalomao
    16 novembro, 2007 | 22:35
     

    Esse é realmente incrível… Um passo para a evolução … Só quem pode jogar num TK tem noção do que representou na época este clássico. Em fita K7 ou disco de 5 1/4.
    Muito bom, divertido e emocionante no conceito proposto.
    Parabéns !
    Deixo aquí registrado além do elogio e reconhecimento por esta matéria, um pedido :
    Como adquirir este jogo para o PC ? Se possível, mandem esta resposta para o meu email pois ficaria agradecido em poder jogar novamente e rememorar os velhos tempos…

  41.  
    joldimais joldimais
    12 julho, 2009 | 14:25
     

    jogui d+ karateka quem não jogou está perdendo um jogaço!!!!!

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