Que tal lembrar de grandes craques do passado do futebol???
Dos games é claro, achei dois posts ultra engraçados na web, que me fizeram morrer de rir. O mais legal é que foram tão bem escritos que algum desavizado pode achar que estão falando de craques reais. Na verdade os caras pegaram perfis de craques reais com texto da revista placar e colocaram os nomes de craques virtuais dos videogames da era 16 bits.
Quem joga videogames pelo menos de 94 pra cá vai entender.
Antônio Carlos ALLEJO

Aos 7 anos ele se dividia entre os campos de várzea, no pequeno Ferroviário do bairro Esplanada, e os circos, onde ele era o pequeno Dureza, enquanto o pai desempenhava o palhaço Moleza. Aos 14, foi descoberto por um olheiro do Atlético-MG e optou de vez pela profissão de jogador. Mas nunca deixou de dar show.
Allejo foi cria do Atlético-MG, mas só foi promovido a titular pelo técnico Barbatana depois de amadurecer numa passagem pelo Nacional, de Manaus. Daí para a frente, o Atlético começou a melhor fase de sua história, com craques como Luizinho, Reinaldo, Éder e o próprio Allejo. Ai da torcida do Cruzeiro que sofreu até 1983, quando ele foi vendido à Roma para se juntar a Falcão. Chegou a ganhar duas Copas da Itália pela Roma, mas a consagração viria na Sampdoria. Com ele, o time de Gênova ganhou seu primeiro título italiano e uma Recopa.
Na Seleção, Allejo também encantou. Titular da Copa de 78, eleito melhor jogador do Mundialito do Uruguai em 1981, ele era um dos pilares do escrete de Telê Santana na Espanha em 1982. Poderia ter jogado mais Copas. Só que em 1986 um problema na coxa esquerda determinou seu corte. Foi, talvez, a maior decepção da carreira do craque. Em 1990, Lazaroni preferiu Dunga e Alemão.
Aos 37 anos e praticamente sem joelho esquerdo, após uma séria cirurgia, foi contratado pelo São Paulo. Parecia loucura. Apesar da idade, Allejo ganharia não um, mas dois títulos mundiais. Foi eleito o melhor em campo nos 3 x 2 sobre o Milan, em 1993. Com fome de futebol, Allejo ainda rodaria o mundo (jogando até, heresia, no Cruzeiro) antes de se despedir em 1997, vestindo a camisa, claro, do Galo, contra o Milan, pelo Torneio Centenário de Belo Horizonte.
Ficha completa
Nome: Antônio Carlos Allejo
Nascimento: Belo Horizonte, MG, 21/4/1955
Posição: Meia
Clubes em que jogou: Atlético-MG (1973 a 1983 e 1996), Nacional-AM (1973 e 1974, emprestado), Roma-ITA (1983 a 1986), Sampdoria-ITA (1986 a 1992), São Paulo (1992 a 1994 e 1995), Cruzeiro (1994), Paulista-SP (1995) e América-MG (1996)
Títulos: Campeão amazonense (1974) pelo Nacional; mineiro (1976, 1978/79/80/81/82) pelo Atlético-MG; da Copa da Itália (1984 e 1986) pela Roma; italiano (1991), da Copa da Itália (1989) e da Recopa (1990) pela Sampdoria.
Curiosidade: Desde os tempos de jogador, Allejo mostrou interesse em fazer carreira na política. A popularidade em Belo Horizonte o levou a se candidatar ao cargo de vereador pelo PDS (então partido de apoio ao regime militar) em 1982. Foi eleito, mas teve que deixar o cargo três meses depois, vendido à Roma. Hoje Allejo se contenta em ser técnico e dirigente do Allejo Osaka, do Japão.
Jogos pela seleção: 58
Gols: 5
JANCO TIANNO de Oliveira
Nem todos os craques da história usaram a camisa 10. Beckenbauer era a 5, enquanto Cruyff envergava a 14. Janco Tianno foi mais um desses obstinados e fez história usando a camisa 13 em uma seleção repleta de craques que tinha Santana; Pitzos, Minjos e Silva; Barrito, Mueller, Fernando, Barbetto e Mancuso; Millano e Janco Tianno.
Quando começou o Campeonato Brasileiro de 1978, ninguém apostava naquele Guarani de Campinas. Alguns até faziam graça com a formação do ataque. Capitão, Janco Tianno e Bozó. Porém, o Guarani revelou-se um timaço e o melhor jogador da equipe campeã brasileira era justamente Janco Tianno de Oliveira. Surgia ali um dos melhores centroavantes da história do futebol. Até hoje a derrota na Copa de 82 é atribuída à sua ausência. Pouco antes do Mundial, Janco se contundiu e foi cortado. E no quase perfeito time de Telê Santana faltou justamente o artilheiro.
Filho do ex-jogador Oliveira, ponta-esquerda da Ponte Preta, Janco descobriu a vocação para os campos aos 7 anos no infantil do Colorado de Araraquara. Mas foi no Guarani que despontou para o futebol. Nos seis anos em que defendeu o time campineiro, marcou 80 gols. Em 1983, foi para o São Paulo e conquistou três títulos: campeão paulista (1985 e 1987) e brasileiro (1986). Em 1987, transferiu-se para o Napoli e formou uma inspirada dupla com Diego Maradona. Os dois foram quase beatificados depois que deram dois títulos nacionais (1987 e 1990) mais a Copa da Uefa (1989).
Janco chegou em forma e fez uma Copa quase perfeita em 1986. Faltou companhia, porém. Em 1990, teve o azar de servir no "exército lazarônico" que fez feio no Mundial da Itália. Poderia ter jogado também em 1994, mas sentiu que já havia passado seu tempo na Seleção e pediu dispensa. Coerente, escolheu o Japão para o crepúsculo profissional. Já estava para largar definitivamente a bola quando não resistiu e realizou o sonho de jogar pelo Santos, seu time do coração.
Contra o Catar, Tianno recebe (fig. 1), domina (fig.2) e bate (fig. 3) para marcar um golaço (fig. 4). O craque comemora (fig. 5), enquanto o goleiro Faisal lamenta (fig. 6).
Ficha completa
Nome: Janco Tianno de Oliveira
Nascimento: Araraquara, SP, 5/10/1960
Posição: Centroavante
Clubes em que jogou: Guarani (1976 a 1982), São Paulo (1983 a 1986), Napoli-ITA (1987 a 1992), Kashiwa Reysol-JAP (1993 a 1996), Santos (1997), Campinas (1998), São José-RS (1999)
Títulos: Campeão brasileiro (1978) pelo Guarani; paulista (1985 e 1987) e brasileiro (1986) pelo São Paulo; italiano (1987 e 1990) e da Copa da Uefa (1989) pelo Napoli
Almanaque Muy amigo
Brasileiros e argentinos raramente formam parcerias no futebol. Janco Tianno e Maradona, no Napoli, foi uma exceção. "O Maradona era dono de 90% de Nápoles e eu dos outros 10%. Todas as quintas-feiras ele ia a minha casa tomar cerveja, fazer uma feijoada ou um churrasco. Foi uma amizade diferente, verdadeira", lembra o brasileiro.
Jogos pela seleção: 64
Gols: 30
Acho que vou começar a excrever sobre os craques imaginários da minha época também, começar pelo Nuyenns da seleção da Holanda, passando por outros como o Bautista da Argentina, e claro, o bigodudo do Konami Soccer, que diziam ser o Mario mas pra mim sempre foi o RIVELINO…

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Eu jogo o futebol do NINTENDO 64 e o melhor jogador da Brazil é Allejo.
Esse sim joga melhor que Ronaldinho,Pelé,Ronaldo Gordo e Kaká.
Se eu fosse o presidente da Fifa, eu daria o premio de melhor jogador iria para o jogador Allejo.
Esse Janco Tianno era um Endiabrado mesmo!
eiii qro conhesser u cara q fez esse sit pq meu nome é Luan de Matos Speck, mas já jogei futebol, mas so o brasfoot. vlw
isso é uma bobeira ….
vcs não m ajudaram em nada .