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Dragon Quest Heroes: Rocket Slime

Postado por Asamod em terça-feira 13 março 2007 as 21:53
Arquivos sobre: Análises eNintendo DS


Capa do jogo Ficha técnica Notas diversas
Dragon Quest Heroes: Rocket Slime
UOL Jogos: n/d
Plataforma: Nintendo DS
Finalboss: n/d
Gênero: Action/Aventure

Gamepro: n/d
Distribuidora: Square Enix / TOSE
Gamespot: 7.8 (máx. 10)
Desenvolvedora: Square Enix
IGN: 8.5 (máx. 10)
Língua: Inglês
Famitsu: 34 (máx. 40)
Data de Lançamento: 19/09/2006
Eurogamer: 8 (máx. 10)
Notas GameHall
Gráficos
8.0
Design ‘cute’, alegre e engraçado, com cenários e personagens bem feitos. As cores são fortes e vivas e as animações chegam a ser cômicas.
Som
8.0
A trilha sonora e os efeitos são em grande parte da série Dragon Quest e se encaixam muito bem. A música é bastante animada, captando todo o clima e o senso de humor do jogo.
Jogabilidade
8.5
Comandos simples com boa resposta do controle. Visão amigável em perspectiva com a utilização de ambas as telas do DS. A caneta Stylus foi deixada de lado. A AI dos inimigos deixa a desejar às vezes, principalmente no início. Fãs dos antigos jogos da série Zelda vão adorar.
Diversão
9.0
Bastante ação, inimigos e cenários bem variados. As batalhas de tanque são ótimas e extremamente divertidas. Colecionar itens que são usados como munição pode ser um pouco repetitivo, mas não deixa de ser divertido também. Fator replay mediano e ainda possui alguns mini-games. Só não ganhou 10 por ser fácil demais.
Originalidade
8.0
Só pelo fato do seu personagem ser um slime já merece uma boa nota. As batalhas de tanque e as diferentes estratégias que podem ser empregadas merecem destaque. Perde nesse quesito pela história simples e comum e por usar elementos retirados da própria série Dragon Quest, além de sua jogabilidade já ser bastante comum em Adventures.
Geral
8.4
É o típico jogo que à primeira vista parece ser bobinho e sem muita pretensão, mas que vicia conforme avançamos, principalmente quando as batalhas de tanque começam. Simples, fácil e linear, extremamente atrativo e divertido. Sem dúvida um ótimo e engraçado Action/Adventure com uma pitada de RPG que agradará em cheio os fãs de Zelda e similares, e também aqueles que não se importarem com o ambiente ‘cute’ e por vezes até mesmo infantil.
Prós e Contras
+ As batalhas com o tanque são extremamente divertidas, com inúmeras possibilidades estratégicas e diversos tipos de munição
+ Gráficos de muito bom gosto que combinam com o senso de humor do jogo
+ Itens e inimigos em grandes quantidades e variações
+ Há inúmeras citações e referências de outros jogos da série Dragon Quest
- O jogo é extremamente fácil
- A AI dos inimigos deixa a desejar
- Respawn infinito, inimigos e itens nunca páram de aparecer, o que torra um pouco a paciência às vezes
Veredito

Quando você começa pensa que Rocket Slime é um jogo sem muita pretensão, bobinho e infantil. Quando as batalhas de tanque começaram, descobri o ponto forte do jogo. Simples, fácil e linear, extremamente atrativo e divertido. Sem dúvida um ótimo e engraçado Action/Adventure com uma pitada de RPG que agradará em cheio os fãs de jogos como Zelda: A Link to the Past e outros parecidos.

Imagens

DQH: Rocket Slime
DQH: Rocket Slime
DQH: Rocket Slime
DQH: Rocket Slime
DQH: Rocket Slime
DQH: Rocket Slime
DQH: Rocket Slime
DQH: Rocket Slime
DQH: Rocket Slime
DQH: Rocket Slime
DQH: Rocket Slime
DQH: Rocket Slime
DQH: Rocket Slime
DQH: Rocket Slime

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Análise por : Asamod em 13/03/2007


A série Dragon Quest

A Square e a Enix dispensam apresentações. Juntas desde abril de 2003, são responsáveis pelas franquias de sucesso absoluto como Final Fantasy, Dragon Quest, Front Mission, Kingdom Hearts, Star Ocean, Seiken Densetsu (Mana’s Series) e Chrono’s Series (já consolidadas antes mesmo dessa união e algumas ainda ganhando títulos de tempos em tempos). Por isso, qualquer que seja o jogo, há sempre uma certa pressão por parte dos fãs de que esteja à sua altura, principalmente se ele possuir nome e elementos de uma das séries de RPG mais consagradas existentes: Dragon Quest.

O primeiro Dragon Quest foi lançado pela Enix no Japão em 1986 para Nes e MSX. No Estados Unidos foi lançado somente em 1989 sob o título Dragon Warrior devido à problemas de patente, já que Dragon Quest havia sido registrado há anos por uma empresa de Livros-Jogos de guerra chamada SPI (que em 1982 foi comprada pela TSR, famosa pelo RPG de mesa Dungeons & Dragons). Por isso até 2003, quando a Square Enix conseguiu adquirir os direitos de uso do nome Dragon Quest em território norte-americano, a série por lá era conhecida como Dragon Warrior. Aliás, o primeiro jogo com o título Dragon Quest por aquelas terras foi lançado somente em 2005 para Playstation 2, o aclamado Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King, que é uma grande fonte para o jogo que falarei logo mais.

Ao todo são oito jogos lançados para diversas plataformas como Nes, Snes, MSX, PSX e PS2 (e um sendo desenvolvido especialmente para DS a ser lançado em breve), e mais diversos outros chamados de “spin-off” ou “side quests”, que são jogos paralelos que se utilizam do mesmo universo Dragon Quest fugindo um pouco do RPG clássico já consagrado, como é o caso de Dragon Quest Heroes: Rocket Slime. Isso sem contar os diversos animes e mangas já lançados. Ou seja, Dragon Quest é uma marca tão forte que no Japão chega a ser até mais famosa que Final Fantasy.

O Herói de Slimenia

Dragon Quest Heroes: Rocket Slime é o sucessor direto de Slime MoriMori Dragon Quest: Shougeki No Shippo Dan (decorou?), lançado somente no Japão em 2003 para GBA. Seguindo a linha Action/Adventure com uma leve pitada de RPG, você controla um ser azul que parece uma gelatina com olhinhos e boca chamado Rocket (existe a opção de renomeá-lo), que nada mais é do que um mísero slime, a criatura mais fraquinha e comum do mundo Dragon Quest, e também mascote oficial do título.

O reino dos slimes, Slimenia, é invadida pelos Plobs, uma gangue liderada pelos platypus (outra famosa criatura da série) composta de diversos outros seres cheios de ódio no coração. Com o tanque Platypanzer, a capital Boingburg é atacada ficando parcialmente destruída e 99 slimes são raptados, restando apenas Rocket para salvá-los. O que antes era uma cidade alegre e colorida, se torna um local em ruínas, desolado e com grandes e pesadas balas pontiagudas de canhão por todos os cantos.

Rocket precisa atravessar cenários bem feitos e animados como florestas, cavernas, planícies, desertos, montanhas, fortalezas e rios, libertando seus amigos e habitantes de Boingburg presos em grandes baús azuis deixados pelos inimigos e enfrentando diversos tipos de criaturas, a pé (ou algo parecido) e usando o lendário tanque Schleiman. Os habitantes que são salvos voltam à cidade, ajudando em sua reconstrução e abrindo locais bloqueados pelas pesadas balas de canhão, como casas, portas, pontes e passagens. As balas são numeradas conforme o peso, e cada slime, por mais incrível que pareça, consegue suportar até 1 tonelada; por exemplo, uma bala de 10 toneladas necessitaria de 10 slimes para ser removida. Além disso, opções como os mini-games, a igreja, o museu, a oficina, o shopping e até mesmo a carroça do ‘Rei Amaldiçoado’ do Dragon Quest VIII, só podem ser conseguidas depois que seus respectivos slimes forem resgatados. E como Rocket conseguirá essa proeza ?

O Caminho de um Guerreiro Slime

Os comandos são simples e fáceis apesar de confundir um pouco no início. Apertando o botão [A], Rocket pula. No ar, se o botão [A] for pressionado novamente e segurado, Rocket plana rapidamente, ideal para se esquivar de ataques terrestres e pular obstáculos. Em terra, apertando e segurando o botão [A] mais o [direcional] para algum lado, Rocket se utiliza da técnica Elasto Blast, esticando-se todo e avançando com toda a sua força rapidamente para a direção escolhida, acertando o que estiver à sua frente. Essa técnica pode ser utilizada para abrir baús, quebrar barreiras e matar inimigos, que dão dinheiro ou itens, e mais importante do que isso, pode ser utilizada para pegar e carregar objetos e criaturas, incluíndo os próprios slimes que precisam ser resgatados.

Cada objeto e criatura que o Elasto Blast atinge sai voando pelos ares, dando a oportunidade de Rocket se posicionar embaixo do alvo e assim carregá-lo por sobre a sua cabeça, o que acaba sendo engraçado de se ver devido ao pequeno tamanho do nosso herói (mas lembrem-se que slimes podem suportar até 1 tonelada). Rocket consegue carregar até 3 objetos/criaturas de uma só vez e pode atirá-los em qualquer direção com um clique no botão [B], acertando outras criaturas ou os jogando em cima de carrinhos e outros tipos de veículos que os levam diretamente à cidade, colecionando-os dessa forma. Além disso, Rocket também pode utilizar esses veículos para voltar à cidade, iniciando um novo dia. A cada novo dia iniciado é mostrada uma lista de objetos e criaturas coletadas. Enquanto estiver carregando 2 ou 3 objetos/criaturas, com um clique no botão [R] é possível trocar a ordem das coisas, útil para quando for preciso jogar alguma coisa fora sem a necessidade de se desfazer do restante da bagagem, já que Rocket sempre joga o que estiver logo acima de sua cabeça primeiro, e também para passar por algumas barreiras que só podem ser abertas segurando os objetos certos na ordem correta.

Já o botão [Y] tem a finalidade de atacar com a espada quando Rocket estiver carregando o ‘Slime Knight’, um boneco de cavaleiro slime com espada, o que nos faz lembrar dos jogos da série Zelda do Nes e Snes. Outro detalhe que nos lembra Zelda é a marcação de energia de Rocket, feitas por uma frutinha de cor laranja chamada ‘Seed of Life’ (já bem conhecida da série), no canto inferior esquerdo da tela, que podem ser encontrada pelas áreas ou presenteada pelos slimes resgatados. Já os botões [X] e [L] possuem poucas finalidades, sendo mais utilizados em menus. A caneta Stylus pode ser utilizada mas é totalmente descenessária já que todos os comandos ‘in game’ e dos menus podem ser facilmente acessados pelos botões e pelo direcional.

A tela inferior do DS mostra toda a ação do jogo no campo de batalha e na cidade, enquanto a tela superior mostra o mapa do local, onde há a possibilidade de dar um ‘zoom’ para maiores detalhes. Acredite, o mapa vem bem à calhar em algumas partes já que alguns cenários são grandes e fáceis de se perder (ainda mais pelo respawn infinito de itens e inimigos). Já nas batalhas de tanque, a tela superior mostra a imagem dos tanques, a energia deles e a posição das balas atiradas e de seus tripulantes, bem útil para bloquear os tiros e não ser pego de surpresa por algum inimigo que resolveu fazer uma invasão.

A Capital Boingburg

Boingburg é dividida por áreas, e em cada uma delas existem importantes construções que são abertas conforme os slimes são resgatados. A igreja é onde o jogo pode ser salvo e se localiza na área residencial mais pobre (também local da casa de Rocket). Já o museu, onde se pode ver todos os inimigos capturados, se localiza na área residencial mais rica e ocupa um grande espaço ao norte. Temos também a oficina do tanque Schleiman, responsável pela escolha da munição, da equipe que ajuda Rocket nas batalhas e do fortalecimento do mesmo, e que tem como responsável um tal de Sid (o jogo é da Square, portanto não é uma coincidência).

Em determinada parte do jogo, os fãs de Dragon Quest VIII podem sentir um ‘déjà vu’ com a chegada da carroça do ‘Rei Amaldiçoado’ à cidade. O melhor é que dentro dela há o famoso artefato de criação de itens, útil para se criar munições mais fortes através de receitas que os slimes podem dar quando resgatados, reciclando assim as absoletas. O castelo também merece destaque e abriga um mini-game de pintura, a única vez que a caneta Stylus precisa ser utilizada (na verdade o mini-game nada mais é do que um Paint sem graça). Já em seu jardim, mais especificamente em um buraco, se encontra a residência dos slimes ninjas, que são de extrema importância para o aprendizado de novas técnicas (como um Elasto Blast mais forte) e o avanço de Rocket na aventura. Outro local interessante é a praça localizada à esquerda na cidade, onde acontece um campeonato entre tanques, com ranking e prêmios, comandado por um slime vermelho e engraçado com sotaque italiano.

Como podem ver, a cidade possui muitos locais interessantes para se visitar e slimes para conversar, que dão dicas, vendem coisas, fazem piadinhas, abrem mini-games e te dão uma forcinha para prosseguir na jornada. Mas não é só de slime que Boingburg é composta. Toda criatura capturada aparece em algum ponto da cidade, pacificamente e aberta à conversas engraçadas, e dependendo da quantidade podem até ser utilizadas como membros da equipe do tanque. Para isso, basta capturar 30 vezes a mesma criatura e ir no museu conversar com elas, que estarão posicionadas em frente às suas próprias estátuas. Evidente que as criaturas mais fortes são as mais raras e difíceis de se capturar, e que aos poucos é normal ficarmos indo e voltando de uma área apenas para dar respawn e capturarmos mais de um determinado tipo.

Dos Criadores de Dragon Quest

Competência. Essa é a palavra que define a criação do ambiente, dos gráficos, da trilha sonora e dos efeitos. O desenho do jogo ficou a cargo de Akira Toriyama, famoso por seu trabalho com o manga Dragon Ball e com a própria série Dragon Quest, além do clássico Chrono Trigger do Snes. Apesar da grande maioria das criaturas terem sido retiradas de jogos anteriores, houve um processo de remodelação para que tudo ficasse mais fofo, com a cara de Rocket Slime. Os cenários também são detalhados, seguindo os mesmos traços. Os tanques são todos personalizados de acordo com sua tripulação e as animações são bem feitas e engraçadas. Os inimigos são bem variados, como gatos, morcegos, coelhos, lagartos de pedra resistentes ao Elasto Blast e pequenos magos que aparecem e desaparecem, entre outros com nomes sugestivos e engraçados.

Já na parte musical temos uma série de efeitos bem encaixados, alguns já conhecidos dos fãs de Dragon Quest, como na parte de criação de itens e no início de cada dia quando Rocket acorda. As músicas, em grande parte, são retiradas da própria série e são conduzidas por Koichi Sugiyama, já conhecido por seu trabalho nos demais Dragon Quest’s. Claro que todas elas são felizes e dão tom ao clima descontraído do jogo. Sabendo que ambos estão em seus postos desde o primeiro jogo da série, não poderíamos esperar nada além de um trabalho competente e bem feito, que é o que vemos em Rocket Slime.

A Lendário Schleiman

Aqui chegamos na melhor parte do jogo na minha sincera opinião. As batalhas com o tanque Schleiman são extremamente divertidas e há diversas formas de se obter a vitória. A tática utilizada, a tripulação certa e a munição bem escolhida podem fazer toda a diferença. Para dar um exemplo, lutei duas vezes contra um mesmo tanque, utilizando táticas e tripulação diferentes. Na primeira vez demorei cerca de 20 minutos para derrotar o adversário. Já na segunda vez demorei apenas 7 minutos.

Através de uma flauta mágica, obtida no castelo em Boingburg no início do jogo, Rocket tem o poder de invocar o tanque Schleiman. Isso ocorre quando inimigos posicionados em plataformas aparecem pelos cenários, e tirando algumas outras oportunidades, só mesmo nesses momentos. Rocket sobe na plataforma, toca a flauta e o lendário tanque surge, fazendo com que a batalha comece. Nessas batalhas continuamos no controle de Rocket, e assim que se inicia, ele e sua tripulação aparecem no cockpit do tanque, composto por dois canhões e alguns tubos que vão despejando a munição escolhida na Oficina em Boingburg (já citada acima), dando respawn cada vez que atingem algum alvo.

Há diversos tipos de munições. Para se ter uma idéia, tudo o que aparece no cenário e que pode ser colocado em cima dos transportes para ser levado à cidade pode ser escolhido como munição. Baús, pedras, bolas de ferro, pesos, flechas, mísseis, bombas, espadas, estrelas ninja são apenas alguns exemplos de munições de ataque, cada um com sua própria velocidade e dano, importante para saber qual estratégia adotar já que velocidade é muito importante. Há também munições que servem como defesa como é o caso dos escudos e dos boomerangs, que causam pouquíssimo dano mas que são ótimos para bloquear os ataques inimigos, já que os objetos quando se encontram no ar são desviados de sua trajetória e descartados. Temos também algumas munições com características especiais como é o caso da erva medicinal que recupera a energia do tanque quando utilizada, e o frasco de óleo que acaba queimando o cockpit do tanque inimigo e quem estiver dentro nele.

Os ataques funcionam da seguinte forma: a munição cai dos tubos espalhados pelo tanque e são jogadas dentro dos canhões, que as lançam com toda força em direção ao tanque inimigo. Um canhão aponta pra cima, com a munição depositada nele fazendo um arco até o tanque inimigo, e o outro aponta diretamente para frente, com o tiro seguindo uma linha reta. Na verdade esse posicionamento nada muda, pois em se tratando de bloqueios, a munição colocada no canhão que aponta para cima só pode bloquear tiros vindo do canhão de cima do tanque inimigo, e isso ocorre com o outro canhão também, com exceção do boomerang que tem a capacidade de ir para cima e para baixo independente do canhão utilizado. Além do mais você pode colocar membros de sua própria tripulação e até mesmo Rocket para chegar até o tanque inimigo pelo ar e entrar pelo cockpit, ótimo para ataques rápidos de surpresa e invasões, sem precisar destruir a porta frontal existente nos tanques (claro que isso se nenhum tiro te acertar antes fazendo com que você caia no meio do caminho).

Cada tanque possui uma porta frontal que se abre para os seus próprios membros. Essa porta pode ser destruída e o tanque pode ser invadido por terra. Destruíndo os computadores existentes ao redor de cada tubo, o respawn da munição fica mais devagar, dando uma vantagem bem grande para o tanque adversário já que este pode atirar à vontade sem ter seus tiros bloqueados. Quando a energia de um tanque acabar é a hora de invadí-lo, pois todo seu sistema de defesa e ataque estarão prejudicados. A porta frontal estará destruída e só restará mesmo o seu motor principal, que é geralmente guardado por uma resistente porta e algumas barreiras que só podem ser destruídas nesse momento, através de Elasto Blast ou objetos lançados. Passando por essas barreiras, um único Elasto Blast no motor e pronto: vitória.

Além do nosso herói, pode-se ter outros 3 membros na tripulação, que entre outras coisas podem invadir o tanque adversário, usar os canhões, coletar e entregar munições à Rocket e expulsar intrusos do tanque, dependendo da sua escolha e do AI, já que cada membro possui ações pré-determinadas. Por exemplo, um só pode expulsar os intrusos do tanque e usar o canhão superior. Outro só pode invadir o tanque adversário e usar o canhão inferior. Normalmente cada um possui apenas duas ações desse tipo, mas há algumas exceções. A estratégia de saber qual membro escolher (isso é feito na Oficina em Boingburg) e qual estratégia adotar em cada momento das batalhas é muito importante para se obter a vitória. Diferentemente de Rocket, quando a energia deles acaba, eles morrem por um curto período de tempo e depois reaparecem seguindo as mesmas ordens determinadas antes de morrerem. Já se Rocket morrer, é fim de jogo.

Conclusão

Comecei a jogar Dragon Quest Heroes: Rocket Slime sem muita pretensão e de início o achei bobinho e infantil. Aos poucos fui mudando de opinião, me sentindo envolvido pela jogabilidade simples e pela já clássica história de se colecionar objetos e criaturas. Quando as batalhas de tanque começaram, descobri o ponto forte do jogo. Simples, fácil e linear, extremamente atrativo e divertido. Sem dúvida um ótimo e engraçado Action/Adventure com uma pitada de RPG que agradará em cheio os fãs de jogos como Zelda: A Link to the Past e outros parecidos. Um dos melhores e mais divertidos jogos de Nintendo DS até o momento e altamente recomendável.


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4 Comentários for 'Dragon Quest Heroes: Rocket Slime'

  1.  
    SyaoranLi SyaoranLi
    13 março, 2007 | 23:51
     

    o jogo parece legal, vale a pena conferir, valeu pelo excelente review =]

  2.  
    14 março, 2007 | 17:21
     

    [...] Ae eu cheio de problemas, aparece o ASAMOD do nada e me entrega uma PUTA análise do “Dragon Quest: Rocket Slime”, e isso é bem legal, quando um amigo da Gamehall chega do zero, e você nem espera, de repente o cara taca um texto gigantesco sobre o jogo, de forma completa. Isso é Gamehall. [...]

  3.  
    Derlan Derlan
    10 abril, 2007 | 0:41
     

    eu gostaria de saber se vcs tem o detonado de dragon warrior 7 do ps1?

    mas pelas qualidades q eu vi o jogo é um dos melhores!!

  4.  
    Nickolas Nickolas
    21 junho, 2007 | 16:31
     

    Eu jogo esse jogo é muito lol viiiiiiiiciei as batalhas de tanque com o meu time ninja ´´e vitoria na certa

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