| Capa do jogo | Ficha técnica | Notas diversas |
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Prós do game: Visual fantástico. Músicas deslumbrantes. Jogabilidade perfeita. Personagens cativantes… É o antigo selo Nintendo em sua máxima qualidade. Contras do game: Nada ! Zero ! Fechou ! |
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| Análise por : Kadaj em 25/03/2006 |
Nos tempos primórdios dos games, um desconhecido criou um game onde um macaco jogava barris em um personagem de vermelho, que pulando e se utilizando dos desníveis do cenário, subir até onde estava este macaco, para assim salvar sua amada das garras deste primata. Desta história, saíram três dos seres mais famosos e amados pela maioria dos gamers. Shigero Myamoto, o criador do game acima descrito de peculiar nome "Donkey Kong": O encanador Mário, considerado obra máxima de Myamoto, a princesa Peach, e por último, mas não menos importante, o macaco mais querido por todos do mundo dos games, o próprio Donkey Kong.
Nascido nessa áurea época dos 8 bits, Donkey Kong teve sua estréia solo no Snes, em um game que leva no título seu próprio nome, como de costume diga-se de passagem. Considerado um dos games mais espetaculares do Snes, e de qualquer outra plataforma, Donkey Kong pegou muita gente de surpresa na época de seu lançamento, pois ninguém esperava tanta qualidade, em especial no visual do game, provinda de um Snes. Cumprindo muito bem seu papel de game de aventura, Donkey Kong tem variedade de sobra.
Pra começar, não apenas o “macaco mór” Donkey Kong pode ser controlado pelo personagem, ele tem um companheiro de aventuras, Diddy Kong. A opção entre um ou outro é determinante crucial em algumas partes do game, devido às peculiaridades de cada um: Donkey Kong é maior e mais forte, entretanto é mais lento e pesado para os saltos; Diddy Kong apesar de ser bem mais fraco e pequeno, tem velocidade e agilidade de sobra. Cada fase de Donkey Kong é um show a parte, indo de áreas abertas a construções de madeira e fases aquáticas, uma mais bem feita e interativa que a outra.
As fases que tem um toque aquático, aliás, são um espetáculo "bem" à parte. Tais fases têm um efeito tridimensional nunca mais visto em games da geração 16 bits (Vector Man do Mega até era bonitinho, mas não chega perto). O efeito do nadar, a movimentação da água e o efeito desta movimentação nos personagens é de um realismo tão incrível, que faz muito jogo por aí ficar envergonhado de suas representações de água (jogue Vietcong para PS2 e vai entender…).
Cada fase, além de muito bem trabalhadas, tem uma boa variação de inimigos, o que não deixa o game com cara de repetido do começo ao fim, e quando você por acaso pensar que pode se cansar dos inimigos, vem a surpresa: um chefe. Cada chefe de Donkey Kong é vivo, criativo e exige do jogador o mesmo nível de criatividade que a equipe de produção teve para criá-lo, somente para destruí-lo. É claro que para os padrões atuais eles são bem fáceis e infantis, mas para a época em que foram criados, eles eram o “bicho pegando”, julgá-los bobos atualmente é praticamente um pecado. Além de tudo, ainda era possível montar alguns animais como um rinoceronte e um peixe espada para ajudarem na aventura, animais estes que além deste auxílio no game, ainda podem ser utilizados em fases bônus criativas e divertidas.

E também é fato que Donkey Kong definiu a única e melhor utilização de bananas e barris de toda a história videogamística. Um game que tem tudo isso não poderia ser ruim certo? Errado, um game com isso tudo pode ser ruim se sua jogabilidade for ruim. Mas não se preocupe, pois Donkey Kong passa bem longe deste mau. Sua jogabilidade é rápida, precisa, intuitiva e de fácil assimilação. É possível realizar muitos comandos com Donkey e Diddy, mas com apenas a utilização dos três botões básicos (Y, B e A) e o direcional, fazendo da jogabilidade de Donkey Kong algo que, talvez, seja superior ao seu visual.
Entretanto, um game não é uma experiência completa, se ele não alegrar nossos ouvidos enquanto o jogo rola, e nesse ponto novamente Donkey Kong nos surpreende. As músicas vão de agitadas, a calmas e tranqüilas com a mesma qualidade. Todas as músicas, independentes do momento do game, ou seja, tanto as calmas, quanto as agitadas, dão a impressão de serem orquestradas, mesmo isto sendo impossível de ser realizado em um Snes, isso mostra a competência da equipe do game em extrair o máximo do console em todos os aspectos. Em relação às composições musicais do game, com certeza, as direcionadas para as fases aquáticas do game são as melhores. Estas músicas são tão gostosas de serem ouvidas que dá vontade de parar de jogar e ficar apenas escutando, são músicas de uma beleza quase divina. Muita gente pode achar que estou exagerando, mas quem se lembra sabe que é assim.

“Para um bom herói, um bom vilão”, esta é uma máxima quase que obrigatória para o cinema e que deve ser aplicada também nos games, pois, não teria sentido a existência de um herói, se não existisse primeiro, um vilão. E também aqui Donkey Kong dá uma lição de criatividade. Partindo do pressuposto de que Donkey Kong é muito mais um anti-herói que um herói, assim como Diddy Kong, nada mais legal que o vilão seja também um anti-vilão, e assim ele é. Apresentando um humor esculachado, e sendo um vilão bem “bobão” (no bom sentido da palavra), o “final Boss” de Donkey Kong é um vilão genial e que rende boas risadas, pra começar, um crocodilo roubando bananas não é nada ortodoxo.

Para falar a verdade, todo o elenco é bem interessante, sendo a personalidade de um, mais esculachada que a do outro. Donkey Kong, é outro jogo do Snes que realmente marcou o mundo dos games, é um game que mostra que a Nintendo já foi uma empresa intocável e que precisa suar muito para atingir o status e o prestígio que já teve com os jogadores e com toda a mídia videogamística, o que convenhamos vale para Rare que até hoje depois de se bandear para o lado da Microsoft não mostrou ainda muito progresso com milhares de adiamentos de seus jogos desta nova geração. Outras duas continuações (Donkey Kong 2 e 3) foram criadas para Snes, e um game para Nintendo 64 também viu a luz do dia (Donkey Kong 64). Entretanto nenhum destes games provindos depois do original fez tanto sucesso e impacto quanto Donkey Kong o fez.
Donkey Kong é um jogo obrigatório para qualquer amante da oitava arte (gosto de chamar o mundo dos games assim). Somente uma palavra pode definir Donkey Kong: Perfeição! .









Se tem um game que merece nota 10 é esse!
Obra prima do Snes!
Merecido selo de qualidade.
[...] A E3 de 2005 havia sido um divisor de águas no mundo dos videogames, pois parecia que a Sony ia facilmente levar uma grande vantagem sobre as concorrentes. Enquanto a Microsoft mostrava vídeos de jogos rodando em tempo real, a Sony mostrava aquelas CG´s magníficas como sendo rodadas em tempo real no Ps3. A Nintendo então estava quetinha na dela, e nada do Revolution. Muitos duvidavam que realmente poderia sair esse console, inclusive eu. Parecia que tudo estava caminhando pra mais uma festa da Sony na próxima geração. Como eu disse uma vez no programa GameHall, "não tem pra ninguém".O tempo se passou, o Xbox 360 é uma realidade, disponível em vários cantos de mundo, e claro no Brasil os fanáticos já recorreram a importação ou contrabando. O que importa é que já estão curtindo a Next Gen, ainda que meio acanhada mas está valendo. Muitos jogos apresentados nessa E3 realmente rodando na plataforma de Bill Gates foram mostrados e tem tudo pra fazer um grande sucesso.A Nintendo calou a boca de muita gente e mostrou seu console inovando completamente no quesito jogabilidade. Com um preço que se imagina ser muito inferior às outras empresas (provavelmente 200 dólares), ela tem tudo pra conseguir fincar novamente sua bandeira no mercado, que na geração passada com o Gamecube não foi exatamente um grande sucesso.Nessa E3 a máscara da Sony caiu de forma terrível, afinal nenhum dos jogos que foram apresentados chegaram a um nível sequer de 30 porcento do que foram mostrados no evento do ano passado. E agora me pergunto, o que será de nós ?Pergunto isso pois, estamos a ponto de uma verdadeira revolução nos paradigmas dos videogames, com a entrada do Wii como um console totalmente novo, e talvez a perda da liderança da Sony para a Microsoft. Em toda história gamística, nenhuma empresa conseguiu liderar consecutivamente mais de 2 gerações, e ao que parece a Sony pode sim perder o trono. Seria isso uma boa ?Como jogador, eu sempre adotei mais de um videogame, nunca fui de ter apenas um console de uma empresa e ficar "torcendo" por ela, como fazem os chamados e terríveis "istas". Só que como a grana é curta, sempre peguei primeiro um videogame que mais me agradasse, pra depois comprar o concorrente, geralmente quando este já somava vários sinais de cansaço. Foi assim com o Snes por exemplo, eu tive o Megadrive durante um ano pra depois pegar o concorrente da Nintendo, porém tive a sorte de pegar quando a Big N virou o mercado com Donkey Kong Country e assumiu a liderança.Nessa geração o primeiro videogame que eu comprei foi o Ps2, e tive a oportunidade de ser um dos primeiros no Brasil a possuí-lo, com uma semana de lançamento no Japão já estava com meu aparelho em casa com Ridge Racer V. Quem tem pressa come crú mas eu não arrependo, foi uma ótima época e que me trouxe boas diversões. A mudança de gráficos do Ps1 para o Ps2 foi tamanha que mudou pra sempre como os videogames eram vistos pelas pessoas comuns.Acontece que nessa mudança de geração, a Sony alardeou que o Ps3 seria um monstro de hardware e que deixaria os concorrentes no chinelo, além de que a diferença do Ps2 para o Ps3 seria ainda maior do que o que aconteceu no antecessor. Mas acontece que nessa E3 as coisas que foram mostradas levam a crer que a diferença não é tão absurda assim! Tem muita coisa interessante, mas já não impressiona tanto! Ficamos mal acostumados com os últimos lançamentos tanto para Ps2, Xbox e Gamecube levando os videogames ao seu consumo de recursos máximo que os primeiros jogos desta geração já não chamam essa atenção toda. Tirando alguns como Gears of War que mostram diversos aspectos bacanas no quesito gráfico, o resto está mais ou menos nivelado, afinal não é de imediato que as produtoras conseguem extrair muitos recursos dos consoles. Claro não vou discutir aqui os trailers de Metal Gear Solid 4 ou de Final Fantasy XIII afinal são apenas trailers e eu não vou levar isso em conta nesse momento da minha análise.O grande trunfo do Ps3 era exatamente o quesito gráfico que seria algo descomunal em relação aos concorrentes. "Vocês vão jogar CG´s" era mais ou menos isso que queriam que a gente acreditasse. E realmente muitos acreditaram, e eu fui um destes que vendo vídeos de "Killzone" ou "Motorstorm", me deixaram super feliz de termos chegado nesse patamar. Porém a decepção foi tanta, e não fui apenas eu que me decepcionei. Conversando com várias pessoas na E3, inclusive não apenas brasileiros, os olhares de descontentamento eram visíveis quando o assunto era o Ps3. Outras coisinhas como as entradas HDMI e pra Memory Card, que foram removidas da versão mais "barata" do aparelho foram tão esquecidas com essa bomba de que o Ps3 não era o "absurdo gráfico", que vi poucas pessoas comentarem sobre esse quesito.Voltando ao Brasil tive oportunidade de falar com alguns "Sonystas", e ví que o discurso deles agora mudou. "Gráficos não importam, o que importa são as franquias como Metal Gear e Final Fantasy" disse um deles. Meu deus, então quer dizer que vamos nos conformar com isso e comprar esse aparelho por 600 dólares? Isso me lembra muito nosso querido 3DO que com um preço ridículo de 750 dólares foi sucumbido pelas concorrentes, justamente por não ser tudo aquilo que prometia. Eu fui mais um dos palhaços que pagaram esse preço por esse videogame, em dólar ainda por cima! Tudo bem que tinha jogos legais, como Killing Time e Need for Speed, mas do ponto de vista de hoje, é óbvio que foi uma burrada. Trailer de Final Fantasy XIII é parecido com o que foi mostrado em 2005 dos jogos que fariam a line-up do console da Sony. Você acredita que o jogo será como no trailer? Seria o Ps3 um novo 3DO? Bom, o 3DO não tinha Gran Turismo, Metal Gear ou Final Fantasy certo? Vejamos, na época ele tinha outros concorrentes bem mais "fracos" que ele como o Snes, porém a história diz que hardware definitivamente não é o fator de decisão na compra do usuário, e sim o software, e o Snes era muito superior nessa questão. Hoje a Sony com seu Ps3 tem concorrentes fortíssimos, como o Xbox 360 que tem basicamente o mesmo poder de fogo da concorrente, e o Nintendo Wii que traz uma nova forma de jogar. Ou seja se o trunfo desta não é mais o gráfico, e sim as franquias, as outras concorrentes tem ainda mais chances de conseguirem sair na frente por ter várias empresas distribuindo jogos de ótima qualidade em seus consoles, e ainda mais um fator que é a "traição" se podemos chamar assim. Lembram que Resident Evil 4 seria exclusivo pro Gamecube? Então, o que pode barrar a Konami em lançar um Metal Gear Solid 4 para o Xbox 360? Dinheiro? Orgulho japonês? Me perdoem os "istas" mas nessa hora dinheiro é tudo, e a Microsoft praticamente é uma "fábrica dinheiro". Protótipo do BluRay, o grande vilão do preço absurdo segundo a própria Sony. E o Wii nessa briga? Tem muitas chances de sair vencedor. Sim, vencedor, imaginem que por esse preço de 200 dólares (que é o preço que todos consoles da Nintendo foram postos a venda, mas não é confirmado ainda) consiga fisgar tanto os consumidores "pesados" que curtem ter mais de 2 sistemas, e ainda os consumidores casuais que nunca jogaram videogame, que é a platéia que a Nintendo quer chegar. Bom imaginem isso tudo com uma gama ótima de softwares do nível de "Zelda", e teremos aqui um console a ser batido e não mais o terceiro da preferência.O nome Playstation é fortíssimo, ninguém nega isso. É tão forte que já virou sinônimo de videogame em diversas partes do globo. "Vamos jogar Playstation em sua casa hoje?" diriam alguns, e é a realidade.Nessa geração eu adotei o Ps2 como a grande "mãe" da minhas diversões eletrônicas, principalmente pela grande gama e variedade de lançamentos. Tem jogos de todos tipos pra Ps2, é só querer e escolher. Já o Xbox foi pra mim aquele pai meio sisudo, que de vez em quando você leva aquele papo sério com ele. Tive várias "conversas" principalmente com jogos de primeira pessoa como Doom 3, Half-Life 2, e a série Halo, mas também os jogos multiplataforma que eram infinitamente melhores no console da Microsoft. Já o Gamecube foi aquela tia legal que todo fim de semana te visita e te leva um presente bacana. Com ele me diverti a beça com os jogos de Mario, Zelda, Metroid e todas suas variações que só a Nintendo poderia me trazer. Ocelott bem que poderia se materializar e dar uma surra nesses safados da Sony! Mas o Ps2 realmente era a mãezona, com diversos títulos de RPG, jogos diferentes como Katamari Damacy e também os eternos "Winning Eleven". Ou seja, a Sony continuando seu reinado eu tinha certeza de ter bons títulos em minhas mãos. Mas e se a vaca for pro brejo? Jogarei apenas títulos de primeira pessoa ou "american like" daqui em diante? Provavelmente não, mas essa variedade de títulos diferentes vai acabar com toda certeza, e eu tenho medo disso.Temos aqui o lance do Ps3 usar uma mídia proprietária da própria Sony, ao contrário de seu Ps2 que usa uma mídia padrão "DVD". A história ensina que a Sony sempre criou ótimas mídias mas fracassou comercialmente em praticamente todas suas tentativas. Suas mídias sempre foram boas mas sempre um passo a frente de seu tempo, obrigando a serem caras demais para o consumidor. Foi assim no caso do Betamax contra o VHS, e todos sabem o que ocorreu. Depois vieram o Minidisc que perdeu feio para os tocadores de Mp3. Recentemente o UMD do PSP que está sendo desacreditado e diversas produtoras de cinema estão abandonando o formato. Será assim também com o BluRay e seus 50 gigas megalomaníacos? Nenhum jogo de imediato vai usar isso, mas filmes sim. Porém, se a versão barata do Ps3 não incluirá a saída HDMI pra que usar o BluRay como mídia padrão? Estranho…As produtoras de cinema estão apoiando fortemente a Sony com o BluRay desta vez, existem muito mais empresas com o BluRay do que com o HD DVD da Microsoft. Mas o Windows Vista tá ae, e ele suportará esse formato. Ou seja, pirataria em breve e um dos fatores que mais ajudam a popularizar as mídias sem dúvida tem nos piratas um reforço.Vamos imaginar aqui três cenários que podem acontecer, afinal, não sou analista de mercado nem gabaritado pra esse tipo de coisa, estou fazendo aqui o que eu acho que pode acontecer baseado em minhas experiências de consumidor final desde 1982 quando eu comecei a jogar videogames.Cenário 1: [...]
o melhor jogo de super nitendo
legal ter um jogo fantástico desses no super nintendo. Bem legal mesmo!!!!!!!!!!!!!!!
Donkey Kong Country é realmente um dos melhores jogos da história, para não dizer o melhor! Simplesmente F-A-N-T-Ã-S-T-I-C-O!!!
gostaria de saber se existe alguma forma de baixar este jogo para meu computador
os 3 do Snes são animais
, ótima materia
Vcs já viram a Dixie Kong? Pois é, mostra ela no jogo Donkey Kong Country 2!
esse game n precisa de comentariso ja nasceu classico…
Quem nunca jogou vai morrer infeliz…!!
Louco esse game da nintendo
se hj eu gosto tanto de video game,esta ai um dos culpados por isso.
Donkey Kong e Diddy Kong saem para uma aventura fantástica em busca de um capitão chamado K.Roll. Mas no caminho teram que passar de perigos, se aventurar e se divertir. Realmente esse jogo é Super Jogo de Super Nintendo.
Saudades desse macaco…heheheh…ô infância boa…
bom demais, jogabilidade perfeita, sem duvida um dos melhores que ja vi.
very good!
saudades desse tempo…
That’s great!
Jogão merece todos os 10 da analise,excelente analise por sinal.
bom demais!