| Capa do jogo | Ficha técnica | Notas diversas |
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Prós do game: Visual fabuloso e orgástico(hehe), som muito bem trabalhado, jogabilidade excelente e o conceito de que a simplicidade é um fator a favor de um game levado ao extremo. De ante mão, o game mais fantástico desta geração. Contras do game: O game é um pouco menor que o esperado e a falta de um modo multiplayer. |
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| Análise por : Kadaj em 11/03/2006 |
Depois de Halo, muito se especulou quanto ao futuro dos shooters nos consoles caseiros da atual geração. Dentre todos os shooters “pós –Halo”, o que mais ganhou notoriedade foi Kill Zone, game este que, devido a Sony e a produtora Guerrilha chegou a ser batizado de “Halo Killer”. E infelizmente Kill Zone não pegou.
As reclamações quanto a Kill Zone se davam em especial aos constantes bugs de imagem, alem da linearidade do game, algo que para um game que prometia não ser linear e ser visualmente lindo foi um desastre. Apesar disso o game foi por um bom tempo o melhor shooter do PS2.
O segundo shooter que ganhou uma grande notoriedade foi Project: Snowblind, que apesar de não ter tido o hype que teve Kill Zone, ficou com o titulo de melhor shooter para o PS2 durante muito tempo, sendo considerado por muitos, um game melhor do que o próprio Halo.
Entretanto, mesmo com Project: Snowblind, Halo ainda era visto como o melhor Shooter desenvolvido para consoles por toda a indústria videogamístca. Era… Pois surgiu o rei absoluto dentre todos os shooters.
Vindo das mesmas mentes lunáticas que criaram Burnout, a Criterion acaba de lançar o shooter que mau saiu e que já mastigou, pisoteou e gargalhou do antigo campeão Halo. Lhes apresento Black.
O ápice dos shooters
Desde o seu período de desenvolvimento, Black atraiu uma atenção toda especial para si, em especial, por dois motivos: O primeiro eram os vídeos de destruição incessante que Black apresentava. O segundo, foi o hype que este despertou após tais vídeos de ser o real “Halo Killer”.
Tal hype não era atoa. Nos traillers apresentados pela Criterion de Black, notava-se algo que não existia em nenhum outro shooter, seja ele para consoles ou PCs: a destruição radical e total do cenário durante o tiroteio, ou seja, uma interação nunca antes vista em game NENHUM.
Tudo indicava que um game deste calibre apenas rodaria em um X-Box 360, ate que veio a inesperada surpresa: o game estava sendo desenvolvido para X-box e (acredite) PS2!
A partir daí, o hype em torno do game se elevou a potencia de 1000, e este foi considerado o próximo “Halo Killer” da geração 128. Muitos estavam certos disso, porém , após Kill Zone, muitos estavam rindo da possibilidade. Ate que o game foi lançado oficialmente, e…
Bom, e notasse que Halo não é nada perto da grandiosidade de Black, como já foi dito acima, e como será dito muitas vezes ainda durante o decorrer desta matéria.
Após tanto elogio para Black, imagino que devem estar muito curiosos quanto ao o que faz deste game tão superior assim a todos os outros shooters de consoles, elevando-o a potencia de um FEAR ou um Half Live 2. Para saber disto duas coisas são necessárias: que leiam o resto desta analise e que logo após, corram desesperadamente para comprar e jogar essa obra prima do entretenimento eletrônico.
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Takedown!!!
Esta foi uma palavra muito famosa depois do sucesso que foi Burnout 3. O motivo de tanto sucesso com certeza foi o nível de destruição e explosões inacreditáveis para um game de corrida. Na verdade, parece que o game, apesar de ser um racer game, foi desenvolvido com foco na destruição total e iminente.
Agora, imagine a mesma equipe insana, que em um game de corrida fez tudo isso, trabalhando em um game onde atirar e destruir é o foco principal por natureza, e você terá uma impressão exata do que é Black.
Destruir, matar, destruir, explodir e destruir de novo é o que o jogador fará durante todo o game. Para muitos, tal frase pode parecer provinda de um game que é tão duro e flexível como um tijolo, mas acredite, é exatamente por esta “simplicidade” que você amará Black, mesmo porque, o que pode ser melhor do que destruir tudo a sua volta com uma AK-47 filha da p***? Eu sei o que, NADA!
Começando do começo
Bem…, passando este meu momento de empolgação de destruição total e iminente, vamos a uma analise técnica e necessária deste explosivo game.
Isso é um jogo de 360?
Esta será a pergunta de qualquer um que tenha um pouco de noção de games ao ver de relance uma imagem de Black. Esqueça Dead or Alive 4, esqueça Call of Duty 2, esqueça Perfect Dark Zero, esqueça tudo o que já teve a chance de ver em um 360. Pois o que estará vendo, é um game de PS2 que vai lhe enganar completamente neste sentido!
Não, isto não é exagero. Assim que você der o primeiro tiro no game, entendera o porque deste game ser o mais belo desta e ate mesmo do começo da próxima geração. Assim que começar o tiroteio, você vai começar a babar. Serão vidros se espedaçando, pontes caindo e se destruindo, explosões totalmente pirotécnicas acontecendo na sua frente, pilastras virando farinha a cada tiro… São tantas coisas que podem ser destruídas e explodidas que parece que o PS2 não vai agüentar e explodir ou dar um pau violento.
Toda esta pirotecnia ainda é banhada com poeira levantando a todo momento, e acredite, muita poeira. Daí você pensa: “eu já vi isto em FEAR”, e eu lhe digo meu amigo, não viu não!
Em FEAR cada tiro dado realmente levanta uma poeirinha no local acertado, mas em Black isso não seria suficiente, pois se uma ponte cai, ou se um tanque de guerra é destruído depois de um tiro de bazuca, uma "poeirinha" não seria suficiente para traduzir o que realmente aconteceria na realidade.
As partículas de poeira em Black são de tamanha qualidade e quantidade que em certos momentos o jogador não vai ver nem um pedaço de pau na frente do nariz, tamanha foi a destruição e a pirotecnia que o próprio jogador causou no cenário. Parece muito forçado? Talvez. É a coisa mais impresionante que você vera até Kill Zone 2 para PS2? Com toda a certeza.
Não é apenas na pirotecnia que o visual de Black se destaca, todos os personagens, desde os principais, ate os coadjuvantes, sejam aliados ou inimigos, são construídos com um numero respeitável de polígonos e texturas, o que da aos seres humanos do game uma naturalidade fora de serie.
Não satisfeitos com isso, A Criterion também teve todo este trabalho para com os cenários do game. Todos muito belos, realistas e prontinhos para serem totalmente destrutíveis em uma orgia de destruição. Destaque para os efeitos metálicos, de partículas de pó e de vidro, que se estilhaçam com uma naturalidade digna de Half Life 2 (quem já jogou HL2, vai entender).
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Outro ponto extremamente positivo foi a competencia da equipe na modelação das armas do game. Todas com um nível de realismo impressionante devido a um sistema de reflexo e metalização fora do comum.
Por falar em armas, segue-se a seguinte listagem das mesmas no game:
> Glock
> Pistol
> Revolver
> MP5
> P90
> MAC 10 Elite
> OICW
> M249 B.F.G
> SPAS 12
> Remington 2
> M4
> G36
> Walther 2000
> M203
> RPG
Além destas temos as armas que merecem destaque devido seu grau de possibilidade de destruição total:
> AK-47
> Desert Eagle
> Uzi
Destas, com certeza a AK-47 é a melhor arma de todas. Quando você pegar uma e começar a atirar pra tudo quanto é canto, não serão raras as vezes que irá dizer: “P*** que pariu, essa arma é a mais filha da p*** de todas!!!!!!”
Com toda esta qualidade você pode pensar que os cenários devem ser bem simples e que o frame rate deve ser um inferno de instável, em especial no PS2 certo? Bom, se pensou isso, nunca esteve tão errado em sua pobre vida.
Na verdade, o que se vê é o contrário total. Todos os cenários são super detalhados e o frame rate quase nunca cai, mesmo quando está ao mesmo tempo na tela: tiros, personagens, fumaça, explosões, destruiçao, até a sua sogra poderia estar ali, e o frame rate dificilmente cairia.
Enfim, que me desculpe o 360, que me desculpe o Game Cube e seu Resisdent Evil 4, que me desculpe o X-Box e seu Ninja Gaiden, mas com larga vantagem Black é o game mais belo desta geração e não vai ser mais batido neste aspecto. Um trabalho digno de oscar da Criterion que está de parabéns!
Aumenta o som que vale a pena
Assim como Kill Zone, Black tem uma sonoplastia primorosa nos dois sentidos: tanto o de efeitos especiais, quanto a musica do game.
No fator efeitos especiais ele é uma espetáculo a parte. Apesar de toda a zona que se vê na tela, tudo tem sua sonoplastia individual. Você vai escutar o som da fumaça, o som dos tiros, o som dos soldados conversando, o som dos vidros sendo destruídos, o som das pilastras sendo esfarinhadas, o som de seu coração batendo feito louco… Peraí, este último não tem nada haver com o som do game, é só você mesmo.
Apesar de na hora, tudo parecer uma zona, é a zona mais organizada possível, mesmo porque, em uma guerra, tudo isso se mistura causando medo e pânico. E é isso que a sonoplastia in-game de Black fará para o jogador.
Já na parte da trilha sonora, o game realmente se superou. A Criterion selecionou para a produção da trilha sonora o produtor musical Michael Giacchino e o compositor Chris Tilton.
Experientes no ramo, ambos já trabalharam em game como Medal of Honor e Call of Duty, Logo já se poderia esperar algo da mais alta qualidade, mas o que se viu, foi algo muito superior aos game citados.
O tema de Black, é o tema mais belo já feito para um game de Guerra, enquanto as outras trilhas seguem de muito perto a mesma superior qualidade do tema. A trilha tem mais de 40 minutos de duração da mais bela música característica de guerras que já se ouviu em um game. Ação, heroísmo, drama… Tudo representado sonoplasticamente de maneira triunfal.
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Tão gostoso de jogar, quanto é ver e ouvir!!
Um game, seja de qualquer gênero, não é nada, mesmo que belo, sem uma jogabilidade sólida e gostosa, e neste ponto, Black volta a brilhar novamente.
Fácil de ser jogado, macios controles, mira perfeita, isto resume bem o que é jogar Black. Tanto no controle do X-Box, quanto no Dual Shock do PS2, o game se sai muito bem. Neste jogo, você não poderá se utilizar da desculpa do controle por ter errado o alvo que estava a 2cm de você e morrer por isso, porque os controles estão perfeitos.
Aliás, um mito que se criou em Black, foi que somente se precisaria ser o Rambo, saindo na frente de todos e matando tudo, para se dar bem no game. Quem jogar deste jeito não vai durar 10 minutos no game.
Apesar disto ser muito divertido, a estratégia é sim necessária para proseguir no game. Momentos em que se deve esconder e esperar a hora certa para ataquar, e momentos em que o melhor é dar uma de Snake e se esconder nas sombras, pegando o inimigo de surpresa, não serão raros e são necessários para o prosseguimento no game.
Ou seja, é preciso atirar muito, mas usar a cabeça de vez enquando, alem de lhe ajudar muito durante certos momentos do game, não mata ninguém!
E não tem história? Tem sim senhor!
Apesar de você, leitor, já ter lido em muitos lugares que o game não tem historia, isso é uma mentira muito deslavada.
O game tem sim uma história, que assim como o game como um todo é simples, sem todos os clichês de Medal of Honors da vida, e que apesar de simples, é funcional e agrada ao invés de amassar barro e estragar a experiência de incessante ação de Black.
Em Black, o jogador encarna Jack Keller. Jack é um mercenário que que nesta missão esta envolvido com um grupo militar clandestino do Leste da Europa.
Simples assim, você parte sabendo disso e durante o game, caso repare nas cenas de historia, descobre uma coisinha ou outra mais importante na historia, Digo caso você repare as cenas de historia, porque na verdade elas nem são muito reparadas durante o game, pois você provavelmente vai quer mesmo é atirar mais e mais.
Entretanto é bom ressaltar, que caso escolha prestar atenção nestas cenas, verá que o game tem sim uma historia, e que ao final do game, deixa vão para uma continuação, o que seria uma delicia em um provável PS3.
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Mas como nunca tudo são flores
Como nenhum game é perfeito, Black tem uma falha que poderia ser melhor trabalhada. O game é pequeno. Um jogador sem muita experiência, terminará o game em um final de semana ou no maximo em três dias. Já jogadores experientes, poderão termina-lo em um sábado bem jogado.
É possível que uma justificativa para isso seja todos os excessos absurdos que este game apresenta em seu visual, mas ainda assim fica ao fim do game aquele gostinho de quero mais.
E para os donos de PS2, o game tem mais falhinhas visuais (quase imperceptíveis) e mais quedas de frame (mais imperceptíveis ainda) quando comparado com a versão de X-Box. Mas são coisas tão pequenas que somente os mais chatos vão ficar enchendo sobre isso.
O mais drástico com certeza é a falta de um multiplayer em Black, mas isso também pode ser justificado por todo o trabalho feito com o visual do game, e o curto período de tempo que sua produção teve.
Detalhes estes que com certeza serão retratados na certa e necessária continuação de Black.
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Ao fim da Guerra, glórias aos vencedores
Enfim, em palavras isto é Black, um game ridicularmente bonito, sonoplasticamente fantástico, com uma jogabilidade afiada e que em sua simplicidade, se torna original e único, devido como tal simplicidade foi usada totalmente a favor do game.
Saudemos o rei dos Shooters então… Saudemos a Criterion por ter feito algo que nunca mais será feito em um game desta geração… Enfim, saudemos Black, o game destruiu Halo de todas as formas possíveis e imagináveis. Sorry Microsoft!!!!















Esta analise é tão boa quanto a inteligência de quem a fez, destruir HALO?, onde? um jogo com pouco mais de meia duzias de fases , inteligencia artificial ridicula, historia tosca, extremamente linear!, como isso pode destruir HALO? e ainda por cima dizer que este jogo é o mais belo desta geração de consoles! far cry, doom 3 são bem mais caprichados e belos que este black, sem dizer que enjoa rapido! Não quero ofender, mas este jogo não é e está bem longe de ser o mais belo desta geração, e o ninja gaiden é bem mais bonito que ele! sem contar com outros tilulos de peso como dead or alive ultimate, conker, panzer dragoon.
Sorry amigo mas ainda está pra ser criado o shooter que irá destruir HALO!
Eu achei o jogo muito bom pro PS2, e acho que o Kadaj mostrou a opinião dele. Tanto é que vou fazer uma análise do Black do Xbox separado ( geralmente só mudamos as notas ou complementamos algumas coisinhas)…
Na boa cara, um shooter em que matamos aliens super reflexivos usando armas que atiram laser purpuras não pode ser levado a serio.
Halo tem muito mas nome do que jogo, e outra coisa, o visual de um game não pode ser julgado somente por ser “redondinho”. A orgia na tela de Black é inigualável, não existe algo assim desde Zone of the Enders 2. Com tudo sendo destruido e se movendo daquela forma, Ninja Gaiden Black é só mais um game com o visual “redondinho”…
Acho mesmo uma pena que existam pessoas que ainda somente julgam o game só por parecer “bonitinho”.
Não gosto de Halo, não gosto de Ninja Gaidem, apesar de considerar seus feitos. Acredito que quem realmente é bem eclético quanto a generos de games e console ( ou seja, não é ista) vai rapidamente perceber porque Black é o mais competente no aspecto visual desta geração.
Meu caro amigo, dizer que HALO “só tem nome” é algo de um realmente “ista” como você tem mencionado, um jogo que tem tantos atrativos, uma história realmente decente e principalmente não sendo LINEAR é algo que realmente deve ser levado em conta não acha?
Dizer que sou ista? digamos que eu prefiro jogar coisas melhores! curto o ps2, DC , Xbox, Game Cube, mega drive, snes…e por ai vai, percebo que sua avaliação para dizer que o “black” é melhor e “mais bonitinho” que o ninja gaidem e todos os jogos desta geração (que modestia parte é loucura mas opinião é opinião e devemos respeitar cada um), percebi que você levou para o lado pessoal da coisa, afinal você disse que não gosta dos titulos comparados (ninja gaidem e halo), vou te dizer uma coisa e espero que você aprenda melhor a fazer uma analise comparativa com outros titulos. Black é bom concordo, mas não tem nada de mais, quer ver uma coisa? Quando vi pela primeira vez (e isso não aconteceu só comigo, eu disse cara… que jogo animal! passei as três primeiras fases e a ficha começou a cair, estava ficando enjoativo, puts destruir partes do cenário, caramba isso realmente não se vê todo dia, mas como toda a novidade isso uma hora vira rotina, e se não tiver um “Q” a mais você terminará o game e lá ficará encostado (digerentemente de Halo que já finalizei 5 vezes, e é um baita jogo, mesmo não tendo os “gráficos bonitinhos” e cenários destrutivos do black, mas tem inteligência artificial infinitamente melhor que os bonecos cegos e surdos do black, quer ver um exemplo: na faze da refinaria que existem minas terrestres, a longa distância destrui um tanque e havia alguns soldados na região, quando explodi o tanque para minha surpresa os “bonecos” continuaram andando em trilhos como verdadeiros fantoches e nem se deram conta que uma puta explosão ocorreu ali, isso foi rÃdiculo, como um jogo que se diz melhor que Halo pode ser desta forma, e não é só tem mais! Da primeira a ultima fase é só andar atirar, andar atirar, cadê o dinamismo de Halo ( variações de enredo, veiculos, estratégia) e ainda joguei a versão do ps2 e como a analise também não concordo, pois o cenário da floresta diferentemente que ocorre com o Xbox, o cenário se forma na sua frente, devo dizer que isso é ridÃculo (pois disseram que o jogo tem poucas diferenças) que não é verdade, as textuas são muito mais pobres, efeitos de luz e fumaça também deixam a desejar, seria melhor uma versão para o game cube no lugar do ps2!
Para finalizar, alguns titulos mais competentes graficamente que o Black!
-Ninja Gaidem
-Resident Evil 0.1 e 4 (todos do Game Cube)
-Doom 3 (texturas muito melhores que do black)
-Panzer dragoon
-Far Cry
-Rallisport Challenge 2
-Riddick
-Splinter Cell 3
- e mais alguns que voês lembrarem!
OBS. Todos os jogos citados acima receberam notas superiores a Balck nas mais conceituadas revista e sites citados pelo avaliador do black neste site, ou seja, eu não sou “ista” e nem mesmo LOUCO!
Obrigado pela atenção, desculpe algumas palavras (e erros) que escrevi, gostei muito da gamehall (embora esteja bloqueado no msn e nem ao menos digitei uma unica palavra).
Ps. Terminei o Black, abilitei as armas prata e estou jogando Toca 3! este jogoa vale uma atenção especial! que tal uma analise desta aqui?
Ps2. Gostaria de uma analise do Forza o jogo para videogames desta geração que mais impressionou pela inteligencia artificial (diferentemente de gran turismo que os carros andam em trilhos). Um bom dia para todos da gamehall.
Uau… o maior post da GH até agora, ehehe
Só queria dizer uma coisa… se basear em notas de revistas e outros sites (como vc disse no final da sua msg gigante) não é algo que se dê pra confiar, pois já vi review de muito jogo bom por aà ser malhado… é que nem crÃtica de cinema….cada um tem sua opinião, e nem todos irão concordar.
você está bloqueado no MSN ? Explica porquê isso, pois só bloqueio malas… Provavelmente você deve ter feito algo errado…
Caso contrário justifique-se e me dê seu MSN que eu te habilito novamente…
E pra avisar, temos análise da versão Black do Xbox feita pelo Godlike. Análise é isso, a gente tem critérios, porém vai da pessoa que fez a análise. A gente tenta aqui mostrar o lado da galera que joga videogame desde a década de 80, ou seja o inÃcio de tudo. Portanto pode haver disparidades com outros sites e revistas, que é formada na maioria por pessoas mais novas ou da geração 32 bits pra frente.
Bom….
Ainda bato o pé por esse game, acho que sei o que é um game bom depois de 22 anos de video game…
Mas enfim, essa nossa pseudo-discussao no fim foi algo até bom, pois mostra como o mercado tem espaço pra todo tipo de jogador e pra todo tipo de gosto de maneira indiscriminável.
Reconheçe que passei mal a impressao sobre Halo, pois é um game que nao tem apenas nome, mas já tem uma historia fixa no mundo dos games, mas ainda prefiro Black…
Pra esse tipo de coisa nao acontecer mais, os reviews deveriam ser escritos por mais de uma pessoa ao mesmo tempo, num estilo EGM da vida, mas nao acho isso necessario, pois existem os topicos justamente pra esse tipo de debate quanto aos games analizados…
Enfim, ja vimos que este game pode ter separado muito o opiniao dos gamers e isso ja esta bom, acredito… O que importa é que o mercado esteja sempre em evolução, e sempre alimentando todos os tipos de gamers, pois assim, mais “discuções” assim vão ocorrer, o que pessoalmente acho ótimo.
“Long life for games!!!!!!!!!!!!!”
EGM ? Análises superficiais ? Deus do céu…
Não acho que somos a “perfeição total” em avaliação, porém confio no nosso taco ! Sei de muito site e revista por aà que nem testam o game direito. Não vou citar nomes pra não pegar mal. Mas aqui a gente joga até o fim ou no mÃnimo 80 por cento do game antes de falar alguma coisa de cada jogo, pra não queimar o filme.
A gente já fez análises de um game feitas por mais de uma pessoa, fica legal em alguns caso, tipo obras primas como “Shadow of the Colossus”. Pra ter certeza que o game tinha que levar 10 foram 3 pessoas que avaliaram e deram nota máxima certo ?
O sistema de avaliação pessoal é o melhor, a única coisa que pode haver disparidades é questão de notas, mas isso eu sempre regulo com a ajuda de pelo menos mais 2 pessoas.
E as notas aqui a gente dá de acordo com as capacidades e época de cada jogo ou videogame…
Se tem uma coisa que eu fico sempre estudando é as notas que a gente dá pros jogos.
É isso ai galera PARA TODO O SEMPRE SEJAM FEITOS OS JOGOS, agora sobre os malas bloqueados no gamehall! eu nem ao menos conversei com vc’s! anotem ai meu msn kamelot_metal@yahoo.com
bem o que vc´s estão bloqueando na verdade é esse aqui kamelot_metal@hotmail.com, desculpem a falha, afinal, todos os meus movimentos são friamente calculados! hehehehe agora vou curtir um desenho muito bom, aguém ai se lembra do patrulha estelar?
Um grande abraço
eu já te desbloqueei… vamos ver se dessa vez você se comporta !
Eu li todo o comentário postado por MARCKVADER. Achei a discussão bem interessante. Então, mesmo que eu esteja entrando de “Bikão” em um assunto (eu acho) que já esteja “Passado”, vou deixar a minha opinião. Primeiramente concordo com o MARCKVADER em uma coisa, BLACK está muito, mas muito longe de ser um titulo com os melhores gráficos dessa geração. A não ser que a GameHall se referia a apenas a versão do Playstation 2, que está impressionante no console que é tão limitado.
Mas, tambem, não acho correto jogar tanta vantagem para cima de Halo. É apenas um divertido jogo “Multiplayer”, mas, que no modo “Single Player”, perde feio para BLACK!
Em jogo estilo FPS (na minha opinião) fica como melhor titulo o DOOM 3 que, além de exelentes gráficos, tem um clima unico.
Com todo o respeito pro pessoal da GameHall, essa Análise está precisando ser “avaliada”.
Uau… isso aqui virou quase um campo de guerra não?
HUahuahauahuahauahua
Acho que já deixei minha primeira marca na Game Hall: “O review mais contraditório da história do site”
Black é o melhor jogo de FPS do PS2, ponto final.
Talvez seja melhor do que Halo ou talvez não…eu joguei Halo 2 e gostei muito.
Na dúvida jogue os dois.
Na minha opinião a “imersão” do Black é sensacional. Tão boa quanto Doom3.
O maior problema do Black é ser um jogo curto.
Abraço a todos!!!
Black eh simplesmente sensacional!
O melhor FPS do PS2…
Infelismente não joguei Halo nem Doom 3…
Gostaria mto de conhecer esses games… mas como só tenho um PS2, e meu computador não eh forte o suficiente pra jogar Doom
Abraços!
Halo, Halo 2 e Doom 3 são joguinhos medÃocres de uma geração guiada por gráficos…
Espero conferir esse jogo algum dia, levar o tÃtulo de “melhor FPS de PS2″ (quer dizer, PlayStation 2 com FPS.. RUARUARURU) deve ser regular, no mÃnimo!
Joguei e não gostei…. como falaram ai o sitema de Inteligência Artificil ficou uma porcaria, o game e curto e etc.
Prefiro Call Of Durty 2 e bem mais emplogante
Muito bom Black um jogo muito interessante gostei d+!!!
Na minha opinião ele so errou um kdim naqueles “filmes”que passam antes das novas fases!!!Mas de resto otimo!!!
Valeu!