| Capa do jogo | Ficha técnica | Notas diversas |
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Prós do game: Gráficos excelentes, com efeitos fantásticos; ação de tirar o fôlego. Contras do game: Muito curto; jogabilidade limitada e um bocado repetitivo; ausência de multiplayer. |
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| Análise por : GoDLiKe em 18/03/2006 |
A Criterion ficou famosa pela criação de Burnout 1 e 2, ambos divertidos jogos de corrida no estilo arcade, onde, além de vencer, também imperava a destruição. Depois da queda da Acclaim, que publicava a série, a EA entrou no páreo e adquiriu a softhouse. Após isso, tivemos os magníficos Burnout 3 e Burnout Revenge, ambos fazendo muito sucesso no PS2 e Xbox. Agora, a Criterion ataca em um gênero muito disputado, e até então novo para a empresa: fps. Seu nome: Black. Nos previews, se mostrou um jogo promissor, prometendo ainda cenários que poderiam ser destruídos. Confira, no review abaixo, se a Criterion se saiu bem.
Clichês à parte…
A estória de Black é bem simples e um bocado superficial. Você encarnará Jack Keller, um mercenário que trabalha para um grupo militar. As cenas não-interativas são filmadas com atores reais, algo que eu não via a muito tempo. Porém, estas não possuem lá muita emoção, e na maioria das vezes você só desejará ir para a ação.
FPS old school
Ao contrário de muitos títulos atuais do gênero, Black procurou não inventar na jogabilidade, fazendo dele um fps totalmente "old school", sendo que você apenas irá atirar, recarregar, mudar de arma e cumprir alguns objetivos bem simples. Para alguns, isso já pode ser um contra, já que jogos desse tipo existem por aí aos montes.
Mas o que pode diferir o título da Criterion dos demais é o seu clima de guerra. Os gráficos são excelentes, com cenários muito bem-feitos, além de efeitos de partículas e iluminação fantásticos, sendo que a versão Xbox é visualmente um pouco melhor que a do PS2. A trilha sonora é praticamente inexistente, já que os produtores optaram por deixar um som ambiente rolando, o que particulamente me agradou muito. Some isso aos tiroteios impressionantes, com sons dos tiros, faíscas, vidros quebrando, enfim.
As fases possuem elementos estratégicos como barris explosivos, carros, casas, enfim, que podem ser destruídos, atingindo seus adversários. Porém, não pense que você poderá ficar o tempo que quiser se escondendo pois, como muitas partes do cenário podem ser destruídas, você se encontrará fugindo a todo momento.
Porém, essa destruição toda não é como o esperado. Na verdade, boa parte do cenário nem sequer se altera, apenas algumas partes já pré-definidas, o que pode ser frustrante para quem esperava demolição total (talvez isso ainda não seja possível em um console dessa geração…). Mas em algumas partes você poderá até se impressionar, como quando pegar uma RPG e atirar em um prédio contra um inimigo também usando uma RPG (isso será bem comum durante as fases), ele cai tijolo por tijolo, tornando-se uma cena incrível.
Mas… é só?
A maior falha de Black sem dúvida alguma está em sua durabilidade. O jogo é muito curto, são poucas as missões e adicione isso a uma I.A. (inteligência artificial) deficiente e você terminará o game em poucas horas. Além disso, os objetivos são bem fraquinhos, sem muita dificuldade, e a ação, em pouco tempo, torna-se repetitiva demais, sendo atirar em alguns inimigos, passar para a próxima sala e matar outros. A lineariedade também incomoda, e a falta de um botão para pulo pode incomodar a muitos.
Ainda há a ausência de um modo multiplayer, o que é deveras grave, principalmente em um jogo do gênero. Não existe também qualquer extra que lhe faça jogar o game novamente, senão as armas que são habilitadas com munição infinita, algo que nem de perto é muito recompensador.
Finalizando
Apesar das grandes limitações, no fim Black é um fps competente. Porém, com tantos outros jogos do gênero no mercado, que apresentam muito mais opções, a Criterion poderia ter trabalhado um pouco mais no projeto. Talvez por falta de tempo, ou mesmo por competência, é fato que isso influenciará no sucesso do título. Porém, o final deixa margens para uma sequência, que eu particularmente espero que tenha, para ter um clima de guerra sensacional como esse, além de consertar as falhas. Por durar pouco tempo, só me resta recomendar o game para os que estão na sede de um fps e já terminaram os já existentes.








Muito bom, essa sim é uma análise digna deste jogo!
é isso, black é um shooterzinho de verão perto de dos maravilhosos HALO, DOOM 3, HALF LIFE 2
nossa que implicância com o Black…
eu não gostei muito do black, primeira pessoa num joystick não rola pra mim…T.T
DOOM 3?!?!?!
Huahuahuahuahuahuahuahua!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Perai… perai….
HAUHAUHAUAHUAHAUAHUHAUHAUAHAUHAUHAUAHAUH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Pronto….. ago..HUAHUAHAUEHUEAHEUHAEUHEUEHAUEHUAEHAEUAHEUHU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eujogei esse jogo no play 2 de um colega meu.E achei muito foda!!!!!! seus gráficos, enredo (apesar de deixarem a desejar em alguns pontos). Me deixaram louco de vontade de jogar este jogo!!!!!UHAHUA!!
Esse cara realmente não gosta de black, Halo é uma porcaria entediante, mas até q passa, MAS DOOM3? e olha q eu sou quaker desde criancinha e fã incondicional da ID, mas D3 é dureza.
Black é muito bom sim, muito melhor que Halo, em TODOS os sentidos, e Halo é totalmente boring, bonecos lentos, mira horrÃvel… ave…. jogador de verdade nao passa nem perto.
sou da opinião do Baddo, FPS no joy não rola, é lerdo e com mira automatica, perde a graça, FPS tem que ser com mouse+teclado, mas pra quem curte no joy, é um baita jogo.