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Atelier Iris 2: The Azoth of Destiny

Postado por GameHall em sexta-feira 24 agosto 2007 as 21:12
Arquivos sobre: Análises e Playstation 2


Capa do jogo Ficha técnica Notas diversas
Atelier Iris 2: The Azoth of Destiny
UOL Jogos: n/d
Plataforma: PlayStation 2
Finalboss: n/d
Gênero: RPG

Gamepro: n/d
Distribuidora: NIS America
Gamespot: 7 (máx. 10)
Desenvolvedora: Gust
IGN: n/d
Língua: Inglês, Japonês
Famitsu: n/d
Data de Lançamento: 25/04/2006
Eurogamer: 6 (máx. 10)
Notas GameHall
Gráficos
7.5
A grande magia está em observar os cenários que mais lembram algum anime. Cenários bem coloridos e variados. Belas imagens ao longo do jogo.
Som
8.0
Belas canções, escolha de um bom repertório, além de efeitos sonoros sem exageros, na medida certa.
Jogabilidade
7.0
Simples, mas cativante. Jogar um RPG onde o personagem sabe pular é algo que me lembra Mario RPG (Super Nintendo).
Diversão
7.5
Você é um alquimista, controla os elementos e ainda sabe lutar! Mas, infelizmente você não tem um mapa! Eu quero um mapa!
Originalidade
9.0
Como bom alquimista, você aprende a criar algo, e lembra onde conseguir os itens. Há uma boa dose de envolvimento com a história do jogo. E de novo, você pula (em poucos RPGs o personagem sabe pular xD)!
Geral
7.8
É um jogo que conseguiu manter a leveza do anterior, sem se tornar repetitivo. Procurar pelos itens necessários para criar um novo item é divertido, mas sem um mapa você sente até um desespero em entrar novamente naquela dungeon.
Prós e Contras
+ Você é um alquimista. Você conversa com os elementos. Você os manipula!
+ História envolvente, personagens cativantes.
+ Dificuldade na medida, sem ser muito fácil nem muito difícil.
- A ausência de um mapa deixa muito a desejar (mas muito mesmo!)
- Dungeons enormes, dificultadas mais ainda pela ausência do mapa!
Veredito

Divertido e com uma história que se mostra maior do que realmente aparenta, torna o jogo mais interessante do que é a primeira vista. Tornando-se uma boa pedida para jogadores que apreciam o bom e velho traço SD. Ser um alquimista e criar algo é interessante, mas as vezes se torna chato sair em busca daquele item raríssimo lá onde Judas perdeu as botas.

Imagens
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Análise por : Angelous em 24/08/2007


A saga continua

Para quem jogou Atelier Iris, nem preciso falar muito sobre sua continuação, contudo para aqueles que não tiveram a chance de jogar o primeiro e quiserem jogar ou jogaram direto o segundo, já que as histórias são totalmente compreensíveis, é possível jogar separadamente o segundo sem ter nem ao menos visto o primeiro.

Uma pequena diferença em Atelier Iris 2 que precisa ser citada aqui é que existem dois personagens principais aqui. E A cada momento será preciso jogar com um deles. Sim, é o que você realmente pensou: você não escolhe um e segue historia, ao decorrer dela você ficará alternando entre eles para conseguir evoluir e passar em determinados lugares no jogo. Os personagens são Viesse e Felt.

Felt – Um jovem garoto órfão criado em Éden junto com sua “irmã”, não gosta muito de alquimia, mas aparenta ter um exímio talento para ser um espadachim.

Viese – Uma jovem garota que vive junto de seu “irmão” Felt na cidade de Noir, localizada no centro de Éden. Mostrando-se desde o inicio uma talentosa alquimista que ama o que faz, e acha que alquimia deveria sempre ser usada para o bem.

Introdução

Tudo ocorre bem em Éden, todas as manas vivem em paz, não existe nenhum monstro para assolar os poucos humanos que vivem por aqui. Viese terminou seus estudos e já é uma jovem alquimista, diferente de seu irmão que parece não ter interesse algum pela alquimia. Tudo parece que vai eternamente igual, até Éden entrar em colapso e alguns lugares simplesmente desaparecem.

Viese procura alguma forma de entender o que está acontecendo, e claro, procura ajudar de alguma forma. Mas, ela não passa de uma jovem alquimista inexperiente que acabou de concluir os estudos. Enquanto isso, seu irmão encontra na floresta uma espada que sempre esteve lá intacta, poucos sabiam o que ela faria, e que o destino de todo o Éden estaria nas mãos daquele que a empunhasse. Então, como qualquer um que tem um destino grande para cumprir, Felt retira a espada chamada Azoth de seu descanso e a empunha em prol de trazer Éden de volta a paz.

Claro que, nem tudo é tão fácil quanto queremos, pois para resolver os problemas de Éden será preciso que os irmãos se separem, enquanto Viese ficará em Éden, com a ajuda de Azoth Felt irá para outro lugar, outro mundo, enfim separados, mas de alguma forma ligados por um anel mágico que Viese entrega a Felt antes de sua partida. Onde ao longo do jogo, ambos poderão trocar cartas e ficarem sabendo noticias de ambos os lados. Ao decorrer do jogo. Tem início: ATELIER IRIS 2 – THE AZOTH DESTINY.

Enredo

Com uma historia leve, onde o destino de dois jovens é apenas salvar o lugar onde vivem, é mesclada a história e a guerra de outro mundo. Sem muito esforço, o decorrer do jogo é dado de forma leve, sem exigir muito do jogador. Qualquer jogador experiente tira de letra o jogo, sendo mais uma opção de diversão do que de desafio. Claro, mas não espere um jogo completamente fácil, mas na dificuldade exata. Nem se engane que o jogo oferece pouco tempo de jogo, Atelier Iris irá lhe oferecer pelo menos mais de trinta horas de jogo.

Personagens

Atendo-se para não estragar a surpresa, vou me ater apenas a dizer que os personagens são bem desenhados, com histórias interessantes, distintos entre si. Cada um com suas peculiaridades e cada um irá atrair a sua atenção de uma forma diferente. Espere de tudo, pois nem só de humanos será feito o seu grupo. Acho que já falei de mais.

Sistema de Batalha e Jogabilidade

Em AI é permitido apenas três personagens nas batalhas, os demais personagens ficam como suplentes podendo ser “trocados” por qualquer um dos que estão em campo a qualquer momento, ou simplesmente trocam de lugar com aqueles que acabam morrendo em batalha.

Muita coisa não mudou no sistema de Batalha deste a primeira edição do jogo. Mas, atendo-se ao segundo. Temos um sistema de batalha baseado em velocidade de ataque. Existe uma barra de ataque no canto superior esquerdo da tela. Lá são apresentados todos os personagens em campo (personagens e inimigos).

Ambos deslizam pela barra até o final quando você poderá designar um comando para seus personagens. Os inimigos ao chegarem lá atacaram automaticamente.

Existem dois tipos de ataques físicos. O primeiro são os ataques rápidos, e o segundo serve para criar combos (que aumentam a experiência tanto do personagem quanto das habilidades, ou skills). A primeira forma de ataque além de serem rápidos também concentra a barra de skill localizada no canto superior direito. A cada barra cheia você ganha uma barra, como se fosse uma barra de especial que é carregada com os ataques simples (primeira forma de ataque). Essa barra é usada para usar as skills dos personagens.

A segunda forma de ataque (break) cria combos da seguinte forma: Existem duas colorações na barra de ataque, quando você desfere um ataque no oponente, ele atrasa um pouco na barra, se você o atacar com a segunda forma de ataque, ele irá recuar um pouco, se ele atingir a barra de coloração amarela iniciará o combo, você deve continuar atacando o mesmo inimigo até matá-lo ou até ele conseguir sair da parte amarela da barra. Aumentando assim o seu combo, e ao final da batalha aumentará a sua experiência de acordo com o numero de combos conseguido durante a batalha.

Sistema de Batalha

Ao longo do jogo, em locais onde haverá batalha, uma barra surge no lado esquerdo da tela. Esta barra indica a quantidade de inimigos que estão naquele local. A barra muda de cor até tornar-se vermelha, quando isso ocorre uma luta irá ocorrer. É assim que você sabe quando vai batalhar. Diferente dos outros jogos de RPG, onde simplesmente você é atacado aleatoriamente. A velocidade em que a barra muda de cor, depende da dugeons onde você se encontra. A Cada batalha ganha, um pouco da barra seca, quando esta secar por completo, não haverá mais oponentes no local para batalhar, deixando você livre para explorar o local atrás de itens e outros segredos. A barra voltará a se encher, indicando novos oponentes quando você sair da dugeon e voltar (lógico… dãaaaaannnn…) ou quando você entra num save point. Ao sair, os inimigos terão retornado aquela área.

Save Point – São círculos coloridos encontrados em diversos lugares do jogo. Ao se aproximar de um deles, pressione o botão “X” de seu controle, e você montará uma barraca, que é uma espécie de acampamento dos personagens. Aqui você irá recuperar automaticamente sua vida ao entrar no acampamento, e poderá melhorar suas armas (forjar novas quando está opção já estiver disponível) além de, ler as cartas trocadas entre os personagens principais e por fim a principal função: alternar entre os personagens principais Viese e Felt.

Além das formas de ataque, tem as skills que são aprendidas através das armas, com o passar do tempo será possível melhorar suas armas e com isso a possibilidade de aprender novas skills. Alguns personagens aprendem skills únicas com o decorrer do jogo.

O personagem principal do jogo, Felt é o único que pode sintetizar em batalha, criando os itens a partir de mana, mesmo que você não possua o item para usar na tela de itens, se você tiver mana suficiente será possível criar o item e usá-lo imediatamente. O item criado em batalha não é guardado, é para consumo automático em batalha.

Elementos – Para os não familiarizados em Atelier Iris, o jogo trata-se em torno do mundo da alquimia. Então, desde o inicio do jogo você aprenderá a usar os mais diversos tipos de elementos, como extraí-los (apertando o botão quadrado nos mais diversos itens ao redor do cenário, nem todos podem ser extraídos em elemento puro). Existem os mais diversos tipos de elemento na natureza.

Mana – Mas, para um alquimista em Atelier Iris poder manipular os elementos da natureza ele precisa fazer pactos com os mais diversos tipos de mana. Manas são como se fossem seres criados a partir de uma única mana chamada Lilith, a mãe de todas as manas. Cada mana domina alguns elementos, e para criar diversos itens ao percorrer do jogo será preciso fazer inúmeros pactos com os mais diversos tipos de mana espalhados pelo jogo.

Gráficos

Ambientado no mais belo traço e colorido da mais bela forma. Atelier Iris 2, não perde em nada para seu antecessor. Aviso logo, para aqueles que esperam gráficos rebuscados, para toda a potência do PS2 sendo usada, pode desistir. Aqui teremos o traço mais parecido com Grandia, ou jogos onde o cenário parece desenhado. Claro que não é gráficos 2D, é gráficos em 3D, mas de uma forma sutil. Algo que deixa leve o ar do jogo. Onde a magia está em jogar, deixando de lado a busca pelo gráfico perfeito.

Som

Ambientado com uma bela canção de introdução acompanhada de uma bela abertura ao melhor do estilo anime. Atelier Iris é composto de uma boa trilha sonora, e os efeitos que compõe a cena não ficam de lado. Desde os passos dados pelos personagens enquanto você anda, até os sons ambientes de cada local onde você se encontra. Acho que hoje em dia, qualquer jogo pode ter bons efeitos sonoros. Mas escolher uma boa trilha sonora de acordo com o jogo, que encaixe com os personagens, isso é raro. Salvo poucos.

Jogabilidade

Com um leve diferencial do seu antecessor, Atelier Iris tem uma jogabilidade leve, em algumas partes assemelha-se a um jogo de plataforma, onde será necessário subir escadas, pular pedras, subir em barris, descer escadas até o esgoto, enfim inúmeras proezas. Mas, nem só de pulos vive o jogo, possuindo fácil acesso a todos os menus, e de fácil entendimento e a cada passo novo no jogo ou o surgimento de uma nova opção: tudo é explicado de forma que seja compreensível na primeira leitura. Caso seja necessário, é possível re-acessar a informações antigas.

Itens

Para aqueles que gostam de explorar ao Maximo o jogo, Atelier Iris 2 é um prato cheio. Um jogo onde a alquimia é a prioridade, criar itens é algo mais que comum, para não dizer prioridade. Então, às vezes será preciso conseguir a maioria, senão boa parte dos itens ao redor do mundo inteiro para criar aquela chave para seguir em frente. Em suma, o jogo oferece aqueles que gostam de fuçar o jogo para zerar 100% uma ótima opção. Será que você consegue pegar todas as receitas (são necessários para criar os itens, é preciso saber antes como fazê-los) ou conseguir todos os itens do jogo? Boa sorte. Vou logo dizendo que é um trabalho e tanto.

Tipos de Itens

Existem três tipos de itens: a base de mana, os acessórios e os comuns (coisas comuns, às vezes não tão comuns). Como as armas você irá forjá-las com outros itens para melhorá-las, não existem novas armas além daquelas que vem com os personagens.

Base de Mana- São os itens usáveis em batalha, compreende todos os tipos de itens de cura, de ataque e de suporte. São os itens que você mais Irá criar ao longo do jogo. Além de que alguns serão necessários para seguir em frente no decorrer da história.

Acessórios – São os itens que como o nome já diz são os acessórios, coisas que os personagens equipam. Não espere comprá-los, apenas os itens comuns são comprados, e receitas, todos os demais itens será você mesmo que irá criá-los.

Itens comuns – São todos os itens deixados pelos monstros. Encontrados, nos mais diversos lugares ou mesmo comprados em qualquer loja de artigos. Eles variam pelos mais diversos tipos, desde coisas comuns como água encontrada num barril até sangue de dragão.

Receitas – São à base de todo item, antes de criar qualquer item novo é preciso saber o que compõe e como fazê-lo. Existem as mais diversas receitas espalhadas pelo jogo, após ler este artigo, ligue o ps2 e veja se consegue todas.

Ponto Negativo

Eles diabos sabem o que é um mapa? Eu quero um mapa dentro das dungeons. Meu deus, com os cenários são muito parecidos, e as dungeons enormes. Perder-se não é algo muito distante, é um fato. Simplesmente, eu me perdi inúmeras vezes. Parecia uma barata tonta rodando tentando encontrar a saída ou muitas vezes um novo caminho para outro lugar, para conseguir progredir no jogo. Se for indicar um defeito, o simples fato de não ter um ponto de referência (os cenários são bastante similares, o que confunde o jogador) e a ausência de um mapa torna o simples ato de achar um caminho diferente, nunca ido antes um verdadeiro ato de bravura e coragem, ou horas de rodar e rodar até por sorte achar. Cheque tudo quanto é buraco, foi assim que consegui.

Considerações Finais

Atelier Iris 2 – The Azoth of Destiny tem tudo que um bom RPG precisa, personagens cativantes, um enredo pra lá de interessante, uma boa jogabilidade, diversos itens que deixa Digaea (jogo de estratégia repleto de itens) a ver navios. Tirando a maldita ausência do mapa (Sim, eu me perdi muito pode rir a vontade. Eu fiquei rodando feito um doido, e se não fosse muita paciência teria jogado meu ps2 janela abaixo de tanta raiva por não saber onde estava aquela maldita saída em DARK FLOREST 3) o jogo traz muita coisa para ser descartado. Não é um jogo que você deva dar total atenção, mas também não é aquele jogo que você somente jogaria se estivesse preso em casa sem internet, sem outros jogos melhores, chovendo e ainda por sinal… Acho que entenderam o que eu quis dizer. É uma dica, é um bom jogo. Aproveitem. Só informar, quem se perder, não souber aonde ir e estiver desesperado, pode me ligar, eu sei o que você está passando e ajudarei na maior boa vontade.


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4 Comentários for 'Atelier Iris 2: The Azoth of Destiny'

  1.  
    24 agosto, 2007 | 21:18
     

    Ae cara… legal a análise…
    vou ver se pego esse jogo aí, pareceu ser interessante.

    :D

  2.  
    Dengeki Dengeki
    24 agosto, 2007 | 21:43
     

    Parabéns pela análise, ficou perfeita, deu até vontade de jogar !

  3.  
    renato renato
    25 agosto, 2007 | 16:06
     

    kra eu num gosto de jogar rpg, mas pelo oq eu li eu acho q pra quem gosta desse tipo de jogo eh um jogo muito bom flw

  4.  
    tamago tamago
    29 agosto, 2007 | 11:35
     

    ainda me mato por não ter um ps2 xD

    jogos com gráficos semelhantes a 2-D podem não ter CGs fuderosos, mas eu pelo menos dou valor a jogar algo onde o meu char parece fazer parte de uma animação.

    bem completa a análise angelous o> vlw

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