| Capa do jogo | Ficha técnica | Notas diversas |
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Prós do game: Gráficos muito bons, clima de suspense, ação frenética, multiplayer offline e online, vários extras. Contras do game: A falta de puzzles o deixa repetitivo, falta de uma variação maior de inimigos, trilha sonora fraca. |
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| Análise por : GoDLiKe em 03/06/2005 |
Antes de mais nada, não confunda esse com o horrível game de mesmo nome para Saturn e PS1 (ao menos, em minha opinião…), o produto da Midway é absurdamente superior! Depois de um bom tempo em produção, finalmente Area 51 já está disponível, para PS2 e Xbox (a versão analisada aqui é a do PS2, e em breve, também sairá para PC). Desde as primeiras imagens e vídeos, o título, desenvolvido pelo estúdio em Austin da Midway, se mostrava muito promissor, e abaixo você verá se ele corresponde � s expectativas.
A Area 51
Para quem não sabe, esse seria o nome de um suposto grande laboratório do exército Norte-Americano, onde corpos de ET´s eram escondidos, a fins de pesquisa, e objetos não-identificados, desde o incidente de Roswell (México), na década de 40. No game, você é Ethan Cole, um operador HAZMAT que foi enviado, junto de seu time, para acessar a Area 51 e ver o que aconteceu de errado, pois monstros e cientistas e soldados mutantes surgiram e começaram a matar todos à sua volta. Claro, a história não é das melhores, e é uma desculpa para um tiroteio desenfreado e descompromissado, pois aqui você não terá que ficar quebrando cabeça com puzzles, no máximo terá que pegar alguns cards e acessar alguns elevadores.
No começo, você têm a ajuda dos integrantes de sua equipe para detonar os monstrengos, mas depois, você se encontrará totalmente sozinho em sua missão, e o pior: infectado com o vírus mutante. E é nessa parte que o jogo esquenta, pois você poderá trocar de humano para monstro � todo momento, e nisso, terá diferentes habilidades, e ficará mais forte, e a visão, toda avermelhada. Quando humano, claro, você terá acesso à um bom arsenal de armas, porém essa parte deixa um pouco à desejar, pois são poucas.
O único ponto interessante é poder carregar uma dupla de armas do mesmo tipo ao mesmo tempo, como duas shotguns, e uma em particular, que serve para scanear corpos e documentos, podendo assim habilitar coisas especiais nas seções de extras. Você também poderá contar com granadas. Os gráficos, para os padrões do PS2, ficaram muito bons, com boas texturas e grandes cenários, e bons efeitos de luz e fogo. Os personagens são bem-feitos, e as cg´s são apenas razoáveis. A jogabilidade é simples e bem rápida, como humano, você simplesmente pula (L1), atira (R1), agacha (R2), joga granadas (quadrado) e bate com a arma (R3). Quando monstro, você pode fazer praticamente as mesmas coisas com humanos, exceto carregar armas (qualquer tipo), sendo que você têm habilidades exclusivas.
É um jogo extremamente rápido e até arcade pois, como já dito acima, se resume a atirar, passar para outra sala, abrir uma porta, entrar em um elevador, seguir alguém, e atirar muito mais. Os inimigos são bacanas, mas poderiam ser mais variados. Chega uma hora que você enjoa de ver sempre os mesmos. Existem também alguns chefes (poucos), mas também não chamam muito a atenção. A AI é boa, além de atirar, eles também lançam granadas em você (os humanos), já os monstros são meio burros demais, e são mortos facilmente. O fácil acesso à balas e energia também ajuda o game a não ser tão difícil. Porém, para os que buscam desafio, podem mudar a dificuldade para hard.
A trilha sonora é apenas passável, sendo que em muitos momentos, você apenas ouvirá o som ambiente. Já as dublagens são boas, e contam com famosos como David Duchovny, Powers Boothe e Marilyn Manson.
À exemplo de outros títulos da Midway, Area 51 possui um bom número de extras, que vão de um trailer de N.A.R.C, até vídeos sobre a produção, como mostrando os dubladores fazendo o seu trabalho. Além disso, você também pode conferir documentos extras que você encontrou no jogo, e ver o que eles dizem, trazendo informações adicionais sobre o enredo. Ainda existe um modo online, para até 16 jogadores, competindo em diferentes modos. Infelizmente, ainda não pude testar esse modo. Segundo a Gamespot, ele flui bem, mas não é nada explêndido, principalmente pelo pouco número de armas, tornando-se uma experiência razoável, e que você vai largar logo após algumas jogadas.
Finalizando
Area 51 é mais um bom trabalho da Midway, é um fps recomendado principalmente para aqueles que não querem quebrar a cabeça com nenhum puzzle, apenas andar e atirar. Apesar de simples, é bem divertido, e alguns acontecimentos na história fazem com que você se empolgue ainda mais, e um bom número de extras também ajuda. Porém, existem fps´s melhores no mercado, e talvez, para você, possa ser apenas mais um. Aí, só jogando!



(1 votos, média: 4 sobre 5)




Bons gráficos. Mas, uma jogabilidade razoável. Eu comprei, mas se pudesse voltar atraz, não terÃa feito isso. O enredo é muito óbvil. Ultimamente um FPS que tenha um enredo bem elaborado e original, é o F.E.A.R!
O enredo de Quake 4 lembra o do Area 51
Eh um jogo que da passar o tempo, jogo com jogabilidade “simples” facil, inimigos com uma AI bizarra (te vem la do inferno, mas tem horas que tu so falta dançar para eles te verem) e um final meio acabou? mas diverte bastante e por ter dublagens do cara do Arquivo X e do Marilyn Mason, vale a pena.
Cara eu achei legalzinho mas os graficos nao ajudaram muito!!
é um bom , concordo com a análise , pena que é verdade a falta de puzle deixa o jogo repetitivo , mais o tiroteio frenetico o salva