
Após o término da da E3 2008, feira de games que já foi uma das principais do mundo e a mais importante do Ocidente, o analista Michael Pachter, da companhia de análise Wedbush Morgan, considerou que a convenção está caminhando para seu fim.
Ele acredita que para se manter, a E3 precisa ter seu formato modificado, opinião compartilhada por executivos que se declararam insatisfeitos com as novas edições do evento 2007, quando teve seu formato abruptamente reduzido. Em entrevista ao site Gameindustry.biz, Pachter explicou que este ano ficou claro o erro em diminuir a convenção, que antes de 2007 agregava empresas e consumidores.
O analista ainda acrescentou ainda que a Entertainment Software Association (ESA), companhia responsável pela organização feira, precisa encontrar um equilíbrio entre o antigo número de 60 mil visitantes e o novo de 5 mil. Pachter afirma que a tentativa de reduzir os custos no modelo antigo da E3 foi compensada pela perda de milhões de dólares em publicidade gratuita que o evento recebia mundialmente. Isto deve ser considerado pela ESA a fim de resgatar o interesse mútuo do público e dos expositores.
Para completar a maré de negativadade em torno da feira, David Perry, executivo da Acclaim, disse em entrevista que o conceito da E3 esta desgastado e tem se tornado vergonhoso. John Riccitiello, chefe-executivo da Electronic Arts também afirmou odiar a nova feira e ameaçou ficar apenas com eventos particulares caso esta não volte a ser o que era.



