Movimento começa com êxtase.
É uma longa caminhada desde o Japão antigo até Speed Racer. Mas é lá aonde tudo começa, com os artistas de um Japão ainda jovem os quais sensos de estética e afinidade são postos nas súbitas dramáticas sobre os animes ou animações japonesas, de hoje. Você pode ver isso na quietude contínua das paisagens japonesas; a filosofia do oriente carregada através de sua arte então, e a linha
disso continua através de sua animação hoje.
De paisagens antigas, voando em direção…
…do século XX. O análogo do dia moderno para a paisagem vista através dos olhos de um pássaro chama-se novela gráfica,
ou manga. O senso de calma entre o universo caótico traduz a filosofia oriental dentro destes trabalhos maravilhosos; personagens são históricos e a não ser que estejam em alguma batalha, eles estão raramente sendo vistos fazendo os tipos de gestos tão comuns em gibis ocidentais. A progressão lógica da novela gráfica até as características de animação parecem por este senso de calma em dilema; como, com movimentos, pode-se ter a possibilidade de continuar a descrever esta quietude?
O início do anime moderno está
em L.A.
Em 1963, Japão estava ainda se recuperando da desvastação da 2ª Guerra Mundial. Altamente impressionado e influenciado pelos personagens de Walt Disney com suas largas e expressivas características, animadores japoneses começaram então o processo de copiar o estilo ocidental. “Tetsuwan Atom”, a estória de um menino com um coração atômico, estava entre os primeiros animes do Japão que então começariam um reino o qual
eles brevemente iriam demonstrar total domínio.
O sucesso do Japão em seus esforços em contar a estória era tão profundo que Disney foi acusado de roubar a estória do Rei Leão de uma série criada por Osamu Tezuka (também o criador de Tetsuwan Atom) o qual mostrava as aventuras de um jovem leão branco com orelhas pretas. Disney nega qualquer conhecimento sobre a série, e também de animação japonesa em geral.
O charme de Tetsuwan Atom e as interações realísticas entre os personagens de estórias anteriores similares geraram a continuação do primeiro de anime no Japão; esta continuação
é conhecida pelos fãs como a Primeira Onda de Japan-imation.
A Segunda Onda veio rapidamente….
Apesar de você não saber o nome Ippei Kurei, é muito provável que você conheça o produto de sua criatividade—um garoto de olhos claros, cabelos escuros o qual dirige igual um demônio enquanto ele mergulha seu carro em volta da pista. Speed Racer, Corredor X, Pops, Trixie e vários outros pertencem a Segunda Onda de anime que floresceram na Terra do Sol Nascente. “Science Team Gatchaman”, conhecido também como “Eagle Rider”, foi responsável
por gerar aos fãs da Segunda Onda que Speed falhou em sua varredura; isto foi no final dos anos 60, e animação nunca mais seria a mesma.
Instrumental também na iluminação da Segunda Onda foi Liegi Matsumoto e seu “Space Cruiser Yamato” ou também “Star Blazers”.
O interesse cresceu….
Animadores no Japão começaram a escrever para os mercados ao invés de para aficionados por ficção-científica; vários programas foram lançados mirando especificamente garotas adolescentes. Exemplos atuais são Sailor Moon e Dirty Pair (os quais apesar do que seu nome e roupas reveladoras possam sugerir são relativamente aceitáveis para a maioria das crianças).
E seguindo até o final dos anos 70….
Captain Harlock: Space Pirate; Space Cruiser Yamato. Galaxy Express. Estas novas ofertas estavam cheias de drama e estórias bem contadas; através deles, haviam heróis, vilões e personagens que apesar de bem maiores do que na vida real, possuíam uma calma que habilitava eles a enfrentar seus inimigos com determinação voraz e atacar obstáculos com muita visão.
E então veio a próxima geração—uma estória sobre um robô chamado Mobile Suit Gundam. Com um exemplo incomparável de desenvolvimento de personagens e tensão dramática assim também como idéias tecnológicas vorazmente imaginativas, Gundam quebrou um novo patamar em anime. Ele introduziu o conceito do Newtype—um ser mais poderoso e capaz do que um simples humano, um conjunto talentoso de indivíduos os quais a população dependia para proteção—de ameaças externas assim também como de outros Newtypes.
A Era de Ouro dos Animes: os anos 80….
A Saga Macross, conhecida também como Robotech, e a “sopa-ópera” Maison Ikkoku caracterizam este alto ponto nos animes. Macross, começando com uma surpreendente trama padrão, encontrou grande sucesso por causa dos personagens os quais evoluíam durante o percurso da estória e também por causa dos designs mecânicos altamentes detalhados. As naves transformers espaciais/jatos/robôs gigantes que eram pilotadas por tipos como o inexperiente, mas talentoso Rick Hunter e seus companheiros melhor treinados são juntados por uma gigante e transformer fortaleza voadora de outro mundo, batalhando valentemente contra o gigante Zentraendi e seus crusadores com forma de batata que querem conquistar a Terra.
Maison Ikkoku, feito baseado num altamente bem sucedido anime de comédia, correu até chegar em 90 episódios e lidava com relações interpessoais, em particular os pontos de vista de seus dois personagens principais.
As mudanças as quais ocorrem nesses dois são seqüenciais—a série precisa ser assistida para isso tudo ser entendido. Isto significa uma tentativa para apelar para um córrego principal, sem sci-fi, sem garotas adolescentes, se encaixando bem talvez em uma
demografia adulta. Animes foram tocando cada aspecto da televisão e filmes.
Ascenção e queda do OVA….
….ou Original Vídeo Animation. Entenda que até este ponto, a maioria das animações as quais foram criadas eram lançamentos teatrais—e associados com a grandeza de apresentar-se na tela de prata veio o extraordinário custo. Com o custo de produção e as características dos animes
se tornando bastante proibitivas, se tornou evidente que um modo mais barato de fazê-lo teria de ser encontrado. E foi.
O OVA foi um conceito radical baseado numa tecnologia emergente dos VCR. Animações contendo entre 40 e 90 minutos poderiam ser feitas exclusivamente para vídeos, custando bem menos para fundar mas ganhando aproximadamente tanto quanto um lançamento teatral! Foi então que as portas se abriram para uma multidão imensa de animadores, escritores e produtores os quais tinham muita criatividade mas estavam com pouco dinheiro. Em breve podia-se ver companhias de OVA em todas as direções. Isso não iria durar.
No meio da correria, em meados de 1988, Katsushiro Otomo lançou um trabalho antecipado o qual até recentemente se
prendeu firmemente ao título do anime mais bruto já produzido; o nome do trabalho era Akira.
Akira se posiciona como um filme espetacular em sua execução perfeita e estória bem bruta. Gainax, um grupo de animadores e produtores os quais se preocuparam mais com a criatividade do que com a marketibilidade, produziram duas obras primas nessa época também: Otaku no Vídeo e The Wings of Honneamis, ambos lindos exemplos de criatividade
trazidos à vida.
Apesar desses reluzentes exemplos, entretanto, haviam infelizmente um bom número de animações começando
a pegar poeira nas prateleiras das locadoras. O mercado ficou saturado e muitos animadores talentosos se afastaram da produção de OVAs para trabalhar na televisão—um meio o qual demandava mais e pagava menos. O OVA havia visto sua explosão; estava enfim, acabado.
A Terceira Onda e o que significa aos humanos.
Nos anos 90 foram forjados os animadores, e pareceu levar a eles um bocado de anos para ver que haviam deixado sua criatividade para trás. Casas de animação estavam sendo compradas que nem loucas. Uma quietude descendeu após o sucesso das criativas estórias dos anos 80 começaram a desvanecer da memória das pessoas. E aí o pessoal criativo da Gainax fez um gol incrível com a criação de Neon Genesis Evangelion. A estória dos Angels e as cidades subterrâneas, foi um grande sucesso.
E isso foi seguido em 1995 pelo sensacional lançamento da Manga em
1995: Ghost in the Shell. Uma incrível mistura de animação digital 3D e o soberbo anime tradicional, este filme se coloca como uma das obras primas do gênero não importa quão longe os animes cheguem, tendo roubado o título de anime mais brutal de Akira de 1988.
E agora o que?….
O que irá ir ao topo neste ano, e no próximo? Atualmente, há novamente um pouco de falta de criatividade no mercado de anime. Em breve, entretanto, isto irá com certeza mudar e a Quarta Onda irá atingir-nos. Com a qualidade dos animes aumentando a medidas que as décadas passam, a próxima colheita de animes promete ser realmente espetacular; fiquem ligados, pessoal. O passeio só tende a ficar cada vez mais selvagem.
BelÃssima matéria, sensacional!
Animes rox, engraçado como eles vieram ao Brasil e invadiram de forma incrÃvel, conquistando a todos. Saint Seiya, o que inaugurou a febre por aqui, faz parte de minha vida, sou fã e é o que mais admiro.
Abraço!
Um dos primeiros animes que assisti na vida foi Macross, ou Guerras da Galaxias, como foi traduzido por aqui… eu nem sabia o que era animes ainda, ehehe
Acho que vou fazer uma matéria sobre Macross…
Realmente o anime invadiu o Brasil e o mundo, tanto que herois classicos dos comics tiveram que se render ao traço oriental (que não viu aquelas versões tocas em ‘formato anime” dos heroes da Marvel ?).
Mas será so eu que acha Ozamu Tesuka e seu Astro Boy e seus animes uma b0st@ ?