Artigo por : Alucard
A História do Super Nintendo
Há um tempo atrás eu escrevi uma matéria sobre A História do Mega Drive, que no geral foi muito bem recebida, especialmente pelos fãs do console e da Sega. Porém não vamos nos esquecer do principal adversário do saudoso Mega Drive, que também fez muito sucesso pelo mundo, inclusive aqui em terras brasileiras, o Super Nintendo Entertainment System.
Então, para a alegria dos fãs da Nintendo, vamos dar uma relembrada em seu mais famoso videogame. Foi com o surgimento dele que se deu início a uma verdadeira guerra pelo mercado de videogames: Sega de um lado, Nintendo do outro. Quem venceu? Os gamemaníacos!
O Super Nintendo, juntamente com o Mega Drive, deixou muitas saudades e muitos fãs por mundo afora. Vamos agora dar uma olhada na trajetória da Big N e do seu videogame reconhecido por muitos como o melhor que ela já fabricou.
Nintendo: dos baralhos aos games
A história da Nintendo é mais velha do que muitos imaginam. Tudo começou em 1889, quando Fusajiro Yamauchi fundou então a Nintendo Koppai, uma fabricante de baralhos situada em Kyoto. Os baralhos em questão são conhecidos como Hanafuda, que consiste de 48 cartas diferentes. São 12 conjuntos de 4 cartas cada. Cada conjunto representa um mês do ano e a flor que floresce nessa época. Cada carta é ilustrada com a flor do conjunto e pode, também, conter outros elementos como objetos, animais ou humanos. Yamauchi conseguiu algum êxito e dinheiro, vendendo seus baralhos em lojas da Nintendo em Kyoto e Osaka. Seu baralho fazia tanto sucesso que até membros da Yakuza (a máfia japonesa) usavam para jogar em seus encontros e jogos de apostas. Com a demanda crescendo, Yamauchi contratou um pessoal para ajudá-lo a produzir o baralho em larga escala, tornando então o "poderoso chefão" do Hanafuda.
E assim a popularidade da Nintendo Koppai foi crescendo, assim como os negócios. Já nos anos de 1900, a empresa já contava com parcerias de
outras companhias para vender o seu baralho. Nesta época, Nintendo Koppai tornou-se a primeira empresa a produzir e distribuir baralhos ocidentais no Japão (só lembrando que naquela época o Japão era bem conservador e não admitia produtos estrangeiros em seu país, inclusive baralhos). Em 1929 Fusajiro Yamauchi, já podre de rico, aposentou-se, e deixou então para o seu "ciccerone" (esse negócio de máfia pega, rs) Sekiryo Yamauchi, que é na verdade seu genro, a maior empresa de baralhos do Japão.
Sekiryo ficou 20 anos no poder da empresa, sendo reconhecido como um bom líder e empresário. Em 1949 foi a sua vez de se aposentar, deixando o lugar para o seu filho, Hiroshi Yamauchi, porém, diferente de seu pai, ele não era bem visto pelos empregados, que diziam ser ele arrogante, imprevisível e bastante temperamental. Mas graças a ele e ao seu comando de mãos de ferro, a Nintendo é hoje uma das maiores na indústria de games. Ele se aposentou em 2002 e recusou a aposentadoria de 9 milhões achando que a empresa iria fazer melhor uso com o dinheiro.
Nos 10 anos seguintes Hiroshi fez diversas mudanças. Mudou o nome da empresa para Nintendo Karuta Co. Ltd., mudou a empresa base de edifício e começou a produção de baralhos plastificados.
Em 1959 Hiroshi fechou um acordo com Walt Disney para a produção de baralhos com os famosos personagens americanos, com resultados satisfatórios. Em 1963 Hiroshi então mudou o nome da empresa novamente, para Nintendo Co. Ltd, nome esse que continua nos dias de hoje.
Uma das razões para a mudança de nome era para que ele pudesse expandir o ramo de produtos da empresa para além dos baralhos, que estavam sendo feitos há mais de 70 anos. Alguns desses novos "produtos" eram bastante diferentes do que o fundador original havia imaginado.
Hiroshi então montou o que podemos chamar de … "love hotel"… quartos eram alugados por hora, para fazerem vocês sabem o que…é, quem diria, a conservadora Nintendo já serviu de Motel!!! (curiosamente esses "Love Hotel" parece ser uma rede bem popular lá no Japão, não sendo um nome exclusivo da Nintendo). E é claro que o próprio Hiroshi tirava proveito indo visitar seu love hotel algumas vezes (claro que era apenas para supervisionar seu negócio
), o que não deixou sua esposa muito feliz, não concordando com o empreendimento.
Além do hotel, ele também criou uma firma de táxi, que até durou por um tempo, mas em alguns anos a Nintendo começou a perder verdinhas quando poderosos sindicatos de taxistas aumentaram seus salários.
Hiroshi fechou a companhia de táxi e pouco depois fechou as portas do seu love hotel.
Após suas tentativas frustradas em se aventurar em outros negócios, Hiroshi criou em 1964 o primeiro centro de pesquisas e desenvolvimento da Nintendo, batizada simplesmente de "Games", que eram brinquedos para crianças, nada a ver com games eletrônicos. Isso até chegar um jovem empregado chamado Gunpei Yokoi (apenas a mente por trás do primeiro Game Boy e de jogos como Metroid, Donkey Kong e Super Mario, juntamente com Shigeru Miyamoto, outra lenda no mundo dos games). Yokoi começou a bolar brinquedos inovadores que faziam sucesso, como a Ultra Hand, Ultra Machine, Love Tester (huuummm) e Ultra Scope. A Nintendo então fechou um acordo com a Sharp Eletronics para usar a sua tecnologia de sensor óptico em alguns de seus brinquedos, e assim nasceram jogos de pistolas com sensores.
O departamento de brinquedos da Nintendo rapidamente floresceu, com Gunpei Yokoi na liderança na fabricação dos brinquedos eletrônicos, inclusive na fabricação de arcades com as pistolas de sensor. Na metade dos anos 70, Nintendo passou pro problemas financeiros por causa de crises no Japão. Querendo manter o recente sucesso da Nintendo na área de entretenimento, Yamauchi resolveu entrar em um acordo com a Magnavox para a distribuição do videogame Oddysey em solo japonês. O Oddysey vendia bem, mas a Nintendo tinha planos mas ambiciosos em mente. Contratando membros da Sharp Eletronics e com Gunpei Yokoi, Nintendo resolveu ela mesmo entrar no negócio de videogames. Criaram alguns arcades, que fizeram algum sucesso, mas que não eram páreo contra Space Invaders da Taito ou Pac-Man e Galaga da Namco.
Nintendo domina o mundo
Final dos anos 70 e início dos 80, o mercado mundial, principalmente o americano, era dominado pela Atari e videogames similares, uma febre mundial. A coisa foi tão boa que havia milhares de jogos, a maioria ruins, no mercado consumidor. Isso espantou as pessoas levando ao famoso "crash dos videogames", em 1984, que quebrou quase todas as empresas da área, inclusive a Atari. É como se uma bomba nuclear tivesse devastado a indústria de videogames.
Porém, do outro lado do mundo, em 1983, quase 100 anos depois de sua criação, a Nintendo lançaria o "Family Computer" ou simplesmente "Famicom" (o Nes 8 bits). Suas especificações técnicas deixavam as dos adversários (principalmente a Atari) no "chinelo". As vendas no Japão iam bem, até a data do "crash" já havia sido vendidas 2,5 milhões de unidades somente no Japão. Pipocavam as empresas que queriam desenvolver jogos para o sistema.
o Famicom não era nada bonito
Instalada nos EUA em 1981, a Nintendo of America resolveu lançar o seu vitorioso Famicom nas terras do tio Sam. Mas no início ele não foi bem aceito, pois as pessoas ainda estavam temerosos pelo crash de 1984. A Nintendo teve um duro trabalho para convencer os lojistas a venderem seu produto. Ele foi mostrado pela primeira vez na Consumer Eletronics Show de 84, com um visual nada bonito e cheio de parafernálias. O público não gostou.
Na CES do ano seguinte o aparelho retornou, agora totalmente reformulado e com o nome de Nintendo Entertainment System (sistema de entretenimento? Playstation?) e a aceitação foi melhor. Após gastar a sola do sapato para convencer as lojas a venderem o Nes, o videogame acabou sendo um sucesso, e os EUA foi o país em que mais se vendeu o console.
Nintendo e suas formas quadradas
Em 1984, uma respeitável empresa de arcades resolve peitar o monopólio da Nintendo. Surgia a Sega no mercado de videogames caseiros com o seu Master System. Apesar de tecnicamente superior ao Nes, o Master não teve vida longa nos EUA e Japão, porém fez estrondoso sucesso na Europa e na América do Sul (nesses lugares o Master System era bem mais popular que o Nes). Mas não o bastante para ameaçar o império da Big N.
No final de 1988 a Sega mostra as garras e lança então o poderoso Mega Drive, o primeiro videogame de 16 Bits: um visual bonito e arrojado, controles anatômicos perfeitos, impressionando a todos com jogos sofisticados e compatíveis com os arcades da época. Curiosamente, o Japão foi o único lugar em que o Mega Drive não emplacou. Mas nos EUA e no resto do mundo ele conheceu a glória no início dos anos 90. Lançado nos EUA com o nome de Genesis, ele rapidamente caiu no gosto dos americanos. Fez muito sucesso também na Europa e na América do Sul, repetindo sucesso do Master System nesses continentes. Aqui no Brasil, representado pela Tec Toy, foi dono e senhor do mercado.
A Nintendo, pela primeira vez na sua história se viu ameaçada. Apesar de ter 90% do mercado com o Nes, estava perdendo terreno para o novo mercado de 16 Bits que a Sega iniciou. A Nintendo precisava de um sucessor para o seu aclamado console de 8 Bits, para enfrentar a nova ameaça do console negro.
E surge o sucessor
Masayuki Uemura (esse aí do lado com cara de nerds), o mesmo homem por trás do desenvolvimento do Famicom anos atrás, foi chamado para encabeçar a equipe que deveria desenvolver o videogame da próxima geração. E assim, no final de 1990, seria lançado no Japão o Super Famicom, que logo se tornou um sucesso. O console, por ser quase 2 anos mais novo que o concorrente, possuía gráficos e feitos audiovisuais bem mais sofisticados que o rival. Ele conseguia colocar até 256 cores simultaneamente na tela, de uma paleta de mais de 32.000 cores; movimentava sprites com efeitos de rotação, zoom e transparência; seu controle, apesar de não ser tão anatômico (parecia um osso) como o do Mega Drive, tinha 8 botões. Mas o poderoso videogame tinha um calcanhar de aquiles: o seu processador era muito lento, que rodava a apenas 3,57 MHz. Perdia de feio para o Mega Drive, que rodava a 7,67 MHz. Pode parecer pouca coisa, mas isso faria a diferença para o tipo de jogos lançado para cada console. O Super Famicom rodaria os RPGs (o gênero preferido dos japoneses, por isso o grande sucesso no Japão) com maior facilidade, pois são jogos "lentos" que não necessitavam tanto do processador. Já o Mega Drive se daria bem com jogos de esporte e plataforma. E assim, com o monopólio das melhores softhouses fazendo jogos exclusivos para o seu poderoso videogame (coisa que acontecia desde a época do Famicom), o Super Famicom rapidamente foi um sucesso estrondoso no Japão.
o modelo japonês e o modelo americano
Mas a Nintendo cometeu um erro estratégico, e demorou a lançar o videogame no mercado americano. Apenas no final de 1991 é que o então Super Nintendo Entertainment System chegaria � s lojas americanas, com um novo visual lembrando uma caixa de sapatos (é, a Nintendo nunca foi muito boa com o design de seus consoles) e na cor branca, seguindo o padrão do antecessor. Foi inicialmente vendido por US$ 200 e vinha acompanhado do jogo Super Mario World. Na Europa foi lançado algumas semanas depois e aqui na América do Sul só importando, hehe (só em 1993 ele viria para o Brasil pela Playtronic).
Porém, o domínio da Nintendo no mercado japonês não se repetiu nos mercados americano e europeu. Com a demora do lançamento do seu Super Nintendo, deu tempo de sobra para a Sega consolidar firmemente o Mega Drive/Genesis na Europa e EUA, com preços atrativos do console e games e uma agressiva campanha de marketing nos EUA. O Super Nintendo vendeu bem, mas como a Nintendo dominava o mercado de 8 Bits com o Nes, agora era a Sega que dominava o mercado de 16 Bits.
Foi então que a Nintendo levou o golpe mais duro da Sega, na forma de um ouriço azul: Sonic The Hedgehoc. Sega joga pesado e coloca o carismático personagem para competir com o Super Nintendo. E não é que o ouriço deu um cacete no Snes e no velho Mário? A Sonic-mania espalhou-se pelo mundo com o jogo de ação supremo, ajudando a Sega a continuar a vender seu 16 Bits com uma larga vantagem. Daquele jeito, nem com 500 Super Marios o Super Nintendo podia chegar perto.
Sonic chega para abalar o império da Nintendo
E a Nintendo teve que engolir um segundo lugar, mas ela não ia deixar barato, jamais entregaria assim a liderança do mercado americano e europeu. A rivalidade entre as duas empresas cresceu como nunca, e Nintendo e Sega produziram o que é provavelmente a mais notória guerra de consoles da história. Gamers se dividiam entre uma ou outra (os fãs mais fanáticos, os mais espertos tinham os dois consoles). A guerra acabou indo parar nas mãos dos games, tanto uma quanto outra lançavam games cada vez melhores. Até que, um certo dia, a Nintendo viu uma luz no fim do túnel…
E chegam os lutadores de rua
Em 1992 veio a salvação do Super Nintendo graças � Capcom, que lançaria para o console o seu já consagrado game de arcade Street Fighter II, em uma conversão mais do que perfeita para o console da Nintendo.
Finalmente o Super Nintendo começou a decolar no ocidente, no Japão ele já dominava o mercado, agora faltava o resto do mundo. Mas a Sega estava preparada e contra-atacou com excelentes jogos para o Mega Drive, como Sonic 2 e Streets of Rage 2, além de que Street Fighter 2 sairia para Mega Drive um tempo depois.
A Nintendo ainda tinha que engolir o segundo lugar, mas desta vez estava mais próxima. A Sega possuía 56% do mercado contra 44% da Nintendo. O mercado estava completamente dividido entre as duas empresas e a guerra tinha chegado ao seu ápice. Foi então que surgiu, em 1994, a arma secreta da Nintendo que a colocaria novamente ao topo. Um personagem já esquecido seria ressuscitado e faria que o Super Nintendo assumisse a liderança do mercado dos 16 Bits…
A volta do Kong
Em 1981, Shigeru Miyamoto cria o jogo para arcade Donkey Kong (algo como "Gorila Burro") e que rapidamente vira um grande sucesso comercial. O jogador, um carpinteiro nanico, devia salvar a namorada que havia sido raptada pelo raivoso gorila. O carpinteiro ganha o nome de Mario, e tempos depois viria a estrelar seu próprio game, o pouco famoso Mario Bros.
Um fato curioso, em 1982 a Nintendo seria processado pela Universal Studios por plágio do seu filme King Kong. Porém a Universal caiu do cavalo pois não sabia ela que King Kong já havia entrado em domínio público, ou seja, não possuía mais direitos autorais. Pagou um senhor mico, ou devo dizer um senhor Kong? E pra sorte da Nintendo, pois está na cara que o game é chupadaço de King Kong, ehehe
Em 1991 a empresa Rare lança para o nintendinho o game Battletoads, game com sapos guerreiros anabolisados, que rapidamente virou um grande sucesso. O jogo seria relançado para o Super Nintendo em 1993, com o nome de Battletoads in Battlemaniacs. Depois disso a empresa tomou chá de sumiço. Durante esse tempo ela estava investindo em estações gráficas da Silicon Graphic, permitindo a ela a criação de uma nova tecnologia, a ACM (Advanced Computer Modeling). Essa nova tecnologia permitiu o desenvolvimento de gráficos de qualidade incrível para o Super Nintendo. A Big N, impressionada com os resultados, propôs que a Rare escolhesse um personagem da empresa para a criação de um game usando a nova tecnologia. O escolhido foi Donkey Kong.
Em 1994 a Rare iria surpreender o mundo ao lançar Donkey Kong Country para o Super Nintendo. O jogo era revolucionário, mostrava gráficos que até então jogo nenhum havia conseguido reproduzir em 16 Bits: gráficos pré-renderizados 3D em um console 2D. O jogo foi o maior sucesso, as vendas do Super Nintendo dispararam, e finalmente a Nintendo consegue recuperar seu primeiro lugar no mercado de 16 Bits. Mais dois jogos do DK foram lançados para o Super Nintendo, mas não chegaram a impressionar tanto como o primeiro, afinal já estávamos entrando na era dos 32 Bits.
Aliado a isso e ao fato de em 1995 o presidente da Sega ter decidido parar com a produção e suporte ao Mega Drive, para se dedicar exclusivamente ao Saturn (que apanhou feio do Playstation) e a demissão do chefão da Sega of America, Tom Kalinske (grande estrategista e o principal responsável pelo sucesso da Sega nos EUA), não ficou difícil para a Nintendo dominar rapidamente o mercado, transformando o Super Nintendo o 16 Bits mais vendido na história. O Super Nintendo teve sua produção encerrada somente em 2000, e no Japão parece que ele ainda durou um pouco mais.
Só por curiosidade… a parceria entre a Rare e a Nintendo terminou no fim de 2002, quando a Rare se bandeou pro lado da Microsoft (dizem que Bill Gates desembolsou U$377 milhões de verdinhas para adquirir a empresa) e agora irá produzir games exclusivos para o XBox. Mas apesar disso, ela continuará a desenvolver games para as plataformas da Nintendo.
Playstation da Nintendo?
Com o lançamento do Sega CD para o Mega Drive a Nintendo rapidamente tomou medidas para lançar um leitor de CDs para o Super Nintendo. Para tal propósito ela firmou um contrato com a Sony para a criação do aparato para o seu 16 Bits. Chamado na época de Super Disc, que rodaria jogos em cartucho do Super Nintendo e jogos em CD, assim como o Mega Drive e Sega CD.
Porém durante o projeto houve discordâncias entre as empresas. A Sony queria uma porcentagem das vendas do aparelho e games, que agora fora renomeado de PlayStation, que a Nintendo não aceitou . Sony então anuncia que havia conseguido os direitos de distribuição do novo aparelho. A Nintendo não gostou nada da notícia (a Big N é famosa por querer ter o controle de tudo) e no dia seguinte do anúncio da Sony, a Nintendo foi a público fazer o seu próprio anúncio, mas ao invés de firmar o pacto com a Sony como todos esperavam, disse que estava criando um leitor de CDs para o Super Nintendo com a Phillips. A Sony não gostou e as duas cortaram relações de vez, porém a Sony continuou o seu projeto do Playstation, que foi lançado em 1994, totalmente remodelado e sem nenhum laço com a Nintendo. A Nintendo tentou medidas judiciais para impedir o lançamento e a fabricação, mas perdeu em várias instâncias nos Estados Unidos e Japão.
Ironicamente, o Playstation dominou o mercado, que antes pertencia � Sega e a Nintendo, tornando-se o videogame mais vendido da história (mais de 100 milhões de consoles vendidos). Essa a Nintendo teve que engolir no seco, deve estar entalado na garganta até hoje.
E o acordo entre a Nintendo e a Phillips também não deu em nada, ou melhor, resultou sim, no CD-i, um aparelho interativo que não agradou muito, mas que foi lançado apenas pela Phillips, que ganhou também o direito de lançar alguns games da Nintendo para o console.
Mario? Que Mario?
Esse é um Mario que todo mundo deve conhecer. Como já dito, a primeira aparição de Mario se deu no arcade do Donkey Kong, criado em 1981. Mario possui o visual de hoje graças a fraca tecnologia de 1981:
Chapéu: Não haviam pixels suficientes para representar os movimentos dos cabelos enquanto Mario pulava, então Miyamoto deu a Mario um chapéu para cobrir os cabelos.
Bigode: De novo, devido � quantia limitada de pixels loteada pelo personagem, Mario tem um grande nariz e um bigode porque Miyamoto queria que as pessoas notassem que Mario tinha um nariz.
Macacões: Para se ver os movimentos dos braço do Mario, seus braços precisavam ser de uma cor diferente de seu corpo. Miyamoto deu a Mario macacões vermelhos para resolver este problema. Mario tinha a camisa azul e macacões vermelhos para Donkey Kong e Donkey Kong Jr. As cores foram trocadas para camisa vermelha e macacões azuis quando Mario Bros. estourou nos arcades.
Quando Super Mario Bros. foi lançado para o Nintendo Entertainment System, Mario tinha seus macacões vermelhos originais, mas sua camisa era de uma cor castanha. Em Super Mario Bros. 2, Mario voltou a usar seu conjunto secundário de camisa vermelha e macacões azuis, e esse esquema de cores não se alterou desde então.
Mas o estrelato mesmo só viria em 1985, com o lançamento de Super Mario Bros., um dos primeiros jogos de plataforma do tipo side-scrolling. O
sucesso foi tanto que o game foi responsável pelo sucesso de vendas do console Nes. Super Mario Bros. é um dos jogos mais vendidos de toda a história dos videogames, nem mesmo suas continuações venderam tanto quanto ele (teve ainda duas continuações no Nes). Sem falar que foi o grande sucesso do designer de jogos japonês Shigeru Miyamoto, o principal responsável pelo sucesso da Nintendo.
Mas o que levou Super Mario Bros. e suas continuações a terem todo esse sucesso? A fórmula não poderia ser mais simples: um jogo simples, mas extremamente divertido e viciante. E Super Mario Bros. foi lançado no momento certo. No ano de 1985, o mundo gamístico voltava a ter forças depois do crash de 84. As pessoas se surpreenderam com o novo estilo de jogo, antes acostumadas com games com tela fixa do Atari, mas agora Mario formatava um novo estilo, uma nova mecânica de jogo, a chamada ação de plataformas, popular até hoje mesmo com os jogos em 3D. A tela "rolava" (ou como os americanos dizem, side-scrolling), revelando um grande mapa, com elementos de exploração e inúmeros segredos que se escondiam em blocos ou passagens secretas dentro dos famosos canos. A variedade de cenários era gigantesca se comparada aos velhos jogos de Atari e similares, com mapas que tinham passagens para fases nos céus, em oceanos em ambientes subterrâneos, com uma grande variedade de inimigos e chefes no final de cada fase.
Além do protagonista, outros personagens da série acabaram ganhando o estrelato, como é o caso do Bowser e a princesa Peach, e claro, o seu
irmão Luigi. Outros amigos e inimigos foram surgindo, alguns ganhando nome e jogos próprios, como é o caso do dinossauro Yoshi e do rival Wario.
Não é a toa que Super Mario Bros. do nintendinho 8 Bits é o título mais vendido de toda a história dos games, com 40 milhões de cópias vendidas no mundo todo e reconhecido pelo livro dos recordes Guinness. Durantes os seus 20 anos de estrada, inúmeros games foram lançados, e a franquia de Mario já chegou a vender mais de 180 milhões de unidades no mundo todo.
Mas para alguém que já rivalizou a popularidade de Mickey Mouse,
Mario acabou encontrando um rival a sua altura, uma pedra no seu sapato que o incomodou por algum tempo, na forma de um ouriço azul. Sonic, o carismático e veloz mascote da Sega, realmente incomodou bastante a vida de Mario durante a era dos 16 Bits, e mesmo o game Super Mario World do Super Nintendo ser uma das mais notáveis aventuras do bigodudo já feitas até então, ele passou por momentos difíceis com o ouriço azul correndo por aí. Mas isso é história para uma outra matéria, mesmo porque hoje em dia o famoso ouriço corre também nas plataformas Nintendo, tendo achado no GBA o lugar perfeito para as suas aventuras em 2D.
E no Brasil?
No Brasil a Nintendo seria representada pela Playtronic Industrial Ltda somente no final de 1993, entre uma fusão das empresas Gradiente e Estrela. A Sega já dominava o mercado brasileiro graças � competência e excelente suporte da Tec Toy (que até hoje existe e ainda fabrica os videogames, mesmo sem o suporte da Sega). Apesar da Playtronic não conseguir o mesmo êxito que a Tec Toy alcançou (a Platronic durou apenas alguns anos, e a Nintendo vendo que a Sega já não era mais uma ameaça e como o Playstation não tem representante oficial aqui, largou a empresa � deriva que fechou as portas) ela chegou a lançar os consoles e games Nintendo por aqui. A principal vantagem disso era que tanto ela, como a Tec Toy abaixam os preços dos seus produtos, e quem saía ganhando era o consumidor. Sem dizer das propagandas, dos jogos que eram lançados simultaneamente com os EUA e tranqueiras oficiais que chegavam aqui. É, o Brasil já teve o gostinho de experimentar esse concorrido mercado de games do jeito que ele é nos EUA e outros países (bom, não
exatamente do mesmo jeito, mas pelo menos uma parte dele).
A Playtronic tinha uma forte adversária na Tec Toy (que tinha 75% do mercado brasileiro com os seus consoles), que fazia uma fortíssima campanha de marketing em volta dos seus carro-chefes, o Master System e o Mega Drive, lançando jogos em português e jogos modificados para atender ao público brasileiro, como Chapolin e a Turma da Mônica. Isso obrigou a Playtronic a investir também em seu marketing com diversas propagandas em revistas e jornais, e até uma reportagem no Fantástico sobre a sua chegada.
Entretanto o Nes 8 Bits não fez muito sucesso por aqui, primeiro por causa da demora da sua entrada no mercado brasileiro e segundo por que aqui já existia anos antes clones piratas do console, como o famoso Phantom System (por ironia, da própria Gradiente), o Hit Top Game (eu tinha um desses), o Dynavision, entre muitos outros. É claro que a Nintendo não deu nenhuma licença para todo esses consoles, ou seja, era tudo pirataria, mas que ajudou a popularizar o nintendinho 8 Bits.
Em 1996, por algum motivo desconhecido, a Estrela abandonou a empresa, que passou a se chamar então de Gradiente Entertainment Ltda (o que deixou os produtos Nintendo bem mais caros no mercado) e tempos depois, no início de 2003, a própria Gradiente em declaração oficial, disse que deixaria de fabricar e comercializar a linha de videogames, encerrando a parceria com a Nintendo no Brasil.
mega drive? não, Phantom System
E no fim das contas
Ok, estamos quase chegando ao final dessa retrospectiva e eu gostaria de dizer para os fãs mais fanáticos da Sega e Nintendo não virem me aporrinhar, dizendo que esta matéria está toda errada, que um ou outro videogame é o melhor do mundo e blá, blá, blá. Tudo que foi aqui escrito teve um trabalho minucioso de pesquisa em sites brasileiros e estrangeiros, além das minhas próprias memórias, para trazer a vocês fatos interessantes da história desse inesquecível videogame da melhor maneira possível. Quem quiser pode assistir a esse documentário da BBC, Inside Nintendo, que mostra muita coisa que foi dito aqui.
O surgimento do Super Nintendo foi responsável pela mais notória e histórica guerra dos videogames, com as duas empresas, Sega e Nintendo, fazendo de tudo para agradar aos consumidores, que ganhavam cada vez mais jogos melhores e melhores. No final das contas foi uma guerra "saudável" e quem venceu? Considerando que o Snes virou o jogo no segundo tempo (mas isso não apaga os milhões de Mega Drive vendidos até então) ele não fez feio. Quem realmente ganhou mesmo foi o público consumidor. Quem viveu naquela época jamais vai esquecer os comerciais, as capas de revistas com as mascotes das empresas, entre outras coisas.
O Super Nintendo fez história no mundo e conquistou uma legião de fãs em toda parte, inclusive aqui no Brasil. Muitos consideram o console como o melhor já feito pela empresa, com a melhor lista de jogos que nenhum de seus sucessores conseguiu superar. O 16 Bits mais vendido na história, com aproximadamente 45 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. A Nintendo, que já dominou o mercado, hoje encontra-se disputando o 2º lugar com a Microsoft (e a Nintendo corre sérios riscos de perder) e a Sony reina absoluta no primeiro lugar. Depois de tropeços com o N64 (a Big N também erra) e a tentativa do Game Cube (que perdeu pro PS2), ainda resta a esperança do seu novo videogame Revolution. Mas independente do resultado disso, o Super Nintendo será sempre lembrado pelos seus fãs como o melhor videogame da história.
Curiosidades
- No lançamento do Super Famicom no Japão houve rumores que a Yakuza pretendia roubar os consoles que estavam sendo enviados por navio a noite, para serem vendidos no mercado negro.
- O Super Nintendo europeu, além de ser lançado dois anos depois do lançamento do japonês, ainda rodava os games 17% mais lento que as versões americanas e japonesas e ainda contavam com largas faixas pretas em cima e embaixo da tela, não sendo em tela inteira.
- A Nintendo já travou inúmeras batalhas judiciais (perdendo milhões de $$ em muitas delas): contra o lançamento do aparelho Game Genie (que permitia códigos para macetes aos games. A Nintendo perdeu a causa e inclusive fez algumas versões de jogos que queimavam se estivessem encaixados com o Game Genie, como Final Fantasy 3 e Chrono Trigger); por exercer um monopólio na área dos videogames com contratos com as softhouses que exigiam games somente para as plataformas Nintendo; contra a Samsung que aparentemente fornecia games Nintendo para companhias piratas; esses são apenas alguns exemplos.
- O presidente da Nintendo, Hiroshi Yamauchi comprou 60% do time americano de baseball Seattle Mariners (ele disse ainda que tinha planos de mover a base da Nintendo do Japão para Seattle, mas isso nunca aconteceu).
- Existe um filme (com atores) de Hollywood chamado Super Mario Bros- The Movie, mas foi um fracasso total (o filme é um lixo!).
- O maior fracasso da Nintendo (além do filme acima citado) tem um nome: Virtual Boy, videogame de realidade virtual criado por Gunpei Yokoi.
- Square rompe relações com a Nintendo de uma parceria que vinha desde o Nes com o lançamento do N64, juntamente com a produção do novo Final Fantasy que estava sendo criado, e arranja uma nova casa no console da Sony, o Playstation, que usava como mídia o CD (melhores para fazer rpgs) ao invés de cartuchos do N64.
- A palavra "Nintendo" é composta de 3 kanjis japoneses, Nin-ten-do, que possuem várias traduções como: "o paraíso abençoa o trabalho duro"; "Deixe a sorte para os céus"; "nós fazemos tudo que podemos, o melhor que podemos, e esperamos os resultados"; "trabalhe duro, mas no final tudo estará nas mãos do paraíso", entre outras coisas.
- O game Nosferatu do Snes foi o game mais adiado da história da Nintendo: foi anunciado para 91/92 mas saiu apenas em 1995.
- O sobrenome de Mario é "Mario". Isso mesmo, Mario Mario. E ele recebeu esse nome pois na época do lançamento do arcade de Donkey Kong, o personagem (que tinha o nome de Jumpman) era tão parecido com o dono do prédio da Nintendo nos EUA (um italiano, por sinal) que se chamava Mario.
- A série Metroid sempre fez muito sucesso nos EUA, mas no Japão nunca foi muito popular.
-
Pânico Pokemon: o lançamento do desenho baseado no game provoca inúmeros casos de epilepsia no Japão. Nintendo perde milhões de dólares. O desenho foi adiado várias vezes aqui no Brasil por causa dessa polêmica. Boatos sobre jogos da Nintendo terem o mesmo efeito se espalhou, o jornal sensacionalista The Sun da Inglaterra teve como título: "Nintendo matou meu filho!".
Periféricos
O Super Nintendo não teve tantos periféricos como o Mega Drive, mas eis alguns deles:
| adaptador para 4 controles | mouse | bazuca Super Scope (não fez muito sucesso) |
| Super Game Boy, permitia jogar jogos do Game Boy através do Snes |
adaptador para jogos americanos/japoneses | Carts de código, que permitiam macetes para os games, esse daí é o Action Replay |
| Nintendo Satelliview, lançado apenas no Japão, que permitia o download de jogos via satélite |
Copier Units, uma espécie de cartão de memória para salvar os games |
Snes 2, feito para competir com o Genesis 3 |
Propagandas
| propaganda do Super Castlevania IV | |
| propaganda de Street Fighter 2 | |
| propaganda de Demons Crest | |
| propaganda de X-Men Mutant Apocalypse | |
| propaganda de Teenage Mutante Ninja Turtles IV |
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| até Luigi ganhou um jogo, no fraquinho Mario is Missing (nem assim ele ganha o nome no título do game) |
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| propaganda de Top Gear fazendo trocadilho com a famosa frase "Merdas Acontecem" (Shit Happens) |
Vídeos
| Star Fox |
comercial dos bichos espaciais |
| Super Mario World |
comercial do bigodudo italiano |
| Mario Kart |
propaganda bonitinha do Mario Kart |
| Tales of Phantasia |
uma propaganda desse excelente rpg |
| Legend of Zelda |
Propaganda meio estranha de Zelda… chupadaça de clipes de Michael Jackson… japoneses não são muito criativos nas propagandas… ah sim, reparem que Link é uma garota |
| Super Metroid |
excelente propaganda de Super Metroid, mostrando o que acontece com um cão feroz ao encarar o game |
Os jogos clássicos
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F-Zero, o inovador jogo de corrida
|
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Zelda retornaria em grande estilo
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grande seqüência da Konami em
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Final Fight saiu dos arcades para a |
TMNT 4 – outro grande game da
|
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a série contra também apareceu no
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Super Metroid – um dos melhores
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Earthworm Jim apresentava belos
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O Snes não tinha muitos shooters,
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Assim como Gradius 3, numa
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Star Fox apresentava o
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Megaman (ou Rockman) teve grandes
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Super Mario Kart marcou época
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Super Valis IV, considerado a
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A trilogia Star Wars teve ótimos
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Top Gear, o clássico de corrida do
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DKC saiu em 1995 e mostrava do que
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E como esquecer de SFII, que virou
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Mortal Kombat também apareceu no
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Jogos do Neo Geo eram populares,
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e Samurai Shodown
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Killer Instinct, também da Rare,
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Captain Commando pegou
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Mas o forte do Snes era mesmo os
|
e The Secret of Mana
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Illusion of Gaia, outro bom rpg da
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Mario Rpg, uma parceria da Nintendo
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E a série Final Fantasy, adorada
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FF VI foi um sucesso estrondoso e o
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Dragon Quest era outra série
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As Guerreiras Mágicas de Rayearth
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A série Ys teve 3 games para o
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outro rpg, Ultima 7
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Star Ocean saiu apenas no Japão
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Tales of Phantasya, a cultuada
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Hérois de quadrinhos também
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E Superman
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E o homem-aranha
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Earthbound não era grande coisa,
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jogos de esporte não eram o forte
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NBA Live, também outra franquia
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Alien 3 em uma grande versão para
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assim como Battletoads
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jogos fofinhos e coloridos não
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Por outro lado tínhamos games mais
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Secret of Evermore, mais um rpg
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Stunt Race FX, um péssimo jogo de
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Super Turricam apresentava bons
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Ghost´n Goblins em um ótimo jogo da Capcom
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Lemmings, o clássico de
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Mickey Mouse em Magical Quest
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Ninja Gaiden Trilogy, do
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Out of This World, clássico dos
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Animes como Ranma 1/2 também
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Super Mario Paint fez sucesso com a
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Papa-Léguas e o Coiote também apareceram no Snes
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Assim como os X-Men
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Desert Strike era bacana, mas
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Yoshi´s Island, também conhecido
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Grande matéria Alucard, como sempre detonando! =)
Essa foi, sem dúvida alguma, a melhor batalha da HISTÓRIA dos games. Eu escolhi o lado da SEGA, e não me arrependi. Era legal porque os vg´s e jogos na época eram mais acessÃveis, então quase todos os meus amigos possuÃam ou Snes, ou Mega (a maioria tinha um Mega), à s vezes um zuava com o outro falando mal dos consoles mas, no final, todos se juntavam e viciavam nos clássicos de ambos os sistemas.
Época de ouro, que nunca mais voltará…
Abraço!
Ao contrário do GoDLiKe, que escolheu o lado SEGA da força, eu escolhi o lado Nintendo da força, mas no final o resultado das batalhas entre essas duas forças era sempre o mesmo, horas de jogatina.
Ao contrário de vocês 2 eu escolhi ambos os lados. Primeiro o Megadrive, depois o Super Nintendo.
Melhor época dos consoles ever…
Igualmente ao nosso amigo aà em cima, também escolhi os dois lados… primeiro o Mega e depois o Super (com um pouco de resistência, admito, por estar “traindo” a Sega, ehehe).
Melhor coisa que já fiz, os dois melhores consoles que já exisitiram!
Q bela matéria… q saudade q deu!!

O mega drive eu nunca tive… mais o SNES sim!
Meu segundo video-game!
Saudades mtas saudades desse tempo!
Realmente, a matéria ta muito boa. Demais. Também escolhi os dois lados, joguei muito Mega, principalmente Sonic, que é o jogo que veio com o meu na época, e depois troquei ele com muita tristeza pelo Snes, o que também não deixou a desejar.
O mais impressionante foi como a SEGA simplesmente sumiu. Eu acho q o DREAMCAST foi um console muito bom, e muito revolucionário, com seus gráficos impressionantes, seu sistema on-line que permite jogar com várias pessoa e acessar sites, seu engraçado VMU (Visual Memory Unit) que permiti acessar os arquivos sem estar conectado ao console, e grandes jogos, como HeadHunter, Sonic Adventure, Soul Calibur, etc…
Eu sempre optei pela SEGA, mais já tive muitos videogame da NINTENDO, e me arrependo de ter vendido eles até hoje.
A matéria é muito boa mesmo, porém, tem algumas informações erradas, como a soma das porcentagens 56%(SEGA) + 45%(NINTENDO) = 101%, outra, o nome do novo videogame da nintendo nunca foi chamado de EVOLUTION, mais sim de REVOLUTION e agora com o nome de Wii.
Erros bobos, mas não custa nada corrigi né?! =P
Nintendo sempre, hahaha… desde pequeno jogava os clássicos do SNES. Mas sempre gostei dos da Sega também.
Abraços!
Erros de digitação na pressa de publicar a matéria, já corrigidos.
Valeu pelo toque ^^
Po tem algusn erros ae
O cara falou ke ronaldinho soccer era a versao pirata do fifa 98, mais nao era, era a versao pirata do international superstar soccer ke é um jogaço, esse fifa 98 é um lixo, alias todos os fifas de snes eram uma porcaria
A o cara tb boto eartbound como um jogo frakinho, disse ke os mortal kombat de snes nao tinham sangue mais tinham sim, tem ate a opção de jgoa com sangue ou sem
Ótima a materia, essa história da Nintendo ter começado fazendo baralhos é muito curiosa!
O Super Nintendo foi o único video game que tive, lembro que nessa época o pessoal sempre fazia uns rolos, trocavam uns cartuchos por outros, emprestavam de um amigo, de outro, sempre pra experimentar novos jogos, tinha sempre alguém com um jogo teu.
Para mim, o Super Nintendo foi o melhor videogame que eu já tive. Não houve outro em que joguei e terminei tantos jogos como nesse 16 bits da Nintendo – ok, eu tinha MUITO mais tempo nessa época…
Em relação à matéria, gostei muito, mas acho que passou muito rápido pela parte do desenvovimento do console. Tem histórias deliciosas dessa época, pois se cruza com a história do primeiro PlayStation. Foi Ken Kutaragi que criou o chip de som – excelente por sinal -, o SPC700 para a Nintendo. Não fosse por isso, a Sony talvez nunca tivesse entrado para a indústria dos videogames. O som do Super Nintendo era maravilhoso e acho que estava aqui maior diferença para o Mega Drive. Considero “Actraiser” a melhor trilha sonora para videogames da história.
Por fim, como grande fã da série “Earthbound”, quero defender este grande jogo, que entra fácil na minha lista dos cinco melhores games para o Super Nintendo. De fato, ele não tem um grande visual, ainda mais se comparado com o quase unânime “Chrono Trigger”, que saiu no mesmo ano. Não sei explicar direito por que ele mexeu tanto comigo, afinal já faz mais de dez anos. Mas lembro de ter sido uma experiência genuinamente emocionante, algo que só vivenciaria novamente com “Shadow of the Colossus”.
Confesso, gosto de um jogo “estranho”, como “Killer 7″. “Earthbound” é estranho. Basta ver seu visual. Basta ver que os personagens são garotos – especiais, mas apenas crianças. Eles precisam ligar para os pais para salvar o jogo, pegam ônibus para ir para outra cidade. Que outro RPG pergunta sua comida favorita ou a coisa que mais gosta?
E os diálogos são sensacionais. Era melhor em japonês, pois Shigesato Itoi é um gênio – e quase intraduzÃvel. Apesar disso, “Earthbound” ainda conseguiu manter a essência da emoção e do humor do original. E tem uma lista de refências culturais muito rica, principalmente em relação aos Beatles.
Acho que não é nada racional. Mas “Earthbound” é um jogo especial para mim. Assim como foi “A Link to the Past”, mas este acho que ninguém discorda
.
É isso.
É, tem alguns erros na matéria. Mas no conjunto da obra, está muito boa.
Por exemplo, ao citar que a Sega comandou no Brasil, há controvérsias. Se falarmos no nÃvel oficial (representação da empresa no Brasil), tudo bem. Mas se levarmos no geral, como um todo, aà sim a Nintendo matou a pau. Segundo as lendas, o Brasil foi o único paÃs do mundo (ou do continente, não sei) onde a Nintendo era lÃder mesmo não estando presente oficialmente.
Outra coisa. A Estrela não abandonou o barco, mas sim vendeu sua parte da empresa para a Gradiente.
Pessoalmente, prefiro a Nintendo porque ela simplesmente mudou minha vida como gamemanÃaco para sempre. Eu tenho o NES, Master, SNES e Mega, mas mesmo assim gosto muito da Big N. Torço que o Wii faça muito sucesso.
Muito boa a matéria … e realmente sem sombra de dúvidas a batalha de 16 bits marcou o coração de todos os gamer’s dá época, seja Seguistas ou Nintendistas, mas eu fiquei do lado da SEGA com o Mega /o/
[...] GameHall.Com.Br :: Old School Gamers » A História do Super Nintendo (tags: gamehall.uol.com.br 2006 games Super_Nintendo nintendo history) [...]
NINTENDO
Stunt Race pessimo?
Fala serio, eu adorava esse jogo.
No mais, bela materia.
Muito bom, nos jogos classicos faltou o Internationa super star soccer, praticamente todos meus amigos compraram um super nes por causa dele, na escola eu tb lembro que so se falava dele.
Matéria muito boa!!!
Mesmo parecendo que você tava puxando sardinha para a Sega.
Você apresentou nº como o clock do processador, mas eu sempre tive a impressão do Super Nes ser superior em hardware pois và vários jogos do Mega ter flickse e som era infinitamente inferior ao da Nintendo.
o Superninitendo também foi meu segundo videogame. O primeiro foi o TurboGame 9000 fabricado pela CCE que suportava cartuchos Famicon (menores, com 60 vias) e Nintendo (os grandões e cinza de 72 vias – Foi uma época de ouro!). Achei que faltou falar na sua matéria sobre o Super Mário Kart, esse foi um clássico que não morre nunca graças aos lendários Emuladores como o ZSNES ^^
Nossa…. ótima matéria cara!
Pena que você esqueceu do clássico International Superstar Soccer….
Melhor época dos games, a guerra travada entre Sega e Nintendo no inicio dos anos 90 nos rendeu os melhores e mais criativos games ja criados, quem viveu aquilo sabe do que estou falando !
Exelente materia.
Realmente muito que foi dito nesta materia e na do Mega drive sao verdadeiras, porem eu discordo dos numeros principalmente no Brasil, trabalhei na Dimensao games e na progames acredito que vc ouviu falar, e posso garantir que as vendas e locacoes de consoles e jogos foram muito maiores para Nintendo logico que nao oficiais devido a grande pirataria digo Dynacom, Gradiente e ate a famosa CCE! nem vou falar do contrabado.
Outro fator de discordancia e que apesar da grande baixa na velocidade de processamento do snes, isso com o tempo foi compensado por varios chips que acabavam turbinando nao so os graficos como ajudando na propria velocidade, com toda a sinceridade nao chegamos a ver essa grande superioridade nos16 bits do Mega drive
Mega,mega,mega ai que saudades do meu mega,gente se pudesse voltar no tempo,com certeza seria para essa época que iria, é não voltaria nunca mais.
Muito bom para relembrar, mas foi tudo muito resumido e ficaram faltando vários jogos.
Por exemplo o SuperStarSoccer, o Top Gear que marcou época, Metal Warriors, Breath of Fire, Street Fighter Alpha 2, incrivelmente não citou nenhum Bomberman, sendo que os do SNES foram os melhores, principalmente o 4, Rock’n Roll Racing, Harvest Moon, Lufia 2(Excelente RPG), Front Mission, SunsetRiders(que era infinitamente superior a versão do Mega), além de vários outros detalhes.
E quanto a superioridade do Mega no Brasil, tenho que discordar também. Todas as locadoras aqui do RJ tinham muito mais tÃtulos para Snes. As que tinha Videogames para jogar, tinham mais aparelhos Snes do que Mega, isso quando tinham Mega. Todos os meus amigos tinham Snes, somente um comprou o Mega e se arrependeu(não tinha com quem trocar jogos), e isso antes da Playtronic ser lançada.
Hoje em dia tenho os dois e gosto muito dos dois, mas ainda prefiro os jogos do Snes.
ja zerei o super metroid umas 10x e acho o melhor jogo da categoria para o snes…mas considero uma versao pirata, eu acho ,do jogo sonic do mega a maior vergonha ja feita para o snes , uma verdadeira por…..sonic para o snes……nao me amole.
achei legal o site so do surf ta ligado seu mane
Gostei da matéria. O que mais me surpreendeu foi saber a origem do nome do Mario ^^
ótima matéria MESMO!! ah mais um errinho, o videogame nes que você teve era HI-TOP GAME e não HIT, rsrs mas fora isso ta blz
eu escolhi o lado NES da força principalmente porcausa do STREET FIGHTER,e os rpgs, alias me iniciei em rpgs nele e devo ao snes meu ingles fluente de hj.
Mas tb adorva o mega e varias vezes jogava nas locadoras os sonic e principalmente o meu amado STREETS OF RAGE, onde o q mais me marcou nesse game foram as MÚSICAS, inesquecÃveis até hj… no mais, VIVA OS GAMES e não os consoles, rsrsr.quem nasceu primeiro? o jogo ou o console?
gostaria de saber como faz para salvar o demons crest, pois ja tentamos diversas vezes e nao conseguimos, porfavor nos ajude sempre fica faltando um dos demonios o espaço que ele deveria estar fica em branco, pois sempre que chegamos no final salva ,mas um item fica faltando “uma janela do demonio em branco”como adiquirir esta ultima tranformação. obrigado por enquanto aguardo com ansiedade sua resposta
vc esqueceu de falar sobre os fliperamas o videogames pockets
GOSTARIA DE SABER SE VOCES TEM OS SEGREDOS DO SUPER MARIO WORLD 1990-1991 POIS TEM MUITOS SEGREDOS QUE EU NÃO CONSIGO ABRIR NÃO SEI ONDE IR PARA ABRIR!
OBRIGADA!!
o maior responsável pelo sucesso do snes no brasil, foi o superstar soccer, antes disso o mega dava uma surra no snes, aà dpois disso concordo q o snes vendeu mais aqui…
mas os dois tanto mega quanto snes eram ótimos…monta uma história do neo geo aà tbm o melhor videogame q tive…o melhor videogame pra tirar uns “contras” com os amigos…esse sim me dá muitas saudades…falando nisso ninguém tem um canhão de neo geo pra vender não??rs
Eu sou um desses que acha o super o melhor 16 bits ja criado, e fora mario ao melhor 2d que eu ja vi foi earthworn jim 2.
Street fighter 2 me ensinou a jogar esses games de luta modernos, fora que foi a melhor versão do M.Bison eu vi .
Super mario Word foi o melhor game que joguei até hoje.
Meu cd favorido de ps2 e o emulador de jogos do super.
eu curti muito e morro de saudades do meu snes que de tao velinho deu um defeito irrestituivel mas graças aos emuladores ainda hoje sempre arranjo tempo para matar saudades e quero destacar como um dos melhores jogos ´out of this world apesar de deixar a desejar no grafico a historia e fantastica isso para aqueles que insistiram para zerar
Exelente,, só faltou ISS Deluxe na Lista !!!!!!!
queria fita
fala sério a serie mortal kombat foi uma das melhores ,o pessimo era os bugs q aparecião quando vc sempre dava uma sequencia infinita mesmo assim era uma das melhores onde vc podia ver sangue e se dirvertir.
ainda tem o super metroid 3 q era uma boa serie de aventura.
!muito irado!
So pra complementar também, a parte das fotos sairam com alguns errinhos também, várias fotos parecem ser a versão de Mega ou outro console, como por exemplo o MKII, no Snes o nome ficava abaixo da barra de sangue e os gráficos eram bem melhores, e no cenário as correntes passavam em frente ao cenário também.
A versão pirata que saiu como Ronaldinho foi do Superstar Soccer e depois outra versão para o Deluxe, e não do Fifa 98.
Falou-se muito na Sega durante a matéria, em momentos parece que está contando a história do Mega.
No mais continuo achando que o Snes empatava no Brasil desde Street Fighter II, e depois do primeiro Superstar, fechou o caixão do Mega. Depois ainda saiu uma versão para Mega mas não é bom nem falar neste erro.
tive o mega é snes,mas na minha opinião o snes era muito melhor,só os donkey kongs e yoshi island ja bastavam
goste muito da historia pra min esse console era o melho do mundo
mas eu tambem gosto muito do mega,esses dois video games
foram os melhores em fazer bom jogos
fuiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!
Olá…discordo do pessoal que disse que vc puxa a sardinha pro mega !…acho que vc colocou bem nas duas matérias…o mega foi superior porque veio primeiro…
quando tinha sonic contra mário, todo mundo queria sonic…..depois quando saiu as lutas e o donkey kong..tdos queria o snes
nos gráficos o snes foi superior, mas acho que ele focou muito nos rpgs..por isso o mega resistiu na briga, mesmo tendo menos potencial gráfico e de som !
prá mim
mega 10 x 10 snes !——-por isso tenho os dois ! rsrs…já tive outros e sempre cansa jogar….agora mega e super….vou jogar até o fim da vida !
Grande Márcio!
valeu pela opinião, juro que tentei ser o mais imparcial quanto possivel.
Mas sempre tem o pessoal ISTA que vai tentar puxar sardinha né…… tanto da sega como nintendo……. pessoal esperto curte os dois, ehehehe
abraços
OLA CO SERTEZA O SNES VAI FICAR P/ A HISTÓRIADOS GAMES É EXELENTE
MAS UM DIA CAI NA BURRADAD VENDER O MEU AGORA ESTOU PROCURANDO UM
P/ COMPRAR C ALGUEM TIVER U AI ME MANDA UM E MAI FALÔ
cara essa realmente foi a melhor materia do super nintendo que eu ja vi na internet e quando ele foi lançado.
aposto que quem leu tambem achou muito bem feita.
e pra quem viveu na epoca do nintendo se lembra dessa verdadeira guerra, eu tinha um mega drive e um super nintendo(que ate hoje tenho com muito orgulho)
e aguardo que voce fassa materias boas iguais a essa relacionada a nintendo.
ficou realmente muito bom, principalmente para os fas(era o que eu estava procurando para imprimir para ficar de recodaçao, e achei essa materia maravilhosa)
Valeu Paulo, que bom que vc curtiu!

Nostálgico, eu nuca tive um mega mas sou devoto da SNES, horas a fio com o SUPER METROID, DEMONS CREST, E CHRONO TRIGGER, parabéns pela matéria uma das mais completas q eu já vi.
Concerteza o super nintendo foi melhor. Jogos históricos, que proporcionaram muitas horas de pura diversão, na diversão os jogos de hoje nem se comparam aos da era de 16 bits. Que que adianta ter gráficos super realistas, e não pecisar usar imaginação eu sou muito fã dos consoles antigos, certo que os jogos de futebol de hoje são bem mais legais.
Ah e quem fez esse artigo que por sinal é magnifico esqueceu de sitar na parte de jogos clássicos o maior jogo de futebol do Super Nintendo que sem dúvida foi International Super Star Soccr Deluxe que é muito superior que a série Fifa apesar de possuir menos times.
Valeu pela matéria, simplesmente fantástica.
Oi gostei muito do que eu vi so que eu queria jogos gratuito para jogar no meu computador super mario world 1990,1991 e mickey mouse em magical quest e outros que tenha fazes
gostei muito desta página, gostaria de saber se tem continuação do “super metroid”
Gostaria de saber onde comprar esses cartuchos, valores, etc…
Nintendo e Sega até hj as melhores….
de cada 10 jogos da nintendo e sega…9 sao bons….
de cada 10 jogos de sony e microsoft 2 sao bons..
e so fazer as contas e ver….
o mundo dos games chora até hj pela falta que a SEGA faz!!!
[...] se quiser saber sobre a história do Super Nintendo, click no link. Há um artigo muito bom do pessoal do [...]
Stunt Race FX era um ótimo jogo.
e Yoshi Island TAMBÉM tinha o FX.
fora isso, cheio de coisas erradas na matéria
bom demais
meu deus eu não canso de ler e reler essa matéria dos clássicos dos games.
amanhã e depois estarei lendo e relendo essa matéria.
ok!
[...] Fonte: Game Hall [...]
#
OTIMA MATERIAAA!!!
Bem cara , eu sou NINTENDista de carteirinha !!!
Texto perfeito , tudo que foi dito ai é muito bem posto! …. eu sou saudosista de diversos estilos , então eu adorei a materia , bem eu sempre achei o super famicon melhor ,apesar do prossesador mais lento que o genesis ,e ele tem mais cores e melhores efeitos de movimentação, que fez com que a nitendo desse de pau nos RPGs que eu adoro , e também em games como o Donkey Kong Country, que foi usado uma nova tecnologia na epoca , mais apesar de tudo eu amo o famoso Mega Drive , e AMO SONIC! Bem , o fim da sega foi trafico , mais ela me rendeu muita emoção assim como a nitendo! Bem , hoje em dia poucos jovens vão entender o que é se acordar de manha , ligar o seu mega drive e jogar um belo sonic no seu quarto , ou ate mesmo street of rage , ou phantasy star , ou ate mesmo ligar seu nitendo de tarde , e jogar um bom e velho chrono trigger ou um velho donkey kong country 1,2,3! por isso tá de parabens por me fazer sentir alegre e perceber que ainda tem pessoas que lembram da era de ouro dos games com tanto carinho! (QUE POR SINAL EU AINDA TENHO TANTO O MEGA DRIVE QUANTO O SUPER NITENDO COM DIVERSOS JOGOS!)
16 BITS FOREVER!
XD
TOP GEAR FOREVER!
DONKEY KONG FOREVER
MARIO FOREVER
XD
adoro ler essa matéria!
gosti muito da materia o brigado pela divesão eu sou mais o nintendo gostanto que eu tenho3
e uma boa materia obrigado pela di vessao
sou fan do super nes ainda tenho ele mas os comtroles nao responden mais quando era novo tanben eleja tem 15 anos a minha idade meu pai compro quando eu nasi no paragua
eu acho melhor do que o play istatiom e quanto ao wii da propria nintendo
A materia tá 10,meus parabens…
Mais só acho que devia falar mais sobre o Nintendo 64 e Game Cubo
Abraços
o nintendo nimguem bate vai fica na historia com mario e com donk kong tem outros como quiler e mortal konbate tambem fiseram susseso
Cara, voltei e aqui eu listo os meus preferidos do super nes:
Super castlevania iv
gradius III
super mario world
f zero
street fighter 2
mega man x
nba jam
axelay
donkey kong
aero fighters
top gear
nigel mansel e todos os jogos do super nes, valeu continuem assim, voltarei logo! um abraço! tchau!
olá!
eu odeio a nitendo
eu gosto muito da sua materia
eu odeio o nitendo
ecelente materia muita informacão de qualidade sou um colecionador do snes
e tenho uma verdadiar paixão pelo snes seua jogos e ascessorios ;D
Lembro que foi uma batalha épica… e é claro que o SNES foi infinitamente melhor que o Mega Drive, sem dúvidas. Mega Drive é um bom console, mas SNES foi bem mais, tanto que consolidou como o melhor console numa melhor época de ouro dos videogames!!!
o super nes é e sempre será demais essa é uma exelente matéria.
Gostei muito da sua matéria sobre o Snes, mas considero a do Mega melhor e + detalhada, nota-se claramente que o autor entende + a fundo sobre a saudosa Sega. Concordo tb quando disse que o bom é ter os dois consoles =P Faltou o clássico ISS DELUXE do Snes. Os shooters do Mega realmente eram imbatÃveis, a propósito onde anda R-type (da Irem) ? Ali sim era jogo pra detonar na raça, não esses joguinhos de Ps2 que só faltam jogar por vc… Agora só falta a Sony lançar o Ps4 com um controle igual ao do Wii (já que parece que + uma vez vai virar padrão) É lamentável que muitas softwarehouses tenham esquecido qual é a finalidade de um vÃdeogame: DIVERSÃO!!! Até pq se eu quiser assistir um filme eu uso o aparelho de DVD e não meu console. Vlw mais uma vez pela matéria super criativa Allucard!!