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Super NES – 20 anos

Saudações aos abnegados.

Para variar estou atrasado nos posts, mas antes tarde do que nunca, certo? Além do mais quando se trata de um console da importância que foi o Super Nes. Seja como for, o que importa é que o Super Nintendo não foi apenas um grande console, mas um dos melhores da história.

Todavia como é o software que vende o hardware, o Super Nes foi o console que recebeu lançamentos de altíssimo quilate em praticamente todos os gêneros. Ação e plataforma? Super Mario World, Yoshi’s Island e Donkey Kong Country. RPG? Final Fantasy III e Chrono Trigger. Luta? Street Fighter 2. Esportes? I.S.S Deluxe e NHL 94. Corrida? F-Zero, Super Mario Kart, Top Gear. Aventura? Super Castlevania 4, Mega Man X, Super Metroid. E ainda poderia perder parágrafos citando tantos outros.

Ah, como me diverti com esse console. Jogos fantásticos e Nintendo em grande fase. Bons tempos que não voltam mais. E para vocês, como foi o SNES?

AvcF – Loading Time

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Game Contraste: Zombies ate my Neighbors(SNES/Genesis)

Saduações aos inconstantes.

Primeiro Game Constraste do ano será 16-bits, e será um joguete daqueles que não chegaram a ser um clássico, mas quem era da época certamente deu ao menos uma experimentada: Zombies ate my Neighbors. Vamos em frente que lá vem os zumbis.

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15 anos de Donkey Kong Country

Saudações aos incríveis.

Cacetada, o tempo passa. Donkey Kong já é um mocinho. A exatos 15 anos e um dia (foi ontem, mas esqueci de postar) foi lançado o jogo que mudou o rumo da disputa entre os consoles da era 16-bits: Donkey Kong Country. Falarei um pouco sobre esse clássico absoluto dos videogames. Acompanhem.

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Game Design: quando o fraco supera o forte (parte 2)

Saudações aos relativistas.

Vamos a segunda e última parte de casos em que o game design e boas idéias de uma equipe competente mais mais importantes do que o poder de processamento o quantidade de recursos da placa de video de algum console. Para quem não leu a parte 1, clique aqui. Sigam-me.

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Game Design: quando o fraco supera o forte (parte 1 de 2)

Saudações aos relativistas.

Neste texto especial eu falarei sobre alguns exemplos em que o fraco supera o forte. Tenho certeza que pelo menos algum de vocês já torceu para um país, equipe ou até mesmo um atleta de origem mais humilde e tecnicamente mais limitado frente a competidor de uma grande potência esportiva ou com muito mais recursos tecnicos e físicos. Ou quem nunca assistiu um daqueles milhares (e chatíssimos, vale dizer) filmes manjados em que um bando de fracassados sofrem mil agruras e provações para no final superarem seus próprios limites e vencer o campeão previamente estabelecido?

Com os videogames também existem alguns exemplos assim. São versões de jogos que mesmo lançados em plataformas tecnologicamente mais simples e limitadas conseguiram ser mais divertidos e caprichados que as versões que deveriam ser melhores. Falarei deles na sequência do link. Sigam-me.

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The Legend of Zelda na WWE

Saudações aos viajantes.

Acharam estranho o título? Pois dêem uma olhada na foto abaixo:


Cody Rhodes lutando contra o tosco do Santino Marella

Não é coincidência, é de fato a Triforce, tão conhecida por quem já jogou qualquer game da série Zelda. E Por que ela está na bota do Cody Rhodes? Ele mesmo explicou em uma entrevista:

“Alguns garotos gostam de livros, alguns garotos gostam de filmes, mas para mim, todo ano eu volto a jogar Legend of Zelda. Então para mim, quando ascendi ao estrelato, eu pensei que Zelda era a minha. CM Punk tem uma tatuagem da Pepsi, então por que eu não posso ter a Triforce? Video Game é importante para mim, é tudo o que faço”

Ah, seu título preferido é A Link to the Past. Tem bom gosto.

André V.C Franco/AvcF – Loading Time.

Cool Vibrations: Final Fantasy III e IV (Nintendo DS)

Saudações aos transtornados.

Hoje falarei de um clássico que teve um tratamento brilhante no pequeno notável de duas telas: Final Fantasy IV. Ignorei esse jogo por longos dezessete anos, mas finalmente fiz justiça a esse grande game.

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Os games Mario precisam de um novo paradigma?

Saudações aos encanadores.

O texto de hoje pode soar como uma divagação ou uma viagem a princípio, mas o que pretendo aqui é gerar uma discussão sobre game design. Não se trata exatamente de uma crítica, ou uma daquelas análises que os sites e revistas fazem, e sim discutir sobre o que a série Mario representou, representa e representará em termos de gameplay. Mas vamos em frente que vocês perceberão o que quero dizer.

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Bad Trip: Clay Fighter (Super NES)

Saudações aos universitários.

O texto de hoje relembrará mais um jogo de luta mediocre dos anos noventa, que se não fosse pelo meu espírito de porco, estaria na santa paz da obscuridade e da insignificância. Com vocês, amiguinhos, o lamentável Clay Fighter. Segurem seus tomates e ovos podres, pois a festa vai começar.

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Game Contraste: Michael Jordan Chaos in the Windy City

Saudações aos boleiros.

Confesso que essa eu fui fundo na obscuridade. Falarei aqui de um jogo que provavelmente nem os programadores que trabalharam nele devem se lembrar da existência dessa coisa. Trata-se de Michael Jordan: Chaos in the Wind City, um joguete mais sem graça que picolé de chuchu, pior que kisuco de graviola quente e sem açúcar. Vamos em frente.

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