
Saudações aos taciturnos.
É agora que a porca torce o rabo e cutucarei a onça com vara curta. No post de hoje mexerei com o último dos mitos sagrados das viúvas seguistas, o mitíco Shenmue, lançado para Dreamcast. Um jogo tão bom, mas tão bom e tão complexo que ninguém jogou. Para aqueles que após essas duas linhas e meia já estão indignados ou querem me bater, aviso que não se trata de atacar o jogo em si, e sim a o contexto em volta dele. Explicarei tudo durante o texto. Vamos em frente.

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