Nem parece, mas a verdade é que a primeira década do século XXI já se foi, embora ainda não tenhamos carros voadores, a cura do câncer, nem consoles capazes de lançar foguetes. Todavia, o fato é entre 2001 e 2010 muita coisa aconteceu no universo dos video games, e será sobre isso que falarei no post de hoje. Cliquem no link e vamo que vamo.
A fala do título é de Karl Marx, dita em em referência ao filósofo alemão Hegel. A frase completa é: “Hegel observa em uma de suas obras que todos os fatos e personagens de grande importância na história do mundo ocorrem, por assim dizer, duas vezes. E esqueceu-se de acrescentar: a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”.
Ok, Marx foi o teórico de um dos maiores lixos da humanidade, o comunismo, mas isso não interessa aqui. Ele que se dane. Mudando de pato para ganso, vocês devem ter visto a apresentação da Microsoft na E3, certo? Viram a bobagem toda que foi o agora chamado “kinect”?A reação geral tem sido ótima
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A Microsoft prometeu mudar o futuro dos games, mas passou vergonha com uma versão grotesca do Cirque du Soleil. Mas afinal, por que o passado se repete em forma de farsa? Bemvindos ao próximo nível:
A promessa e o hype eram parecidos. Apesar que o nome “kinect” é bem pior. O resultados vocês já sabem.
A Rare completou hoje 25 anos de existência, e embora tenha um logo novo (como vocês vêem na imagem acima), não há mais o que comemorar. Seja como for, falarei um pouco sobre a trajetória dela no post de hoje. Sigam-me.
Após exaustiva tradução, revisão e edição de 26 páginas de texto, enfim está no ar a entrevista exclusiva que o blog fez com o blogueiro Sean Malstrom, autor de artigos bastante conhecidos aqui, como por exemplo The Birdmen and the Casual Falacy. Após uma troca de mensagens, eu fiz a entrevista por e-mail, e o material resultante disso é simplesmente excelente. A entrevista foi dividida por tópicos, englobando assunto referentes a Nintendo, a Sony e Microsoft, a atual geração, os games em geral e sobre o próprio Malstrom como jogador de videogame. Enfim, tem bastante coisa para vocês lerem, refletirem e virem a discutir aqui nos comentários.
Se houver qualquer erro de grafia, favor me avisar que corrijo imediatamente. Agora é com vocês. Aproveitem.
Fazia tempo que não traduzia um artigo para o Loading Time, mas enfim chegou a hora. Trata-se de um texto um tanto simples, mas que nos trás uma discussão interessante em seu título: onde estão todos os jogos da nova geração? Acompanhem tudo após o link.
Enfim chegamos ao final do especial mais pestilento já feito sobre o universo dos videogames. Alcançamos o fundo do poço, a marca final, o ultraje da idiotia humana. Na primeira versão do especial 10 idéias idiotas, eu coloquei no primeiro lugar uma seqüência de burradas que destruiu um console e sua empresa. Dessa vez não cheguei a tanto, mas falarei no post de hoje sobre uma seqüência de burradas que queimou para sempre a imagem de uma empresa perante os jogadores de videogame e provavelmente a impediu de ter qualquer chance de vencer a atual geração de consoles. Só para fazer um suspensezinho sem vergonha, somente após clicarem no link que vocês saberão do que se trata o post. Apertem os cintos e vamos em frente. Acompanhem-me.
Já fazia algum tempo que não traduzia um artigo, então a bola da vez será mais um dos textos de Malstrom. Mais uma vez contrariando o senso comum, o autor faz uma crítica severa a indústria dos games, apontando as razões que, segundo ele, a leva para o caminho errado.
Ele andou meio sumido, mas recentemente voltou a escrever suas análises sobre o mundo dos videogames. Estou falando de Sean Malstrom, que já teve dois artigos traduzidos aqui no blog (“Os homens-pássaros e a falácia casual” e “Consoles HD são os jogadores casuais dos PCs”). No longo texto desse (e do próximo post também) ele faz um tratado do momento pelo qual a indústria dos games está passando e seus pensamentos sobre isso. Como vocês devem imaginar, ele bate forte em alguns conceitos pré-estabelecidos que são largamente acreditados por muita gente. Boa leitura, amiguinhos.
Vai aqui mais uma tradução de um artigo escrito pelo analista Sean Malstrom. Desta vez é um misto de análise e uma pitada de provocação aos tão orgulhosos rardecóres. E um texto para vocês lerem, refletirem e pode ser um bom tópico para discussão também (no bom sentido). Cliquem no link e me digam depois o que vocês acham. Até mais.
Exatamente como no título. Ao contrário do que se apregoa aqui no Brasil, design de games não tem nada de fácil. Para vocês terem uma idéia, a minha turma começou com 63 alunos. Três semestres depois são 37, contando comigo. Se terminar o curso com 20 alunos, considerarei muito. Como vim da área de design, estou apanhando bonito da maldita programação, haja vista que fui um dos piores alunos de matemática da história do homem na Terra. A cada problema que eu errava, Bhaskara, Pitágoras e Arquimedes se reviravam no túmulo. Sou ciente da minha mediocridade, mas dar murro em ponta de faca não é novidade para mim (úi nega!).
Depois de tomar um chute na bunda do pseudo código, agora me vejo obrigado a encarar o C#, ou se preferirem CSharp. Ao menos dessa vez posso ver na prática a linguagem funcionando de forma prática, pouco a pouco creio que me entendo com a criança. Falarei um pouco sobre essa experiência no post de hoje. Acompanhem.
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