Saudações aos leitores.
Segue abaixo um bo video sobre os momentos bizarros, engraçados e esquisitos da E3:
Até o próximo post, amigos.
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Saudações aos leitores.
Sério, há muito tempo não via um momento assim em uma E3. Lembrando os melhores momentos da clássica guerra dos 16-bits, a Sony simplesmente humilhou a Microsoft diante dos centenas de jornalistas presentes e dos milhares de jogadores que assistiram a conferência da Sony via streaming. Após uma conferência que até então estava morna e burocrática, a Sony em uma tacada de mestre, deu seguidos golpes até levar a Microsoft e seu Xbone ao nocaute, para o delírio do público presente. Foi igualmente triste e engraçado ver o público ovacionar a Sony por recursos tão básicos e caros ao consumidor como o direito em usar jogos usados ou não precisar estar conectado à internet para poder jogar um game qualquer. E para completar o momento que já era humilhante o bastante, a Sony anuncia seu console com o preço de US$399, cem dólares mais barato que o Xbone.
A coisa está feia para a Microsoft, pois XBone e PS4, tal qual foram X360 e PS3, são muito parecidos entre si, e praticamente têm/terão os mesmo games. Porém, sem as palhaçadas anti-consumidor e pró-indústria da Microsoft e ainda cem pratas mais barato, o Playstation 4 tem tudo para deitar e rolar sobre o Xbone. E ainda por cima tem a vantagem adicional de ter uma imagem bem mais simpática que o console que ficou conhecido por ser lar do Dog of Duty, DRM e Online check in.
Amanhã será a vez da Nintendo, e ela tem uma ótima oportunidade para se não ressucitar o Wii U, ao menos mostrar que o console pode ser atrativo e competitivo nem que seja como uma opção secundária. Até porque não tem as frescuras anti-consumidor.
Quem viver, verá.
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Saudações aos leitores.
Eiji “detonando com a série Zelda” Aonuma “cometeu” mais uma de suas entrevistas, desta vez para a EDGE. Creio ser desnecessário argumentar mais uma vez sobre as eterna platitudes acerca de como a série Zelda é boa “por seus puzzles” e sobre como ele (Aonuma) sempre cria novos meios para não ter que lutar (como o link pintado que anda por paredes). Enfim, vocês já sabem o que penso sobre esse assunto e não quero aborrecê-los com mais um texto crítico sobre Zelda. Ainda sim, ao ler o texto da página da EDGE, vi o que pode ser um facho de esperança para a série Zelda, reproduzo abaixo:
“Elsewhere in our interview, Aonuma expressed the desire to make different games, having spent the last fifteen years developing Zelda titles. “I’m 50 now, so I only have about ten more years to make games at Nintendo. I want to try all sorts of new things before it’s too late – I don’t want to get to the end of my career and only have worked on Zelda. But every time I come up with some good new ideas, they end up being used in a Zelda game! I need a six-month break to get away from the Zelda cycle and focus on something new [laughs]. But I’d probably end up making a game that’s similar to Zelda; after all, A Link To The Past was my biggest influence.” “
Após passar os últimos anos trabalhando intensamente para estragar a série Zelda, parece que nem Aonuma aguenta mais. Considerando que ALTTP 2 já deve ter seu ciclo de desenvolvimento encerrado (o jogo já tem até data de lançamento para o final desse ano) e teremos apenas mais dois games no futuro próximo (Wind Waker HD e “Zelda Wii U”), já vislumbro um horizonte em que a série possa voltar ao seu eixo original – ou ao menos voltar a ter qualidade que merece. E não apenas concordo como incentivo Aonuma a aplicar suas idéias “geniais” em outros games, assim como também acho que ele não deva encerrar sua carreira só trabalhando em Zelda. Até porque seria Zelda quem teria sua carreira encerrada.
Encerro mandando todo meu aopio a Eiji Aonuma em seu desejo de abrir suas asas e partir para novos projetos. Que tenha todo tempo e recursos do mundo para gastar toda a sua criatividade em jogos novinhos em folha. De preferência bem longe de qualquer coisa que tenha Zelda no nome.
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Saudações aos leitores.
Para quem ainda não viu ou não ficou sabendo, segue abaixo o trailer do mais novo game exclusivo de Wii U (sim, um jogo foi anunciado para ele) e 3DS, Sonic Lost Worlds:
Impressionante. Tal como disse o marquês de Talleyrand (ao contrário do que dizem por aí, essa frase não é de Napoleão) sobre a disnastia Bourbon “não aprenderam nada nem esqueceram nada”. A Sega por sua vez não apenas não aprendeu nada com os sucessivos fracassos dos jogos Sonic, como também nunca aprenderam nada sobre o que fez os games clássicos serem…clássicos (vide os lixos que foram Sonic 4 episode 1 e 2).Agora a aposta é fazer de Sonic uma versão pobre de Super Mario Galaxy.
Pobre Sonic. E o ciclo continua.
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Realmente muito bom, vejam:
Repito que a E3 realmente será divertida. Haja damage control.
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Saudações aos leitores.
Sempre que alguém se lembra de determinados jogos do passado ou mesmo de um grande título em específico, a palavra “clássico” aparece em algum ponto de uma conversa ou assunto. Independente do gênero ou tipo de jogo, a semelhança que une todo clássico é sua capacidade de passar pelo que chamo de “teste do tempo”, ou seja, a capacidade de manter-se divertido e jogável mesmo muitos anos após seu lançamento. Quase sete anos depois, Wii Sports, game de lançamento do Nintendo Wii mostra que merece ter a alcunha de clássico. Mostrarei o porquê disso no post de hoje. Tudo após o link.

Saudações aos leitores.
Se o seu dia estiver ruim, se seu trabalho deu errado, se seu serviço estiver por algum motivo saindo uma porcaria, lembre-se de uma palavra: Acclaim. Sim, amigos, reconfortem-se com o fato de que nada do que vocês fizerem poderá ser pior que os games da mais infame das produtoras de jogos que já existiu. Levante sua moral com o fato de que mesmo seu pior deve ser melhor que os games da Acclaim. E deve ser melhor ainda que os sensacionalmente ruins games baseados no sensacionalmente ruim filme Batman Forever – do sensacionalmente ruim diretor Joel Schumacher. Passada essa importante lição de auto-ajuda, dissecarei os terríveis Batman Forever e Batman Forever the Arcade Game, grandes perdas de tempo e bits dos anos noventa. Tapem o nariz, se preparem bem e vamos em frente.
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Saudações aos leitores.
Rascal Jack, projeto o qual faço parte sob o selo F2 Game Studio, continua firme e forte. Até por isso não tenho conseguido postar textos com mais frequência. Portanto, resolvi aproveitar essa ausência para falar mais um pouco sobre o meu trabalho. Espero que gostem. Tudo após o click.

Saudação aos leitores.
Saio nesse post um pouco dos assuntos comuns aqui do blog para falar de um projeto brasileiro que não apenas é extremamente interessante, como também lúdico e utilitário. Explico: uma equipe liderada por Thiago Rivero tem projeto de criação de games que pretende mudar a forma em que games para saúde são feitos. O grupo crê que atualmente um game ou é divertido ou ele ajuda no tratamento de alguma doença, então seus jogos focam em ambos objetivos, ajudar as crianças a melhorarem o foco atencional, ao mesmo tempo que seja divertido, desafiante e empolgante. Em outras palavras, são games para ajudar no tratamento de crianças com TDAH – Transtorno de Déficit de atenção e Hiperatividade.
Apesar das dificuldades diversas (falta de apoio, orçamento limitado e tal), Thiago e resto da trupe conseguiu inscrever o projeto no concurso Indies Crash da E3 (sim, a mesma E3 que a Nintendo pipocou), concorrendo com gente de vários outros países. Entrando nesse link, vocês podem ver um resumo e votar no projeto Neumann, o que eu já fiz e recomendo a vocês leitores fazer o mesmo. E aproveitando o gancho, cliquem nesse link para vocês conheceram a página da Neuro Games, e saber mais detalhes da equipe, projetos e etc.
De minha parte, acho muito legal que exista gente interessada em usar os video games não apenas como peças de entretenimento, mas também como ferramentas auxiliares para ajudar outras pessoas. TDAH é uma doença de diagnóstico difícil (tem muita gente por aí que tem e nem sabe) e tratamento mais difícil ainda, portanto tudo o que puder auxiliar é bastante útil. Então, mesmo que não seja um projeto comercial, o sucesso desse pessoal ajudará muita gente e também pode abrir um campo de pesquisa dos mais importantes.
Enfim, vejam, apoiem e divulguem.
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Saudações aos leitores.
Nessa última semana houve mais um daqueles “Nintendo Direct” que a Nintendo eventualmente exibe para falar de lançamentos para Wii U e 3DS, porém entre os anúncios bobinhos de sempre, apareceu uma verdadeira bomba: a confirmação e exibição do que será o primeiro Zelda original para Nintendo 3DS (o console já conta com o remake de Ocarina of Time), e o melhor de tudo é que finalmente voltará ao seu eixo clássico. Mas como não poderia deixar de ser – e devido a sua atual fase bizarra – a Nintendo resolveu complicar o que poderia ser simples, e ao invés de agradar todo mundo, resolveu apostar em elementos duvidosos. Sem perder tempo, discutiremos sobre eles aqui. Vamos lá.
Antes de mais nada, eis aqui o video do novo Zelda, que por sinal não tem subtítulo ainda:
Antes de falar do jogo em si, convém registrar minha perplexidade quanto a incapacidade recente da Nintendo em fazer anúncios claros. Creio que eles não aprenderam nada com o anúncio confuso do Wii U, e repetiram a dose agora. Como diabos me anúnciam o jogo apenas como “Zelda”, como se fosse um nome de projeto, sem um subtítulo, um contexto, uma informação adicional? Vocês conseguem, por exemplo, imaginar a Nintendo anunciando um novo game Mario para Wii U apenas como “Mario”? O anúncio se tornou ainda mais confuso pelas óbvias semelhanças que o novo Zelda tem com o clássico A Link to the Past, lançado originalmente para Super Nintendo em 1992. Afinal, estávamos diante de um remake ou um spin-off? Ficou ainda mais estranho após ter saído em diversos sites de que o jogo foi referido como “A Link to the Past 2″ na Nintendo Direct japonesa. Fico a pensar se há diferentes Nintendos, se a América do Norte, Europa e Japão realmente se entendem. Por que afinal esse nome não foi assumido de uma vez então? Agora vamos ao jogo propriamente.
Não se conserta o que não está quebrado
Considerando que esse Zelda seja mesmo a continuação de A Link to the Past, minha primeira pergunta é pra quê? Sim, faço essa pergunta primeiramente porque se tem um Zelda com começo, meio e fim absolutamente definidos, esse é ALTTP. Diferentemente de Ocarina of Time, Majora’s Mask ou Twlight Princess, ALTTP deixa claro que seu “The End” é mesmo end:
http://mmxz.zophar.net/rpg/zelda/mastersword.gif
(Não postei a imagem para não haver reclamações de spoilers)
Além disso, não se conserta o que não está quebrado, e se tem um jogo que não precisa de qualquer reparo esse é justamente ALTTP – e até por isso o jogo é considerado um clássico (e não acepção correta do termo, não dos “clássicos” com notas carnavalescas das últimas duas gerações). Então, considerando que a Nintendo já havia dado pista de que faria algo com um Zelda à moda clássica, considero duas coisas:
Após os fracassos recentes com Skyward Sword, Wind Waker e etc (os Zeldas de DS são bem fracos também) enfim a Nintendo obrigou o fraco Eiji Aonuma a parar de inserir sua “criatividade” à série e voltar a olhar para os clássicos (por sinal Aonuma admitiu em uma entrevista que não conseguiu jogar o Zelda original), dessa forma a Nintendo finalmente admitiu que a série estava rolando ladeira abaixo e forçou uma mudança drástica, usando o 3DS como a base para o que será o próximo jogo que um dia será lançado para o Wii U. Ou;
Uma luz divina baixou, e finalmente a Nintendo permitiu que a série Zelda possa estar nas mãos de designers realmente interessados em fazer um jogo como os clássicos que todo mundo ainda gosta e joga, enquanto Aonuma e sua equipe estão trabalhando no Zelda “real” que sairá daqui há quase uma década, custará milhões e terá mais textos e personagens que toda a coleção de romances da Jane Austen.
Apesar do alívio enorme em saber que o próximo Zelda ao menos se parece com um game Zelda, e em um curto de video de apenas um minuto e meio já mostrar mais ação do que em 2/3 de Skyward Sword (aliás já teve mais variedade de cenários também), Me incomodou muito toda essa semelhança com ALTTP, a ponto de partes inteiras serem praticamente iguais:

Ok que o trailer não vai sair revelando todas as novidades de uma vez, porém com exceção da gimmick idiota do Link “Menina Superpoderosa” andando pelas paredes, tudo o que apareceu veio diretamente do game de SNES. Pergunto então mais uma vez, para quê mexer em um jogo que envelheceu muito bem e continua perfeitamente jogável ainda hoje? Então eu volto à pergunta do título.
O que a Nintendo pretende com o novo Zelda?
Se a idéia era fazer Zelda voltar aos trilhos ou retornar aos elementos que fizeram a série ser o que foi em seus melhores dias, por que não fazer como em New Super Mario Bros, que apesar das óbvias referências, conseguiu ter o suficiente para ser um game com cara própria. Aliás nesse sentido, vocês imaginam qual seria a reação geral se NSMB tivesses fases inteiras iguais as de Super Mario Bros ou Super Mario Bros 3? Nesse sentido, uma hipotese seria a de que a Nintendo achou mais seguro se apoiar na força de um grande sucesso, para dessa forma chamar tanto os antigos jogadores que foram largando os jogos graças as “Aonumices” que foram contaminando a série, quanto trazer os jogadores mais novos e mal acostumados com jogos fáceis e tão intensos quanto tirar pulgas de um cachorro.
Evidentemente ainda é cedo para maiores apontamentos quanto ao jogo, pois tudo o que temos até o momento é um video de um minuto e meio exclusivamente preenchido com cenas de gameplay (não estou reclamando, entendam). Mas jé está claro que a Ninteno pretende jogar seguro e usar ALTTP como rato de laboratório de uma provável experiência que ela deve estar realizando (aliás, a Nintendo deve estar bastante atenta com todas as reações registradas na internet). Por um lado acho uma pena, pois além de preferir um game 100% novo (ainda que baseado nos clássicos), também acho que certos clássicos não precisam ser “melhorados”, modernizados ou modificados de alguma outra forma, por outro me bateu certo alívio em ver um video de Zelda que se parece com Zelda, com cenas de ação, calabouços e exploração no lugar de bem…isso:
Outra evidência de que a Nintendo está jogando seguro, é como tudo parece muito simples e humilde no trailer de “ALTTP 2″, evidenciando um nível de produção ainda menor que o do remake de Ocarina of Time. Talvez em um esforço para disfarçar a direção de arte simplória e aparentemente equivocada (repararam como quase tudo tinha uma aparência plástica e sem vida?), foram inseridos uma série de bobos e desnecessários efeitos 3D, que além de tudo são repetitivos, pois todos se baseavam no truque de ter elementos saindo na tela. É o tipo de coisa cuja graça não apenas dura pouco mais de cinco minutos, como ainda nada adiciona ao gameplay do jogo. Achei que a Nintendo tinha amadurecido, e após várias tentativas frustradas, finalmente se tocado que ninguém liga para o 3D estereoscópico. Pelo visto não apenas me enganei, como ainda Zelda será usado como mais um instrumento de divulgação desse ultrapassado e pouco interessante efeito (de minha parte, mal mexo o slider do meu 3DS XL).
Por fim…
Enfim, não tenho muito mais o que dizer, então prefiro esperar por mais infos e novos videos – certamente haverá mais na E3 – para ter uma idéia melhor do que esse suposto A Link to the Past 2 será. Estou muito reticente ainda, mas também tive uma boa sensação ao notar que finalmente temos um Zelda. E considerando a situação da série, isso por si só já algo significativo. Espero sinceramente que Eiji Aonuma finalmente tenha se tocado do fracasso de seus Zeldas recentes e tenha (forçado pela circunstância ou por conta própria) resolvido enfim ter a humildade de olhar para os clássicos. Caso contrário, tenho medo dele olhar para A Link to the Past e pensar “hum…como posso tornar esse jogo ainda mais bacana”. Só o tempo dirá.
Espero pelos comentários de vocês, e aí, o que acharam disso tudo?
Até o próximo post.
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