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A MELHOR NOTÍCIA DO ANO: DUCKTALES ESTÁ DE VOLTA!

PAREM AS MÁQUINAS!

Parem tudo o que estiverem fazendo e assistem esse video:


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• Relive the classic TV series from the 1980’s – Follow the adventures of Scrooge McDuck and his three nephews; Huey,
Dewey and Louie, as they fend off enemies including the Beagle Boys and Magica DeSpell, on their quest to obtain the five most impressive treasures from across the world

• Redefined hand -drawn visuals – Developer WayForward have taken all the original visuals from the 8-bit game and significantly enhanced and recreated them as hand-drawn sprites, across a backdrop of beautifully re-envisioned level background

• Authentic Disney experience – Some of your favorite Disney characters are brought to life by many of the original voice-over talent from the classic DuckTales TV series and stage backgrounds take their inspiration from the classic TV episodes.

• Learn to pogo – In an all new tutorial level, learn the basic playing skills, including Scrooge McDuck’s iconic pogo jump and cane swing

• Visit the museum – Track your achievements, progress and status on the leader boards in Scrooge McDuck’s new Museum

• Cash in your coins at Scrooge McDuck’s Money Bin – A new playable area, Scrooge’s Money Bin allows players to track the amount of wealth accumulated and even take a swim through his latest spoils

• Digitally enhanced soundtrack – Built from the original versions, the soundtrack for DuckTales Remastered creates more modern amplified iterations of the classic melodies

Tentando deixar a animação um pouco de lado, a informação negritada acima é uma preocupação que tenho com esse remake. Como será um lançamento multiplataforma dessa vez, infelizmente parece que a produtora Way Foward (dos ótimos Contra 4 e Aliens: Infestation) foi (talvez) obrigada a fazer algumas concessões aos jogadores rardicoris, que aparentemente terão grandes dificuldades em lidar com um jogo que usa apenas dois botões. Espero que pelo menos esse estágio não seja obrigatório.

Caramba, não vejo a hora de ver como ficou a nova versão da Moon Stage. Definitivamente a melhor notícia do ano.

Vida longa aos clássicos. Quack!

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Cool Vibrations: Resident Evil Revelations

Saudações aos leitores.

E aqui está a primeira análise de um game do Nintendo 3DS, e se querem saber, um grande game. Realmente a Capcom acertou em cheio com esse jogo. Tudo após o link, as always.

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Angry Video Game Nerd: Ghost N’ Goblins

Saudações aos leitores.

Aproveitem o clima de halloween e vejam o mais recente video do Angry Video Game Nerd:


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Capcom sempre trolando a gelerê. Quem jogou sabe.

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Uol Jogos: Para Capcom, mercado brasileiro é o segundo maior nas Américas

Saudações aos leitores.

Direto do Uol Jogos:

Para a Capcom, o Brasil já é o segundo maior mercado das Américas, atrás apenas dos Estados Unidos. A marca foi alcançada em 2011, quando nosso país ultrapassou o volume de vendas do Canadá.

Quem revelou a informação foi Christian Svensson, vice-presidente sênior da Capcom USA, em entrevista exclusiva ao UOL Jogos.

Na ocasião, falamos também com Jean Toledo, gerente de vendas e marketing da empresa no Brasil, que falou sobre os preços dos jogos no país.

Na página deles há uma entrevista em video com um representante da Capcom, falando mais a respeito. É mais uma prova de que o potencial brasileiro é grande, mas nós ainda não soubemos explorar.

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Não poderia concordar mais

Saudação aos leitores.

Assistam ao video abaixo. Não poderia concordar mais com o ScrewAttack (exceto apenas pelo jeito meio mongolóide dos protagonistas do video):


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E vocês, o que acham?

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Olhem só, não é que o GameBoy Color ganhou um game novo?

Saudações aos leitores.

No já longínquo de 1998, a grande novidade do mundo dos video games era o GameBoy Color, o primeiro sucessor do clássico GameBoy. Além da óbvia adição de cores, o GameBoy Color ganhou games exclusivos que aproveitavam o pequeno acréscimo de memória e processamento extras em relação ao modelo antigo. Entre os muitos anúncios, certamente um dos que mais chamaram atenção foi o de Resident Evil. Afinal, como seria possível um game de Playstation ser adaptado em um sistema portátil muito mais limitado? De qualquer forma, várias reportagens foram publicadas em revistas da época.

“Resident Evil Color”, por assim dizer, não era apenas um vaporware, pois em setembro de 1999 o site IGN publicou um preview com uma versão bastante avançada do jogo. Entretanto, por motivos nunca revelados (pelo menos até onde sei) a Capcom cancelou o game, lançando anos mais tarde outro game Resident Evil, bem diferente e aparentemente muito ruim. Os anos passaram e o primeiro Resident Evil acabou esquecido.


Primeira parte do walkthrough com a Jill, para vocês terem uma idéia do jogo

Isso até recentemente, quando um grupo chamado Assembler Games conseguiu de alguma forma recuperar a rom, trabalhar nela e agora a disponibilizou para qualquer um jogar. Para tal, basta arrumar qualquer emulador de GameBoy que funciona. Dei uma jogada rápida, só para testar, e é engraçado ver tudo tão reduzido mas funcionando igualzinho era no game original de Playstation. É jogável, embora os controles pareçam meio duros.

Está aí, baixem, testem e matem a curiosidade por vocês. Seria interessante se alguém colocasse essa rom em um cartucho para jogar em um console propriamente. De qualquer forma, o GameBoy Color acabou ganhando um game novo, anos depois de ser descontinuado. Será que esse Resident Evil é pelo menos meelhor que o “oficial”? Quem sabe?

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Que fase, hein Capcom?

Saudações aos leitores.

Prestem bastante atenção à imagem que vai abaixo:

Essa é a caixinha do recém lançado Resident Evil Revelations, game da Capcom para o Nintendo 3DS. Perceberam o que está escrito na lombada da caixa? Sim, amigos, no melhor estilo do “engrish” de muitos games japoneses lançados na década de 1990. Incrível como NINGUÉM percebeu aquele bizarro “REVELAITONS” escrito em caixa alta. Será que o revisor estava bêbado? A diagramação foi feita por um analfabeto funcional? Jamais saberemos.

Que fase, hein Capcom? Depois de lançar aquele tech demo chamado Resident Evil: The Mercenaries , que sequer permitia que o arquivo de save fosse apagado, agora a Capcom comete mais essa no 3DS. Melhor sorte na próxima.

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Reparando uma injustiça histórica: joguei Duck Tales pela primeira vez

Saudações aos mochileiros.

Como a atual geração de games se encontra em um marasmo só, resolvi então dar mais atenção aos clássicos de verdade, deixando de lado os “GOTYs” semanais dos rardecores que vivem aparecendo nos sites e portais gamísticos. Quanto ao título, é isso mesmo que vocês leram; porém acalmem-se: a justiça tardou mas não falhou. Acompanhem no link.

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Resident Evil: The Mercenaries 3D: a filosofia rardecore chegando ao 3DS

Saudações aos entusiastas.

Vocês devem ter visto a surpresa desagradável que a Capcm aprontou com os futuros compradores do super Resident Evil: The Mercenaries 3D (curiosamente nunca um sub-título fez tanto sentido), certo? Caso contrário, segue um trecho bacana:

Em Resident Evil: The Mercenaries 3D, todo o progresso das missões é salvo diretamente no cartucho, onde ele não pode ser resetado”, disse um porta-voz ao Kotaku. “A natureza do jogo envolve jogar várias vezes as mesmas missões em busca da melhor pontuação. Além disso, esse recurso impede que os conteúdos disponíveis aos jogadores sejam deletados. As vendas de usados não foram um fator considerado nessa decisão, por isso esperamos que nossos consumidores aproveitem na totalidade essa experiência de ação e sobrevivência que o jogo proporciona

Fonte

É a filosofia rardecore chegando ao 3DS pelas mãos da Capcom. O que originalmente foi desenvolvido como um modo de jogo complementar em Resident Evil 4, agora é vendido caro como se fosse um game completo. Por baixo da superficialidade dos gráficos com efeitos bacanas, o que existe de fato é tech demo de luxo raso e com pouco conteúdo. Para deixar tudo ainda mais legal, a Capcom ainda toma uma medida que prejudica os consumidores, já que ao impedir o jogador de apagar e editar saves, o jogo será sempre atrelado a uma única sessão de jogo.

A Capcom foi desonesta, mas não é idiota. É óbvio que tal medida serve para impedir o destino óbvio de um joguete como é Mercenaries: terminar nas prateleiras e cestas de jogos usados. Porque afinal é esse o fim de joguetes curtos e sem conteúdo. E a julgar pelos primeiros reviews, medíocre também. Já já deve pintar dlcs pagos para liberar conteúdos que já estão no jogo, ou pacotes com super desconto para a compra de roupinhas bacanas e cheias de normal map. Depois que o jogo tiver vendas ridículas, sabemos bem qual será a reação da Capcom.

Resident Evil: The Mercenaries 3D trouxe a filosofia rardecore ao 3DS. A filosofia dos jogos caros, cheios de hype, bonitos, ordinários e sem conteúdo. Mas depois do que foi exibido na E3, não era isso que a Nintendo queria?

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Bad Trip: Street Fighter EX (Arcade,Playstation)

Saudações aos astutos.

No post de hoje falarei de uma daquelas invencionices que a Capcom perdeu tempo e dinheiro em lançar, mas que no fundo somente serviu para queimar o filme de uma de suas principais séries. Foi o que aconteceu com Street Fighter EX, ou quando se troca lutadores carismáticos por caixas de papelão. Acompanhem.

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