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Uol Jogos: Para Capcom, mercado brasileiro é o segundo maior nas Américas

Saudações aos leitores.

Direto do Uol Jogos:

Para a Capcom, o Brasil já é o segundo maior mercado das Américas, atrás apenas dos Estados Unidos. A marca foi alcançada em 2011, quando nosso país ultrapassou o volume de vendas do Canadá.

Quem revelou a informação foi Christian Svensson, vice-presidente sênior da Capcom USA, em entrevista exclusiva ao UOL Jogos.

Na ocasião, falamos também com Jean Toledo, gerente de vendas e marketing da empresa no Brasil, que falou sobre os preços dos jogos no país.

Na página deles há uma entrevista em video com um representante da Capcom, falando mais a respeito. É mais uma prova de que o potencial brasileiro é grande, mas nós ainda não soubemos explorar.

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Deu no Estadão: Profissões em alta no mundo dos jogos

Saudações aos leitores.

Segue abaixo reportagem do Estadão sobre o mercado de games brasileiro, as profissões e a BGS:

Profissões em alta no mundo dos jogos
14 de outubro de 2012 | 8h20
Redação

Leandro Costa

Com faturamento na faixa dos US$ 840 milhões (aproximadamente R$ 1,7 bilhão) e crescimento médio anual em torno dos 7%, o mercado brasileiro de jogos eletrônicos desponta como um dos mais importantes do mundo.

Aquecido e com a projeção de se tornar o terceiro maior do mundo nos próximos anos (atrás apenas de Estados Unidos e Japão), o segmento tem grande oferta de vagas de designers e programadores, para trabalhar sobretudo no desenvolvimento de jogos destinados a redes sociais e plataformas móveis (smartphones e tablets). Profissionais de marketing também são altamente requisitados (leia abaixo).

“Estou recrutando designers de 2d e de 3d, além de programadores. Tenho cerca de dez posições para preencher nos próximos projetos”, diz o coordenador de criação da produtora de games Hoplon, Arthur Nunes, que veio a São Paulo tentar recrutar profissionais na Brasil Game Show, maior feira de games na América Latina, que se realiza até hoje no Expo Center Norte.

Busca. Nunes, da Hoplon, veio de Florianópolis recrutar 10 trabalhadores para novos projetos (Foto: Paulo Liebert/AE)

Ele mesmo é exemplo de como o aumento do mercado nos últimos cinco anos tem atraído até profissionais de outras áreas. Formado em publicidade, Nunes foi trabalhar com cinema e se especializou em animação. Cerca de um ano atrás, recebeu o convite para coordenar a área de criação da Hoplon, maior empresa nacional do setor.

“Existe uma perspectiva muito grande de crescimento para o Brasil na área dos jogos casuais e o mercado vai contratar cada vez mais”, diz.

Projeções da Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames) dão suporte ao que diz Nunes. De acordo com a entidade, existem hoje no Brasil cerca de 200 estúdios de criação, que empregam cerca de 4 mil profissionais.

“Evoluímos muito, se considerarmos que em 2008 faturávamos apenas R$ 87 milhões. Baseado no crescimento que tivemos nos últimos anos, a tendência é de que este número de vagas dobre em pouco tempo”, estima o presidente da Abragames, Fred Vasconcelos. De acordo com ele, um profissional em início de carreira ganha em média R$ 3,5 mil. “Mas isso varia, há casos em que o salário é muito maior, dependendo da função”, diz.

A explosão dos jogos casuais para redes sociais e dispositivos móveis é que puxa a criação de oportunidades no setor. O designer de interface de jogos Leandro Novaes é a prova disso. Ainda no último ano de faculdade recebeu o convite para entrar na recém-fundada 2Mundos, empresa voltada ao desenvolvimento de jogos casuais, para o mercado brasileiro. “Acabei me descobrindo nesse mercado e quero explorar as oportunidades que se desenham para mim.”

Designers como Novaes, são alguns dos trabalhadores mais procurados, sobretudo os especializados em design 3D.
A outra atividade que completa o pilar da criação dos games é a de programador, diz Vasconcelos, da Abragames. “É ele quem recebe o ‘roteiro’ criado pelos designers e coloca a ideia em prática.” De acordo com Vasconcelos, há escassez desses profissionais no Brasil. E os que se destacam por aqui, logo vão para fora. “Na minha empresa, a Jinx, já perdi 42 desses profissionais para o exterior”, conta.

Devido ao momento de crescimento, muitos desses trabalhadores acabam virando empreendedores, criando seus próprios jogos e buscando parcerias para lançá-los, como fez o programador José João de Oliveira Júnior. Ele montou sua própria empresa, a Overtime Studios, e lançou seu primeiro título para smartphones, ‘Sushi Bomb’.
O objetivo agora, segundo ele, é conseguir parcerias para distribuir o game.

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Ué, mas não era o Ronaldinho?

Saudações aos leitores.

Direto da Folha de São Paulo:

Empresa de filho de Lula deve R$ 6,1 mi

Gamecorp, criada por Lulinha e alvo de polêmicas durante a gestão do ex-presidente, pode quebrar, avalia auditoria

Firma recebeu em 2011 R$ 190 mil por anúncio do BB, negociado após pedido de amigo de Lula, diz um diretor do banco

JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DE SÃO PAULO
ANDREZA MATAIS
DE BRASÍLIA
A Gamecorp, empresa criada por um dos filhos do ex-presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, e alvo de diversas polêmicas durante o mandato do petista, vive uma situação de “incerteza” sobre sua sobrevivência.

A avaliação é da Peppe Associados, uma firma de auditoria contratada pela própria Gamecorp para verificar suas contas em 2011.

A Peppe fez um diagnóstico pouco favorável para o futuro da empresa de Lulinha, como Fábio é conhecido, e ainda lançou dúvidas sobre a confiabilidade dos números do balanço da empresa.

Segundo o relatório da auditoria, a administração da Gamecorp não divulgou “de forma adequada” a razão de números possivelmente incompatíveis nas contas. Também não foi possível, escreve a Peppe, ter idéia do valor dos bens da empresa.

A Gamecorp surgiu em 2004, recebeu um aporte de R$ 5 milhões da Telemar (hoje Oi). Como a empresa de telefonia tem participação do BNDES, o aporte passou a ser investigado pelo Ministério Público por suspeita de tráfico de influência.

Em 2006, quando a associação com a Telemar tornou-se pública, o então presidente Lula disse à Folha que seu filho era o “Ronaldinho” dos negócios, em alusão ao jogador de futebol, tido como um dos melhores em atividade no Brasil naquela época.

Desde então, a empresa acumulou sucessivos prejuízos. Apesar do lucro de R$ 384 mil no ano passado, as perdas acumuladas chegam a R$ 8,6 milhões.

Além disso, há uma diferença de R$ 2,2 milhões entre a soma dos bens e dos valores que a empresa tem a receber e as obrigações que contraiu, o que pode configurar risco de insolvência. O único alívio é a retaguarda da multinacional.

A dívida de curto prazo, de até 12 meses, subiu de R$ 2,03 milhões, em 2010, para R$ 2,89 milhões no fim do ano passado. A de longo prazo, acima de um ano, saltou de R$ 3 milhões para R$ 3,3 milhões. O total dessas obrigações atinge R$ 6,1 milhões.

A avaliação da empresa de Lulinha só foi possível porque hoje, como subsidiária da Oi, a Gamecorp adota critérios internacionais de contabilidade. A Oi não quis comentar os resultados.

(…)

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Para quem não se lembra da história, Lulinha, apenas um reles monitor do Zoológico de São Paulo, da noite para o dia transformou-se em um mega empresário dos games, com direito a aporte de 5 milhas da então Telemar (atual Oi). Apartir daí que veio a famosa analogia com o Ronaldinho. Curiosamente porém, enquanto hoje o Ronaldinho Gaúcho brilha no Atlético Mineiro, liderando o Campeonato Brasileiro, o Ronaldinho dos negócios se afunda em dívidas. Ironia é isso aí.

Não trato de política aqui no blog, mas como essa notícia está diretamente relacionada à games, achei relevante divulgá-la. Parafraseando Chapolin Colorado, “desconfiei desde o princípio” dessa história da Gamecorp. Afinal, em um mercado com tantas dificuldades, era muito estranho surgir do nada uma empresa com todo aquele “sucesso” (com direito até a canal de televisão, lembram-se?). Boa sorte aos credores, quero ver conseguirem cobrar um sujeito com costas tão largas. E definitivamente nada que envolve o PT pode ser levado a sério.

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Sobre a ascensão e queda de Moacyr Alves

Saudação aos leitores.

Pois é amigos, parece que a máscara caiu. Após toda polêmica ocorrida nessa semana, ficou bastante claro que qualquer traço de credibilidade que Moacyr Alves, o presidente da tal Acigames e agora conselheiro do Ministério da Cultura, foi para o espaço após seguidas declarações desastrosas. Pior que isso, aquele que antes se mostrava como grande messias que ressucitaria o mercado nacional de games e lutaria pelos jogadores, se mostrou reiteradas vezes cada vez mais dúbio e até hostil aos jogadores brasileiros. A verdade é que toda essa celeuma envolvendo o Steam serviu mesmo abrir uma fissura que terminou por despedaçar todas as idéias vazias da tal acigames. Como exemplos, não saber que paga-se IOF (imposto sobre operações financeiras) quando se compra software através de serviços de download pago, achar isso algo ilegal quando sequer existe legislação a esse respeito, ou mesmo deixar no ar de forma irônica o apoio a medidas que na prática punem aqueles que importam jogos originais (algo totalmente legal, ressalte-se)do exterior:

Não vou me alongar nesse tema, pois há textos os mais variados. Desde blogs, passando por fóruns e até mesmo a imprensa, como o Kotaku. Pior que esse sujeito nem ao menos pode reclamar de não ter tido seu lado da história publicado, pois duas notas e diversas declaração já surgiram, e parece que cada vez que algo novo é dito, apenas piora-se a situação toda.

Ao menos ficou uma lição nessa história toda, a de ser um pouco mais crítico antes de sair apoiando um sujeito que até outro dia era um só desconhecido colecionador de games. Mostrou-se apenas um lobista travestido de amigo dos jogadores brasileiros; aquele que infelizmente, para muitos, transformou o jogojusto em jogojudas.

Até a próxima, amigos.

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Com o preço de um PSVita no Brasil…

Saudações aos leitores.

Vejam na imagem do site Tecmundo, o que daria para comprar com o que cobrarão em um Playstation Vita aqui na república das bananas:

Acho que essa imagem acaba dizendo bastante coisa sobre nosso país, não?

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Retrospectiva do mercado de games brasileiro em 2011

Saudações aos leitores.

Segue um video bacana falando sobre a evolução do mercado de games brasileiro no já velho ano de 2011 (o tempo passa, o tempo voa…):


LINK

Tem umas reflexões interessantes aí, não acham? Ao que parece, nem tudo está perdido por essas bandas.

Vou ficando por aqui, amigos. Em 2012 tem mais, vou atualizando o blog conforme for achando pautas interessantes. Se quiser sugerir alguma coisa também, estejam sempre à vontade.

Até o próximo post.

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Um video interessante sobre jogos e censura no Brasil

Saudações aos leitores.

Segue abaixo um video deveras interessante sobre legislação, jogos e censura aqui na república bananeira também conhecida por Brasil. O rapaz mandou muito bem em seus argumentos:


LINK

Talvez com alguns reparos aqui e acolá, concordo com quase tudo o que foi apresentado. E vocês, o que acham?

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Um resumo em números do mercado de video games no Brasil

Saduações aos leitores.

O site Newzoo publicou um infográfico muito interessante com diversos dados sobre o mercado de video games do Brasil. Vejam abaixo:

Scope: Platforms: Social networks, Casual websites, Mobile devices, MMO games, Console games, PC/Mac boxed, PC/Mac download
Active gamers in the Brazil: 35.000.000
Share of active gamers that spends money on games: 47%
Estimated 2011 spend on games in Brazil: $2.000.000.000
Time spent on games: 64.000.000 hours per day
Gamers per platforms:
Social networks: 24 Million
Casual websites: 27 Million
Mobile devices: 24 Million
MMO games: 24 Million
Console games: 19 Million
PC/Mac boxed: 21 Million
PC/Mac download: 23 Million
Fun facts:
910.000 paying MMO gamers use text messaging to pay
38% of game time spent on online casual or social games
6% of social gamers has an iPhone
5.500.000 paying social gamers use Orkut
465.000 paying female mobile gamers like cooking
2% of 200 data topics used for this visual

Mais detalhes no Link do alto da página.

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A síntese do jornalismo rasteiro 3: o constrangedor pânico moral do Domingo “Espetacular”

Saudações aos internautas.

É amiguinhos, tenho que ser sincero com vocês e admitir que dá uma preguiça de falar sobre isso mais uma vez. Digo isso porque infelizmente não há nada novo no horizonte do pânico moral na gloriosa televisão aberta brasileira. Mas estou aqui sempre pronto para desnudar a ignorância desse pessoal. Well, vamo que vamo, né? Acompanhem.

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Pirateiros? Vuvuzela neles!

Saudações aos baladeiros.

Você, pirateiro de longa data, está pensando em jogar Michael Jackson: The Experience no conforto e praticidade de seu ErreQuatro? Pense novamente, pois você não conseguirá. Quer dizer, até conseguirá ligar, mas prepare-se para uma agradável experiência com vuvuzelas:


LINK

Gostoso, né? E saibam que essa é apenas a primeira entre sete barreiras anti-pirataria que o jogo possui. Ah sim, essa foi mais uma criativa e infame idéia made in Brazil. Trata-se de uma troca justa, os bons consumidores ficam com os clássicos de Jacko, enquanto os pirateiros com as vuvuzelas. Isso devia virar padrão, seria engraçado demais ver a choradeira nos fóruns de pirataria mundo afora. Como diria a molecada da internet, “se fodam aew, nerdões”.

Bom fim de semana e até o próximo post.

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