All posts tagged Acclaim

Bad Trip: Batman Forever (SNES/Genesis) & Batman Forever the Arcade Game (Arcade,Playstation,Saturn)

Saudações aos leitores.

Se o seu dia estiver ruim, se seu trabalho deu errado, se seu serviço estiver por algum motivo saindo uma porcaria, lembre-se de uma palavra: Acclaim. Sim, amigos, reconfortem-se com o fato de que nada do que vocês fizerem poderá ser pior que os games da mais infame das produtoras de jogos que já existiu. Levante sua moral com o fato de que mesmo seu pior deve ser melhor que os games da Acclaim. E deve ser melhor ainda que os sensacionalmente ruins games baseados no sensacionalmente ruim filme Batman Forever – do sensacionalmente ruim diretor Joel Schumacher. Passada essa importante lição de auto-ajuda, dissecarei os terríveis Batman Forever e Batman Forever the Arcade Game, grandes perdas de tempo e bits dos anos noventa. Tapem o nariz, se preparem bem e vamos em frente.

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Bad Trip: Rise of the Robots (multiplataforma)

Saudações aos leitores.

Retornando após tenebrosa era glacial, aproveito para desancar uma pretensiosa porcaria advinda dos anos noventa: Rise of the Robots, cortesia da eterna Acclaim – a rainha das porcarias daquela época. Ou melhor, de qualquer época. Senhoras e senhores, meninos e meninas, aproveitem o show de horrores.

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Bad Trip: ECW Hardcore Revolution (Nintendo 64/Playstation)

Saudações aos apáticos.

E hoje temos o post preferido da família brasileira. E esse é dos bem “trashs”, pois falo de um dos piores games de luta que joguei na geração retrasada. Tirem as crianças da sala e vamo que vamo.

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Mortal Kombat: A crônica de um fracasso

Saudações aos déspostas.

Os leitores mais antigos do blog já devem ter visto em posts do passado (ui) várias citações nada positivas à série Mortal Kombat, por parte desse escriba (que profundo). No post de hoje eu finalmente explicarei as razões de meu escárnio (agora vai!). Através de extensa pesquisa do Instituto de História Aplicada dos Jogos Eletrônicos do Vale do Jequitinhonha, apresento-lhes a crônica de um fracasso, ou a recompilação histórica da franquia Mortal Kombat. Sigam-me os bons.

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Game Contraste: The Crow: City of Angels (PC/Playstation/Saturn)

Saudações aos taciturnos.

Aproveito essa aprazível sexta-feira para descarregar a lenha em mais uma porcaria de duas gerações atrás: The Crow, para Playstation (também lançado para PC e Saturn). Mais um joguete baseado em filme que só serviu para ocupar espaço e gastar à toa uma midia virgem e recursos do planeta para confecção da caixinha e manual. Acompanhem:

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Entre mortos e desaparecidos 2: Acclaim

Saudações a vocês.

Segundo capítulo da nova série de empresas que foram para o saco ou simplesmente desapareceram. No post de hoje falarei de uma empresa que simplesmente desapareceu do mapa, embora não faça falta alguma: a Acclaim. Texto na continuação do link, como sempre.

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Game Contraste: The Uncanny X-Men (NES)

Saudações aos ocidentais e orientais.

Após algum tempo sem espezinhar um game sem vergonha, chafurdei no lodo dos maiores lixos videogamísticos da Terra, resgatei uma porcaria direto para a seção Game Contraste. O linchado da vez é o game The Uncanny X-Men, baseado no gibi homônimo (nem me venham com o afrescalhado “comics” que não tenho cara de marvete). O jogo é uma das maiores atrocidades que um dia já entraram no NES, mas tinha uma produçãozinha suficiente para enganar a molecada levando-a a pelo menos alugar aquela josta. Texto na continuação do link.

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Semana Game Boy: Bad Trip – série Mortal Kombat

Saudações, caros eleitores.

E continuamos a semana Game Boy.

Falem a verdade, vocês já estavam com saudade de ver algum jogo detonado por aqui, né? Pois bem, farei vossas vontades, com prazer. Se tem um console que é recheado de shovelware, esse console é o Game Boy. Escarafunchando na montanha de lixo do portátil, resolvi pegar uma franquia que é uma vergonha em forma de game: a série Mortal Kombat. Se os games para consoles de mesa já são vergonhosos, as versões portáteis são ainda piores. Somando os quatro títulos do GB não é possível nem chegar a um padrão de mediocridade, são tão ruins que reuni um Bad Trip para todos, pois são patéticos demais para estrelarem textos próprios.

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