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	<title>Loading Time</title>
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	<description>Comentários e textos analíticos até carregar a próxima tela.</description>
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		<title>15 anos de Donkey Kong Country</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:43:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avcf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fofoca de boteco]]></category>
		<category><![CDATA[1994]]></category>
		<category><![CDATA[Donkey Kong Country]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
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		<category><![CDATA[Super Nes]]></category>

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		<description><![CDATA[
Saudações aos incríveis.
Cacetada, o tempo passa. Donkey Kong já é um mocinho. A exatos 15 anos e um dia (foi ontem, mas esqueci de postar) foi lançado o jogo que mudou o rumo da disputa entre os consoles da era 16-bits: Donkey Kong Country. Falarei um pouco sobre esse clássico absoluto dos videogames. Acompanhem.

Em 1994 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/399092-orig.jpg" title="Donkey Kong Country" class="alignleft" width="450" height="327" /></p>
<p>Saudações aos incríveis.</p>
<p>Cacetada, o tempo passa. Donkey Kong já é um mocinho. A exatos 15 anos e um dia (foi ontem, mas esqueci de postar) foi lançado o jogo que mudou o rumo da disputa entre os consoles da era 16-bits: Donkey Kong Country. Falarei um pouco sobre esse clássico absoluto dos videogames. Acompanhem.</p>
<p><span id="more-1064"></span></p>
<p>Em 1994 a conhecida geração 16-bits chegava em seu momento decisivo daquela que foi a disputa mais equilibrada entre dois consoles até hoje. O Genesis recebia medalhões como Sonic 3, Sonic &#038; Knuckles, e Streets of Rage 3. O SNES vinha de uma crescente sobre o rival e também teve seus games de peso como Super Metroid, Final Fantasy VI (ou III pela contagem norte americana) e Mega Man X. Mas ainda estava para surgir o game que desequilibraria definitivamente a balança, fazendo-a pender para o lado da Nintendo. Até que em 25 de novembro de 1994 foi lançado o fenômeno Donkey Kong Country. </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AwN_Dpsdnuw&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/AwN_Dpsdnuw&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Não é exagero dizer que esse jogo foi revolucionário em sua época. Primeiro porque mostrou ao mundo gráficos e animações cujos padrões eram inimagináveis para as máquinas daquela geração. Segundo porque foi a reinvenção de um personagem clássico que até então estava esquecido pelo grande público (até teve Donkey Kong 94 para GameBoy, mas pouca gente jogou). E terceiro porque trata-se de um jogo divertidíssimo, variado e cheio de passagens secretas e manhas. Outro detalhe muito legal era a possibilidade de dois jogadores se alternarem durante as fases, em um esquema cooperativo pouco visto naquele período. Como Diddy e Donkey tinham diferenças na movimentação, criava-se aí uma face estratégica que adicionava uma profundidade interessante ao gameplay. </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_KOYf41WUWc&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_KOYf41WUWc&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WrhO83FYRsU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/WrhO83FYRsU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Não há também como não falar de Donkey Kong Country sem mencionar sua fantástica trilha sonora, sem dúvidas uma das melhores da geração 16-bits. Quase todas as músicas eram sensacionais:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wAPpVplHiDE&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wAPpVplHiDE&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9lyRI_M8ZXE&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/9lyRI_M8ZXE&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/v18pEFQb3EM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/v18pEFQb3EM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>De resto é a história que todos conhecem; Donkey Kong Country vendeu mais de 8 milhões de cartuchos, com duas continuações de grande sucesso. Ajudou a consolidar a liderança do SNES, além da proeza de ter ofuscado Sonic. Em uma tentativa desesperada a Sega lançou o medíocre Vectorman para tentar competir com DKC, mas foi esmagado pela popularidade do simio engravatado. Pena que após Donkey Kong 64 nenhuma outra aventura em um esquema semelhante foi produzida, com DK apenas estrelando joguetes musicais e aparecendo nos games como Smash Bros e Mario Kart. Tenho certeza que muitos jogadores por aí até hoje aguardam pelo retorno triunfal de Donkey em um possível Donkey Kong Country 4 ou New Donkey Kong Country (ué, por que não?). Quem tem Wii pode ao menos baixar os jogos da trilogia Country pelo Virtual Console, ou se alguém preferir, tem os ports para GBA.</p>
<p>Parabéns a Rare por ter sido responsável por tamanho clássico dos videogames. E obrigado por terem proporcionado a mim e a milhares de outros tantas horas de diversão.</p>
<p>Até o próximo post.</p>
<p>André V.C Franco/AvcF &#8211; Loading Time.</p>
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		<title>Um pouco de design de personagem</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 06:56:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avcf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Loading Time]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[raposa]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>

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		<description><![CDATA[
Saudações aos errantes.
Após um curto sumiço de minha parte, enfim um post novo aqui no Loading Time. Para o post de hoje utilizei como base trabalho que estou fazendo para falar sobre design de personagens para um jogo de videogame. Acompanhem.

Certamente um dos primeiros chamarizes para um jogo de videogame são os personagens. Figuras carismáticas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/385196-orig.jpg" title="Raposas correndo" class="alignleft" width="450" height="280" /></p>
<p>Saudações aos errantes.</p>
<p>Após um curto sumiço de minha parte, enfim um post novo aqui no Loading Time. Para o post de hoje utilizei como base trabalho que estou fazendo para falar sobre design de personagens para um jogo de videogame. Acompanhem.</p>
<p><span id="more-1049"></span></p>
<p>Certamente um dos primeiros chamarizes para um jogo de videogame são os personagens. Figuras carismáticas e chamativas ajudam muito a chamar para si a atenção de um comprador  quando este está olhando para várias caixinhas em uma prateleira, por exemplo. Claro que nem todo jogo tem um personagem, digamos formal, mas há ao menos sempre uma figura de destaque, icônica, que está lá para chamar o jogador. Em torno disso tive que encarar um pepino daqueles: para evitar que o pessoal da turma fizesse &#8220;eu-games&#8221;, foram sorteados perfis de personagens fictícios que simulam diferentes tipos de pessoas com maior ou menor interesse por videogames. No fim das contas tive que bolar algo para uma mãe jogar com sua filha, portanto nada rardecore, e sim que fosse um colorido, fofo, um tanto &#8220;kawaii&#8221;. Ah sim, trata-se de um jogo cooperativo, cujas personagens são duas simpáticas raposinhas irmãs. Antes de começar a falar dos desenhos, apenas uma breve explicação da historieta envolvendo o jogo: as duas irmãs já mencionadas moram junto de um irmão menor em uma floresta mágica, cuja ordem e harmonia é regida por três pedras mágicas (que originalidade, QUE ORIGINALIDADE, eu sei -_-). Claro que o espertucho do menino resolveu bagunçar o coreto, aí sobrou para as irmãs resolverem a parada.</p>
<p>Pois bem, tinha que bolar os personagens, e por óbvio olhei games bonitinhos como Klonoa, Yoshi&#8217;s Island e coisas do tipo. Aí em pouco tempo comecei a colocar o lápis para funcionar e fiz diversos desenhos de raposas cartonizadas. O resultado inicial não foi muito animador, porém:</p>
<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/385195-orig.jpg" title="Primeira versão" class="alignleft" width="450" height="289" /></p>
<p>Muito longe de ser algo que alguém diria &#8220;ahhhhhhhhnnnn&#8221; ou &#8220;cuti fofu&#8221;. Muito longe também de ser algo que gerasse qualquer simpatia em uma menina diante de um videogame. Mas para uma primeira versão, ao menos eu podia usá-la para aperfeiçoar o traço e o estilo. Aí recomecei pelas meninas:</p>
<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/385191-orig.jpg" title="Esboços" class="alignleft" width="450" height="327" /></p>
<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/385192-orig.jpg" title="Raposa" class="alignleft" width="450" height="235" /><br />
<img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/385193-orig.jpg" title="Raposa" class="alignleft" width="450" height="183" /></p>
<p>Ainda faltava o capeta em forma de guri. Na primeira versão ele parecia um personagem apatetado com aqueles suspensórios e aquela expressão desconfiada. Ele precisava ter o espírito típico das raposas dos desenhos animados, ou seja, arteira, moleque. Após vários desenhos, cheguei nesse segundo estágio.</p>
<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/385194-orig.jpg" title="Raposo" class="alignleft" width="450" height="236" /></p>
<p>Melhorou bastante, embora ainda não fosse o ideal. Os olhinhos fechados e a risadinha sacana deram uma personalidade que a versã anterior nem sonhava em ter. Eliminei a roupa ridícula e o deixei apenas com uma bermudinha, deixando-o menos antropomórfico e mais raposa mesmo. Quanto as irmãs, além de uma diferenciação bem maior entre as duas, me preocupei em deixá-las mais femininas e graciosas, com uma proporção corporal mais próxima de uma boneca. Mas ainda dava ficar melhor, e o processo de construção do visual de um personagem é assim mesmo. Foi então que em diversos desenhos depois, aproveitei para exagerar as características marcantes de cada personagem e cheguei em algo bem mais fofo: </p>
<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/385198-orig.jpg" title="Raposas lápis de cor" class="alignleft" width="450" height="361" /></p>
<p>Agora sim, né? Com os devidos ajustes finalmente parece que temos personagens que poderiam figurar em um jogo destinado ao público feminino, em especial as meninas. Digo isso porque na hipotética situação de uma mãe jogar algo com sua filha, será a pimpolha o vetor gerador de interesse inicial para que tal situação ocorra. E no caso da mãe, o mais lógico para um adulto não familiarizado com videogames é vê-los como uma mera ferramenta de desestresse, portanto, um visual agradável e colorido conta muitos pontos nesse quesito. Como estou nesse momento fazendo a programação visual em que essas crianças farão parte, uma bela arte final foi necessária. Então apliquei uma vetorização completa neles, o resultado foi esse:</p>
<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/385199-orig.jpg" title="Raposinha" class="alignleft" width="450" height="451" /><br />
<img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/385200-orig.jpg" title="Raposinha 2" class="alignleft" width="450" height="457" /><br />
<img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/385201-orig.jpg" title="Raposinho" class="alignleft" width="450" height="420" /></p>
<p>A propósito, o nome do jogo será 2Gether, eu ainda voltarei a falar disso aqui no blog. Mas o objetivo do post foi apenas ilustrar como funciona o processo de design de personagem, como se evolui o traço, a adequação à proposta e tal. Fazia tempo que não escrevia posts desse tipo aqui, como acabei de dizer, tratarei mais sobre esse assunto. Afinal, acho que não há muito material sobre esse tipo de processo nos blogs de games aqui no Brasil. Bom, vou ficando por aqui. A caixa de comentários está para quem quiser saber mais disso.</p>
<p>Até o próximo post.</p>
<p>André V.C Franco/AvcF &#8211; Loading Time.</p>
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		<title>Angry Videogame Nerd: Castlevania parte 4</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 19:02:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avcf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mira la película]]></category>
		<category><![CDATA[AVGN]]></category>
		<category><![CDATA[Castlevania]]></category>
		<category><![CDATA[James Rolfe]]></category>
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		<category><![CDATA[Symphony of the Night]]></category>

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		<description><![CDATA[Saudações aos caçadores.
Quarta e final parte do especial do Angry Videogame Nerd com os jogos clássicos da franquia Castlevania. Assistem:


Video Games &#124; ScrewAttack &#124; Angry Video Game Nerd: Castlevania Part IV
XBox 360 &#124; Playstation 3 &#124; Nintendo Wii


A parte final com as declarações sobre a opinião dele a respeito da progressão da série pode ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saudações aos caçadores.</p>
<p>Quarta e final parte do especial do Angry Videogame Nerd com os jogos clássicos da franquia Castlevania. Assistem:</p>
<div style="width: 450px;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=8,0,0,0" id="gtembed" width="450" height="362"><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="movie" value="http://www.gametrailers.com/remote_wrap.php?mid=59132"/><param name="quality" value="high" /><embed src="http://www.gametrailers.com/remote_wrap.php?mid=59132" swLiveConnect="true" name="gtembed" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="true" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="362"></embed></object>
<div style="font-size: 10px; font-family: Verdana; text-align: center; width: 450px; padding-top: 2px; padding-bottom: 2px; background-color: black; height: 32px;">
<div><a style="color:#FFFFFF;" href="http://www.gametrailers.com" title="GameTrailers.com">Video Games</a> | <a style="color:#FFFFFF;" href="http://www.gametrailers.com/game/screwattack/3000" title="ScrewAttack">ScrewAttack</a> | <a style="color:#FFFFFF;" href="http://www.gametrailers.com/video/angry-video-screwattack/59132" title="Angry Video Game Nerd: Castlevania Part IV">Angry Video Game Nerd: Castlevania Part IV</a></div>
<div style="padding-top: 3px;"><a style="color:#FFFFFF;" href="http://xbox360.gametrailers.com/" title="XBox 360">XBox 360</a> | <a style="color:#FFFFFF;" href="http://ps3.gametrailers.com/" title="PS3">Playstation 3</a> | <a style="color:#FFFFFF;" href="http://wii.gametrailers.com/" title="Wii">Nintendo Wii</a></div>
</div>
</div>
<p>A parte final com as declarações sobre a opinião dele a respeito da progressão da série pode ser meio polêmico para alguns, mas nãoa cho que ele esteja errado. Concordar ou não concordar com ele aí é com vocês também. Aproveitando, não pude postar nada novo ainda novamente por problemas de tempo meu aqui, além de estar preparando um post especial. Abraços e até logo.</p>
<p>André V.C Franco/AvcF &#8211; Loading Time.</p>
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		<title>Cool Vibrations: Excite Bike World Rally (Wiiware)</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 05:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avcf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cool Vibrations]]></category>
		<category><![CDATA[Excite Bike World Rally]]></category>
		<category><![CDATA[Moster Games]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[Wiiware]]></category>

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		<description><![CDATA[
Saudações aos veranistas.
Falarei um pouco sobre um game recente, depois de alguns posts sobre temas do passado. Depois de bastante tempo finalmente tomei coragem para gastar um trocado com um game do Wiiware. Então para começar eu decidi testar Excite Bike World Rally, um joguete simpático e agradável. Acompanhem.

Mesmo estando com um Wii já faz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/379907-orig.jpg" title="Excite Bike World Rally" class="alignleft" width="450" height="253" /></p>
<p>Saudações aos veranistas.</p>
<p>Falarei um pouco sobre um game recente, depois de alguns posts sobre temas do passado. Depois de bastante tempo finalmente tomei coragem para gastar um trocado com um game do Wiiware. Então para começar eu decidi testar Excite Bike World Rally, um joguete simpático e agradável. Acompanhem.</p>
<p><span id="more-1042"></span></p>
<p>Mesmo estando com um Wii já faz algum tempo, eu nunca tive vontade nem coragem de gastar umas verdinhas com os games experimentais da plataforma digital Wiiware. Ao invés, preferi o porto seguro dos clássicos como Super C, Ninja Gaiden II, Donkey Kong Country 2 e etc. Mas quando fui na exposição <a href="http://gamehall.uol.com.br/loadingtime/?p=523">Gameplay</a> no meio desse ano, pude ter contato com World of Goo, que embora estivesse exposto na versão PC, também tem disponível para o Wiiware. Mesmo não sendo chegado a games de quebra-cabeça, eu gostei da experiência e comecei a ver que poderia ter sim coisas legais no WW. Depois de algum tempo eu resolvi dar uma olhada na lista lá e aproveitei o lançamento recente de Excite Bike World Rally para ver se os dez dólares valiam ou seria pura perda de tempo. No momento do download eu pensava &#8220;será que comprei um Cool Vibrations ou será um Bad Trip?&#8221;</p>
<p>Uma das coisas que me afastava dos games WW era o baixo limite de tamanho dos jogos, com apenas 30MB disponíveis para um jogo inteiro, o que obriga os designers a fazer de um limão uma limonada. Isso implica também em propostas quase que obrigatoriamente curtas e com pouca profundidade, até por conta do preço que é um reflexo disso. A questão é que minha situação atual dificulta muito começar jogos mais longos, então um joguete rápido, que dê para fechar em um fim de semana é uma boa pedida no meu caso. Foi o esquema de World Rally. Obviamente baseado no antigo game de corrida para NES, World Tour não é um remake, mas uma homenagem ao game de corrida 8-bits. A nova versão é em 3d, com novas pistas e músicas, mas mecânica bastante parecida com a versão antiga. Assim como antes, Excite Bike não é como outros games de corrida cujo objetivo é chegar em primeiro, e sim um jogo de tomada de tempo, cujos rivais na pistas srvem apenas como obstáculo para atrasar o jogador.</p>
<p>Como disse na abertura do texto, é um joguete bem simpático, não tem a menor vergonha de parecer simples e com cara de game meio antigo. À parte dessa simplicidade técnica, o jogo foi bem executado, acessível a qualquer um e até tem um bom desafio para conseguir o melhor ranking nas corridas para poder abrir novas cores para as motos. Embora as pistas sejam parecidas umas com as outras, a variedade das partidas se dava pela morros que apareciam e as posições dos símbolos que esfriavam o motor da moto. Sim, é um esquema de jogo a moda antiga, pura decoreba e reflexos.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3GLBrlxxP4o&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/3GLBrlxxP4o&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Também aproveitei e testei o wifi com algumas partidas e tudo funcionou bem. O bom do jogo ter sido lançado a pouco tempo é que pelo menos por enquanto não tem cheaters nem negos mega apelões (a rede da Nintendo é mais aberta que puta paga). Por fim, foi o suficiente para sábado e um domingo sem jogos novos. Foram 10 doletas bem gastas e uma barreira derrubada com os joguetes simples e bacaninhas do Wiiware. Claro que a lista está recheadas de porcarias, mas olharei com mais carinho algumas coisas boas de lá, como Lost Winds, por exemplo. Quem sabe.</p>
<p>Até o próximo post.</p>
<p>André V.C Franco/AvcF &#8211; Loading Time.</p>
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		<item>
		<title>Histórias dos gamers: as turmas</title>
		<link>http://gamehall.uol.com.br/loadingtime/?p=1010</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 05:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avcf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo de bêbado]]></category>
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		<category><![CDATA[Alone in the Dark]]></category>
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		<description><![CDATA[
Saudações aos jovens.
No post de hoje não tratarei de jogos de videogame como costumo fazer, mas sim de como eram jogados. Falarei da experiência que tive com uma turma que se reunia para jogar diversos games.
Assim como falei no artigo sobre os games das Tartarugas Ninja (o Game Contraste mais recente), não quero aqui parecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/379079-orig.jpg" title="Pessoal jogando videogame" class="alignleft" width="450" height="307" /></p>
<p>Saudações aos jovens.</p>
<p>No post de hoje não tratarei de jogos de videogame como costumo fazer, mas sim de como eram jogados. Falarei da experiência que tive com uma turma que se reunia para jogar diversos games.<br />
Assim como falei no artigo sobre os games das Tartarugas Ninja (o Game Contraste mais recente), não quero aqui parecer saudosista ou ficar defendendo que antigamente tudo era melhor. Dito isso, vamos em frente. Sigam-me os bons.</p>
<p><span id="more-1010"></span></p>
<p>Por mais bizarro e primitivo que possa parecer, quando era moleque eu não tinha coisas como MSN e redes sociais, e se é que tinha algum fórum de games eu não tinha a menor noção de que aquilo existia. Para jogar videogame, ou dirigia-se para uma loja de shopping para comprar um game e jogar em casa ou sobrava ir para uma locadora. De um jeito ou de outro, o fato é que tanto faz a época que for há um axioma no mundo dos videogames: jogar em grupo é sempre mais divertido que jogar sozinho, mesmo quando o game não é multiplayer. Não me lembro por quais circunstâncias, provavelmente nessas brincadeiras de rua e afins, eu acabei me juntando a um pessoal que tinha um interesse em comum: videogames. Acabamos nos tornando um grupo de jogo, que se minha memória não me engana tinha um NES, SNES, Genesis e 3DO (pasmem vocês). A parada era toda democrática, ia todo mundo na casa de um e o pessoal se revezava nos jogos disponíveis da ocasião. Ao contrário do que cansamos de ver hoje na internet, não havia qualquer ismo, não existia isso de deixar de jogar ou de desprezar um console e/ou jogo, nem brigas por causa da Nintendo ou da Sega.</p>
<p>Quando a parada era experimentar jogos desconhecidos ou para jogar os lançamentos, todos corríamos para uma locadora próxima. Juntando os trocados de um com o dinheiro do lanche de outro, monopolizávamos um console por uma tarde e jogávamos até os dedos sangrarem. Nunca me esqueço de uma tarde que pegamos um SNES com adaptador para quatro controles e jogamos Bomberman no battle mode até dizer chega. Os games de luta eram bastante populares, não importava o jogo ou o console. Claro que Street Fighter 2 era rei, mas joguei desde os games da SNK, passando por Mortal Kombat e Killer Instinct, até os da WWE. Aliás, falando em luta livre, também perdemos umas boas tardes com uma versão do SNES em que quase sempre as lutas se resumiam em Undertaker contra Bret Hart ou Shawn Michaels. Isso porque numa certa época eu e mais um desse grupo éramos fanáticos pelo programa &#8220;Super Catch&#8221; que passava aos sábados pela extinta Rede Manchete, e os três citados acima eram os fodões dos ringues (Undertaker e Shawn Michaels ainda chutam bundas no Raw e Smackdown).</p>
<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/379077-orig.jpg" title="Super Bomberman" class="alignleft" width="450" height="360" /><br />
<strong>Esse troço vicia demais jogando em turma</strong></p>
<p>Uma curiosade do grupo de jogo é que rolava uma espécie de modo cooperativo nos jogos para apenas um jogador. Sabem aquela coisa de quando um não consegue passar de uma fase o outro assume e tenta passar e assim cada um vai ganhando mais habilidade? Era mais ou menos assim que funcionava. Games como Duck Shot, The Mask (é; o nível dos jogos variava bastante), Alone in the Dark, Alladim, Mega Man X, Donkey Kong Country, entre outros que não me lembro. Claro que o multiplayer, digamos tradicional, rolava com jogos como Sunset Riders e TMNT: Turtles in the Time, mas eu achava especialmente curiosos os momentos em que todo mundo se reunia em torno de um game só, com cada um aguardando ansiosamente por sua vez na jogatina. Independente da forma que era, horas e mais horas se passaram dessa forma, para desespero das mães que viam um bando de marmanjos enfurnados em um quarto ou uma sala com os olhinhos brilhando enquanto os games eram exibidos na tevê. Ah sim, nunca deixei de andar de bicicleta e jogar bola na rua, essas coisas. Mas juntar a molecada para detonar os games era bom demais.</p>
<p>No fim das contas, por diversos motivos e uma ou outra briga, o pessoal foi se separando e cada um foi para seu lado. Somente anos depois eu reuni outro grupo com meus amigos da primeira faculdade, sendo que até hoje uma vez ou outra rola umas seções gamísticas da pesada. Os games mudaram, as cabeças mudaram. Mas a mágica do momento ainda é a mesma.</p>
<p>E quanto a vocês, queridos leitores? Já passaram por experiência parecida? A caixa de comentários está aí para vocês contarem seus causos. Até mais.</p>
<p>André V.C Franco/AvcF &#8211; Loading Time.</p>
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		<title>Choque de gerações</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 18:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avcf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mira la película]]></category>
		<category><![CDATA[Battletoads]]></category>
		<category><![CDATA[Contra]]></category>
		<category><![CDATA[Loading Time]]></category>
		<category><![CDATA[Mega Man 2]]></category>
		<category><![CDATA[NES]]></category>
		<category><![CDATA[Project D]]></category>
		<category><![CDATA[Teenage Mutant Ninja Turtles]]></category>

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		<description><![CDATA[Saudações aos atentos.
O que posto aqui é uma sequência de videos em que um sujeito de um tal &#8220;Projeto D&#8221; (cujo site chama-se nerdbaloom) pega garoto chamado Dylan e o coloca para encarar alguns games do NES. Pela sua maneira de se expressar, me parece que Dylan é o garoto pré-adolescente, e que provavelmente nunca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saudações aos atentos.</p>
<p>O que posto aqui é uma sequência de videos em que um sujeito de um tal &#8220;Projeto D&#8221; (cujo site chama-se <a href="http://www.nerdballoon.com/kerry-blog/project-d-episode-1">nerdbaloom</a>) pega garoto chamado Dylan e o coloca para encarar alguns games do NES. Pela sua maneira de se expressar, me parece que Dylan é o garoto pré-adolescente, e que provavelmente nunca ouviu falar dos jogos dos 8 e 16-bits. Uma prova disso é que ele não tem a menor noção de quem sejam as Tartatugas Ninja ou os Battletoads. Enquanto o guri vai jogando e se deparando com um mundo gamístico fora de seus padrões, o cara mais velho vai perguntando o que o garoto está achando daquilo tudo. Há alguns momentos engraçados, e também é divertido perceber alguém que não tem nenhuma das referências que achamos tão naturais. Vejam por vocês mesmos (infelizmente não há legendas) após o link</p>
<p><span id="more-1003"></span></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/rKnzeXkefDo&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/rKnzeXkefDo&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object><br />
<em><strong>&#8220;Dylan:&#8230;de fato é um jogo difícil, não é tão fácil quanto Halo 3&#8230;&#8221;</strong></em> <strong>Esses casuais&#8230;oh wait!</strong></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/r0PUFUT6NDw&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/r0PUFUT6NDw&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/72LWhnB7ddM&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/72LWhnB7ddM&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/DMELXOvpmGo&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/DMELXOvpmGo&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NjxXppIBiAk&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NjxXppIBiAk&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TIg-xgP66Ng&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/TIg-xgP66Ng&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>É isso, amigos. Claro, não é uma experiência científica ou conclusiva, mas valeu (pelo menos para mim) ver como alguém de uma geração bem a frente da minha reage com os jogos que para mim pareciam tão absolutos. Bom fim de semana a todos.</p>
<p>André V.C Franco/AvcF &#8211; Loading Time.</p>
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		<title>Game Contraste: Teenage Mutant Ninja Turtles: The Arcade Game</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avcf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Game Contraste]]></category>
		<category><![CDATA[Konami]]></category>
		<category><![CDATA[Loading Time]]></category>
		<category><![CDATA[Tartarugas Ninjas]]></category>
		<category><![CDATA[TMNT The Arcade Game]]></category>

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		<description><![CDATA[
Saudações aos desnaturados.
Game Constraste sobre um super mega clássico dos arcades que teve certamente um dos piores tratamentos em seu material de propaganda. Acompanhem.

Apesar de estar falando de games antigos nesse e no post anterior, acreditem, não sou um sujeito saudosista. Não acho que os games &#8220;perderam a mágica&#8221;, que os jogos atuais não sejam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/375975-orig.jpg" title="TMNT: The Arcade Game" class="alignleft" width="410" height="541" /></p>
<p>Saudações aos desnaturados.</p>
<p>Game Constraste sobre um super mega clássico dos arcades que teve certamente um dos piores tratamentos em seu material de propaganda. Acompanhem.</p>
<p><span id="more-953"></span></p>
<p>Apesar de estar falando de games antigos nesse e no post anterior, acreditem, não sou um sujeito saudosista. Não acho que os games &#8220;perderam a mágica&#8221;, que os jogos atuais não sejam menos divertidos que os antigos ou que a geração atual &#8220;não saiba o que é jogo bom de verdade&#8221;. Por outro lado, não nego os fenômenos do passado, inclusive porque alguns deles sobrevivem ao tempo. Esse é o caso de Teenage Mutant Ninja Turtles: The Arcade Game, lançado em 1989 pela Konami. A molecada de hoje não tem noção do sucesso que foi TMNT naquela época (normal, não é da época deles), quando a versão arcade saiu foi realmente um frenesi. O desenho animado foi sucesso instantâneo desde o início (assisti horrores as aventuras de Leonardo, Rafael, Michelangelo e Donatelo), então a criançada pirou ao ver o gabinete de arcade com quatro controles. Aliás, qualquer beat em up com quatro negos ao mesmo tempo é epic win.</p>
<p>Por outro lado, o primeiro game das tartarugas para o NES não era grandes coisas, além de guardar poucas semelhanças com o desenho. A versão arcade era exatamente o oposto. Me lembro que por volta do comecinho dos anos noventa eu era um verdadeiro ratinho de fliperama (chamava arcade de fliperama, uai) e sempre achava loki demais quando juntava um povo que nunca se viu na vida para detonar juntos um jogo. O mais engraçado é que embora fossem praticamente iguais, as vezes rolava briga para poder jogar com uma das tartarugas em específico. Isso para vocês verem como o desenho influenciava o jogo. De qualquer forma, TMNT The Arcade Game é um jogão que mereceu o sucesso que teve. É frenético, intenso, divertido e não tão repetitivo. São oito estágios com pencas de foot soldiers e elementos destrutíveis, jogabilidade perfeita, desafio na medida certa e gráficos e sons que foram capazes de remeter bastante ao desenho da tevê.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1mMq8j6QNzc&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/1mMq8j6QNzc&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Maaaaassss&#8230;.</p>
<p>Que porcaria era aquele cartaz do arcade? Se o caso era fazer a propaganda de um game baseado em um desenho animado, por que diabos pagaram um sanduba de churrasco grego com suco de caju grátis para essa atriz de terceira divisão (fora a pose com sorriso maroto da moiçola)? E esse cenariozinho genérico à lá parque de diversões que nem de longe retrataria Nova Iorque? Aí claro, para contrastar com essa bobagem toda, uma das piores artworks das tartarugas que eu já vi. Além do estilo horroroso, até hoje não entendi porque o Michelangelo tá brincando de Tarzan e porque o Donatello faz uma pose sensual para comer pizza no meio do nada. Muito ruim também o slogan do flyer que dizia &#8220;put the turtle power work for you&#8221;. Teria sido melhor qualquer frase relacionada ao desenho, algo como &#8220;cowabunga!&#8221; ou &#8220;shell shock&#8221;. Mas vocês sabem que o que é ruim sempre pode piorar, certo? Então, quem disse que a Konami tomou tenência e melhorou o cartaz do jogo seguinte das tartatugas? Então dêem uma olhada nisso:</p>
<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/375976-orig.jpg" title="Turtles in the Time" class="alignleft" width="410" height="541" /></p>
<p>CACETADA, MAS QUE P#*&#038;%# É ESSA??? Isso não podia ser algo profissional, ou melhor, não deveria. O que será que quem aprovotou uma peça dessa fumou naquele dia? Com coisas como essa não é difícil imaginar porque Turtles in the Time  fez menos sucesso que The Arcade Game. Na frase &#8220;totally new adventure, dudes!&#8221; só faltou um &#8220;DÃÃÃR&#8221; para ficar completo. Como se não já estivesse óbvio que se trava de um jogo novo, ainda trata os jogadores feito imbecis. E esses bonecos grotescos flutando nesse fundo roxo medonho? Não é possível que isso não tenha causado pesadelos em muitas crianças. Realmente esse poster foi uma viagem, mas não no tempo, e sim nas dorgas mano. E das pesadas.</p>
<p>Felizmente tanto The Arcade Game quanto Turtles in the Time são dois jogaços que sempre são lembrados nas listas de jogos clássicos. A Konami ainda fez alguns  games excelentes como TMNT 3: the Manhattan Project , e até que Tournament Fighters não fez feio na época. Pena que nada posteriormente prestou, além do design atual fazer nossos queridos quelônios mais parecerem com lagartixas ninjas. De qualquer forma, fica a lembrança de dois grandes games muito mal representados graficamente em seus cartazes e propagandas.</p>
<p>Até o próximo post.</p>
<p>André V.C Franco/AvcF &#8211; Loading Time.</p>
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		<title>Coisas que podiam voltar: games medievais da Capcom</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 03:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avcf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo de bêbado]]></category>
		<category><![CDATA[Beat ‘em up]]></category>
		<category><![CDATA[Capcom]]></category>
		<category><![CDATA[CPS 2]]></category>
		<category><![CDATA[Dungeons & Dragons]]></category>
		<category><![CDATA[King of Dragons]]></category>
		<category><![CDATA[Knights of the Round]]></category>
		<category><![CDATA[Saturn]]></category>
		<category><![CDATA[Shadow Over Mystara]]></category>
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		<category><![CDATA[Tower of Doom]]></category>

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Saudações aos aspirantes.
Estava por esses dias a pensar sobre quais games falar até que me ocorreu uma idéia: ao passar um trailer surrado de um dos filmes do Senhor dos Anéis na tevê a cabo, me ocorreu de falar sobre games medievais. Foi aí que quase que imediatamente me lembrei dos games medievais da Capcom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/374981-orig.jpg" title="Capcom Dungeons &#038; Dragons Tower of Doom" class="alignleft" width="450" height="300" /></p>
<p>Saudações aos aspirantes.</p>
<p>Estava por esses dias a pensar sobre quais games falar até que me ocorreu uma idéia: ao passar um trailer surrado de um dos filmes do Senhor dos Anéis na tevê a cabo, me ocorreu de falar sobre games medievais. Foi aí que quase que imediatamente me lembrei dos games medievais da Capcom lançados para os arcades. No post de hoje falarei um pouco sobre eles e porque eles poderiam voltar.</p>
<p><span id="more-950"></span></p>
<p>Do começo dos anos oitenta até o final dos noventa, o mundo dos videogames viu o florescer e o fim de um dos gêneros mais frenéticos e divertidos: os beat &#8216;em ups, ou se preferirem em português mesmo, os games de ação. A Capcom certamente foi um das empresas com maior destaque nesse gênero, com clássicos como Final Fight, Cadillacs and Dinosaurs, Captain Commando entre outros que vocês conhecem muito bem e já jogaram aos montes. Dentro desse universo particular da Capcom eu destaco aqui os games medievais que ela fez durante esse período, os quais eram bastante divertidos. Curiosamente, foram por esses games que o beat em up chegou mais perto do RPG, com muita matança, nenhuma frescura e heróis muito diferentes dos emos afrescalhados com crises existenciais que povoam os RPGs japoneses de uns tempos para cá. Falarei um pouco de cada um e porque eles poderiam voltar.</p>
<p><strong>The King of Dragons (1991)</strong></p>
<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/373485-orig.jpg" title="The King of Dragons" class="alignleft" width="410" height="582" /></p>
<p>Ao contrário dos outros, esse game eu conheci primeiro no Snes e depois em algum arcade surrado. O jogo tinha um fiapo de enredo que nem perdi tempo em saber qual era, então o esquema mesmo era pegar entre um guerreiro, um clérigo, anão, mago ou elfo arqueiro (não eram personagens de fato, sequer tinham nomes próprios) e sair descarregando o cacete no &#8220;monstruário&#8221; disponível lá. Até três jogadores simultâneos (no Snes eram dois) podiam passar juntos por florestas, pântanos, montanhas, castelos, cemitérios e cavernas detonando toda sorte de criaturas típicas como dragões, ogros, caveiras, lagartos, e claro, dragões. No lugar dos famigerados frangos encontrados em latões havia baús com tesouros e magias que podiam ser levadas e acionadas quando fosse necessário. O único porém desse aspecto é que para recarregar a energia pegava-se um&#8230;morango (agora imagine um guerreiro bárbaro comendo um moranguinho enquanto massacra uma tropa de orcs).</p>
<p>Conforme os estágios eram vencidos, os guerreiros ganhavam níveis que melhoravam os equipamentos ou aumentavam a barra de energia. Na prática a única mudança perceptível era o alcance das porradas e um discreto aumento de dano, o que não adiantava tanto já que os chefes de fase iam ficando cada vez mais resistentes (e uns eram bem apelões também). De qualquer forma, isso era um diferencial em relação aos outros beat em ups, além de dar um pouco de profundidade à experiência de jogo. The King of Dragons era um jogo bem movimentado e com muita ação e intensidade. Valia as fichas gastas ou um aluguel do cartucho do SNES.</p>
<p><strong>Como poderia voltar nos dias de hoje:</strong></p>
<p>Por se tratar de um game que já na época evocava certa simplicidade, poderia ser um título para Wiiware, PSN XNA, desses que custam de 10 a 15 dólares. Com bons gráficos tridimensionais e mantendo-se a perspectiva bidimensional, o clima medieval seria mantido intacto. Um multiplayer para quatro jogadores on/offline ficaria show de bola, assim como poderia facilmente ser feita uma evolução no sistema de ganho de níveis dos equipamentos, além de adição de status diferenciados de força, agilidade, resistência e etc; para cada avatar, de forma a diferenciá-los mais dentro das situações de jogo. Um ranking online e algum modo alternativo como um time attack poderiam contribuir para aumentar a longevidade do jogo.</p>
<p><strong>Knights of the Round (1991)</strong></p>
<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/373487-orig.jpg" title="Knights of the Round" class="alignleft" width="450" height="315" /></p>
<p>Lançado no mesmo ano, Knights of the Round é uma espécie de evolução de The King of Dragons. No lugar dos avatares genéricos, você tem o rei Arthur e dois dos amiguinhos da Távora Redonda, Lancelot e Percival. Novamente até três jogadores simultâneos vão à luta, o sistema de ganho de níveis foi mantido (embora aplique mudanças meramente cosméticas nas sprites dos personagens), combos foram adicionados e as animações estão melhores. Houve adição também de alguns trechos em que o jogador pode cavalgar cavalos de batalha, o que muda um pouco a mecânica de jogo nesses momentos, adicionando um tempero interessante na ação. A maior diferença em relação ao título anterior, entretanto, foi a retirada dos monstros e criaturas mitológicas, em favor de uma fantasia mais humana. </p>
<p>Já a curiosidade desse jogo ficou por conta da possibilidade de bater nos tesouros, dividindo-os e assim aumentando o número de pontos conquistados. Sério, até hoje não vejo sentido nisso, seria como se eu pegasse uma moeda de um real, a quebrasse em duas moedas e assim eu passasse a ter dois reais. Tirante essa esquisitice (também os cavaleiros recarregarem suas energias com um prato de salada), Knights of the Round foi mais um divertido beat &#8216;em up medieval da Capcom, um game divertido e bem executado. Assim como The King of Dragons, o jogo foi bem portado para Snes.</p>
<p><strong>Como poderia voltar nos dias de hoje: </strong></p>
<p>A execução seria parecida com a que expliquei do The King of Dragons, mas dessa vez poderia haver um foco maior no enredo, já que temos pelo menos três personagens famosos (mais personagens poderiam ser adicionados, por que não?). Essa direção abriria a possibilidade de adicionar caminhos alternativos a depender das escolhas do jogador, ou até mesmo missões especiais alternativas (como resgate de personagens ou ajudar algum nobre que está sendo invadido por algum exército inimigo). Novamente, um sistema incrementado de evolução de equipamentos e status dos personagens daria maior profundidade à ação; ou ainda abrir a possibilidade de usar diferentes tipos de armas por personagem (outros tipos de espadas para Arthur e Lancelot e outros tipos de armas pesadas para Percival). Pense nisso, Capcom.</p>
<p><strong>Warriors of Fate (1992)</strong></p>
<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/374978-orig.jpg" title="Warriors of Fate" class="alignleft" width="410" height="580" /></p>
<p>Dos jogos que falei aqui nesse post, Warriors of Fate foi o que menos joguei. Só conheci esse título via emulador, mas até onde joguei achei divertido e competente. Ao contrário dos outros jogos, esse foi inteiramente baseado em um manga, o que o faz ter personagens e enredo mais bem construído que os outros. Também é o game com mais diferenças entre a versão japonesa e a ocidental, com troca dos nomes dos personagens, cenas cortadas e finais a menos (a versão japonesa tem mais de um final). Falando mais do jogo em si, Warriors of Fate não tem qualquer elemento inspirado nos RPGs, se tratando de uma espécie de Final Fight no Japão feudal. Assim como The King of Dragons, são até três jogadores simultâneos (com cinco personagens para escolher) partindo para a ação em estágios de dificuldade crescente. Aí é aquele esquemão e andar, bater e andar até o final; cuja única variação de gameplay são as porções jogadas com cavalos, da mesma maneira que Knights of the Round.</p>
<p><strong>Como poderia voltar nos dias de hoje:</strong></p>
<p>Licenças de quadrinhos e animes nem sempre são fáceis de adquirir, mas nesse caso nem importaria tanto. Embora a história japonesa seja rica, é muito mal explorada nos games, que na maioria das vezes são aqueles simuladores históricos chatíssimos da Koei. Estou certo que um game de aventura e ação baseado na época feudal japonesa atrairia bastante atenção no ocidente. Da mesma maneira que filmes como O Último Samurai fizeram sucesso, um game nesses moldes traria potencial semelhante. Um com game com bastante foco em lutas de espadas (com muita porrada e sangue também), personagens machões (samurais e guerreiros retratados como meninos andrógenos de cabelos espetados não dá, convenhamos) e algumas pinceladas históricas teria tudo para ser um clássico. Talvez Devil Kings 3, lançamento da Capcom para Wii e PS3 para o ano que vem, consiga isso. Veremos.</p>
<p><strong>Dungeons &#038; Dragons: Tower of Doom (1993) e Shadow Over Mystara (1995)</strong></p>
<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/374977-orig.jpg" title="Dungeons &#038; Dragons" class="alignleft" width="450" height="400" /></p>
<p>Tower of Doom e Shadow Over Mystara talvez sejam o mais próximo que os games de ação chegaram dos RPGs. Os jogos foram baseados na franquia de RPGs de tabuleiro Dungeon &#038; Dragons não apenas no nome, mas na presença de diversos inimigos tradicionais como kobolds, hellhounds, harpias, grifos, dragões, manticores, orcs e demais alegorias carnavalescas. Mas não era apenas isso, todo o tema do jogo remetia bastante ao universo típico de D&#038;D, com calabouços, cavernas, baús de tesouro com armadilhas entre outras situações típicas dos RPGs de mesa. O jogo tinha diversos caminhos alternativos que dependiam das escolhas dos jogadores, além de entre uma fase e outra ter lojinhas para comprar acessórios e itens, algo que não tinha em outros beat em ups (exceto pelo lixoso Double Dragon III que cobrava fichas reais para comprar vidas extras). </p>
<p>Podia-se escolher entre cinco avatares típicos dos RPGs entre um humano cavaleiro e um clérigo, um anão e uma elfa, com características bastante distintas entre eles. Não apenas os status de cada um eram diferentes, como as magias que podiam ser usadas e os itens carregados por cada um. Por falar nisso, havia um mini inventário para cada personagem, outra característica ausente de outros beat em ups. Porém aqui não há um enredo claro no jogo e sim missões com historietas de fundo, as quais se desdobravam por uma ou mais fases. Havia ainda uma missão alternativa que culminava em uma dificílima batalha contra um dragão vermelho gigante, até mais poderoso que o último chefe do jogo.</p>
<p>Shadow Over Mystara soa mais como uma expansão do que uma continuação. Dois personagens foram adicionados (um feiticeiro e uma ladra) junto aos quatro da versão anterior, que apenas tiveram algumas mudanças cosméticas nos desenhos das sprites. A única mudança real foi a adição de um sistema de ganho de níveis um pouco mais completo que o que há em The King of Dragons ou Knights of the Round. De resto é o mesmo sistema de escolher alguns caminhos e passar pelas missões ajudando pobre inocentes da terra média e enfrentando criaturas fantásticas. Falando sobre as duas versões de Dungeons &#038; Dragons, o mais interessante é que se tratou de &#8220;quase RPGs&#8221; jogados nos arcades, cuja esmagadora maioria dos jogos são experiências curtas, os jogos são produzidos de forma que o jogador possa extrair o máximo de diversão com uma ficha ou moeda. Outro detalhe é que até onde sei, Tower of Doom e Shadow Over Mystara são os únicos video games prestáveis sob a marca Dungeons &#038; Dragons.</p>
<p>Como vocês puderam ver na imagem, a Capcom lançou uma coletânea com os dois D&#038;D em um disco para Sega Saturn.</p>
<p><strong>Como poderia voltar nos dias de hoje:</strong></p>
<p>Sabemos que RPG não é problema para a Capcom, então não seria complicado fazer um game baseado em Dungeons &#038; Dragons trabalhado com o nível de produção médio de um game atual. Mas ao invés de fazer um RPG puro, poderia-se manter o esquema de missões e fases dos arcades, com toda a ação também. Os avatares poderiam ser expandidos por um editor, mais ou menos da forma como ocorre com Dragon Quest IX do DS, permitindo ao jogador customizar as características de seus personagens. Um modo cooperativo online à lá Resident Evil 5 cairia como uma luva para um jogo como esse (sem esquecer do coop offline também), e como é possível ver por qualquer video da versão arcade, dois ou mais jogadores simultâneos torna o jogo mais dinâmico e fácil. Um ambiente tridimensional poderia contribuir à mecânica de jogo, já que os jogadores teriam que se preocupar com hordas inimigas vindos por todos os cantos, e toda a sorte de armadilhas que se aproveitariam de diferentes profundidades e relevos dos cenários.</p>
<p>De resto bastaria evoluir a estrutura dos games de arcade, aumentando as diferenças entre forças e fraquezas entre as classes e raças, bem como os combos, ataques e defesas especiais e magias. Imaginem uma batalha contra o dragão vermelho com as possibilidades dos games atuais. Haveria um potencial enorme aí.</p>
<p>A única forma de os beat em ups voltarem é sair dessa coisa de remakes com gráficos HD e incluírem novas propostas em seus gameplays. Dessa maneira, alguns temas podiam voltar sob as características que listei por todo esse post. E vocês o que acham disso tudo?</p>
<p>Abraços e até o próximo post.</p>
<p>André V.C Franco/AvcF &#8211; Loading Time.</p>
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		<title>Jornal Hoje: uma outra visão</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 05:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avcf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo de bêbado]]></category>
		<category><![CDATA[Bully]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pânico Moral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Saudações aos travessos.
Posto aqui o que o João publicou sobre esse último assunto abordado aqui no Loading Time. Se quiserem ler direto da fonte, entrem no blog dele, o Estúpida Condição Humana Aproveitem a leitura.
P.S: hoje a noite terá post novo.

O mal cibernético e a preguiça mental
Veja o vídeo abaixo e depois leia o artigo.

Vivemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/373361-orig.jpg" title="Jornal hoje" class="alignleft" width="450" height="339" /></p>
<p>Saudações aos travessos.</p>
<p>Posto aqui o que o João publicou sobre esse último assunto abordado aqui no Loading Time. Se quiserem ler direto da fonte, entrem no blog dele, o <a href="http://estupidohumano.blogspot.com/2009/11/o-mal-cibernetico-e-preguica-mental.html">Estúpida Condição Humana</a> Aproveitem a leitura.</p>
<p>P.S: hoje a noite terá post novo.</p>
<p><span id="more-961"></span></p>
<p><strong>O mal cibernético e a preguiça mental</strong></p>
<p>Veja o vídeo abaixo e depois leia o artigo.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/DxRlIHyo2P8&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=pt-br&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/DxRlIHyo2P8&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=pt-br&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Vivemos um grande paradoxo, onde nós adultos nos esquecemos que os comportamentos de rebeldia dos adolescentes são normais, aliás, fundamentais no desenvolvimento e crescimento do indivíduo, ou seja, na composição saudável de sua psique. Caso esses comportamentos se tornem um padrão prejudicial, não é uma punição ou “combate” que vai resolver e sim compreender os problemas que desencadearam tais atos agressivos. Punir ou se utilizar de sistema severo para enfrentar comportamentos dos adolescentes, como banimento de entretenimento, apenas reforça ainda mais o comportamento agressivos deles. </p>
<p>Comumente esses atos estão associados a fatores familiares, ambiente de desenvolvimento caótico, educação negligente, pais com histórico de abuso de substâncias psicoativas e mais uma porrada de variáveis. Não se pode avaliar ou explicar em evento como o bullying apenas se utilizando de um fator isolado, pois é necessário avaliar os diversos aspectos que contribuem para o problema. Uma série de fatores bio-psico-sociais que vão muito além de um “joguinho”, como disseram os acéfalos repórteres da Globo.</p>
<p>Não sei se estou divagando demais, mas imagino que esses repórteres, em algum momento do desenvolvimento, também tiveram seus comportamentos reativos. Porém se existe algo que está evidente atualmente – e por isso não os culparei por tal reportagem – é que o jornalismo atual tem tanta personalidade crítica quanto um hipopótamo em coma. </p>
<p>Porém aqui que entra o grande dilema atual, pois a resolução em longo prazo, que visa uma atuação eficaz do governo da promoção de saúde mental e bem-estar envolve diversas competências que, usando o português claro, “dá muito trabalho e cansa só de pensar”. Culpar-se-ão os outros. Acharão algo simples, simbólico e de menos expressividade para representar um problema muito mais amplo e complexo. Rock, Punk, cinema e agora o vilão é o videogame. Não a sociedade geradora desse caos, sim um objeto. </p>
<p>Nesse momento eu me lembro de uma situação recente que me causou certa decepção: babuínos atacaram, humilharam e quase violentaram de maneira absurda uma garota em uma Universidade devido ao incômodo causado pelas roupas dela. O &#8220;outro&#8221; aqui sugere algo muito mais complexo, pois o que percebemos do mundo diz muito mais a respeito de nós mesmos do que o que enxergamos. A percepção é composta por nossa cognição e essa contém informações valiosas de quem – ou nesse caso, o que – nós somos. Logo, o ódio, o preconceito, a inveja, os comentários maldosos ou incapacidade de aceitar aquilo que nos é diferente diz muito mais a respeito de nossos recalques, vontades e problemas do que do &#8220;outro&#8221;. O incômodo que o diferente nos causa representa muito mais nossa incapacidade de elaboração – em muitos casos, nossa vontade de ser igual – do que um fato concreto. Aliás, existe o “outro”?</p>
<p>Estou divagando muito, apenas queria dizer que: os mesmos membros da imprensa que fizeram festa ao denunciar esse evento acima, os mesmos indivíduos cuja semana fora focada em compreender porque uma garota fora violentada dessa forma, agora tomam o papel de babuínos e violentam uma peça de entretenimento pela total incapacidade de entendê-la ou elaborar algo mais amplo para ser falado. Talvez a população não os entenda se eles falarem dos problemas mais complexos, talvez eles que estejam menosprezando a população.</p>
<p>Sobre o jogo em si, ele é proibido aos menores de 13 anos, justamente por conter – isso está escrito em letras bem claras na caixa – humor negro, cenas de violência e palavrões. Assim como um filme – que é bem aceito na sociedade, em contraste com o videogame – os pais devem sim ficar espertos e procurar abandonar a preguiça ou pura negligência para prestar atenção nesses detalhes. Não é a proibição de algo que irá resolver seus problemas. Não vamos punir o filme Duro de Matar só porque alguns pais estúpidos se revoltaram ao pegar o filho assistindo&#8230; O filme é claramente para adultos&#8230; E ninguém falou que videogame era coisa de crianças, falou?</p>
<p>Então ascenda sua tocha, pegue sua enxada e vá atrás do malvado vilão. Depois que o matar e perceber que o problema não se resolvera… Ora, encontre outro culpado e vá atrás.</p>
<p>Como diria Douglas Adams: “Quando se culpa os outros, renuncia-se à capacidade de mudar.”</p>
<p>Texto: J Guedes</p>
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		<title>Jornal Hoje: jornalismo rasteiro e pânico moral</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 20:20:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avcf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Briga na feira!]]></category>
		<category><![CDATA[Bully]]></category>
		<category><![CDATA[Globo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Loading Time]]></category>
		<category><![CDATA[Rockstar]]></category>

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Saudações aos empávidos.
Avisado por alguns leitores do blog, resolvi assistir a tal reportagem do Jornal Hoje e ver qual era a linha adotada na reportagem sobre o bullying. Sempre achei o JH é o pior jornal da rede Globo, considero o Jornal da Globo bem melhor, por sinal o único da tevê aberta que as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/370433-orig.jpg" title="Bully" class="alignleft" width="450" height="637" /></p>
<p>Saudações aos empávidos.</p>
<p>Avisado por alguns leitores do blog, resolvi assistir a tal reportagem do Jornal Hoje e ver qual era a linha adotada na reportagem sobre o bullying. Sempre achei o JH é o pior jornal da rede Globo, considero o Jornal da Globo bem melhor, por sinal o único da tevê aberta que as vezes eu assisto. Não tenho paciência com o JH principalmente pelas suas reportagens com diquinhas genéricas (aquelas coisas na linha de &#8220;o estudante precisa estudar bastante e se concentrar na hora de prestar o vestibular&#8221; ou &#8220;o consumidor deve não gastar mais do que ganha para não contrair uma dívida&#8221;&#8230;.OH REALLY???) e seus apresentadores insossos que volta e meia se metem em diálogos pastelões. Até me lembro de um momento constrangedor com um diálogo mais ou menos assim, depois de uma reportagem sobre celulite: &#8220;Eu sei que você não tem problema de celulite, né Sandra? Iar iar iar!&#8221; (aliás, me pergunto até hoje como é que ele sabia, anyway)</p>
<p> Bom, acompanhem-me após o link, onde darei minhas considerações acerca de mais essa bobagem do jornal vespertino global.</p>
<p><span id="more-907"></span></p>
<p>É incrível e ao mesmo tempo estarrecedor como em pleno século XXI ainda vemos certos relampejos de pânico moral contra os videogames. E em se tratando do Brasil, ainda por cima esse relampejo venha do mesmo lugar. Sim, pois em janeiro do ano passado eu já havia escrito um artigo entitulado &#8220;A síntese do jornalismo rasteiro&#8221;, em que critiquei duramente o pânico moral do Jornal da Globo contra os jogos Counter Strike e EverQuest. Algum tempo depois, no artigo que expliquei o que é pânico moral, eu já havia deixado claro a baixa qualidade do jornalismo praticado pelo JH:</p>
<p><em><strong>&#8220;&#8230; Uma reportagem superficial, apressada e parcial, carente do básico no bom jornalismo: informação. Além da repetição quase metódica, da sentença vaga e sem qualquer argumento técnico, de um juiz leigo, o que aconteceu pode ser resumido como algumas externas travestidas de reportagem. Não houve qualquer tentativa de explicar a diferença entre o jogo oficial e um mapa criado por um jogador, inclusive, faltou um mínimo de curiosidade de procurar saber sobre quem o criou. Cheio de erros grosseiros e comentários constrangedores do tipo “o jogo impressiona por seu realismo” e “o jogo foi desenvolvido nos Estados Unidos e modificado no Brasil”.</p>
<p>Também não há qualquer informação e sequer é mostrada alguma imagem do jogo EverQuest, deixando os telespectadores sem ter noção alguma sobre esse título&#8230; &#8220;</strong> </em></p>
<p><strong>Sobre a reportagem em si</strong></p>
<p>Não sei para quem já assistiu o video, mas para mim ficou claro a ausência de ligação entre o game Bully e o conteúdo restante da reportagem, cuja pauta real era a discussão sobre tornar o bullying crime no estado de Pernambuco. Era como se fossem duas reportagens distintas, uma descolada da outra. Pareceu-me que o game foi inserido ali de forma apressada, na última hora, para quem sabe gerar alguma polêmica e apimentar a matéria. Um jogada tacanha, típica de jornalismo de baixa qualidade. Para quem ainda não assistiu a matéria, ela está aqui:</p>
<p><object width="450" height="362"><param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1153623&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" name="FlashVars" /><embed width="450" height="362" flashvars="midiaId=1153623&#038;autoStart=false&#038;width=450&#038;height=362" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"></embed></object><br />
Caso o video não apareça, acesse <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1153623-7823-COMBATE+AO+BULLYING+PODE+VIRAR+LEI+EM+PERNAMBUCO,00.html">aqui</a></p>
<p>Tirando o game da jogada não há nada absurdo em relação sobre a pauta da reportagem, que originalmente tratava da tipificação do bullying como crime e entrevista algumas pessoas em Recife sobre o assunto, entre estudantes e uma professora de direito, um psicólogo e dois rapazes que sofreram abusos. Já sobre o game, que nada tem a ver com o contexto apresentado ali, a reportagem é um festival de erros. Para início de conversa, de onde que eles tiraram que o game Bully &#8220;estimula o preconceito&#8221;? Quem estimula o preconceito de fato, são os super jornalistas ao usar a desinformação para atacar um videogame. Percebam também como a fala do psicólogo em nada tem a ver com o jogo, mas a edição do jornal tentou de forma oblíqua fazer o telespectador relacionar as duas coisas. </p>
<p><img alt="" src="http://storage.mais.uol.com.br/370428-orig.jpg" title="Jornal Hoje" class="alignleft" width="450" height="309" /><br />
<strong>Que papelão, hein, senhores jornalistas?</strong></p>
<p>Outro erro grosseiro é a descrição do jogo absolutamente falsa e equivocada da repórter, ao dizer <em>&#8220;&#8230;nele</em> (o jogo Bully) <em>os competidores são estimulados a perseguir os estudantes mais gordinhos, ou os chamados nerds, e a bater neles&#8230;&#8221;</em> Que papo era aquele de &#8220;competidores&#8221;? Desde quando Bully é um jogo multiplayer? Fora que não se trata de algum tipo de competição, e sim de um game que tem enredo, personagens e narrativa, em que o jogador tem que sobreviver a um ambiente hostil. Para tal, é necessário realizar uma série de tarefas e inclusive ganha a amizade e confiança de diferentes tribos de estudantes. Esse trecho da análise do <a href="http://finalboss.uol.com.br/fb4/ctu.asp?cid=36144">Finalboss</a> não me deixa mentir:</p>
<p><em><strong>&#8220;De forma análoga ao que se vê em outros jogos da Rockstar, em Bully o jogador é colocado no meio de vários grupinhos diferentes: os brigões, os nerds, os atletas, os mauricinhos, os &#8221;greasers&#8221; (a galera que se amarra em ficar mexendo em mecânica na garagem do campus) e o pessoal da cidade. Sua impressão perante cada grupo se dá por suas ações no dia-a-dia tradicional, ou na realização das missões principais. Completar certas missões o fará ganhar ou perder respeito com elas &#8212; escoltar o gorducho nerd até seu armário fará os brigões te olharem torto, enquanto os quatro-olhos de moleton verde passarão a vê-lo como um sujeito legal. Além disto, vez por outra alunos pedirão favores ao jogador que poderão ser realizados em troca de dinheiro ou outros benefícios, inclusive de prestígio com as facções. Outra coisa que influencia é sua apresentação: dependendo do que estiver vestindo &#8212; ou até mesmo seu corte de cabelo &#8212; afetará como você é percebido pelos outros.&#8221;</strong></em></p>
<p>A repórter também mentiu quando falou que os tais competidores eram estimulados a perseguir e bater nos outros. Como prova disso, destaco esse trecho da análise do <a href="http://jogos.uol.com.br/playstation2/analises/bully.jhtm">Uol Jogos</a>: </p>
<p><em>&#8220;Aqui, o limite da violência é espancar o adversário com um taco de beisebol, por exemplo, mas sem mortes. Um pouco mais espinhosa é a violência moral, pois você pode aplicar um &#8220;bullying&#8221; nos oponentes, que, consiste, basicamente, em humilhá-los,</em> <strong>ainda que o game não incentive essas ações</strong>. <em>No lado amoroso, o máximo que acontece são beijos na boca com várias garotas (e também com alguns garotos). Drogas, nem pensar.</em> <strong>Enfim, não tem nenhum conteúdo mais forte que outros jogos ou filmes da mesma classificação etária.&#8221;</strong></p>
<p>É óbvio que como todo jogo da Rockstar, Bully é politicamente incorreto e tem seus momentos grotescos. Exatamente como aponta a mesma análise do Uol Jogos:<br />
<em><strong>&#8220;Apesar de mais inocente, o título tem sua cota de controvérsia, mas muito mais leve que um &#8220;Manhunt&#8221; ou próprio &#8220;GTA&#8221;, tanto que ganhou a classificação &#8220;Teen&#8221; (apropriado para acima de 13 anos) pela ESRB, órgão americano que determina a indicação etária para os jogos.&#8221;</strong></em></p>
<p>Se a reportagem do JH se limitasse a noticiar o ocorrido em Pernambuco, seria uma reportagem correta. Mas ao apelar para o pânico moral como forma de criar uma sensacionalismo e alimentar o preconceito contra os videogames e os jogadores, a qualidade e o compromisso com o bom jornalismo foram para o espaço. Mas sem dúvida a cereja do bolo foram os comentários constrangedores dos âncoras-pastelões. O pior de tudo foi a Sandra Annenberg em um ataque de grosseria afirmar sem a menor vergonha que Bully é &#8220;jogado por covardes&#8221;. Ou seja, de acordo com a declaração imbecil da jornalista e levando em conta as três versões disponíveis de Bully, poderíamos concluir que existem milhões de &#8220;covardes&#8221; por aí. Ok, quem joga um game é covarde, mas e quem pratica abusos contra colegas de escola na vida real? Além do mais, então alguém que joga GTA é bandido? Quem joga um game de guerra seria um homicida? Santa paciência&#8230;</p>
<p>Pois é amigos, mais um ataque de <a href="http://gamehall.uol.com.br/loadingtime/?p=420">pânico moral</a> para a coleção, mais uma demonstração de ignorância, preconceito e má-fé. Bullying é um tema sério, que não deveria servir de veículo para um ataque gratuíto contra os jogos eletrônicos. E se é para alguém criticar videogames, que o faça pelos motivos certos e com argumentos e lógica. </p>
<p>Abraços e até o próximo post.</p>
<p><em>*P.S: ainda não pude revisar o texto. Caso haja algum erro, me avisem que corrijo.</em></p>
<p>André V.C Franco/AvcF &#8211; Loading Time.</p>
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