
Saudações aos leitores.
Vamos voltar a falar um pouco de games? No post de hoje falarei um pouco sobre aquele que é provavelmente o maior clássico do finado Master System, que só para variar, foi muito mal ilustrado: Phantasy Star. Aproveitem.

Saudações aos leitores.
Vamos voltar a falar um pouco de games? No post de hoje falarei um pouco sobre aquele que é provavelmente o maior clássico do finado Master System, que só para variar, foi muito mal ilustrado: Phantasy Star. Aproveitem.

Saudação aos leitores.
Mais uma seção do blog faz sua re-estréia em 2012, após longo e tenebroso inverno. Falarei aqui de Weapon Lord, um game que prometeu muito porém entregou pouco e decepcionou a todos. Vamo que vamo.

Saudações aos mestres.
Retornando das catacumbas desse honorável blogue, vamos a mais um game contraste. Desta vez porém, trata-se de um game uma geração mais recentes em relação àqueles dos últimos posts dessa seção. Quem mandou a Capcom ferrar com a imagem de seus games. Bem, as always cliquem no famoso link. E vamo que vamo.

Saudações aos ameríndios.
Em um bate-papo com meu amigo Fernando, relembramos de uma das maiores vergonhas que a Konami cometeu à biblioteca do NES: Contra Force. Pior do que sorvete de chuchu, mais fail do que o carro-bomba de Nova Iorque, esse verdadeiro lixo gamístico será devidamente revirado aqui no Loading Time. Acompanhem.

Saudações aos desprovidos.
No terceiro Game Contraste do ano, falarei de um game que deve ser um clássico no coração de muita gente, especialmente do pessoal que cresceu jogando games de luta nos anos noventa: Garou Densetsu. Ou se preferirem o nome ocidental, Fatal Fury. Direto ao tópico, pessoal.

Saduações aos inconstantes.
Primeiro Game Constraste do ano será 16-bits, e será um joguete daqueles que não chegaram a ser um clássico, mas quem era da época certamente deu ao menos uma experimentada: Zombies ate my Neighbors. Vamos em frente que lá vem os zumbis.

Saudações aos desnaturados.
Game Constraste sobre um super mega clássico dos arcades que teve certamente um dos piores tratamentos em seu material de propaganda. Acompanhem.

Saudações aos taciturnos.
Aproveito essa aprazível sexta-feira para descarregar a lenha em mais uma porcaria de duas gerações atrás: The Crow, para Playstation (também lançado para PC e Saturn). Mais um joguete baseado em filme que só serviu para ocupar espaço e gastar à toa uma midia virgem e recursos do planeta para confecção da caixinha e manual. Acompanhem:

Saudações aos ambivalentes.
De fato Mega Man nunca deu sorte com suas capas. Incrível como nem em uma versão comemorativa a Capcom não se deu o trabalho de contratar um artista decente para a embalagem do jogo. Que coisa. Análise após link.
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