Saudação aos leitores.

Pois é amigos, parece que a máscara caiu. Após toda polêmica ocorrida nessa semana, ficou bastante claro que qualquer traço de credibilidade que Moacyr Alves, o presidente da tal Acigames e agora conselheiro do Ministério da Cultura, foi para o espaço após seguidas declarações desastrosas. Pior que isso, aquele que antes se mostrava como grande messias que ressucitaria o mercado nacional de games e lutaria pelos jogadores, se mostrou reiteradas vezes cada vez mais dúbio e até hostil aos jogadores brasileiros. A verdade é que toda essa celeuma envolvendo o Steam serviu mesmo abrir uma fissura que terminou por despedaçar todas as idéias vazias da tal acigames. Como exemplos, não saber que paga-se IOF (imposto sobre operações financeiras) quando se compra software através de serviços de download pago, achar isso algo ilegal quando sequer existe legislação a esse respeito, ou mesmo deixar no ar de forma irônica o apoio a medidas que na prática punem aqueles que importam jogos originais (algo totalmente legal, ressalte-se)do exterior:

Não vou me alongar nesse tema, pois há textos os mais variados. Desde blogs, passando por fóruns e até mesmo a imprensa, como o Kotaku. Pior que esse sujeito nem ao menos pode reclamar de não ter tido seu lado da história publicado, pois duas notas e diversas declaração já surgiram, e parece que cada vez que algo novo é dito, apenas piora-se a situação toda.

Ao menos ficou uma lição nessa história toda, a de ser um pouco mais crítico antes de sair apoiando um sujeito que até outro dia era um só desconhecido colecionador de games. Mostrou-se apenas um lobista travestido de amigo dos jogadores brasileiros; aquele que infelizmente, para muitos, transformou o jogojusto em jogojudas.
Até a próxima, amigos.
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