Jogos que Chegaram ao Limite #1

 

Você provavelmente já entrou em discussões acirradas sobre o quão bom eram os gráficos, sons ou jogabilidade daquele seu jogo querido. Quase sempre sem convencer o ouvinte de que o "seu" game era melhor. Depois pensou, deixa pra lá, afinal gosto não se discute, se lamenta.
Isso é muito bom, pois é exatamente essa variedade de gostos que leva as produtoras a fazer outros tipos de games a fim de agradar diferentes públicos. E quanto mais opções, mais gente descobre esse mundo.
Mas temos que admitir que, apesar de "puxarmos a sardinha" para aquele joguinho original ou para aquele outro com ótima trilha sonora, existem alguns games que realmente "espremeram" cada gota que o hardware em que ele rodava podia oferecer.

Nesta série de posts (assim espero) pretendo mostrar alguns deles. Jogos que levaram o console ao LIMITE (sem trocadilhos com péssimos programas de televisão). Tudo isso levando em consideração, principalmenteos gráficos, mas também a parte sonora e quaisquer outros fatores relevantes. É claro que esta será, em última análise, apenas a humilde opnião deste autor. Também gostaria de citar alguns jogos que inovaram de alguma forma na seção de menções honrosas. Espero que vocês tenham uma opnião diferente, pois assim poderemos quem sabe reviver algumas das nossas conversas sobe que jogo é melhor no quê.

 

Para começar escolhi o saudoso Atari 2600. A discussão está aberta.

 

 

Embora o Atari 2600 tenha sido concebido para fazes jogos simples de não mais que poucos pixels e uma dúzia de cores, alguns jogos conseguiram o coisas impressionantes.

 

Solaris (1986)

 

 

Este com certeza é o campeão deste console. O game consegue passar uma falsa sensação de 3D, coisa impensável na época. Você comanda uma pequena nave sobrevoando planetas, resgatando pessoas sempre de olho no combustível que pode ser enchido em estações terrestres. Além disso, é possível viajar pelo espaço caçando outras naves inimigas. Um detalhe interessante é que, ao contrário da maioria dos jogos deste console, você não está limitado aos cantos da tela. O cenário vai "rolando" enquando você se desloca para a direita ou para a esquerda. Da mesma forma, no espaço podemos nos descolar verticalmente e, embora a nave continue na mesma posição, os objetos mudam em nossa relação, tornando o falso 3D ainda melhor. Assim que você acaba de viajar por uma área, aparece um mapa com outros quadrantes do universo. Você pode então dar um "salto" para aquela área à procura de novos inimigos ou para resgatar mais pessoas. O jogo não possue nenhuma música mas os sons dos tiros e explosões são decentes para um Atari 2600. O único problema é o constante piscar dos objetos que pode causar um ataque epilético. É um jogo muito bom que só conheci depois dos advento dos emuladores. Recomendadíssimo para os que apreciam estas relíqueas.

 

 

Radar Lock (1989)

 

 

Outro jogo que inovou. Tardiamente é verdade pois o jogo foi lançado no final dos anos 80. Podemos considerar este como uma versão (bem) mais simples dos simuladores de caça como o After Burner lançado em 1987. Os gráficos também são muito bons como vocês podem ver nas imagens. E sim, eu também notei que o layout é muito parecido com o do Solaris. Mas é assim mesmo, boas idéias são sempre reaproveitadas.

 


Pete Rose baseball (1988)

 

 

Um game de baseball, nada de mais. A grande diferença são os personagens, grandes e bem “entendíveis” na tela. Assim não era preciso ficar imaginando tanto o que era aquele amontoado de pixels. Pena que saiu tarde demais também.

 

Open Sesame! (1982)

 

 

O game iniciava com a frase “Open Sesame!”…falada! Juro! Não tinha uma qualidade de CD, é claro (não chegava nem perto do som de uma rádio AM pirata transmitindo do Japão), mas dava pra entender. Acho que usaram todos os bits para armazenar o som e não sobrou muito para o jogo em si, pois a qualidade do mesmo é sofrível. Mas pela inovação no áudio o jogo merece estar nessa lista.

 

Menções honrosas

 

Vanguard (1982)

  O primeiro game que eu lembro a utilizar o salvador dos gamers chamado "continue". Além disso ele possue fases com visão lateral e outras aéreas, uma grande inovação para a época. Ao final de cada fase ainda podemos ver o progresso da jornada através de um “mapa” rudimentar. Outro detalhe é que podemos atirar nas quatro direções cardeais. E pra fechar com chave de ouro o game possui uma das capas mais cools da biblioteca do Atari 2600.

 

 

Superman (1983)

  Finalmente um jogo "zerável". Agora temos um objetivo e podemos chegar ao final do game. Era só prender os bandidos, consertar a ponte e salvar o dia.

 

 

Battlezone (1983)

  Entra na lista pelo interessante efeito quando o seu tanque era destruído. Além disso jogos em primeira pessoa eram coisas raras na época.

 

 

Robot Tank (1983)

  Podemos considerer este o Battlezone 2. Ou seria um hack? Bom, o fato é que a sensação de primeira pessoa foi melhorada e o efeito da destruição do tanque continua.

 

 

Earth Dies Screaming (1983)

  Além do título mais legal dos jogos de Atari 2600, o que o já qualifica para essa lista, é um jogo que passa uma boa sensação de primeira pessoa e possui umas "textura" que lembra as Green Hills do Sonic. No game você comando uma nave viajando pelo espaço a procura de inimigos.

 

 

F-14 Tomcat (1988)

  É um simulador de caças com a visão de dentro da cabine. Não foi inovador por saiu um ano depois do game Top Gun. Mesmo assim os detalhes ficaram bem legais.

 

 

Rampage! (1989)

  Tela de abertura animada, seleção de personagem, diálogos antes da jogatina propriamente dita? Até parece um jogo da geração seguinte. Muito provavelmente por ter saído tão tarde.

 

 

Sei que ainda posso citar mais alguns mas prefiro deiar isso a cargo de vocês.

 

 

Veja também:

Emuladores

 

 

Lembram daqueles games fantásticos que você jogava quando era criança? Pois é, bons tempos que não voltam mais… ops! E porque não? Com os emuladores eles podem voltar sim. Tudo bem, os jogos atigos não causam mais o mesmo impacto que na época em que foram lançados. Nem podem competir om milhões de polígos e vídeos em Full HD dos consoles desta geração. Mas o que é mais importante eles têm de sobra: conteúdo. Faltam gráficos 3D em alta resolução e som digital 5.1, sobram carisma, criatividade, jogabilidade e diversão. Isso sem falar nas composições brilhantes de gênios da música.
Lembro quando vi um emulador pela primeira vez, o ano era 1997. Rapaz, fiquei de queixo caído. Era o velho Genecyst da Bloodlust Software, rodando Sonic. Nossa, o que que era aquilo?! Pesquisei mais sobre o assunto e achei um mundo de coisas. Quando descobri que aquela "mágica" também funcionava para os jogos de Nes, Master System e Atari abri um grande sorriso. Agora poderia jogar os velhos games que sempre quis e aos quais nunca tive acesso nem tempo para desfrutar. Mas não foi só isso. O que mais me deixou feliz foi ver um game no nosso conhecido (e complexo) português do Brasil. Um feito que jamais ousei pensar ser possível no começo dos anos 90. O primeiro título dessa safra de traduções no qual pude por as mãos foi o o cinematográfico Ninja Gaiden 2, traduzido pelo saudoso Hellmatic. Minha nossa! Até modificar o conteúdo dos games era possível! Aquilo abria um mundo de possibilidades sem precedentes. Qualquer um então poderia transpor as barreiras da linguagem e aproveitar um game por completo. Que maravilha! Nessa época eu ainda estava entrando na universidade e não entendia bem sobre o assunto. Demorou mais algum tempo e a obtenção de acesso à rede de informações globais chamada Internet para eu começar a me aventurar por ess mundo. E mais uma questão de tempo, esforço, pesquisa, pesquisa, e mais pesquisa para começar a entendê-lo! Infelizmente havia pouquíssimo material sobre o assunto (todos em inglês, é claro). Mas depois de ler bastante e de algumas conversas com outros entusiastas no antigo canal da #emuroms finalmente aprendi alguma coisa e comecei a colocar meus planos em prática. Descobri que aquilo era um ótimo passa-tempo e me permitiu aprender inglês muito mais rapidamente. Então decidi traduzir um jogo do qual gostasse muito. Como os dois primeiros Ninja Gaiden já haviam sido "abrasileirados" de forma magnífica, me aventurei no terceiro episódio e em poucos mais de dois meses lancei a rom pelo grupo Emuroms e através do meu site pessoal de emulação, o Gigabyte³ (antigo nome deste blog também). Depois ainda fiz algumas traduções e participei do grupo CBT desde a sua criação, tudo com o codinome ZERO. Mas isso é história pra outro post. Por sorte hoje temos muito material em português e diversas ferramentas para nos auxiliar nesse trabalho além de diversos sites sobre o assunto do qual destaco o P.O.B.RE e o Fórum Unificado de ROMHacking e Tradução. Quem quiser saber mais sobre o assunto vai encontrar muito material e pessoas "do ramo" nestes sites. Aliás, comecei procurando falar de emuladores e acabei falando de mim mesmo. Mas serviu para ilustrar a fascinação do mesmos. Voltando ao assunto principal, naquela época nem se pensava em emular um Playstation ou mesmo um Nintendo 64, mas a tecnologia avançou tão rapidamente que isto hoje em dia é fichinha pra qualquer processador modesto atual. Os emuladores não são mais nenhuma novidade pra ninguém como há uma década atrás, mas tenho certeza de que poucos sabem que eles existem desde 1964 ou como eles funcionam. Para começar vamos definir o que exatamente é um emulador? Segundo a Wikipédia:

  

"Emulador refere-se a habilidade de um dispositivo imitar outro programa ou outro dispositivo… A emulação "engana" o software que acredita que aquele dispositivo é de fato outro."

Teoricamente, pela tese Church-Turing, qualquer ambiente operacional pode ser emulado por qualquer outro. Na prática, nem tudo pode ser emulado com 100% da velocidade e compatibilidade do sistema base, seja por razões de performance ou falta de documentação que implica na dedução de fucionamento do sistema através de engenharia reversa. Para simular uma simples instrução de algum outro sistema a CPU nativa deve usar, tipicamente, várias instruções próprias. Isto torna necessária a utilização de um processador veloz para conseguir emular satisfatoriamente outro bem mais modesto.
Inclusive podemos melhorar ou modificar alguns aspectos técnicos dos sistema emulado de tal forma que este usufrua de tecnologias mais novas. Os puristas podem até chiar dizendo que o sistema deve ser emulado completamente, inclusive com os seus bugs e limitações, opnião da qual não discordo totalmente. Mas se temos como melhorar o sistema, porque não darmos esta opção a quem desejar utilizá-la? Um exemplo típico é a implementação da jogatina online que não existe nos antigos consoles, mas é quase padrão em vários emuladores. Ao invés de jogar com o seu amigo espetando outro controle no video-game podemos agora nos degladiar ou unir forças dentro do mesmo jogo através de uma rede de computadores. Uma sacada perfeita. Nada de cabos, multi-tap ou desculpas de localização, basta um emulador, o jogo e o acesso a rede. Outro exemplo é que hoje podemos desfrutar dos antigos jogos com vários efeitos não presentes originalmente nos consoles como gráficos interpolados, polígonos e em alta resolução e sons sintetizados. Tudo isto é possível através dos emuladores mais modernos.

Apesar de ser ferrenhamente combatido pelas companhias desenvolvedoras de consoles no início da sua explosão, alguns consoles também se utilizam o conceito para implementar a retro-compatibilidade de seus consoles mais antigos. Inclusive a Nintendo utiliza emuladores para oferecer jogos antigos através dos seus Virtual Console.
Mas o mais importante de tudo é que hoje podemos desfrutar de jogos antes inacessíveis mesmo para quem se dispusese a pagar por eles. Podemos fazê-los compreensiveis para outros povos com outras línguas e mostrar para o resto do mundo porque os jogos são tão fascinantes, como podem ser benéficos e até educativos além da diversão que proporcionam. Além disso eles permitem que os bons tempos não morram nunca.

Se você quiser mais detalhes técnicos há bastante material na Internet e nos links abaixo.

 

Como escrever um emulador
Zophar
EmulaBr
Emuladores
Emulatronia
Emulador na Wikipedia
Emuladores no Baboo

Veja também:

Etiquetas para Jogos de Atari

 

Que tal fazer suas próprias etiquetas para os seus jogos de Atari? Com o Label Maker 2006 você pode não só fazer isso mas criar etiquetas para outros jogos no estilão dos antigos games de Atari. O programa foi criado pelo usuário Cropsy do AtariAge e é muito fácil e divertido de usar. No fórum do AtariAge e no post do Game Monk (link abaixo) você encontra exemplos de etiquetas muito criativas. Faça uma e compartilhe a sua criação com a gente.

 

[via Game Monk]

Veja também:

Revista Retro Gamer

VIRE A PÁGINA

 

Retro Gamer é uma publicação inglesa mensal voltada aos jogos antigos. É a única voltada especificamente para isso e já está na sua 38ª edição. Ela foi lançada em janeiro de 2004 e fez bastante sucesso, mas devido a falência da sua editora, a Live Publishing, parou de ser publicada em setembro de 2005, voltando as bancas somente em dezembro do mesmo ano, agora editada pela Imagine Publishing que comprou os direitos da publicação.
Durante o "coma" da revista alguns freelancers que escreviam para a mesma juntaram os artigos que deviam aparecer na edição seguinte (19ª), adicionaram vários extras e lançaram um CD chamado Retro Survival em novembro de 2005. O CD é vendido por £5.00 (dentro do Reino Unido), e possui além do seu site oficial um fórum próprio.
Voltando a revista Retro Gamer, depois de ler a primeira edição posso afirmar que é uma ótima publicação. Ela analisa diversos games antigos, traz entrevista com seus criadores e mostra o que aconteceu com as plataformas em que eles rodavam. Esta edição em particular traz um artigo muito bom sobre o Sinclair ZX80/81 e o ZX Spectrum, uma matéria sobre Miner Willy, protagonista de uma série de jogos lançados para o Commodore 64 e o próprio ZX Spectrum, vários top ten de diversas plataformas desde o Atari 2600 até o Super Nintendo, passando pelo Commodere 64, Amstat, Mega Drive, Amiga e Arcade, entre outros. Traz também uma matéria comemorativa da série Street Fighter e ainda dá diversas dicas sobre emulação de consoles e computadores. Até a sua 18ª edição a revista também vinha com um CD contendo freewares e sharewares de jogos antigos e remakes além de vários emuladores.
Infelizmente é bem difícil botar as mãos em uma edição desse tesouro. Mesmo em importadoras de revistas não consegui encontrá-la. A editora vende algumas edições anteriores nesse link, mas não encomendei nenhuma pra ter certeza de que eles enviam também para o Brasil (aparentemente sim). Se alguém se interessou o fizer, por favor nos conte o que aconteceu. A propósito, cada edição custa £ 9.00 (já com o frete).
Por conta dessa dificuldade disponibilizei nos links abaixo a primeira edição e PDF. Ela possui um tamanho considerável (31.11 MB) mas acredite meu amigo nostálgico, vai entretê-lo por mais tempo que este filme que você está baixando aí. Logicamente você também vai precisar de um certo dominio do inglês para apreciar completamente a revista. Mas vale o clique, eu garanto. Se alguém tiver outra edição ou souber onde encontrá-la, não se acanhe, comente.

PS: o início do post é uma pequena amostra da 36ª edição em flash que copiei descaradamente do site oficial, abaixo está o link para o original.

 

 

Veja também:

Nova Roupagem a Velhos Jogos


 

 

Vocês já devem ter ouvido falar do Street Fighter 2 HD Remix que será lançado para o Xbox Live Arcade e PlayStation Network ainda este ano (?). Quase nenhuma foto foi divulgada além de alguns artworks individuais feitas pela UDON, produtora dos quadrinhos Street Fighter e Darkstalkers, entre outros. Todas as imagens que encontrei podem ser vistas aí em cima. O jogo também contará com modalidades inéditas, jogatina online e possibilidade para escolher entre o visual clássico e o redesenhado em 1080p. Além desse jogo a Capcom também está trabalhando em um remake do Puzzle Fighter chamado Puzzle Fighter HD Remix na mesma linha do Street Fighter 2 HD Remix. Mais informações podem ser obtidas no blog oficial da capcom sobre o assunto.
Achei louvável a iniciativa da Capcom (mas não só dela) e tenho certeza de que estes jogos vão vender como água no deserto. Duvida? É só você olhar para outros remakes e verá o quanto os jogos "antigos" estão caindado nas graças do público que possui consoles mais novos. O remake de Final Fantasy III para o Nintendo DS vendeu tão bem que a Square-Enix já está com o IV no forno. Vários jogos estão sendo re-lançados para o Virtual Console, Live Arcade, PS3 Network com gráficos renovados, novas opções e jogabilidade intactas. Ah, e estão indo muito bem, obrigado. Isso prova que jogos antigos ainda tem muito a oferecer e que só lhes falta uma roupagem nova para que possam ser apreciados pelo público mais novo. Espero que façam mais remakes deste naipe ou mesmo games totalmente novos usando o bom e velho 2D. Há um post no Racket Boy que relaciona vários jogos 2D da nova geração de consoles e ilustra bem o que eu quero dizer aqui. Leiam e não deixem de dar uma olhada no belíssimo Shoot’em up Söldner-X mostrado na foto abaixo (se bem que eu sou suspeito pra falar pois sou fã de Shoot’em ups).
Não vou começar aqui uma discussão sobre 2D x 3D (algum dia o farei) ou jogos antigos x jogos modernos, queria apenas mostrar o quanto os sprites amadureceram e o incrível potencial desses jogos com os novos hardwares existentes (dá pra sonhar com um Chrono Trigger em High Definition, né?).

Vida longa ao 2D!

 

Veja também:

A Era do Videogame

 

 

Alguém lembra daquele especial do Globo Reporter sobre "A Febre dos Videogames" de 1991? Pois é, estava navegando hoje e vi que a Discovery fez um documentário sobre videogames também, mas bem mais completo que a do Globo Repórter. Chamado de "A Era do Videogame" o documentário mostra a história destas máquinas desde os seus primórdios até os dias de hoje, falando desde o Pong até os MMORPGs modernos. Comenta sobre a influência que os mesmos possuem na cultura mundial falando inclusive sobre o momento histórica pelo qual o planeta passava a cada evolução destes "brinquedos". Também mostra de que forma jogos clássicos como Pac-Man, Super Mario e Zelda influenciaram seus sucessores e os próprios video-games. Por fim remontam todo o árduo processo de desenvolvimento dos jogos. E o melhor de tudo, o documentário é totalmente dublado para o nosso querido "pt-Br".
São cinco episódios no total, com cerca de 45 minutos cada um. Os espisódios estão sub-divididos em outras partes (de 5 a 7) e estão disponíveis no Youtube. Os links você confere aí em baixo.
Eles podem ser assistidos no próprio browser mas aconselho a baixá-los. Uma boa dica é usar um video downloader como o VideoGet ou sites que oferecem esse serviço como o KeepVid.
Vejam, divirtam-se e aprendam como foi longa e difícil a caminhada dos videogames.

 

A Era do Videogame – Episódio 1
Parte 1Parte 2Parte 3Parte 4Parte 5Parte 6

A Era do Videogame – Episódio 2
Parte 1Parte 2Parte 3Parte 4Parte 5Parte 6

A Era do Videogame – Episódio 3
Parte 1Parte 2Parte 3Parte 4Parte 5Parte 6Parte 7

A Era do Videogame – Episódio 4
Parte 1Parte 2Parte 3Parte 4Parte 5Parte 6

A Era do Videogame – Episódio 5
Parte 1Parte 2Parte 3Parte 4Parte 5

 

Após o break a sinópse (a la "V de Vingança") dos episódios diretamento do site da Discovery.

 

Veja também:

GP2X

 

Há algum tempo estou pensando em postar sobre este console. Alguém já ouviu falar dele? É uma console portátil baseado em Linux que roda diversos programas homebrew. Além disso ele vem com player de DivX, MP3 e OGG, além de um leitor de e-books. Possui uma tela iluminada de boa qualidade, som estéreo e diversas opções de conectividade e expansão. Possui também uma saída USB 2.0 e utiliza cartões SD para armazenamento de dados. Mas espere, ainda tem mais. A grande sacada do portátil são os seu emuladores. Você pode matar a saudade daqueles velhos jogos de consoles e arcade na rua, na praça, no shopping, no avião, naquela aula chata de cálculo II, no banhei…, bem, em qualquer lugar. Há emuladores de Nes, Snes, Mega Drive, GameBoy, Master System, Neo Geo, Neo Geo Pocket, Wonderswan, Game Boy Advance, MSX, Amiga, Atari, Lynx, MAME, PC-Engine, Playstation e até de DOS. Além de jogos inclusos no próprio console e outros que podem ser comprados ou baixados. Ufa! É jogo que não acaba mais. Há também um conector que permite ligá-lo a TV para desfrutar melhor dos jogos e vídeos. Outro acessório muito interessante é o cradle (berço) que permite ligar até 4 joysticks no portátil transformando-o em um console multi-funcão. Mas espere, você não vai acreditar no preço: apenas $189,99 (aviso que não estou ganhando nada pra fazer a propaganda). Por fim, como é um sistema aberto, qualquer um pode desenvolver aplicações para ele. Infelizmente é bem difícil encontrar um no Brasil. Com sorte você pode achar alguém vendendo um usado no MercadoLivre ou apelar para alguma importadora. Também é possível comprar um no GP2X Store e pelo que eu vi lá, eles enviam para o Brasil por uma pequena taxa extra, o problema é o imposto que pode ser cobrado.
Há um blog brasileiro dedicado ao console e uma comunidade no orkut (links no final do post). Lá você encontra mais informações e diversos vídeos mostrando do que ele é capaz. Abaixo uma descrição do console
nas palavras do próprio autor do blog e moderador da comunidade, Renato.A:

 

GP2X é um portátil extremamente moderno, nele você assiste videos, escuta músicas, lê e-books, emula jogos de diversos consoles e pode ser usado como um Pen Drive para os seus arquivos. O GP2X vem equipado com:

Um processador Dual core ‘ARM920T, ARM940T’ de 200Mhz cada;Uma tela de TFT LCD de 3,5" proporcionando 8,89 cm de tela com 16,7 milhões de cores com resolução máxima de 720×480 pixels;


Uma CPU com aceleração 2D, proporcionando melhores gráficos para os diversos jogos que podem ser emulados;Duas caixas de som Stereo, com uma frequência de 20Hz~20KHz , um bit rate de 16bit/8~48KHz , com 5 tipos de equalizadores;

Lê imagens de diversos tipos;

Lê E-Books;

Armazena qualquer tipo de arquivo;

Possui um USB Host (Not Powered);

Funciona com 2 pilhas AA;

E o mais marcante do produto: Tem como Sistema Operacional um Linux, tornando-o totalmente OpenSource.

Acho que este é o portátil com com a maior quantidade de recursos mais em conta do mercado e eu, particularmente adoraria ter um bichinho desses. Já vou economizar pra ver se "me dou" de presente no natal (quem sabe?).

 

Site Oficial
GP2X Store
Especificações
Wiki Page em português
Blog brasileiro dedicado ao console
Mais informações na wikipedia
Vários posts com muita informação

Veja também:

GoodTools

 

Alguém já teve coleções de qualquer coisa? Selos, moedas, latas de cerveja, embalagens de maços de cigarro, tampinhas de refrigerante, calcinhas de … bem, já deu pra entender, né? Pois é, eu também já colecionei moedas, selos e outras coisas, mas um dia eu cansei e deu vontade de colecionar coisas assim mais… interativas. Então comecei a colecionar ROMs. Acho que muitos de vocês devem ter uma boa coleção de ROMs do seu console favorito (ou consoles favoritos). Aí um dia você pensa em renomeá-las pra ficar assim tudo "bunito" e organizado, mas quando se depara com todas as 6.843 ROMs bate aquele desânimo. Pois é, eu tinha o mesmo problema até que encontrei as GoodTools. Elas fazem todo o trabalho "sujo" pra você checando as ROMs pelo CRC e renomeando-as corretamente. De quebra ainda é possível movê-las, convertê-las e até gerar listas das sua coleção de ROMs e das que ainda faltam. É show de bola! Combine as GoodTools com um frontend gráfico como o GoodGUI ou o GoodWindows e voalá! Todas essas facilidades com apenas alguns cliques. Ah sim, há GooTools para diversos sistemas, desde o MSX até o Atari Jaguar.

 

Home of the GoodTools
Lista de GoodTools no EmuXHaven
Direto aos Downloads do Home of the GoodTools
Lista de GooTools no Zophar Domain (aqui também você encontra as GUIs)

Veja também:

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