NES Ports

 

Você que jogar Donkey Kong Country mas só tem um velho Hi-top game? Gostaria de detonar o Final Fantasy VII mas o dinheiro só deu pra comprar um Dynavision II. Agora você pode. Os chineses (sempre eles) há muito tempo desenvolvem jogos (sim, piratas) que os donos de um NES jamais ousariam pensar existir. É claro que não são conversoes de jogos oficiais, mas existem alguns muito bons e claro, aqueles que você não consegue jogar por meio minuto. De qualquer forma vale a pena conferir estas pérolas. Após o break estão listados vídeos com algumas destas pérolas. E logo depois um link com diversos screenshots de outros games.

Veja também:

Porque Eu Sou um Retrogamer

 

Inspirado em um post homônimo do Racket Boy vou tentar falar sobre o porquê desta paixão por games antigos. Jogadores mais novos tendem a menosprezar os games antigos e até a criticar jogadores que os apreciam e defendem. Infelizmente muitos destes jogadores se preocupam demais com gráficos, sons, número de polígonos, resolução do vídeo, etc… e  muitas vezes esquecem do maior valor que, na minha opinião, qualquer jogo deve priorizar: a diversão. Mas vamos por partes, pois toda história tem um começo.

 

A Minha História de Gamer
Nasci no final dos anos setenta e conheci o videogame apenas em meados dos oitenta, mesmo porque as novidades, especialmente naquela época, demoravam para chegar ao nosso país. Como a minha família não é, nem nunca foi abastada em relação ao dinheiro, com algum esforço e economia familiar ganhei de presente, lá pelo ano de 1984, o meu primeiro console, um Atari 2600 da CCE. Ganhei também "de lambuja" os jogos Pac-Man e Bob is Going Home. Naquela época nem se falava em Nintendo ou Super Mario Bros, embora já existissem no Japão. Não entendo até hoje como aquele Atari não derreteu depois de tantas horas ligado na tomada. Além disso, ainda havia um fliperama (como chamamos o arcade aqui) perto de casa. De vez em quando eu passava lá para dar uma olhada nas máquinas, mas pouco jogava devido a achar o valor de uma ficha alto para uma jogatina muitas vezes curta demais se comparada ao que eu poderia ter nos consoles caseiros. Mesmo assim eu ficava maravilhado com aquelas máquinas e me diverti muito com clássicos como Double Dragon e Rygar. Quando eu vi um Nintendo pela primeira vez fiquei boquiaberto, era quase um arcade em casa. De cara eu joguei Super Mario Bros 3 e Castlevania, imaginem. Depois daquela experiência economizei cada centavo pensando em comprar um. Em 1991 realizei meu sonho e adquiri um Phantom System junto com os games Captain Comic e Ghostbusters. Logo consegui trocar os dois por outros mais interessantes e assim continuei trocando e experimentando outros jogos. Também usava todo o resto do dinheiro que conseguia alugando um jogo ou dois nos finais de semana. Que época divertida. Daí pra frente comprei outros consoles com o mesmo esforço e economia, pois já trabalhava. Infelizmente sempre com aquela defasagem em relação ao seu lançamento lá fora, pois só assim os preços do console estavam mais acessíveis e já havia um grande acervo de bons títulos disponíveis. Para encurtar a história hoje possuo um PS2, um Xbox 360 e um Nintendo DS, este último o único console com menos de três anos de existência que comprei na vida.
 
 
Jogos e Idéias Simples
Quando criança eu tinha muito mais tempo para jogar. Agora com uma casa para cuidar, trabalho, namorada e uma vida social, além deste blog, meu tempo para jogos diminuiu bastante. Isso tudo me leva a preferir jogos mais simples de entender e onde eu possa salvar a qualquer momento. É claro que eu também gosto de jogos mais complexos, mas se eu for terminar as dezenas de side-quests, juntar as centenas de itens e tentar as "trocentas" possibilidades que um Final Fantasy moderno oferecem, eu não terei tempo para jogar outra coisa.
 

Gráficos 2D
Não sou um defensor ferrenho dos sprites, porém tenho que admitir que jogos feitos em 2D possuem um “charme” que um game 3D dificilmente consegue atingir. Apesar disso eu acho que a junção destes dois mundos sempre proporciona jogos muito bonitos. Os personagens e cenários de Donkey Kong Country por exemplo foram feitos em 3D, porém foram passados como sprites para o cartucho dando ao jogo belíssimos gráficos pseudo-3D. Outros como Ultimate Ghosts ‘N Goblins do PSP e o novo Street Fighter IV possuem gráficos 3D belíssimos e uma jogabilidade completamente 2D em side-scrolling, como em suas versões originais. Além disso eu gosto bastante de games side-scrolling como Metroid, Super Mario Bros e Ninja Gaiden. Por fim outra opinião própria: mapas 3D sucks.

 

Jogos Clássicos
Sabe aqueles jogos que mudaram o mundo dos games e fizeram história? Eu gosto de jogá-los, de sentir esta experiência e entender o porquê do sucesso destes. Mesmo jogos com poucos recursos visuais e sons MIDI podem proporcionar uma grande experiência. Tente jogar Legend of Zelda, Metroid/Super Metroid ou Final Fantasy VI até o fim e verão do que eu estou falando.
 

Um Grande Acervo
Na minha infância eu, logicamente, não possuia recursos financeiros suficientes para experimentar todos os jogos e consoles que eu gostaria, por isso mesmo eu deixei passar muitos jogos bons. Mesmo na época da universidade eu não tinha tempo e dinheiro para as novas plataformas da época como o Sega CD, Playstation, Saturn, Nintendo 64. Além disso, existiram consoles pouco acessíveis como o TurboGrafix-16 e o NeoGeo, além de arcades que nem deram as caras por estas terras. Por fim eu não acho que compensa gastar rios de dinheiro com vários jogos modernos se existem games antigos bons e baratos que, em muitos aspectos (especialmente no gameplay), são superiores a estes. Entendam, eu não disse que os jogos modernos são ruins, muito pelo contrário. Eu também jogo no Xbox 360, só que estes jogos são a evolução natural dos antigos, o que em última instância apenas corrobora com o fato de o quão são bons os jogos antigos.

 

Economia
OK, eu admito que sou econômico. Não chego a ser mão-de-vaca é claro, mas desde muito cedo aprendi o valor do dinheiro e aprendi a poupá-lo para o futuro. Foi parte da minha educação. Sempre economizei para alcançar certos objetivos e me acostumei com isso. Não costumo gastar com futilidades e por isso mesmo eu só compro um jogo ou console quando eu realmente o desejo MUITO. É claro que se a sua consciência permitir (a minha permite) também há o fantástico mundo da emulação. Muitos jogos que eu nunca tive a oportunidade de ver e consoles que eu nunca nem cheguei perto se tornaram realidade com os emuladores. Melhor que deixar estas obras esquecidas. Além disso, poupamos espaço físico já que não temos que nos preocupar em guardar cartuchos, economizando também tempo para encontrar a mídia, ligar o videogame, etc. Agora acesso muitos clássicos com alguns simples cliques.

 

O Fator Nostalgia
Isso para mim é um dos pontos mais importantes. Muitas pessoas se lembram de coisas que aconteceram em suas vidas ouvindo músicas, assistindo um filme ou olhando fotografias antigas. É claro que eu também faço isso, mas para nós gamers, jogos antigos da mesma forma nos trazem lembranças, especialmente se você tinha aquele grupo de amigos que se juntavam em uma casa e ficavam a tarde inteira revezando um joystick, ou se você passava horas naquele fliperama perto da escola só para ver outras pessoas detonando aquele jogo incrivelmente difícil (Prehistoric Isle que o diga). Eu também joguei bolinha de gude e soltei pipa no meio da rua como qualquer criança normal é claro, mas muitas das minhas melhores lembranças envolvem videogames. E isso é bom, porque eu não preciso sair e soltar uma pipa para experimentar aquela sensação nostálgica, apenas ligo o computador e clico no emulador.
 

Retro Sim, Velho Não
Não estamos falando apenas de jogos do milênio passado. Há muitos jogos atuais que nos remetem a jogos antigos. As idéia e fórmulas utilizadas por estes não morrem, são apenas recicladas. Um bom exemplo é o game New Super Mario Bros do Nintendo DS, possui gráficos e sons atuais porém uma jogabilidade e fórmula de mais de 20 anos. Não é a toa que remakes vendem como água no deserto e que o console mais vendido da geração é o “simples” Wii.
 

Conclusão
Espero que os jogadores mais novos procurem entender porque há pessoas que gostam de jogos antigos ou mesmo dos menos complexos, e vejam com outros olhos os games e até os gêneros esquecidos que quase sempre são melhores que a primeira impressão.

E você? Gosta de jogos antigos? Acha que algum jogo “velho” vale o seu tempo?

Veja também:

Adventures em Pt-Br

Essa é pra quem é fã dos antigos Adventures da LucasArts. O grupo de tradução ScummBR é especializado em jogos da empresa e está fazendo um ótimo trabalho de tradução para a nossa amada língua, inclusive os jogos trazidos para o português pela Brasoft, já que estes nem sempre foram bem traduzidos. Alguns dos projetos você confere abaixo.

 
Projetos em Andamento

 
Projetos Concluídos

 
Links Adicionais

 


Obs: obrigado pela dica Cobra

Veja também:

Emuladores

 

 

Lembram daqueles games fantásticos que você jogava quando era criança? Pois é, bons tempos que não voltam mais… ops! E porque não? Com os emuladores eles podem voltar sim. Tudo bem, os jogos atigos não causam mais o mesmo impacto que na época em que foram lançados. Nem podem competir om milhões de polígos e vídeos em Full HD dos consoles desta geração. Mas o que é mais importante eles têm de sobra: conteúdo. Faltam gráficos 3D em alta resolução e som digital 5.1, sobram carisma, criatividade, jogabilidade e diversão. Isso sem falar nas composições brilhantes de gênios da música.
Lembro quando vi um emulador pela primeira vez, o ano era 1997. Rapaz, fiquei de queixo caído. Era o velho Genecyst da Bloodlust Software, rodando Sonic. Nossa, o que que era aquilo?! Pesquisei mais sobre o assunto e achei um mundo de coisas. Quando descobri que aquela "mágica" também funcionava para os jogos de Nes, Master System e Atari abri um grande sorriso. Agora poderia jogar os velhos games que sempre quis e aos quais nunca tive acesso nem tempo para desfrutar. Mas não foi só isso. O que mais me deixou feliz foi ver um game no nosso conhecido (e complexo) português do Brasil. Um feito que jamais ousei pensar ser possível no começo dos anos 90. O primeiro título dessa safra de traduções no qual pude por as mãos foi o o cinematográfico Ninja Gaiden 2, traduzido pelo saudoso Hellmatic. Minha nossa! Até modificar o conteúdo dos games era possível! Aquilo abria um mundo de possibilidades sem precedentes. Qualquer um então poderia transpor as barreiras da linguagem e aproveitar um game por completo. Que maravilha! Nessa época eu ainda estava entrando na universidade e não entendia bem sobre o assunto. Demorou mais algum tempo e a obtenção de acesso à rede de informações globais chamada Internet para eu começar a me aventurar por ess mundo. E mais uma questão de tempo, esforço, pesquisa, pesquisa, e mais pesquisa para começar a entendê-lo! Infelizmente havia pouquíssimo material sobre o assunto (todos em inglês, é claro). Mas depois de ler bastante e de algumas conversas com outros entusiastas no antigo canal da #emuroms finalmente aprendi alguma coisa e comecei a colocar meus planos em prática. Descobri que aquilo era um ótimo passa-tempo e me permitiu aprender inglês muito mais rapidamente. Então decidi traduzir um jogo do qual gostasse muito. Como os dois primeiros Ninja Gaiden já haviam sido "abrasileirados" de forma magnífica, me aventurei no terceiro episódio e em poucos mais de dois meses lancei a rom pelo grupo Emuroms e através do meu site pessoal de emulação, o Gigabyte³ (antigo nome deste blog também). Depois ainda fiz algumas traduções e participei do grupo CBT desde a sua criação, tudo com o codinome ZERO. Mas isso é história pra outro post. Por sorte hoje temos muito material em português e diversas ferramentas para nos auxiliar nesse trabalho além de diversos sites sobre o assunto do qual destaco o P.O.B.RE e o Fórum Unificado de ROMHacking e Tradução. Quem quiser saber mais sobre o assunto vai encontrar muito material e pessoas "do ramo" nestes sites. Aliás, comecei procurando falar de emuladores e acabei falando de mim mesmo. Mas serviu para ilustrar a fascinação do mesmos. Voltando ao assunto principal, naquela época nem se pensava em emular um Playstation ou mesmo um Nintendo 64, mas a tecnologia avançou tão rapidamente que isto hoje em dia é fichinha pra qualquer processador modesto atual. Os emuladores não são mais nenhuma novidade pra ninguém como há uma década atrás, mas tenho certeza de que poucos sabem que eles existem desde 1964 ou como eles funcionam. Para começar vamos definir o que exatamente é um emulador? Segundo a Wikipédia:

  

"Emulador refere-se a habilidade de um dispositivo imitar outro programa ou outro dispositivo… A emulação "engana" o software que acredita que aquele dispositivo é de fato outro."

Teoricamente, pela tese Church-Turing, qualquer ambiente operacional pode ser emulado por qualquer outro. Na prática, nem tudo pode ser emulado com 100% da velocidade e compatibilidade do sistema base, seja por razões de performance ou falta de documentação que implica na dedução de fucionamento do sistema através de engenharia reversa. Para simular uma simples instrução de algum outro sistema a CPU nativa deve usar, tipicamente, várias instruções próprias. Isto torna necessária a utilização de um processador veloz para conseguir emular satisfatoriamente outro bem mais modesto.
Inclusive podemos melhorar ou modificar alguns aspectos técnicos dos sistema emulado de tal forma que este usufrua de tecnologias mais novas. Os puristas podem até chiar dizendo que o sistema deve ser emulado completamente, inclusive com os seus bugs e limitações, opnião da qual não discordo totalmente. Mas se temos como melhorar o sistema, porque não darmos esta opção a quem desejar utilizá-la? Um exemplo típico é a implementação da jogatina online que não existe nos antigos consoles, mas é quase padrão em vários emuladores. Ao invés de jogar com o seu amigo espetando outro controle no video-game podemos agora nos degladiar ou unir forças dentro do mesmo jogo através de uma rede de computadores. Uma sacada perfeita. Nada de cabos, multi-tap ou desculpas de localização, basta um emulador, o jogo e o acesso a rede. Outro exemplo é que hoje podemos desfrutar dos antigos jogos com vários efeitos não presentes originalmente nos consoles como gráficos interpolados, polígonos e em alta resolução e sons sintetizados. Tudo isto é possível através dos emuladores mais modernos.

Apesar de ser ferrenhamente combatido pelas companhias desenvolvedoras de consoles no início da sua explosão, alguns consoles também se utilizam o conceito para implementar a retro-compatibilidade de seus consoles mais antigos. Inclusive a Nintendo utiliza emuladores para oferecer jogos antigos através dos seus Virtual Console.
Mas o mais importante de tudo é que hoje podemos desfrutar de jogos antes inacessíveis mesmo para quem se dispusese a pagar por eles. Podemos fazê-los compreensiveis para outros povos com outras línguas e mostrar para o resto do mundo porque os jogos são tão fascinantes, como podem ser benéficos e até educativos além da diversão que proporcionam. Além disso eles permitem que os bons tempos não morram nunca.

Se você quiser mais detalhes técnicos há bastante material na Internet e nos links abaixo.

 

Como escrever um emulador
Zophar
EmulaBr
Emuladores
Emulatronia
Emulador na Wikipedia
Emuladores no Baboo

Veja também:

Retro Gamer No Brasil

VIRE A PÁGINA

 

Há algum tempo publiquei um post sobre a revista Retro Gamer, uma publicação estrangeira sobre jogos antigos. A revista possui uma qualidade incrível e pensei que nunca teríamos a chance de ver esta pérola em terras brasileiras. Eis que surge uma luz no fim do túnel e você amigo retrogamer pode ajudar. Abaixo vai o post que está rolando pela rede (iniciada pelo PO.B.R.E e pelo Gagá Games). Leia e participe da petição que pode trazer essa maravilha para o país.
 

Vocês devem se lembrar que eu quase morri de tanta emoção quando comprei um exemplar da revista Retro Gamer em dezembro. A revista é um desbunde. Meu amigo Felix, manda-chuva do PO.B.R.E, escreveu para a editora da revista, no Reino Unido, perguntando sobre a possibilidade da revista ser publicada no Brasil. A responsável respondeu ao email do Felix perguntando se ele era de alguma editora brasileira. Eu, então, escrevi um email também, e nos foi passada a informação de que já existem algumas negociações para trazer a revista, mas que com a crise algumas editoras estão esperando para dar o “Ok”.

No mesmo email, a pessoa disse que a idéia de colher assinaturas dos interessados seria ótima, já que poderia dar o empurrãozinho que falta para que uma eventual interessada em traduzir a revista aqui no Brasil tome sua decisão.

Diante disso, criei hoje uma petição online pedindo às editoras brasileiras que publiquem a revista aqui por estas bandas. Não temos nada a perder, é só digitar o nome e passar um email (podem, inclusive, criar um email só para isso, desde que o email exista). Não é preciso dar CPF nem mostrar a marca de vacina no braço, só nome e email.

 

 

Outras fontes onde a campanha pode ser encontrada:

Veja também:

The Angry VideoGame Nerd

 

Você já quebrou lançou o CD/DVD de um jogo pelo janela fazendo seus vizinhos pensarem estar vendo um OVNI? Já deu uns chutes no PC danificando até o HD? Seus controles e cartuchos conheciam a parede melhor que as lagartixas que andavam por ela? Tudo por causa daquele $#!@%, e tão ruim que você chegou a pensar que devia haver um aviso na capa e o endereço dos criadores para que você mesmo os pendurasse de cabeça para baixo em um caldeirão de óleo fervente? Pois é, o The Angry VideoGame Nerd já fez tudo isso, mas em vez de guardar para si mesmo ele compartilha estes belos sentimento com todo o mundo através dos seus hilários vídeo-reviews. Você vai ver desde clássicos como Castlevania II até jogos totalmente desconhecidos como M.C.Kids (que confesso joguei na minha infância). Basta que o jogo seja ruim a ponto de merecer um review. Tambén há análises de acessórios e até consoles que não deixaram saudades. Só um aviso, alguns poucos vídeos possuem legendas em português portanto um inglês básico é fundamental para entender tudo e rir bastante. A propósito, o linguajar do rapaz não é nenhum exemplo de boa educação, portanto tire os meninos (aquees que sabem inglês) da sala.

PS: resolvi dar um up e uma atualizada neste post pois o trabalho do cara é muito divertido e acho que merece ser visto.

Abaixo o "review"  do Atari 5200 legendado em português. Divirtam-se.

 

Veja também:

Doom Original em Flash

 
 
O  bom e velho Doom teve o seu código fonte liberado em 1997, daí pra frente já tivemos o game portado para os mais diversos sistemas, de aparelhos celulares até o AmigaPC, mas é inédito ver o mesmo rodando em flash, completo e funcional. A mágica foi feita compilando o código C/C++ do jogo para rodar na ActionScript Virtual Machine usando para isso o Alchemy. Isso abre um leque de possibilidades nunca antes visto para rodar aplicativos na web. Lembrem que a maioria dos emuladores por exemplo é escrito em C/C++ e, assim que a tecnologia estiver mais madura, não ficaria surpreso em ver um emulador de NeoGeo, N64 ou mesmo outros jogos antigos via browser.
  
Abaixo você confere o jogo e pode matar um pouco a saudade. Mas atenção, você precisa do Flash Player 10 ou Air 1.5 para rodá-lo.

 

 

W, A, S, D ou SETAS – movimento
Q, E – strafe
ESPAÇO – tiro
R – abrir portas
SHIFT – correr
ESC – menu
TAB – mapa
NÚMEROS – mudar arma

 

[via Newgrounds]

Veja também:

Etiquetas para Jogos de Atari

 

Que tal fazer suas próprias etiquetas para os seus jogos de Atari? Com o Label Maker 2006 você pode não só fazer isso mas criar etiquetas para outros jogos no estilão dos antigos games de Atari. O programa foi criado pelo usuário Cropsy do AtariAge e é muito fácil e divertido de usar. No fórum do AtariAge e no post do Game Monk (link abaixo) você encontra exemplos de etiquetas muito criativas. Faça uma e compartilhe a sua criação com a gente.

 

[via Game Monk]

Veja também:

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