Os Jogos mais Vergonhosos do Mundo! Katamari Damacy (PS2)

Em: Resenhas, por Fabricio Carta às 12:20 - 19 de maio, 2013

19 mai 2013

Todo mundo conhece algum jogo SEM NOÇÃO, BIZARRO ou de GOSTO DUVIDOSO que a gente finge que não gosta, mas joga escondido. Claro que alguns gamers não ligam pra vergonha alheia, mas quem já jogou The Sims escondido da mãe quando era criança só pra fazer as Valente darem uns pegas, sabe do que eu tou falando.

Aqui estreia a sessão do descarrego do jogo zuado. Sim, amiguinhos! Vamos dar espaço ao jogo bizarro escondido no fundo da gaveta e reconhecer que eles têm sim o seu valor. Os jogos serão classificados de 0 (jogo mais normal possível, que você conta pra todo mundo que jogou, cheio de orgulho) até 5,0 (jogo altamente vergonhoso que você finge pros amigos que não conhece).

Obviamente que aqui não está em cheque se o jogo é bom ou ruim, mas sim seu GRAU DE BIZONHICE (coisa que até um fã deve reconhecer). E é claro que você, baixinho, pode mandar sua cartinha com a sugestão vergonhosa para Programa da Xuxa, Caixa Postal blá blá blá etc ou se preferir um método mais fácil, deixa um comentário lá embaixo \/.

Katamari Damacy PS2

E pra começar com uma voadora de 2 pés juntos, vamos com um jogo muito cultuado que voltou a ser destaque esses meses com seu relançamento na PSN: Katamari Damacy (PS2).

Essa semana, nas internets da vida, testemunhei o seguinte comentário: “Que bom que saiu Katamari na PSN, minha filha vai adorar!”. Aham, ok, a gente acredita sim que só sua filha vai jogar.

Quando eu joguei Katamari pela primeira vez, eu achei aquilo tudo tão bizonho, mas tão bizonho que eu viciei. Típico jogo japonês, o sentido fica de lado e o que vale mesmo é a diversão.

No jogo, o Rei do Cosmos (que mais parece uma drag queen de escola de samba do tamanho de um planeta com uma lata de óleo atravessada na cabeça e a capa do Robin) fez uma farra tão grande que no meio da cachaça e baixaria, destruíram todos os corpos celestes do Universo.

King of Cosmos

O tirano então joga no filho – o Príncipe, um carinha verde de uns 10 centímetros – a missão de reconstruir as estrelas. Pra isso, o coitado só dispõe de uma bola mágica grudenta, a KATAMARI (ou “O” katamari, sei lá…) que gruda todos os objetos em que encosta.

Meio que como uma bola de neve em uma avalanche, quanto mais objetos a katamari absorver, maior ela fica. Aí chegamos a toda questão Física da coisa, que é um dos pontos mais interessantes do jogo. No começo, como a katarmari é pequena, você só consegue “grudar” objetos leves e pequenos, como papéis, clipes, doces, insetos… Conforme a massa da bola vai crescendo e aumentando sua gravidade, maiores os objetos que ela consegue atrair. Nessa miscelânea de bugigangas, você pode absorver vacas, lutadores de sumô, prédios, aviões, cidades… Tem uma hora que a coisa fica tão doida que você começa a engolir continentes, planetas, estrelas e até o próprio universo.

Einstein curtiu!

Não sei o que o produtor desse jogo fumou quando teve essa ideia, mas convenhamos que o cara foi um gênio. Em meio a tudo isso, o Rei, sádico e déspota, sempre critica a atuação do príncipe no puro sarcasmo, o que deixa o jogo ainda mais engraçado.

Por que é vergonhoso?

Além da insanidade do gameplay que afasta os jogadores mais conservadores logo de cara, Katamari Damacy também é multicolorido, psicodélico, cheio de arcos-íris, estrelas piscantes, objetos malucos e criaturas cósmicas usando colants pink-fluorescentes. O visual meio anime meio playmobil beira o infantil.

A música é bizarra e viciante. Os “nanaaa nanannananana nananna” da abertura grudam na cabeça por tempo indeterminado, e os “choramingos” e reclamações dos objetos e pessoas atraídos pela katamari são uma atração à parte.

Resumindo: o jogo é non-sense, beira o infantil, tem um visual que lembra a parada gay, mas é divertido pra caramba! Se você não liga de deixar sua dignidade de lado pra ser feliz, vale a pena experimentar Katamari Damacy. Se mesmo assim tiver vergonha, uai, jogue escondido ;)

Nível de Vergonha: Katamari Damacy (PS2) Prince

O que aconteceu com você, Capcom?

Em: Devaneios de uma vida gamer|Fresquinhas, por Fabricio Carta às 6:17 - 24 de abril, 2013

24 abr 2013
CA_COM

O último ano fiscal não foi dos melhores pra casa do Mega Man. Com REDUÇÃO de cerca de 73 milhões de dólares no seu lucro, a empresa já se movimenta em busca de reestruturações e, claro, culpados.

Dessa vez parece que sobrou para os pobres desenvolvedores do ocidente. Para o manda-chuva da vez, a culpa da crise interna está nos jogos terceirizados para produtoras ocidentais que, segundo ele, cobram barato mas entregam um serviço de pior qualidade (não diga!).

OK caro leitor, já sabendo que nem eu e nem você nascemos ontem, vamos aos fatos.

Quanto mais DLCs e versões, melhor

Street Fighter II

Nossa querida Capcom que tanto nos alegrou na infância nunca escondeu seu “MERCENARISMO”. Na geração 16 bits, por exemplo, saíram tantas versões de Street Fighter II que as revistas até se perderam. Eu mesmo não sei até hoje qual foi o último lançado sem fazer uma pesquisa rápida no Google. Só lembro que ganhei um Street Fighter II e no mês seguinte meus amigos já me zoavam porque o Street deles tinha a Cammy e companhia e o meu não.

Na geração de DLCs não seria diferente. O Street Fighter IV conseguiu agradar com um jogo até caprichado, mas a Capcom sugou tanto o bolso dos fãs com versões e DLCs que todo mundo que respeita seu holerite no fim do mês ficou com um pé atrás. Resultado: as vendas dos jogos seguintes caíram loucamente porque ninguém seria maluco de comprar um jogo sabendo que uma nova versão poderia sair alguns dias depois, ou então comprar 60% do jogo e só conseguir os outros 40% desembolsando mais alguns tostões com DLCs.

Street FIghter IV

Não Capcom, tá tudo errado! Explorar um jogo lançando conteúdo até o último momento parece o jeito mais fácil de lucrar, mas vale a pena por em cheque sua credibilidade?

Remakes ou refakes?

É claro que a Capcom não poderia faltar na moda dos remakes.  Se for pra lucrar sem procedentes, relancem a maioria das franquias sem nem planejar que o povo compra!

Darkstalkers: Antes e Depois

A Capcom nessa geração resolveu inovar: lançou o maravilhoso “REFAKE”. Parece um remake, mas é só o mesmo jogo com um tapinha por cima. Tá certo, reviver um jogo do passado é legal, mas jogar um mísero filtro e vender pelo preço de um jogo refeito?  Ninguém esperto cai nessa duas vezes.

Opinião de fã não dá dinheiro  

Mega Man na geladeira

A Capcom é sem dúvida uma das empresas com uma cartela de games mais sólida do mercado. Nomes como Resident Evil, Mega Man e Street Fighter figuram entre os mais lembrados pelos gamers.

E em um time que está ganhando, o que seria natural? Permanecer com a mesma fórmula agradando o público já consolidado ou mudar tudo buscando um novo público e correr riscos? Provavelmente os caras da Capcom gostam de adrenalina e preferem correr riscos absurdos.

Cody não quer mais ser coadjuvante.

Residente Evil, o mestre mor do Survival Horror, virou shooter. Mega Man completou 25 anos matando robot masters e, de presente, só saiu da geladeira porque ganhou um joguinho feito por um fã. Beat’em up não deve vender mais, então enfiaram os personagens em jogos de luta aleatórios.

Oh Capcom, querida Capcom… Como vocês esperam agradar aos novos jogadores minando a confiança dos velhos?

A culpa é mesmo do ocidente?

Jogar a culpa do nosso fracasso nos outros é fácil, não? Para a Capcom, o fracasso nas vendas de algumas franquias veio das empresas terceirizadas do ocidente que não conseguiram desenvolver jogos com tanta qualidade quanto as desenvolvedoras próprias.

Primeiramente, se o ocidente não tivesse desenvolvedores competentes, o Call of Duty Modern Warfare 3 que é um dos jogos mais vendidos – não só da geração como da história (falamos em vendas, e não em qualidade, OK?) – não teria sido produzido na Califórnia, mas sim em Tóquio.

Além disso, OK, o outsourcing é válido e funciona em vários casos mas você entregaria a vida do seu filho nas mãos de um desconhecido? Pra Capcom isso nunca pareceu problema; e pelo jeito, além de entregar nas mãos dos outros eles ainda escolhem o que cobra mais barato.

Oloco Capcom, assim não dá!

Save Capcom! Ante que seja tarde.

Mas beleza, não vamos ser hipócritas aqui e ignorar que o custo elevado no desenvolvimento dos games e a crise mundial também contribuíram pela queda nas vendas. Mas é mais do que notável que a maior queda da Capcom foi em CREDIBILIDADE. O prejuízo econômico só refletiu a falta de consideração com o jogador.

Agora segura aí essa dica de amigo, Capcom: se for pra reestruturar suas estratégias de mercado, comecem ouvindo e respeitando um pouco mais quem consome o que vocês fabricam.

OBS: esse post foi feito por um fã da Capcom que tem LER no dedão de tanto escalar paredes no Mega Man X2, vivia com band-aid no dedo de tanto soltar hadouken, sabe todos os puzzles do Goof Troop de cor e não se conforma com o rumo que a empresa tomou. Mas tem esperanças.

Invasão Remake

Em: Devaneios de uma vida gamer, por Fabricio Carta às 9:29 - 18 de abril, 2013

18 abr 2013

DuckTales, Flashback, Castle of Illusion e até um Donkey Kong Country Returns 3D (um jogo de menos de 3 anos?!) !

Os remakes povoaram a comunidade gamer nas últimas semanas e os jogadores mais nostálgicos foram à loucura. Mas apesar do destaque recente, os primeiros anos dessa geração já anunciavam que os clássicos “refeitos” estariam presentes em peso. O que será que tem motivado as produtoras a investirem tanto nesse segmento? Seria pura bondade com os old gamers mais entusiastas?

Castle of Illusion HD

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Gamers com poder de compra

Você jovem criança inocente que acredita que os desenvolvedores de games fazem tudo por amor e para agradar aos fãs, sinto lhe informar, mas seu mundo de sonhos caiu. É claro que como em todo mercado (ainda mais no famigerado mercado de entretenimento), o fator que predomina no lançamento de um jogo é o seu retorno financeiro. Até mesmo os projetos independentes que se têm tanto ajudado no Kickstarter (ou em outras plataformas) têm várias pretensões ocultas além de apenas contribuir pela causa gamer.

Castle of Illusion HD

E nesse nicho de remakes, não poderia ser diferente: os gamers cresceram, arranjaram emprego (alguns até já têm filhos gamers), e as boas lembranças dos jogos antigos sempre aparecem. Agora o gamer pode pagar pelo próprio jogo na hora que quiser, sem a necessidade de implorar por um trocado para a avó ou pedir de presente de Natal para o Papai Noel. E é bem provável que um jogador das antigas não hesite antes de rechear sua biblioteca digital com remakes, buscando a mesma experiência que teve na infância.

Quem cresceu vendo o Mickey enfrentando aranhas e cogumelos no Mega Drive dificilmente vai resistir a um Castle of Illusion em HD. Ou então quem alugava uma fita de NES na sexta-feira pra poder devolver só na segunda não vai pensar duas vezes antes de pagar por um remake de DuckTales.

Faltando grana e criatividade

Infelizmente foram poucos os jogos que marcaram essa geração pela inovação e criatividade e, mesmo assim, a maioria dos que conseguiram essa proeza saiu de mentes independentes de produtoras de fundo de garagem (sem sentido pejorativo, por favor).

Mesmo com milhares de cores, texturas e polígonos à disposição, são poucos os jogos atuais que conseguem fazer tantos milagres como conseguiam com apenas 8 bits. Investir em ideias novas demanda tempo e dinheiro e o risco de que elas não vinguem na tão mutável mente dos gamers exige cautela.

DuckTales

Reaproveitar uma ideia antiga e já consolidada no mercado é cada vez mais vantajoso e menos arriscado do que investir em novidades. O alto custo no desenvolvimento de um game da linha de frente também tem exigido alternativas mais baratas para preencher as lacunas de lançamento das grandes franquias, e os remakes surgiram como solução.

Mas isso não chega a ser uma grande novidade. No mercado cinematográfico, por exemplo, os remakes têm espaço garantido há anos.

Sugando até a última gota

Emplacar uma franquia nova é o sonho (e a dificuldade) de todas as desenvolvedoras de games. Possuir um Call of Duty, God of War, Mario, Halo ou Assassin’s Creed na linha de frente significa investimento e retorno garantidos, e muitas vezes vende-se um desses jogos mais pelo nome do que pela sua própria qualidade.

God of War

Sugar até o último sopro da alma dessas franquias de sucesso virou obrigação, e para dar descanso à mente criativa dos produtores, mais uma vez aparecem os remakes como solução. A Sony, por exemplo, lançou 6 God of War em 8 anos, e dentre esses, 4 já foram remasterizados em alta definição. Até a Nintendo que parecia nadar contra a correnteza das tendências capitalistas do mercado está lançando mais remakes do que se pode contabilizar.

Remake como teste de mercado  

Darkstalkers Resurrection

Desde o primeiro game até hoje muitas franquias surgiram, mas a grande maioria delas se perdeu no tempo. Resgatar essas franquias também apareceu como solução para a falta de demanda criativa da geração.

Morrigan quer você!

Para testar o impacto que um jogo antigo tem no mercado atual antes de renovar uma franquia, muitas desenvolvedoras têm apostado no remake como termômetro de mercado. Recentemente, por exemplo, a Capcom lançou Darkstalkers Resurrection, um “quase” remake dos jogos mais cultuados da série. E é quase certo de que se as vendas não forem satisfatórias, não veremos Morrigan e companhia dando as caras em um jogo próprio por um longo tempo.

Outro remake que se enquadra nessa modalidade é o do clássico de 16 bits Flashback. Apenas assistindo ao trailer já se percebe que a Ubisoft não vai esperar muito para tirar o Conrad do 2.5D e jogá-lo em um reboot da franquia (se as vendas forem boas, claro).

Ideias já desenvolvidas e consolidadas, custo de desenvolvimento mais baixo, tempo de execução menor, facilidade de lançamento em plataformas virtuais e jogadores nostálgicos afoitos por games de qualidade: os remakes uniram a fome com a vontade de comer!  Preparem-se para uma enxurrada cada vez maior desses games.

E você, jovem camarada, o que espera da geração dos remakes? Qual dos remakes anunciados deixou sua ansiedade no danger madafock extreme?

Minianálise – Far Cry 3

Em: Devaneios de uma vida gamer, por Sammy Anderson às 12:41 - 4 de dezembro, 2012

4 dez 2012

Vaas (o doido)

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O jogo é fantástico. Nada a ver com aquela CHATICE que foi o 2, muito menos com o primeiro em que seu personagem é um fodão militar e sai atirando em tudo sem mais nem menos. Não entendo a palhaçada da Ubisoft em insistir com o marketing de AC3, sendo que FarCry 3 é muito, muito mais jogo. Não que eu não tenha gostado do AC3, mas Far Cry é muito mais imersivo. O engraçado é que incorporaram MUITA COISA do AC. Você tem que conquistar torres de rádio por exemplo pra revelar partes do mapa. Também precisa caçar pra sobreviver, vender a pela de bichos, etc. Tem lojas que você compra armas e outras badulaqueiras. Você também precisa colher ervas e folhas no meio da vegetação que vão servir como DROGAS, praticamente UPGRADES do seu personagem.

Capa do jogo
Os gráficos estão muito bem feitos, a textura da pele dos personagens, etc. A selva ficou muito legal também. Efeitos de água e tal. Mas nada SUPERA a FAUNA que foi criada no jogo. Do nada você está lá numa boa e vê um tigre caçando outros bichos mais fracos. Ou então você está passeando e vê uma galera caçando outros bichos e por aí vai. O efeito de fogo é ASSUSTADOR. Estava eu lá numa parte da selva quando de repente resolvi usar uma granada pra matar um urso. A granada causou um incêndio, e quando vi, já estava pegando fogo em quase toda selva, inclusive quase morri por causa disso. PQP é demais!

Far Cry 3 Na história você é um turista que viajou com seus 2 irmãos para uma ilha. Vocês estão lá na curtição e pans, mulherada, festas, mas a ilha é infestada de piratas que curtem pegar os turistas pra torturar e outras coisinhas mais. Seu irmão mais velho é um militar de carreira que manja das putarias, e salva sua pele escapando da prisão. Quando você acha que ele vai ter um papel importante na história depois de escapar do acampamento, o VAAS aparece dá um tiro no pescoço do coitado. Aí ele fala “cara eu te respeito por você querer me foder, então te dou 30 SEGUNDOS pra fugir, se a selva não te matar eu te mato”. Aí começa uma corrida muito louca pra sua sobrevivência e você acaba virando a CAÇA.

Vaas (o doido) Lembram que falei que não tem nada a ver com o primeiro, em que seu personagem era o fodão? Então. Na real seu personagem é um perfeito CUZÃO, que acabou de perder o irmão fodão, e que nunca pegou numa arma na vida, morre de MEDO e precisa SE VIRAR daqui pra frente se quiser viver. Essa sequência inclusive é MUITO TENSA. O jogo explora muito isso, o MEDO.

Depois de acontecer muita merda você é resgatado por um simpático negão à lá Bob Marley que faz uma tatuagem em você, que no caso significará algo muito importante na história. Cada tatuagem mostra um upgrade que você fez em si mesmo, ou seja, quanto mais “tataus”, mais fodão você é. O cara parece ser chegado nas dorgas mas é muito gente fina e te apóia te dando um pouco de grana inicial pra comprar armas e ir atrás do seu irmão mais novo que ainda está nas garras do VAAS.

Aliás, esse VAAS é um FDP completamente PIRADO, mas na minha opinião já entra como um dos grandes vilões do videogame. A expressão dele é incrível. NÃO TERMINEI O JOGO ainda, e espero profundamente que não tenham MATADO ele na história, como fizeram com o Haytham do AC3, pois na minha opinião dá pra explorar ele num futuro jogo.

Resultado da promoção “Prototype 2″ para Xbox 360

Em: Promos, por Sammy Anderson às 10:20 - 17 de julho, 2012

17 jul 2012

Uma disputa acirrada na promoção do UOL Jogos valendo um “Prototype 2” no Facebook. André Costa e Raphael Giovanni disputaram minuto a minuto, mas o Raphael acabou levando. Vejam a imagem abaixo!

promo-prototype

A evolução de Cortana

Em: Viu isso?, por Sammy Anderson às 1:05 - 30 de junho, 2012

30 jun 2012

Halo

Imagem 1 de 8

A "namoradinha" de Master Chief, em sua primeira versão de "Halo" no Xbox.

A versão esquecida de Rayman para Super NES

Em: Viu isso?, por Anatole às 1:00 - 17 de junho, 2012

17 jun 2012

O primeiro Rayman era um jogo de plataforma 2D desenvolvido e publicado pela Ubisoft em setembro de 1995 para o PlayStation e Jaguar. No início de seu desenvolvimento, Rayman foi planejado para o Super Nintendo e o jogo apresentava um modo coop para 2 jogadores e gráficos bem diferentes. Parece que a Ubisoft decidiu mudar o projeto para os novos CD-Rom e contrataram animadores de uma empresa de desenho animado, o que melhorou consideravelmente os gráficos. [Informações da Wikipedia]

No entanto, imagens da inédita versão de Super Nintendo foram publicadas numa revista francesa, a Pix’N'Love número 13. No artigo podemos ler:

Muito antes de as versões da Jaguar e PlayStation, Michel Ancel e sua equipe estavam trabalhando em Rayman para o SNES. Mesmo que estivesse em desenvolvimento avançado, o jogo foi interrompido em favor do apoio a mídia em CD.

A história original foi sobre um menino de onze anos de idade chamado Jimmy. Jimmy tira proveito dos reinos que ele descobre dentro de seu computador para criar um mundo de fantasia chamado Hereitscool.

rayman-snes

 

Então você gosta de “Chrono Trigger”?

Em: Viu isso?, por Anatole às 8:04 - 15 de junho, 2012

15 jun 2012

Que tal relembrar um pouco um dos melhores RPGs já criados pela Square?

Navegue pelas imagens abaixo e relembre um pouco este grande sucesso da era 16-bits!

Chrono Trigger

Imagem 1 de 25

Em meio a inúmeros títulos de RPG, um que possuí uma das histórias mais intrigantes e bem contadas até hoje sem dúvidas nenhuma é do magnífico Chrono Trigger, que além de toda sua criação sendo feita pelos melhores desenvolvedores possíveis, conta com uma narrativa única, com elementos mitológicos que vão desde a ficção passando até mesmo pelo catolicismo.

A versão de “Diablo” no GameBoy original [cancelada]

Em: Seu Tubo|Viu isso?, por Sammy Anderson às 9:21 - 14 de junho, 2012

14 jun 2012

Uma versão de Diablo estava em desenvolvimento para o GameBoy, mas foi logo cancelada por razões desconhecidas. Antes de ser descoberta, nenhuma mídia havia sido lançada, e nunca foi mencionada pela Blizzard.

Se você tiver curiosidade, é possível testar uma ROM em estado BETA para o GameBoy.

Diablo (cancelado)

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Clique para navegar na galeria e conhecer a versão GameBoy de "Diablo"

Era um jogo com enorme potencial, mesmo sendo inferior graficamente ao PC.

Implementações de recursos especiais, como multijogador por cabo (já que nessa época, on-line não estaria disponível) possivelmente fariam deste título, um dos jogos mais vendidos e de alta classificação do GameBoy.

 

Street Fighter x Tekken ganha versão para iOS

Em: Fresquinhas, por Sammy Anderson às 8:33 - 14 de junho, 2012

14 jun 2012

Capcom confirmou que Street Fighter x Tekken Mobile será lançado para iOS. Baseado no aclamado lançamento para consoles, com uma reformulação completa de controles e interface do usuário para dispositivos móveis em mente, Street Fighter x Tekken Mobile também apresenta novos modos e mecânica. A lista de personagens inclui Ryu e Chun-Li da série Street Fighter, e Kazuya e Nina da série Tekken.

Street Fighter x Tekken Mobile será compatível com iOS 5 ou maior, e estará disponível para iPhone 4 e 4S, iPod Touch, iPad 2 e o novo iPad.

Street Fighter x Tekken Mobile

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Sobre o Input

Pra quem já vibrou com riscos na tela que teimavam ser o protagonista da história, scanlines exageradas em fliperamas de rodoviárias e intermináveis telas de carregamento. Junte-se ao nosso blog para discordar ou colaborar com nossos delírios gamísticos.

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  • Maurício: Ótimo jogo, nonsense? Talvez. Duvidoso? Com certeza não, a boiolisse é explícita oque me faz gos [...]
  • Clovis: Ótimo texto, curto muito o jogo. Esse nível do selo de vergonha não pode ter a palavra de baixo [...]
  • Ed Lima: Ahahaha, eu ri com alguns dos seus comentários! Ed Lima approves! [...]
  • Fernando V B Carrupt: Perfeito o texto, em poucas palavras cobriu os problemas da Capcom. Infelizmente não sou muito ot [...]
  • Luciano Carlos: Excelente artigo. A Capcom de fato deveria mesmo escutar seus fãs, principalmente os mais antigos q [...]

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